Sem criatividade, Atlético perde para o Nacional e se complica na Libertadores

O técnico Levir Culpi insistiu: Chará ficaria no banco de reservas. Dessa forma, uma trinca de volantes de origem – com Elias deslocado para a ponta esquerda e Zé Welison e Jair no meio – seria titular. Assim como nas ocasiões anteriores, a formação deu errado. Em noite de pouca criatividade ofensiva nesta terça-feira, o Atlético perdeu para o Nacional-URU por 1 a 0 no estádio Gran Parque Central, pela segunda rodada da Copa Libertadores. O resultado em Montevidéu, capital do Uruguai, complicou de vez a situação da equipe alvinegra no Grupo E. Lanterna da chave, o Atlético acumula duas derrotas em duas partidas na fase de grupos. Já o Nacional do centroavante Bergessio – autor do gol da vitória nesta terça – venceu as duas, soma seis pontos e lidera o grupo. Nesta quarta-feira, às 19h15, Cerro Porteño-PAR (três pontos) e Zamora-VEN (nenhum ponto) fecham a rodada da chave. As equipes se enfrentam no Estádio La Olla Azulgrana, em Assunção, capital do Paraguai. Agora, o Atlético volta as atenções para o Campeonato Mineiro. Líder da competição, o time alvinegro recebe o América, no Mineirão, a partir das 16h deste domingo. O próximo compromisso pela Copa Libertadores será apenas no dia 3 de abril, uma quarta-feira, também no Gigante da Pampulha. A equipe receberá o Zamora, pela terceira rodada, às 19h15. Já o Nacional terá pela frente o Danubio-URU, pela quinta rodada do Torneio Apertura, o primeiro turno do Campeonato Uruguaio. As equipes se enfrentam a partir das 16h30 deste sábado, no Estádio Luis Franzini, em Montevidéu. Pela Libertadores, o próximo compromisso será em 2 de abril, uma terça-feira, às 19h15. Os ‘Bolsos’ visitam o Cerro Porteño, no La Olla Azulgrana.
Huracán x Cruzeiro: Raposa segura pressão e estreia com vitória

– Libertadores –Time estrelado teve boa atuação e com gol de Rodriguinho, triunfou por 1 a 0 na Argentina Se a Libertadores exige entrega, o Cruzeiro seguiu a cartilha e encarnou o espírito do torneio para deixar tudo que possuía ontem no estádio El Palacio, em Buenos Aires, e vencer o Huracán por 1 a 0, gol marcado por Rodriguinho, aos 30 min da etapa inicial. Um jogo bem ao estilo Cruzeiro. Tem que saber sofrer.Resultado importantíssimo para a Raposa, que derruba o Globo pela primeira vez na história da Libertadores e encerra um jejum de três jogos sem vencer em estreias na competição. O gol Apesar das dificuldades inerentes ao campo pesado por conta da chuva, o Cruzeiro conseguiu estabelecer o seu jogo e com um passe “pornográfico” de Robinho, Rodriguinho balançou as redes do goleiro Antony Silva, aos 30 min. Foi o primeiro gol de dele em Libertadores em seu 13º jogo no torneio continental. Na temporada, em cinco jogos, o atleta chegou ao seu terceiro tento. Atuação do árbitro O árbitro peruano Diego Haro foi bastante enérgico durante a partida, marcando as faltas em cima e não poupando os amarelos. Destaque do jogo Além de Rodriguinho, que vem confirmando uma fase artilheira em seu início no Cruzeiro, o destaque fica por conta do desempenho de Robinho, mas uma vez preciso para assistir seus companheiros e mostrando grande visão de jogo. Comportamento da torcida O torcedor enfrentou a chuva torrencial em Buenos Aires para acompanhar a vitória celeste. Um público relativamente pequeno para um estádio do porte do El Palacio. Polêmica No fim do jogo, o árbitro Diego Haro marcou impedimento em uma conclusão de Lucas Barrios. Os argentinos pediram o gol, mas a arbitragem não teve dúvidas na anulação. Um sufoco. Próximo adversário O Cruzeiro volta a campo no domingo, quando encara o Tombense, às 16h, no Mineirão, em partida válida pela nona rodada do Campeonato Mineiro. A Raposa é a terceira colocada no torneio estadual, com 16 pontos conquistados. Pela Libertadores, a Raposa volta a campo na quarta-feira, quando recebe o Deportivo Lara-VEN, às 19h15 no Mineirão, pela segunda rodada do Grupo B.
