Governo de moleques e de canalhas insiste na volta da ditadura

– “Não se assustem se alguém pedir o AI-5”, disse o ministro Paulo Guedes, alegando a necessidade de um novo ato institucional caso a esquerda radicalizasse – Durante entrevista coletiva em Washington D.C., nesta terça-feira (26), o ministro da Economia, Paulo Guedes, irritou-se ao comentar a saída de Lula da prisão e afirmou que os discursos do ex-presidente justificam um acirramento das ações no governo de Jair Bolsonaro. Inclusive, Guedes sugeriu a implementação do AI-5, instrumento da ditadura militar, para reprimir possíveis manifestações de rua. “É irresponsável chamar alguém pra rua agora pra fazer quebradeira. Pra dizer que tem que tomar o poder. Se você acredita numa democracia, quem acredita numa democracia espera vencer e ser eleito. Não chama ninguém pra quebrar nada na rua. Ou democracia é só quando o seu lado ganha? Quando o outro lado ganha, com dez meses você já chama todo mundo pra quebrar a rua? Que responsabilidade é essa? Não se assustem então se alguém pedir o AI-5. Já não aconteceu uma vez? Ou foi diferente?”, disse Guedes, em referência ao período da ditadura militar brasileira. O Ato Institucional Nº5, originalmente editado em 1968, fechou o Congresso e cassou as liberdades individuais durante os anos de chumbo. Ao mencioná-lo, Guedes faz referência à afirmação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que alegou, no fim do mês passado, a necessidade de reeditar o AI-5 caso a esquerda radicalizasse. O ministro ainda culpou a polarização “entre PT e Lula” como responsável pelo projeto de lei enviado pelo Planalto ao Congresso essa semana para instituir o excludente de ilicitude para policiais e agentes do Exército que estejam nas ruas em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Pelo texto do projeto, aqueles que usem de força excessiva no exercício da função não sofrerão punições criminais: “Não sei quem está pedindo pra o povo ir pra rua pra quebrar tudo. Tudo bem? Não sei quem está pedindo pra botar a excludente de ilicitude: ‘Você vem pra rua’, a gente amansa essa bagunça aí na rua. Vamos embora, vamos escalar isso aí.”
Vaza Jato confirma que grampo foi para derrubar Dilma e prender Lula

O então juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa Lava Jato, só divulgaram os grampos telefônicos em março de 2016 porque desejavam depor a presidenta Dilma Rousseff (PT) e prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A nova reportagem da Vaza Jato, divulgada neste domingo (24) site The Intercept Brasil e o jornal Folha de São Paulo, comprova que houve conluio entre julgador (juiz) e acusador (Ministério Público Federal) com o fim de impedir a nomeação de Lula para a Casa Civil. A nova Vaza Jato revela que Moro não agiu dentro do padrão ao levantar sigilo nas escutas telefônicas, pois, segundo levantamento à época, o juiz somente tornou públicas as gravações de conversas de Lula com a então presidenta Dilma, cujos trechos foram obtidos ilegalmente, haja vista o foro por prerrogativa de função prevista na Constituição. Intercept e Folha recorda que o ministro Teori Zavaski, morto em janeiro de 2017, repreendeu Moro pela publicização dos grampos. O ex-juiz, com o auxílio da Rede Globo, venderam a versão segunda qual Lula queria driblar a justiça com a ajuda de Dilma, que chegou a anunciar o ex-presidente na Casa Civil. Depois do estrago feito, que levou milhares a protestar contra os petistas, Moro pediu desculpas ao ministro do STF e jurou que não tinha a intenção de provocar polêmicas desnecessárias. “Moro mentiu ao público quando disse que apenas seguira o padrão estabelecido pela LJ quando mandou retirar o sigilo das investigações sobre o Lula”, observou o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, fundador do Intercept Brasil. Já foi contestado também no âmbito da Vaza Jato que Lula relutou até aceitar o ministério, porém o “sigilo zero” de Moro era justamente para impossibilitar foro de função ao ex-presidente, que, por meio de liminar de Gilmar Mendes, fora impedido de assumir o cargo. Sem prerrogativa de função, a ação penal contra Lula continuou nas mãos de Moro que o condenou um ano mais tarde no caso do tríplex. Em virtude de sentença, que o levou à prisão, o ex-presidente foi impedido de concorrer nas eleições presidenciais de 2018 (embora fosse o líder nas pesquisas), o que garantiu a vitória de Jair Bolsonaro. Como premiação pelo trabalho sujo, o então juiz foi compensado com a nomeação para o Ministério da Justiça. . Glenn Greenwald ✔@ggreenwald NOVO #VazaJato: Moro mentiu ao público quando disse que apenas seguira o padrão estabelecido pela LJ quando mandou retirar o sigilo das investigações sobre o Lula. A divulgação das gravações de Lula contrariou padrão da LJ: Moro fez isso só neste caso:https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/11/moro-contrariou-padrao-da-lava-jato-ao-divulgar-grampo-de-lula-indicam-mensagens.shtml … Moro contrariou padrão da Lava Jato ao divulgar grampo de Lula, indicam mensagens – 24/11/2019 -… Levantamento feito pela Lava Jato em 2016 mostrou que juiz não tornou públicos outros casos em que houve escuta telefônica folha.uol.com.br 10,2 mil 07:56 – 24 de nov de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads
Lula faz discurso histórico em oposição ao fascismo e devolve a esperança

