Jarbas Soares articula candidatura ao Governo de Minas em Montes Claros

Pré-candidato a governador pelo PSB, o ex-procurador-geral de Justiça do Estado, Jarbas Soares cumpre agenda em Montes Claros, no Norte de Minas, nesse sábado, 27 de junho, com entrevistas, encontros políticos e participação em eventos ao lado de lideranças do PSB, do PT e da sociedade civil A programação começa com uma entrevista coletiva à imprensa, ao lado do presidente estadual do PSB, Otacílio Neto Costa Mattos, da pré-candidata ao Senado, Marília Campos (PT), e de pré-candidatos a deputado estadual e federal pelo PSB. Na sequência, Jarbas Soares participa do Encontro de Lideranças do Norte de Minas, ao lado do presidente estadual do PSB, Otacílio Neto Costa Mattos. A agenda inclui visita a Expomontes. Ao iniciar a série de encontros que percorrerá todas as regiões do estado, Jarbas Soares destacou que a construção do projeto para Minas Gerais será baseada na escuta da população e das lideranças locais. “Começar esta jornada por esta região tem um significado muito especial. Este é o primeiro passo de um grande diálogo que queremos realizar em todas as regiões de Minas Gerais. Vamos conhecer de perto a realidade dos municípios, ouvir lideranças e a população para construir um projeto conectado às necessidades de cada região”, disse o pré-candidato do PSB. Ainda de acordo com Jarbas Soares, “Minas precisa voltar a crescer, gerar oportunidades e melhorar a qualidade de vida da sua gente. Esse caminho será construído com diálogo, respeito às diferentes realidades e compromisso com o futuro das mineiras e dos mineiros”, afirmou. Para o presidente estadual do PSB, Otacílio Neto Costa Mattos, a construção do projeto para Minas passa pela escuta da sociedade e pela valorização das lideranças que atuam nos municípios. Segundo ele, o partido reúne uma trajetória construída ao lado dos movimentos sociais, dos trabalhadores, da juventude, das mulheres, dos empreendedores e dos gestores municipais. “O PSB tem uma trajetória construída ao lado dos movimentos sociais, dos trabalhadores, da juventude, das mulheres, dos empreendedores, dos gestores municipais e de todos aqueles que acreditam na força do diálogo para transformar a realidade. Temos orgulho de contar com lideranças qualificadas, experientes e preparadas para representar esse projeto. Mais do que definir candidaturas, estamos construindo uma proposta coletiva para Minas Gerais, valorizando o municipalismo, o diálogo e a participação democrática. É ouvindo a sociedade que queremos construir um estado mais forte, mais justo e preparado para os desafios do futuro”, destacou o presidente estadual do PSB e prefeito de Conceição do Mato Dentro, Otacílio Neto Costa Mattos.
Alckmin diz estar ‘otimista’ e ‘animado’ para ‘boas alianças’ do PSB em Minas