Atlético perde para o Cerro Porteño na estreia da Libertadores

– Galo perdeu por 1 a 0 para o time paraguaio no Gigante da Pampulha O Atlético estreou com derrota na fase de grupos da Copa Libertadores. O Alvinegro perdeu para o Cerro Porteño, do Paraguai, por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Mineirão. O gol da vitória dos paraguaios foi marcado por Diego Churín, em condição de impedimento, após indecisão entre o zagueiro Réver e o goleiro Victor. O time alvinegro não conseguiu ter intensidade, como já aconteceu em jogos anteriores na temporada. A equipe atleticana teve dois gols anulados. Fora isso, foram poucas chances criadas. Já o Cerro, que praticamente não teve oportunidades, abriu o placar em um lance de sorte, já que a bola bateu no atacante da equipe paraguaia antes de ir para o gol.O Atlético volta a campo pela Libertadores na próxima semana. Na terça-feira, às 21h30, o Galo visita o Nacional, no Uruguai. Antes, o Alvinegro encara o Patrocinense, sábado, às 16h30, no estádio Pedro Alves do Nascimento, em Patrocínio, pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro.Retorno ao Mineirão teve gosto de decepçãoO Atlético não soube criar as oportunidades, e é aquela velha história, jogo de Libertadores é sempre complicado, e não se pode vacilarInversão de papéisTorcida vaia time após derrota; Cazares diz que Galo foi bemCamisa 10 do Atlético disse que os jogadores poderiam ter feito ‘algo a mais’ para time não ter sido derrotado pelo Cerro PorteñoNa broncaLevir defende esquema, vê Galo muito melhor e reclama de gol impedidoTreinador disse que Churin estava em posição irregular e lamentou incompetência na finalizaçãoAlgozAutor do gol do Cerro, Churin esteve na mira do Galo, que achou caroAlgoz do Atlético, o atacante Diego Churin, começou o jogo na reserva e entrou no decorrer da partida, com tempo para deixar a sua marca. Curiosamente, o centroavante esteve na mira do Atlético no começo da temporada. O Galo chegou a abrir negociação com o Cerro Porteño para buscar Churin. O Atlético, porém, considerou o atacante caro. A pedida de R$ 10 milhões do Cerro Porteño não agradou a direção atleticana, que desistiu da negociação. Maior receitaCom dinheiro do Mineirão, Sette Câmara quer quitar dívidas antigas do GaloComo no Gigante da Pampulha cabe o triplo de torcedores que no Independência, o mandatário atleticano espera aumentar as receitas e o lucro dos jogos em casaAnáliseComentarista de arbitragem diz que juiz acertou em anular gol do GaloLeonardo Gaciba afirmou que falta cobrada tinha de ser em dois toques, o que não aconteceuNo TwitterTorcida do Galo reclama da sigla ‘AMN’ usada na transmissão do jogoTransmissão gerada pela Conmebol usou as iniciais de Atlético Mineiro, ao invés do tradicional CAM Bom exemploCerro deixa vestiário do Mineirão limpo e agradece hospitalidade do GaloEm diferentes cantos do continente, equipes têm tomado a iniciativa de deixar o local que usaram em perfeito estado
Flamengo se recusa a fazer acordo para indenizar famílias de vítimas

Caso deverá terminar na justiça já que não houve acordo entre o time, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público Estadual A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público Estadual informaram que o Flamengo se recusou hoje (19) a fechar o acordo de reparação às vítimas do incêndio no alojamento do Centro de Treinamento (CT) do clube, o Ninho do Urubu, em Vargem Grande, na zona oeste, no qual dez atletas morreram e três ficaram feridos. O acordo estava sendo negociado entre o clube, as duas instituições e o o Ministério Público do Trabalho. Em nota, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, o Ministério Público Estadual e o Ministério Público do Trabalho informam que o caso vai ser definido na Justiça. Com a tentativa de acordo encerrada, as instituições buscarão a reparação judicial. Amanhã (20), os parentes dos jogadores serão atendidos pela Defensoria Pública para que sejam orientados sobre as medidas possíveis. Segundo as instituições, a “recusa do acordo” foi informada por meio de ligação