Gilmar Mendes volta a pressionar PGR para incluir Zema no inquérito das fake news

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem pressionado nos bastidores o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a apoiar seu pedido de inclusão do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) no inquérito das fake news. A iniciativa ocorreu após a publicação de um vídeo satírico em que o pré-candidato do Novo à Presidência era retratado como fantoche. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem pressionado nos bastidores o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a apoiar seu pedido de inclusão do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) no inquérito das fake news. A iniciativa ocorreu após a publicação de um vídeo satírico em que o pré-candidato do Novo à Presidência era retratado como fantoche.
Em pleno 1º de Maio, Romeu Zema defende permitir o trabalho infantil

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência da República, defendeu a liberação do trabalho infantil no Brasil durante entrevista ao podcast Inteligência Limitada, transmitida nesta sexta-feira (1º), Dia do Trabalhador. “Eu trabalho desde que aprendi a contar. Mas quando eu era criança, era permitido tirar uma carteira de trabalho aos 14 anos”, afirmou Zema. Ele disse que o estudo deve ser prioridade, mas sustentou que “toda criança pode estar ajudando com questões simples, com questões que estão ao alcance dela”. Valor Zema afirmou que trabalha desde os cinco anos, quando, segundo ele, contava parafusos e porcas na loja do pai. O ex-governador comparou o Brasil aos Estados Unidos e citou crianças que, segundo ele, trabalham entregando jornais.
Superlotação prejudica ressocialização e eleva tensão nas prisões em Minas

Com déficit de 30 mil vagas, Estado tem 72 mil presos nas 41 mil vagas do sistema prisional; Governo de Minas afirma que obras foram entregues e outras seguem em andamento Setenta e dois mil presos e apenas 41 mil vagas. Esse é o retrato dos superlotados presídios mineiros. O déficit de mais de 30 mil vagas escancara um dos principais desafios do sistema penitenciário. Para especialistas, as celas abarrotadas de detentos aumentam a tensão e dificultam a ressocialização. O Estado afirma que obras foram entregues e outras seguem em andamento.
Preferido de Aécio, Ciro faz primeiro teste entre tucanos para a sucessão presidencial

Aécio Neves articula alternativa ao Planalto e ex-governador do Ceará avalia ser alternativa contra polarização entre Lula e Flávio A Executiva Estadual do PSDB de São Paulo realiza neste sábado (25), às 11h, um encontro com seus pré-candidatos a deputado estadual e federal que marcará a primeira agenda pública de Ciro Gomes desde que foi oficialmente estimulado pelo partido a disputar a Presidência da República em 2026. O evento acontecerá no Clube Juventus, na Mooca, em São Paulo, e servirá como ato de mobilização interna da legenda após o encerramento da janela partidária.
Boneco homossexual- Zema intensifica ataques ao STF

Pré-campanha de Zema mira STF, critica ministros e vê vantagem política em confronto com Gilmar Mendes, que fez a seguinte declaração sobre Zema: “Se começarmos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições, imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo? Se fizermos ele roubando dinheiro no estado, será que não é ofensivo? É correto brincar com isso? Homens públicos podem fazer isso?” A pré-campanha presidencial de Romeu Zema (Novo) decidiu intensificar as críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e aposta que a reação do ministro Gilmar Mendes pode gerar dividendos políticos. A estratégia envolve ampliar ataques à Corte, reforçar o discurso contra ministros e explorar a ofensiva judicial como elemento central da narrativa eleitoral.
Compositores Márcio e Yé Borges abandonam cerimônia durante discurso de Zema