Vice-presidente comentou brevemente sobre cenário no estado durante participação no Conexão Empresarial O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou estar “otimista” com os rumos da legenda dele em Minas Gerais. Ele participou, neste sábado (13/6), da 15ª edição do Conexão Empresarial Anual, realizada em Ouro Preto, região Central do estado. O vice-presidente não entrou em detalhes sobre as articulações do PSB em Minas, mas afirmou que a legenda caminha para uma “boa aliança”.“Os rumos do PSB aqui em Minas são uma decisão do estado, mas nós estamos animados aqui para ter uma boa aliança.”Em conversa rápida com a imprensa antes de palestrar no Conexão Empresarial, Alckmin lembrou que o avô dele nasceu em Baependi, no Sul de Minas. O vice-presidente disse conhecer bem a região e afirmou que está “otimista” com o pleito no estado.A visita de Alckmin a Minas ocorre em meio a debates para construção de uma candidatura própria dos pessebistas ao Palácio Tiradentes, após a decisão do senador Rodrigo Pacheco (PSB) em não entrar na disputa.Depois da palestra, Alckmin voltou a ser questionado por um dos jornalistas presentes no Conexão Empresarial sobre os rumos do PSB em Minas e sobre a possibilidade de candidatura do ex-chefe do Ministério Público de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior.“Sobre a questão política, Minas Gerais é que vai decidir. O PSB tem aqui bons nomes. Eu destacaria, como você falou, o procurador, Dr. Jarbas, que é uma pessoa muito respeitada. E vamos conversar com outros partidos, fazer uma aliança, apresentar uma proposta, baseada no interesse do povo”, afirmou o vice-presidente da República, enquanto tomava um café informal com alguns presentes no evento em Ouro Preto, minutos antes de ir embora.No evento, o vice-presidente foi cortejado pelo ex-vereador de Belo Horizonte Gabriel Azevedo (MDB), também pré-candidato ao governo de Minas. Após desistência de Pacheco, Gabriel se tornou uma opção aos petistas para formar palanque no estado para o presidente Lula (PT).Além disso, Alckmin foi recebido pelo ex-governador do estado Eduardo Azeredo, que chefiou o Executivo mineiro entre 1995 e 1998, assim como pelo ex-Ministro do Turismo (2003-2006) e das Relações Institucionais (2006-2007) durante o governo Lula, Walfrido dos Mares Guia.O vice-presidente deve concorrer ao mesmo cargo novamente em 2026, na chapa de Lula. À imprensa, ele também demonstrou estar animado para a campanha nacional.“Eu acho que política bem feita é um ato de amor ao próximo. A gente deve estimular as pessoas a participarem. Meu pai dizia: na vida não basta viver, é necessário conviver e participar.”
Chegou a hora do Norte de Minas Gerais ocupar seu lugar de destaque, após mais de 300 anos de história

O ex-procurador-geral de Justiça do estado, Jarbas Soares Júnior, está determinado a reescrever os rumos de Minas, colocando os Gerais no centro das decisões e conquistas. O estado de Minas Gerais foi oficialmente criado em 2 de dezembro de 1720 por meio de um alvará assinado pelo Rei Dom João V de Portugal, que determinou o desmembramento da antiga Capitania de São Paulo e Minas do Ouro, originando a Capitania de Minas Gerais. Com uma geografia diversa e uma identidade histórica rica, essa pluralidade inspirou o renomado escritor Guimarães Rosa a dizer que “Minas Gerais são muitas. São, pelo menos, várias Minas.” Contudo, entre essas várias Minas mencionadas pelo Guimarães, o Norte do estado sempre teve papel secundário, sendo explorado principalmente para a extração de suas riquezas destinadas a Portugal e outras regiões. Durante seus mais de três séculos de existência, nenhum governante em Minas Gerais foi originário da região Norte. Jarbas Soares Júnior, natural de Montes Claros, parece disposto a mudar esse capítulo da história. Filho de Sebastião Jarbas Soares, de Taiobeiras e de Rosalice Caetano Soares, da cidade de São Francisco, Jarbas lançou sua pré-candidatura ao governo do estado pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). Ex-procurador-geral de Justiça em Minas Gerais, ele ingressou no PSB a convite do vice-presidente da República Geraldo Alkmin e do senador da República, Rodrigo Pacheco, com a intenção de compor a chapa majoritária que disputará as eleições estaduais. O nome de Jarbas vem ganhando destaque nas recentes negociações políticas, tornando-se uma das principais apostas no cenário político mineiro. Isso se intensificou após o senador Rodrigo Pacheco, também filiado ao PSB, anunciar que não disputará o governo estadual em 2026. Com esse cenário, o Norte de Minas busca conquistar um protagonismo há muito almejado na política estadual e, assim, contribuir para a construção de um novo capítulo na história de Minas Gerais. Neste fim de semana, durante sua participação na 43ª Expô Janaúba, Jarbas Soares Júnior oficializou sua pré-candidatura ao Governo do Estado. Em entrevista ao EM CIMA DA NOTÍCIA, Jarbas reforçou seu objetivo de governar com enfoque em todo o território mineiro, destacando especialmente o grande potencial dos Gerais, que ele acredita merecer maior reconhecimento e valorização. Jarbas também relembrou sua importante atuação no âmbito jurídico, como no caso do Acordo Judicial de Reparação firmado com a mineradora Vale após o rompimento da barragem em Brumadinho, que tragicamente resultou em mais de 200 mortes em janeiro de 2019. Sob sua liderança como procurador-geral de Justiça, esse acordo beneficiou os 853 municípios mineiros, com prioridade para os 26 territórios diretamente atingidos pelo desastre. O feito reforça seu discurso de compromisso com o desenvolvimento integral de Minas Gerais e a reparação histórica das regiões afetadas.
Rodrigo Pacheco anuncia fim de ciclo na política e descarta candidatura ao governo de Minas