telefônica às 19h desta terça-feira. Conforme a nota divulgada à imprensa, não houve consenso nas negociações para fechar os valores das indenizações e eventuais pensões. “Os valores apresentados pelo clube estão aquém daquilo que as instituições entendem como minimamente razoável diante da enorme perda das famílias e demais envolvidos”, indicou o comunicado. ConfiançaNo fim da tarde, a coordenadora cível da Defensoria Pública, Cíntia Guedes, disse durante uma entrevista coletiva que quase 90% do acordo estavam acertados e que tinha confiança em uma resposta positiva do Flamengo ainda hoje. A defensora destacou que apenas dois pontos estavam em aberto e se referiam a valores de indenizações e de pensões às famílias dos atletas atingidos. “A bola agora está com o Flamengo”, chegou a dizer a defensora ao fim da coletiva. Segundo a Defensoria Pública, anteriormente, o Flamengo havia se comprometido em prestar assistência médica aos jovens que necessitarem de tratamento, assim como apoio psicológico às famílias dos atletas que morreram. O clube também havia se responsabilizado a manter por um período mínimo de dois anos, os contratos de formação dos atletas que sobreviveram, além dos contratos dos empregados que de certa forma se envolveram no incêndio. O Flamengo não se manifestou sobre o fim das negociações. Outro ladoEm nota, o Flamengo respondeu que desde o início tomou a iniciativa de procurar as autoridades e trouxe familiares das vítimas parta o Rio de Janeiro. A direção informa que enviou uma proposta de valor “que pudesse balizar as conversas. Isso foi feito, embora não atendesse ao princípio de uma mediação aberta”. Segundo o clube, foi oferecido “um valor que está acima dos padrões que são adotados pela Justiça brasileira”. “O Flamengo teve o cuidado de oferecer valores maiores dos que estão sendo estipulados em casos similares, como, por exemplo, o incêndio da boate Kiss, ocorrido em 2013. Até hoje, vale lembrar, famílias não receberam a indenização”, diz a nota. A direção do clube concluiu informando que “irá instaurar procedimento de mediação no Núcleo de Mediação do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, coordenado pelo Desembargador Cesar Cury, e para o qual convidará as famílias – e deixando claro que as autoridades também serão convidadas”.
O invisível futebol feminino promete brilhar muito nas tela…

A força que transcende a foto Quem são as responsáveis pela imagem esportiva da semana Mais do que registrar e eternizar belas jogadas e lances momentâneos, a fotografia esportiva tem um importante valor documental. Quando a foto transcende a barreira estática e transmite, continuamente, a força presente no momento da captura, torna-se item de fácil “viralização” na atual era das redes sociais.Foi o que aconteceu, na última semana, com a foto da jornalista Pei Fon, que destacou um momento conturbado por volta dos 20 minutos da etapa complementar da partida entre CSA e Murici, válida pela terceira rodada do Campeonato Alagoano.“O tumulto começou porque os jogadores do Murici alegavam irregularidade no gol. O goleiro foi mais incisivo na argumentação, o que gerou a imagem”, destaca a fotógrafa. Enquanto ao redor predominava exaltação e revolta, a assistente de arbitragem Raquel Barbosa exalava serenidade. Raquel, a protagonista da foto, é ligada ao esporte desde a infância. Praticou várias modalidades até optar pelo curso de arbitragem, profissão que já exerce há quase 10 anos. Para ela, a grande repercussão da imagem não era esperada, tendo em vista que, na situação, estava apenas exercendo seu trabalho. “Meu comportamento foi o padrão. Nós, árbitros, temos um acompanhamento psicológico que, aqui em Alagoas, é feito pela psicóloga Maria Daniela. A minha conduta foi decorrente dessa orientação que recebi para quando ocorresse situação parecida”, explica Raquel. Apesar da postura incisiva dos jogadores, a assistente de arbitragem ressalta que em nenhum momento foi agredida verbalmente, já que a atitude, classificada como antidesportiva, determina a expulsão do atleta.Um olhar feminino para a