A cerimônia da Medalha da Inconfidência, realizada em Minas Gerais, ficou marcada pela saída dos compositores Márcio Borges e Yé Borges durante o discurso do governador do estado, Romeu Zema (Novo). O episódio ocorreu antes do encerramento do evento, no momento em que o bolsonarista fazia uma fala prolongada diante das autoridades presentes.Márcio Borges foi homenageado com a Grande Medalha da Inconfidência. Já Yé Borges recebeu a honraria em nome do irmão dos dois, Lô Borges, falecido em 2 de novembro de 2025.Durante o evento, Zema fez um discurso extenso, com ataques a decisões do Supremo Tribunal Federal e a outros atores do cenário político nacional. A fala ocorreu na etapa final da solenidade, após a entrega das medalhas aos homenageados.Foi nesse momento que Márcio Borges e Yé Borges deixaram o palco. A saída aconteceu antes da conclusão oficial da cerimônia. Não houve interrupção formal do evento. Além dos irmãos Borges, a cerimônia contou com a presença de outras autoridades. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, recebeu o Grande Colar da Inconfidência, considerada a mais alta honraria concedida pelo governo de Minas Gerais.A Medalha da Inconfidência é tradicionalmente entregue em cerimônia pública e reúne representantes dos poderes, além de nomes da cultura e da sociedade civil. O evento segue calendário oficial do estado e ocorre anualmente como parte das celebrações históricas mineiras.
Inveja branca – Mateus Simões usa expressão racista na cerimônia da Medalha da Inconfidência

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões foi condecorar Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, quando disse algo que há anos é tido como notoriamente discriminatório, sem nenhum constrangimento O cenário era a histórica Ouro Preto, palco da tradicional entrega da Medalha da Inconfidência, nesta terça-feira (21), feriado nacional de Tiradentes. No entanto, o que deveria ser um ato de exaltação ao civismo acabou marcado por uma fala carregada de preconceito estrutural. O governador em exercício de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), que substituiu Romeu Zema (Novo) após sua renúncia por razões eleitorais, causou indignação ao utilizar uma expressão racista para elogiar seu homólogo paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos).Durante o discurso de entrega do Grande Colar, a mais alta honraria do estado, reservada aos governantes dos estados e os chefes de Poderes, Simões tentou fazer um aceno à representatividade feminina, mas tropeçou no vocabulário discriminatório.“Dizia ao governador Tarcísio da minha inveja branca de ele ter nomeado a primeira comandante da Polícia Militar mulher”, declarou Simões, sem esboçar qualquer constrangimento ao pronunciar o termo claramente racista. Peso do termoA expressão “inveja branca” é amplamente condenada por especialistas, historiadores e movimentos sociais por reforçar o racismo linguístico. A lógica por trás do termo é a de que o “branco” purifica o sentimento, tornando-o aceitável ou positivo, enquanto o “preto” permanece implicitamente ligado ao que é ruim, pecaminoso ou maléfico. Em um estado como Minas Gerais, cuja história é marcada pela luta e resistência negra, o uso do termo em uma cerimônia oficial foi recebido como um retrocesso e gerou revolta nas redes sociais. Corrida política e aliançasO absurdo verbal ocorreu em um momento em que Simões busca consolidar seu nome para a sucessão de Romeu Zema. A presença de Tarcísio de Freitas e de outras figuras da direita, como o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro e também agraciado com a Grande Medalha, reforça a tentativa de Simões de atrair o Republicanos e o PL para sua futura coligação.Ao tentar “disputar” o pioneirismo na promoção de mulheres em postos de comando, Simões lembrou que Minas já possui a coronel Jordana Filgueiras Daldegan à frente do Corpo de Bombeiros. Contudo, o mérito da pauta foi ofuscado pela escolha infeliz das palavras. Silêncio do governoAté o fechamento desta reportagem, o governo de Minas Gerais e a assessoria pessoal do governador Mateus Simões não se manifesteram em relação aos pedidos de esclarecimento enviados por e-mail e mensagens instantâneas das mais diversas redações de inúmeros veículos de imprensa. O espaço na Fórum permanece aberto para manifestação.A fala de Simões acende um alerta sobre a naturalização de termos discriminatórios no alto escalão da política brasileira, especialmente em eventos que celebram a liberdade e a justiça, pilares do movimento inconfidente.
Após expulsão e luto, Ana Paula Renault vence o BBB 26: saiba quem é a campeã