Em evento em São Paulo, senador informou que retornará à advocacia em tempo integral e rejeitou possibilidade de ocupar cargo em tribunais superiores O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) afirmou nesta sexta-feira (29) que pretende encerrar sua trajetória política após concluir o atual mandato. A declaração foi dada durante um evento promovido pelo Grupo Lide, em São Paulo, e ocorre dez dias após o PT confirmar que o parlamentar não disputará o Governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. Ao comentar a decisão, Pacheco disse que vive um “fechamento de ciclo”, tem “sentimento de dever cumprido” e não pretende se perpetuar na política.Ex-presidente do Senado e do Congresso Nacional, o parlamentar mineiro ressaltou que sua passagem pela vida pública foi marcada por realizações e que a decisão de deixar a atividade partidária vem sendo amadurecida há algum tempo.“Tenho 12 anos de vida pública, fui deputado e senador, presidente do Senado e do Congresso Nacional por quatro anos. Tenho uma vida plenamente realizada. Há sempre um momento de a gente avaliar ciclos. E há um fechamento de ciclo na política, que eu decidi fazer, com o sentimento de dever cumprido”, declarou durante o seminário sobre inovação e inteligência artificial realizado na capital paulista.Segundo Pacheco, a ideia de não permanecer indefinidamente em cargos públicos existe desde o início de sua carreira. “Quando eu entrei na política, eu dizia sempre que a gente tem uma data de entrada e uma data de saída. Que eu não me eternizaria na política. Eu tenho muito desapego ao poder”, afirmou.Decisão ocorre após desistência da disputa em MinasA fala reforça o cenário desenhado nas últimas semanas. No início de maio, Pacheco havia informado que definiria até o fim do mês se concorreria ao Palácio Tiradentes, após meses de articulações e incentivos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que liderasse a chapa governista em Minas.No último dia 19, porém, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou publicamente que o senador optou por não disputar o Governo de Minas, levando a legenda a retomar conversas com outras lideranças para a construção de uma candidatura ao Executivo estadual. Cotados para a sucessãoQuestionado sobre quais lideranças poderiam representar o seu grupo político na disputa pelo governo mineiro, Pacheco defendeu a construção de um projeto capaz de unir forças do chamado “campo democrático”. Entre os nomes citados por ele estão o empresário Josué Gomes da Silva e o ex-procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Jarbas Soares, ambos filiados ao PSB.O senador também elogiou publicamente a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), apontada como um dos principais nomes para a disputa ao Senado. “Algo que me entusiasma muito, ter uma mulher no Senado, representando Minas Gerais, com a qualidade da Marília Campos”, concluiu.
Advogado com nanismo volta a ser reprovado em concurso para delegado e alega preconceito