situaçãoTalvez, um dos motivos da força transmitida pela imagem é o olhar também feminino responsável pela fotografia. A jornalista Pei Fon, por estar inserida no ambiente esportivo, conhece os desafios aos quais as mulheres – sejam elas repórteres ou árbitras – estão sujeitas. “O fato de estarmos em lugares onde, majoritariamente, são masculinos causa um pouco de estranhamento. Eu costumo dizer que nós mulheres nos enxergamos como iguais, alguns poucos insistem em dizer que não. No futebol, existe sim uma resistência e, quando erramos, logo nos é atribuído o fato de ser mulher, de não entender. Mas nessa situação, Raquel foi mais que mulher, foi profissional de extrema frieza e competência. No momento que foi preciso ser dura, ela foi. A partir do momento em que ela percebeu que iria aumentar a discussão, ela se manteve plena e calada”, destaca Pei, que também precisa enfrentar a desconfiança em outra esfera: a musical, já que assina como editora-chefe de uma revista online de Heavy Metal. “Ainda não vivi uma situação como a que aconteceu (com Raquel). E, mesmo que aconteça, não vou esmorecer. Sou tão profissional como qualquer outro”, reforça.A fotógrafa revela, ainda, que a intenção, na hora, era de poder auxiliar Raquel e tirá-la do local, temendo uma agressão. “Os seguranças estavam demorando a chegar e, no futebol, isso é possível. Já presenciei algumas reclamações mais quentes onde foi preciso conter os ânimos. O futebol é agressivo e quando você se sente injustiçado a tendência é reclamar”. Raquel, por outro lado, conta que em nenhum momento temeu por tal atitude, e que se sente realizada ao ver a sua imagem relacionada à força feminina no esporte. “Fico muito feliz e quero muito ser uma forma de incentivo sobre como se portar sempre de forma ética no campo e não se desmerecer por ser mulher. A foto retrata a resistência feminina no esporte pois mostra que as mulheres têm, sim, capacidade física e psicológica para atuar nesse meio”, finaliza. O post original, publicado por Ruthiléia Barbosa, irmã de Raquel, já conta com mais de 25 mil compartilhamentos.
Óscar Ortega passa a noite na prisão por violência de gênero

Preparador físico do Atlético de Madrid está na função desde dezembro de 2011 e é braço direito do treinador Simeone. Ainda não foram divulgados detalhes do ocorrido Óscar Ortega, durante a final da Champions de 2016 entre o Real Madrid e o Atlético de Madri GETTY O professor Óscar Ortega, preparador físico do Atlético de Madrid e braço direito de Diego Pablo Simeone, foi liberado na manhã desta terça-feira após passar a noite detido sob acusação de violência de gênero em um quartel da Guarda Civil espanhola na localidade de Majadahonda, nos arredores de Madri. Segundo fontes policiais, o técnico uruguaio, de 60 anos, foi preso por agentes da Guarda Civil na noite desta segunda-feira e colocado à disposição da Justiça. Fontes judiciais informaram à agência EFE que o caso coube à sétima vara da Justiça em Majadahonda, especializada em violência de gênero. “Tudo parece indicar que será um julgamento rápido”, segundo as mesmas fontes. Por enquanto não se conhecem os detalhes do ocorrido. Óscar Ezequiel Ortega del Río (Montevidéu, 29 de março de 1958) já trabalhou no México, Colômbia, Chile, Japão, Argentina e Espanha. Chegou ao futebol espanhol em 1995 como preparador físico do Rayo Vallecano, ao lado do treinador Marcos Alonso, com quem também esteve no Atlético de Madri em 2001. Retornou em 2004 ao clube vermelho e branco, onde coincidiu pela primeira vez com Simeone, então na sua segunda passagem como jogador colchonero, dirigido por Gregorio Manzano. Ortega, preparador físico do Atlético desde dezembro de 2011, faz parte do estafe de Simeone desde 2006, quando o técnico o chamou ao migrar para a área técnica. Desde então, o acompanhou no Racing de Avellaneda, Estudiantes, River Plate e San Lorenzo, na Argentina, no Catania italiano e no Atlético de Madri. É o homem de confiança do treinador e muito popular no clube. O elenco principal do clube deve treinar normalmente nesta terça, e só joga no fim de semana.