Ana Paula Renault participou do “Big Brother Brasil 26”, protagonizou a edição, venceu a final com 75,94% dos votos e recebeu o maior prêmio da história da TV brasileira, de R$ 5,7 milhões. A vencedora tem 44 anos, nasceu em Belo Horizonte e iniciou a carreira no jornalismo. De família numerosa, com cinco irmãos, enfrentou a morte da mãe aos 16 anos. Recentemente, perdeu o pai, Gerardo Renault, morto no último domingo (19), aos 96 anos. Após ser informada pela produção do programa, decidiu permanecer no jogo.Ana Paula Renault participou do “Big Brother Brasil” pela primeira vez em 2016, quando ganhou destaque pela postura firme, autenticidade e envolvimento no jogo. Na edição, tornou-se uma das participantes mais populares, com posicionamentos diretos e atuação em alianças dentro da casa. Polêmica e eliminação marcaram sua primeira participaçãoApesar do favoritismo, a trajetória de Ana Paula no programa em 2016 terminou de forma inesperada. Após um conflito com um rival, ela acabou sendo eliminada por agressão, o que interrompeu uma jornada que muitos acreditavam que terminaria com sua vitória.Ainda assim, sua passagem ficou marcada na história do reality. Foi dela um dos bordões mais icônicos do programa: “olha ela!”, criado após retornar de uma falsa eliminação — momento que ajudou a consolidar sua popularidade.A sister campeã tem posições alinhadas ao campo progressista e ao eleitorado do presidente Lula. Suas posições ganharam força ao longo do programa e, depois, com a informação de que seu nome entrou no radar do PT para uma eventual candidatura ao parlamento em 2026. Carreira após o BBB: influência e presença na TVDepois da saída do programa, Ana Paula Renault transformou sua visibilidade em uma carreira sólida como influenciadora digital e personalidade da televisão. Participou de programas de entretenimento, fez aparições em novelas e chegou a comandar um quadro na TV Globo, onde entrevistava ex-participantes do reality sobre a vida após o confinamento.Essa presença constante na mídia ajudou a manter seu nome relevante ao longo dos anos, preparando o terreno para seu retorno ao BBB. Retorno ao BBB 26: favoritismo desde o inícioA volta de Ana Paula Renault ao reality em 2026 causou grande repercussão nas redes sociais logo nos primeiros dias. Embora o sucesso até a final não fosse garantido no início, ela rapidamente se destacou mais uma vez, sendo apontada como uma das jogadoras mais fortes da edição desde a estreia.Agora, na final do programa, Ana Paula disputa o prêmio com Milena e Juliano — ambos seus aliados no jogo — e pode consagrar uma trajetória que mistura polêmica, carisma e estratégia.O favoritismo de Ana Paula Renault no BBB 26 se explica por um conjunto de fatores: sua autenticidade, experiência prévia no jogo, forte conexão com o público e habilidade em construir alianças. Sua história no reality, marcada por altos e baixos, também contribui para o engajamento dos fãs.
Jornalista apaixonada, mãe e esposa: saiba quem era a repórter Alice Ribeiro, morta na BR-381