A nova reprovação ocorre depois de o candidato ter denunciado discriminação Advogado com nanismo volta a ser reprovado em concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), após já ter obtido no Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação de uma eliminação anterior no mesmo processo seletivo. Matheus Matos Menezes, de 25 anos, foi considerado inapto nos exames biofísicos e biomédicos, conforme resultado divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), organizadora do certame. As informações são do g1.A nova reprovação ocorre depois de o candidato ter denunciado discriminação no Teste de Aptidão Física (TAF), etapa que havia levado à sua desclassificação anteriormente. A eliminação foi anulada por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que reconheceu a necessidade de adaptações razoáveis em provas físicas aplicadas a candidatos com deficiência.
Carlos Bolsonaro denuncia “facada” de Zema e diz que não há “sujeito mais baixo” do que ele

Pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, vereador reagiu após declaração de Romeu Zema sobre Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, reagiu duramente às declarações feitas pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), durante evento da Amcham, na segunda-feira, e acusou o mineiro de desferir uma nova “facada” no campo bolsonarista. A crise ocorreu após Zema afirmar que votos em Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, poderiam favorecer a reeleição do presidente Lula.No evento, Zema declarou:“Quem está votando em Flávio Bolsonaro muito provavelmente vai entregar a eleição para Lula. Isso se não surgir mais nada daqui pra frente.”
Governo Lula desmente fake news de Nikolas Ferreira sobre obra no Acre

Deputado mineiro publicou vídeo nas redes sociais acusando o Palácio do Planalto de abandonar obra em cidade acreana O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou nas redes sociais um vídeo em frente a uma placa de obra do governo federal na cidade de Marechal Thaumaturgo, no Acre. Na gravação, o parlamentar questiona o Palácio do Planalto sobre o andamento da obra e insinua que os recursos poderiam ter sido desviados.O vídeo, no entanto, foi desmentido pela ministra do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli, também por meio das redes sociais. Segundo ela, a obra citada por Nikolas é resultado de uma emenda parlamentar de bancada apresentada em 2021, durante o governo Jair Bolsonaro, quando o Ministério do Desenvolvimento Agrário havia sido extinto e a Secretaria de Agricultura Familiar estava vinculada ao Ministério da Agricultura.
“Preconceito fantasiado de opinião”: Ana Paula Renault detona Huck após críticas ao Bolsa Família

A jornalista e campeã do BBB 26 Ana Paula Renault usou suas redes sociais neste domingo (24) para defender o programa Bolsa Família, que foi atacado pelo apresentador Luciano Huck durante um evento para empresários. De acordo com o global, muitos beneficiários estão acomodados no programa, engessando a economia e atrasando o país. “O Bolsa Família talvez seja uma das políticas públicas mais mal interpretadas do Brasil. Durante anos, repetiram a ideia cruel de que o brasileiro recebe o benefício e ‘se acomoda’. Mas os dados contam outra história”, afirmou Ana Paula. Ela citou estudo da FGV segundo o qual, em dez anos, mais de 60% dos beneficiários deixaram o programa. Entre jovens que eram adolescentes quando recebiam o benefício, o índice passa de 70%.
Zema critica caso Flávio-Vorcaro, mas recebeu dinheiro e beneficiou pai do banqueiro preso hoje

Em postagem na tarde desta quarta (13), Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo Novo, disse ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ): “Ouvir você cobrar dinheiro do Vorcaro é imperdoável, é um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta criticar Lula e o PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade”. Ainda em 26 de abril, numa reportagem do jornal mineiro O Tempo, Zema afirmou “nunca ter encontrado Vorcaro”, definiu o banqueiro como “talvez o maior criminoso do país” e disse nunca ter tido contato com o dono do banco Master.
Pacheco joga a toalha e desiste da candidatura ao governo de Minas

O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) decidiu que não será candidato ao governo de Minas Gerais este ano, segundo informações publicadas nesta sexta-feira (8) pela coluna de Lauro Jardim. Levantamento Quaest divulgado na quarta-feira (6) aponta o presidente Lula na liderança da disputa presidencial em Minas Gerais. No cenário de primeiro turno, o petista registra 33% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 27%.O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) soma 11%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 2%, e Renan Santos (Missão), com 1%. Outros candidatos reúnem 3%, os indecisos representam 8% e brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar chegam a 15%.