Fase de grupos: Brasil encara Bolívia, Venezuela e Peru na Copa América

Seleção fica na chave mais fácil do torneio continental; Argentina pega a Colômbia e Uruguai enfrenta o Chile O Brasil teve seus adversários de grupos definidos no sorteio da Copa América 2019 que aconteceu nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro. A seleção, que sedia o torneio pela quinta vez, ficou no grupo A, com Peru, Venezuela e Bolívia. Nos outros grupos, destaques para os confrontos entre Argentina x Colômbia no grupo B e Uruguai x Chile no grupo C. A abertura da Copa acontece no dia 7 de junho, com Brasil x Bolívia no estádio do Morumbi, em São Paulo. Grupo A: Brasil, Peru, Venezuela e Bolívia; Grupo B: Argentina, Colômbia, Paraguai e Catar; Grupo C: Uruguai, Chile, Japão e Equador. Na teoria, o grupo que Tite terá que enfrentar é o mais fácil da competição. Depois de estrear no dia 7, contra a Bolívia, o Brasil enfrenta a Venezuela na Fonte Nova, no dia 18 de junho em Salvador, e o Peru na Arena Corinthians, voltando a São Paulo no dia 22 de junho. Além das duas capitais, Porto Alegre (Arena do Grêmio), Belo Horizonte (Mineirão) e Rio de Janeiro (Maracanã) são as outras cidades sedes da Copa América, que termina no dia 14 de julho. Com a vida mais complicada que os brasileiros, a Argentina, que ainda não sabe se contará com Messi, terá de passar por Colômbia, eliminada nas oitavas da última Copa do Mundo, o Paraguai, de Juan Carlos Osorio, e Catar, que é seleção convidada da Conmebol. Do outro lado, o Uruguai, que parou nas quartas do Mundial, joga contra Chile, atual campeão, Japão, também convidado, e Equador. Além dos dois primeiros de cada grupo, os dois melhores terceiros colocados também se classificam. O evento realizado pela Conmebol no Rio de Janeiro contou com a presença de autoridades locais, representantes das comissões de cada país e estrelas do futebol, que ajudaram no sorteio das bolinhas, como capitão do penta, Ronaldinho, Zico, Marta, Zanetti, Zé Roberto, Lugano, Romerito e Francisco Maturana.
O verdadeiro futebol arte foi ofuscado pela elitização e mercantilização

O futebol moderno é chato sim – Por Carta Capital A paixão pelo esporte perdeu espaço por uma indústria bilionária dominada por ganância, exibicionismo e elitismo Transformações sociais, econômicas e tecnológicas mudaram o mundo, e consequentemente o futebol também. Nos últimos anos, o esporte centenário que fascina multidões, ganhou uma roupagem mais moderna, técnico, sério e profissional demais; e o verdadeiro “futebol arte” foi ofuscado pela elitização, mercantilização e espetacularização. E, sinceramente, tornou-se bastante chato.Desde a década de 80 o futebol moderno vem ganhando força dentro e fora dos gramados do mundo. Não só tecnicamente, mas principalmente pelo fato do esporte que antes era agregador e democrático, ser hoje uma indústria bilionária dominada por ganância, exibicionismo e elitismo. Os charmosos estádios, com suas acolhedoras arquibancadas de cimento e os desgastados alambrados, que antes eram palco do futebol simples e artístico, tiveram suas cortinas fechadas e transformaram-se em monumentais e inovadoras arenas. O público que assiste ao espetáculo tático e operacional é controlado e ocupa cadeiras numeradas, nada de bandeirões, sinalizadores e instrumentos musicais, muito menos bebidas alcoólicas. Uma grande porção da plateia assume a postura da tendência europeia, onde a euforia no ato do gol é retribuída ao artista, vulgo goleador, com uma contida salva de palmas de aprovação. Inclusive, entre um lance e outro, desembolsam oito, dez ou vinte reais para saborearem um picolé, um saquinho de pipocas ou um copo de refrigerante. Vale ressaltar que esses espectadores são, em sua maioria, aqueles que investem uma bagatela em programas de fidelidade dos clubes para terem preferência na compra de ingressos e que também se submetem a pagarem valores exorbitantes para assistirem aos jogos de futebol. As arenas tornaram-se uma barreira social e excluíram os torcedores sem condições financeiras de participarem da festa, calando seus gritos de amor pelo time. A torcida, hoje mais consumidora do que incentivadora, deixou de