Trajetória de Alice foi marcada pelo brilho na tela e pelo carinho dentro e fora da redação Entre uma pauta e outra, a repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, era frequentemente vista com um sorriso doce estampado no rosto ou com a mão estendida para ajudar um colega de profissão. Essa trajetória, marcada pelo brilho na tela, contudo, foi interrompida. Nessa quinta-feira (16/4), a TV Band confirmou a morte encefálica da jornalista em Belo Horizonte. Ela estava internada no Hospital João XXIII após ser vítima de um acidente entre um carro e um caminhão na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana da capital. O acidente também causou a morte do cinegrafista da emissora, Rodrigo Lapa.Movida pela paixão pelo jornalismo, Alice Ribeiro atuava na Band Minas desde agosto de 2024, após transferência da Band Brasília, onde atuava como repórter e apresentadora. No LinkedIn, ela relembrou a realização de um sonho antigo ao ingressar, em 2010, no curso de Jornalismo da PUC Minas, concluído em 2015, motivada pelo desejo de transformar realidades por meio da informação.Ao longo da carreira, construiu uma trajetória diversificada, com atuação em televisão e rádio, além de experiência em produção, edição e apresentação. Os primeiros passos na profissão foram dados em estágios em grandes emissoras, como SBT, TV Globo e Record Minas. Depois, passou por veículos como a Record TV e a Rede Bahia, até se mudar para Brasília, em 2020, quando iniciou sua trajetória no Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde permaneceu até retornar a Belo Horizonte neste ano. Mãe, esposa e irmãAtualmente, dividia-se entre o trabalho como jornalista e uma de suas “versões preferidas”: a de ser mãe de um bebê de 9 meses. Segundo comunicado da emissora, Alice vivia a alegria de planejar a festa de um ano do filho, Pedro — que carinhosamente chamava de “astronauta”. O apelido surgiu após o pequeno precisar usar um capacete para auxiliar na formação do crânio.Alice também demonstrava, sem reservas, o carinho pelo marido, o policial rodoviário federal João. Em uma das últimas folgas, segundo a Band, esteve em Salvador com a família dele e voltou animada, dividindo registros e momentos da viagem.Ao exercer a profissão, Alice também se destacava pela atenção a pautas especiais, sobretudo relacionadas ao autismo — tema que conhecia de perto por causa do irmão, Bê, citado por ela com frequência e sempre com orgulho.Em nota, a Band destacou a presença marcante da jornalista no dia a dia da redação. “Alice era o coração das nossas manhãs; mesmo em seus dias de mau humor, conseguia arrancar risos da equipe ao reclamar, com seu jeito único, do trânsito infernal, do calor ou da chuva”, afirmou a emissora.A empresa também ressaltou o impacto da perda entre os colegas. “Alice deixa um vazio irreparável em nossa redação, mas seu legado de empatia permanece”, escreveu.A emissora ainda informou que, apesar da inviabilidade clínica para a doação do coração, a decisão da família em autorizar a doação de órgãos reforça o espírito solidário que marcava a trajetória da jornalista.
Repórter da Band fica em coma após acidente; cinegrafista morre no local

Equipe retornava a Belo Horizonte após produzir uma reportagem sobre a importância da duplicação da BR-381 para a redução do número de acidentes na rodovia A repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, está em coma após o carro de reportagem da Band Minas em que estava se envolver em um grave acidente na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, no início da tarde desta quarta-feira (15). A informação foi confirmada por uma tia da jornalista.Segundo a familiar, Alice está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII, na região Centro-Sul da capital mineira. Exames apontaram traumatismo craniano, além de múltiplas fraturas pelo corpo.O veículo da emissora colidiu de frente com um caminhão. O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos, que dirigia o carro, morreu no local. Reportagem sobre acidentesA equipe retornava a Belo Horizonte após produzir uma reportagem sobre a importância da duplicação da BR-381 para a redução do número de acidentes na rodovia.Em nota, a Band Minas afirmou que “lamenta profundamente o ocorrido” e que “está já prestando toda assistência aos familiares das vítimas”. A emissora informou ainda que aguarda a apuração das causas do acidente.A Polícia Civil acionou a perícia para o local, onde foram coletados vestígios que vão subsidiar a investigação. A corporação informou que irá apurar as circunstâncias da colisão. Alice Ribeiro Natural de Belo Horizonte, Alice Ribeiro é casada e mãe de um bebê de 10 meses. Formada pela PUC Minas em 2015, iniciou a carreira como estagiária em emissoras como TV Globo Minas, TV Alterosa e RecordTV Minas. Após a graduação, trabalhou em produtoras independentes e atuou como repórter na TV Leste, afiliada da RecordTV em Governador Valadares, e na Rede Bahia, afiliada da TV Globo. Em 2021, passou a integrar a Band, com atuação em Brasília, e, desde agosto de 2024, trabalhava em Belo Horizonte. Rodrigo Lapa Rodrigo Lapa, de 49 anos, era natural de Porto Alegre (RS) e deixa esposa e uma filha de 6 anos. Com passagens pela Band Minas entre 2022 e 2024, retornou à emissora em dezembro de 2025. Ao longo da carreira, participou de coberturas relevantes, como o carnaval de Belo Horizonte e a tragédia das chuvas na Zona da Mata.Além do trabalho no jornalismo, Rodrigo também era palhaço de formação e levava a arte circense a crianças hospitalizadas.