ser aquele décimo segundo jogador em campo capaz de determinar o resultado final de uma partida. Além disso, em campo, a tecnificação do futebol também contribuiu para engessar e tornar os jogos impressionantemente tediosos. Os comandantes de terno e gravatas, que não perduram mais que três derrotas no clube, mergulham em cursos profissionalizantes e se munem de tablets e aplicativos para avaliarem a eficiência do seu time enquanto a bola rola. Os lances são minimamente analisados por eles e por árbitros de vídeo (VAR), que obrigam os torcedores a esperarem sofridos minutos para comemorem o gol após a bola entrar na rede, enquanto o fato passa por um minucioso raio x sob os olhos atentos de diversos juízes. O coração precisa de paciência e a euforia é extravasada com delay. Dentro das quatro linhas o individualismo, a vaidade e a mesquinharia também se sobressaem, fruto da constante injeção de dinheiro por parte de empresas e patrocinadores que veem no esporte uma fonte muitíssimo lucrativa. Hoje, todos sabem, que o jogador que entra em campo é aquele que tem por trás o empresário mais influente e não aquele atleta mais habilidoso. E isso se reflete diretamente nas categorias de base da maioria dos clubes brasileiros, onde os pequenos esportistas respiram esse ambiente ambicioso e longe de vestirem a camisa da seleção brasileira, sonham primeiro com os grandes clubes europeus pelas oportunidades milionárias. Essa exposição ao dinheiro rápido e fácil inflama o ego e distancia as futuras gerações das suas raízes. Às vezes, o corte de cabelo chamativo, a chuteira estilosa, os brincos de diamantes, a propaganda para uma determinada marca na televisão, a quantidade de seguidores nas redes sociais e o número de curtidas em publicações são mais relevantes que fazer o gol que pode definir o campeonato, acertar aquele pênalti decisivo, driblar o adversário com genialidade, defender com perfeição uma falta perigosa, dar uma boa entrevista diante da imprensa e até mesmo autografar a camisa do seu torcedor. E essa egolatria é ainda mais estimulada quando técnicos, ao invés de formarem profissionais maduros, passam as mãos na cabeça de determinados jogadores enquanto são sabatinados em entrevistas coletivas para pouparem o seu emocional. E assim, consequentemente, meninos mimados criam uma relação fria e distante com a imprensa e seus admiradores, não dando à cara a tapa quando a vitória não vem, quando o rebaixamento está próximo ou simplesmente quando não tiveram uma boa atuação na partida do dia. É bastante preocupante, pois são esses os ídolos das crianças e aqueles que vestem com paixão (?) a camisa canarinho. Nitidamente, a infiltração de interesses empresariais no esporte e a consequente modernização do futebol tornaram a modalidade uma barreira social, segregando o público da sua fonte de lazer, distanciando dos estádios as camadas sociais de menor poder aquisitivo e privilegiando os endinheirados. A vaidade, a ganância e o egoísmo, atualmente, também são marcas registradas entre jogadores e comissões técnicas, que promovem um futebol mais individualista, marqueteiro e mimado. E a cada partida, o esporte apaixonante vê sua chama se apagar e o coração de seus torcedores baterem de maneira menos vibrante. A cada minuto, o futebol está mais frio, distante e vendido. Esse é o futebol moderno. Esse é o futebol chato.
Montes-clarenses vão à 94ª Corrida Internacional de São Silvestre

Samuel Martins, que venceu a obesidade com a prática da corrida, é um dos estreantes na prova paulistana Por Gian Marlon * – O Norte Uma das mais tradicionais provas de rua no Brasil, a 94ª Corrida Internacional de São Silvestre, que acontece na próxima segunda-feira, 31, em São Paulo, terá entre os 30 mil corredores atletas montes-clarenses. Na mochila, alguns carregam o peso de representar o Norte de Minas pela primeira vez – caso do auxiliar financeiro Samuel Martins, de 29 anos, que disputará a prova na categoria geral. Há dois anos ele participa das principais corridas da cidade e na região. “A primeira corrida foi a do aniversário de Montes Claros – foram 5 km. Corri nas provas dos Santos Reis, Contra a Corrupção, Outubro Rosa e do Novembro Azul”, conta o atleta. Ele diz que começou a correr em busca de qualidade de vida, pois pesava 140 kg e precisava mudar os hábitos. “Comecei a fazer caminhada, pedalar e acabei tomando gosto. A qualidade de vida melhorou e foi fundamental. Tomei gosto e não parei”, revela. Samuel tem se preparado fisicamente – participou de um desafio de 24 km na serra, em que os atletas tentam superar os limites –, além de cuidar do psicológico e ter acompanhamento de fisioterapeuta. Ele espera ter boa participação e percorrer os 15 Km da São Silvestre. “A expectativa é completar a prova. Será a realização de um sonho. Todo corredor sonha com isso. É fechar o ano com chave de ouro”. A administradora de empresas Renata Araújo, de 40 anos, e o marido Luiz Paulo, de 37, capitão do Corpo de Bombeiros, começaram a correr há quatro anos. Para Renata, o contato com o esporte aconteceu pela necessidade de perder peso. “Tomei gosto e hoje é uma das maiores paixões”, declara. Ela reforça a importância de o atleta entender até onde o corpo pode chegar e também de trabalhar a disciplina. “A prática de esportes é qualidade de vida. A minha rotina de treinos e de reforço muscular é quase diária, mas respeitando os limites do corpo. Ao longo desses anos foram em torno de cem medalhas e alguns pódios”, diz. Com bom humor, a administradora conta que ambos são corredores apaixonados e que participarão apenas para a superação pessoal. “Lá é tipo o sonho de todos os corredores. É um evento grande que envolve atletas de muitas partes do mundo. As expectativas são as melhores possíveis, enfrentaremos boas subidas e o calor de milhares de torcedores que ao longo do percurso nos incentivam a não desistir”, completa. A PROVAA largada é na avenida Paulista, próximo ao número 2.000, com chegada em frente ao prédio da fundação Cásper Líbero, também na tradicional via. No pelotão de elite participam 30 competidores estrangeiros da Etiópia, Bahrein, Quênia, Uganda, Tanzânia, Argentina, Equador e Bolívia.* Estagiário sob supervisão do editor* Com Agência Brasil
Cruzeiro ganha Missa de Ação de Graças em Montes Claros

O maior de Minas comemora 98 anos nesta quarta-feira, dia 02 de janeiro de 2019 Pela primeira vez fora da capital mineira, acontecerá em Montes Claros, no dia 02/01, na Igreja de São Judas Tadeu, a Missa em Ação de Graças pelo aniversário do clube mais vencedor de Minas Gerais, o Cruzeiro Esporte Clube. A missa será celebrada pelos padres cruzeirenses: Brígido, Handerson, Adão, Kennedy Santos e João Batista. A celebração acontecerá na próxima quarta-feira, dia 02 de janeiro, na Igreja São Judas Tadeu, no bairro São Judas, às 19 horas. HISTÓRIA DO CRUZEIROO Cruzeiro Esporte Clube foi fundado em 2 de janeiro de 1921 por desportistas da colônia italiana de Belo Horizonte com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália. As cores adotadas foram as mesmas da bandeira italiana: verde, vermelho e branco. O primeiro uniforme do clube foi camisa verde, calção branco e meias vermelhas.O clube foi restrito apenas à participação de elementos da colônia até o ano de 1925, quando abriu as portas para desportistas de qualquer nacionalidade.Primeira PartidaO primeiro jogo do Palestra aconteceu no dia 3 de abril de 1921, no estádio do Prado Mineiro, cerca de 1500 pessoas estiveram presentes para assistir o jogo. O Palestra venceu por 2 a 0 um combinado formado por jogadores de dois times de Nova Lima ( Villa Nova e Palmeiras), com gols do atacante João Lazarotti, conhecido por Nani. Porém, a primeira apresentação oficial da nova equipe ao público foi em um jogo contra o Atlético-MG. Vitória Palestrina por 3 a 0. A equipe era composta por Nullo, Henriqueto e Polenta; Grande, Gallo e Checchino; Pederzoli, Parizi, Nani, Attílio e Armandinho.Classe trabalhadoraAlém de se caracterizar como uma equipe de descendentes de italianos, o Palestra também se destacava por possuir elementos da classe trabalhadora de Belo Horizonte. No corpo social do Palestra prevaleciam homens da profissão de pedreiros, policiais, pintores, comerciários e marceneiros, que eram os filhos dos imigrantes que vieram construir a capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, em 1894, e que herdaram de seus pais a mesma profissão. Mudança de NomeEm janeiro de 1942, o Brasil entrou na 2ª Guerra Mundial e um decreto lei do governo federal impediu o uso de termos das nações inimigas em entidades, instituições, estabelecimentos, etc. Com isso, o nome Itália foi retirado e a diretoria e os sócios do clube levaram 10 meses para criarem um nome e um novo símbolo para o clube que fosse totalmente brasileiro. Em outubro, um consenso dos diretores aprovou o nome Cruzeiro Esporte Clube por ser a constelação do Cruzeiro do Sul o maior símbolo da pátria brasileira. O uniforme também mudou para camisa azul, calção e meias brancas. Antes de se tornar Cruzeiro, o clube se chamou Palestra Mineiro, nome criado em 30 de janeiro de 1942. На сайте Матуркай в Челнах – самые желанные и горячие проститутки Набережных Челнов – индивидуалки, умеющие расслаблять клиентов на дому и с выездом 24 часа. Também se chamou Ypiranga em apenas uma partida, no dia 07 de outubro de 1942, quando perdeu para o arqui-rival Atlético.MascoteA Raposa é o mascote Sequência de TítulosNa década de 1990 o Cruzeiro iniciou uma impressionante sequência de 15 anos ganhando pelo menos um título por ano. Foram duas Supercopas da Libertadores (1991 e 1992), uma Recopa Sul-Americana (1998), quatro Copas do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003), uma Copa Ouro (1995), uma Copa Master da Supercopa (1995), duas Copas Sul-Minas (2001, 2002), oito Campeonatos Mineiros (1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004) uma Copa Centro-Oeste (1999), duas Copa dos Campeões Mineiros 1991,(1999), um Supercampeonato Mineiro (2002), além da segunda Taça Libertadores da América (1997) e do Campeonato Brasileiro de 2003, o primeiro disputado por pontos corridos, em turno e returno.Grandes craquesEduardo Gonçalves Andrade, o Tostão, foi o maior artilheiro e o maior jogador da história do clube. Em 378 partidas jogadas (de 1963 a 1972), fez 248 gols. Foi o primeiro atleta de um clube mineiro a disputar uma Copa do Mundo, em 1966.Zé Carlos – José Carlos Bernardo chegou ao clube em 1966 vindo do Sport de Juiz de Fora/MG e foi o jogador que mais atuou pelo clube; em 628 partidas (de 1966 a 1977) fez 83 gols.Dirceu Lopes Mendes começou a carreira no Juvenil do Pedro Leopoldo, de onde veio para o Cruzeiro em 1963. Atuou em 601 partidas fazendo 224 gols com a camisa do Cruzeiro. Nos profissionais atuou de 1964 a 1976.Melhor do Brasil no Século XXEm setembro de 2009, a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS), entidade alemã reconhecida pela FIFA, apontou o Cruzeiro como o Melhor Clube Brasileiro do Século XX. O instituto levou em consideração a performance dos clubes do mundo em competições organizadas pelas federações continentais.É TETRA!Em 23 de novembro de 2014, faltando ainda duas rodadas para finalizar o campeonato, vence o Goiás por 2 a 1, e torna-se no primeiro clube fora do eixo Rio-SP a conquistar o Campeonato Brasileiro por quatro vezes. Ricardo Goulart abriu o placar aos 12; Samuel (para o Goiás) empatou aos 22, ambos os gols no 1° tempo; e Everton Ribeiro, aos 17 do 2° tempo fez o gol do título HINO OFICIAL (Ao Campeão)Autor: Maestro Jadir AmbrósioExiste um grande clube na cidadeQue mora dentro do meu coraçãoEu vivo cheio de vaidade,Pois na realidade é um grande campeãoNos gramados de Minas GeraisTemos páginas heróicas, imortaisCruzeiro, Cruzeiro queridoTão combatido, jamais vencido ! TÍTULOS Titulos InternacionaisCopa Libertadores: 1976, 1997Supercopa dos Campeões da Libertadores: 1991, 1992Recopa Sulamericana: 1997 (disputada em 1998)Copa Ouro Nicolás Leoz: 1995Copa Master da Supercopa: 1995 Titulos Nacionais / RegionaisCampeonato Brasileiro: 1966, 2003, 2013 e 2014Copa do Brasil: 1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018Copa Sul Minas: 2001 e 2002Copa Centro Oeste: 1999Titulos EstaduaisCampeonato Mineiro: 1926, 1928, 1929, 1930, 1940, 1943, 1944, 1945, 1956, 1959, 1960, 1961, 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1984, 1987, 1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2002 (Supercampeonato), 2003, 2004, 2006, 2008, 2009, 2011, 2014, 2018Copa dos Campeões Mineiros: 1991