“O Brasil precisa embarcar de volta para o futuro” “Com as armas da verdade e da lei continuarei lutando para que os tribunais reconheçam, agora, que fui condenado por quem sequer poderia ter me julgado”, disse o ex-presidente O ex-presidente Lula fez um longo pronunciamento durante a abertura do 7º Congresso Nacional do PT, na noite desta sexta-feira (22), em São Paulo. Ele abordou inúmeros temas, como os 580 dias de prisão, Sérgio Moro, radicalismo, polarização política, governo de Jair Bolsonaro, entre outros. O EM CIMA DA NOTÍCIA apresenta a íntegra do discurso do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva, durante a abertura do 7º Congresso do PT, na sexta-feira (22 de novembro): Veja a íntegra do discurso de Lula: Companheiras e companheiros do PT, convidados de todo o Brasil e de outros países, minhas amigas, meus amigos, esperei muito tempo para poder falar livremente ao povo brasileiro. Esse dia finalmente chegou, e minha primeira palavra tem de ser de agradecimento, pela solidariedade, pelo carinho e pelas manifestações de quem não desistiu de lutar e vai continuar lutando pela verdadeira justiça. Durante 580 dias fui isolado da família, dos amigos e companheiros, apartado do povo, mesmo tendo o direito constitucional de recorrer em liberdade contra a sentença injusta e fraudulenta de um juiz parcial. Um direito que somente agora foi proclamado pelo Supremo Tribunal Federal, para todos, sem exceção. Com as armas da verdade e da lei, continuarei lutando para que os tribunais reconheçam, agora, que fui condenado por quem sequer poderia ter me julgado: um ex-juiz que atuou fora da lei, grampeou advogados, mentiu ao país e aos tribunais, antes de desnudar seus objetivos políticos. Lutarei para que seja anulada a sentença e me deem o julgamento justo que não tive. Aos 74 anos de idade, não tenho no coração lugar para ódio e rancor. Mas quem nesse país já sofreu a humilhação de uma acusação falsa, por causa da cor de sua pele ou por sua origem social humilde, conhece o peso do preconceito e é capaz de sentir o quanto fui ferido em minha dignidade. E isso não se apaga. Nada nem ninguém vai devolver o pedaço arrancado da minha existência, mas quero dizer que aproveitei esses 580 dias para ler, estudar, refletir e reforçar meu compromisso com o Brasil e com nosso povo sofrido. Voltei com muita vontade de falar sobre o presente e principalmente sobre o futuro do Brasil. Mas logo depois da minha primeira fala, de volta ao sindicato onde passei o último momento de liberdade, disseram que eu deveria ter cuidado para não polarizar o país. Que seria melhor calar certas verdades para não tumultuar o ambiente político, para o PT não provocar uma ameaça à democracia. Vamos deixar uma coisa bem clara: se existe um partido identificado com a democracia no Brasil é o Partido dos Trabalhadores. O PT nasceu lutando pela liberdade durante a ditadura. Não tentem negar essa verdade porque nós apanhamos da repressão, fomos perseguidos, presos e enquadrados na Lei de Segurança Nacional por defender essa ideia. Desde que foi criado, há quase 40 anos, o PT disputou dentro da lei e pacificamente todas as eleições neste país. Quando perdemos, aceitamos o resultado e fizemos oposição, como determinaram as urnas. Quando vencemos, governamos com diálogo social, participação popular e respeito às instituições. Outros partidos mudaram as regras da reeleição em benefício próprio. Nós rejeitamos essa ideia, mesmo gozando de uma aprovação que nenhum outro governo jamais teve, porque sempre entendemos que não se pode brincar com a democracia. Não fomos nós que falamos em fechar o Congresso, muito menos o Supremo, com um cabo e um soldado. Em nossos governos, as Forças Armadas foram respeitadas e os chefes militares respeitaram as instituições, cumprindo estritamente o papel que a Constituição lhes reserva. Nenhum general deu murro na mesa nem esbravejou contra líderes políticos. Não fomos nós que pedimos anulação do pleito só para desgastar o partido vencedor; que sabotamos a economia do país para forçar um impeachment sem crime; que sustentamos uma farsa judicial e midiática para tirar do páreo o candidato líder nas pesquisas. Não fomos nós os responsáveis, ativos ou omissos, pela eleição de um candidato que tem ojeriza à democracia; que foi poupado de enfrentar o debate de propostas, que montou uma indústria de mentiras com dinheiro sujo, sob a complacência da mesma Justiça Eleitoral que, desacatando uma decisão da ONU, cassou o candidato que poderia derrotá-lo. São essas pessoas que agora nos dizem para não polarizar o país. Como se polarização fosse sinônimo de extremismo político e ideológico. Como se o Brasil já não estivesse há séculos polarizado entre os poucos que têm tudo e os muitos que nada têm. Como se fosse possível não se opor a um governo de destruição do país, dos direitos, da liberdade e até da civilização. Aos que criticam ou temem a polarização, temos que ter a coragem de dizer: nós somos, sim, o oposto de Bolsonaro. Não dá para ficar em cima do muro ou no meio do caminho: somos e seremos oposição a esse governo de extrema-direita que gera desemprego e exige que os desempregados paguem a conta. Somos e seremos oposição a um governo que rasga direitos dos trabalhadores e reduz o valor real do salário mínimo. Que aumenta a extrema pobreza e traz de volta o flagelo da fome. Que destrói o meio ambiente. Que ataca mulheres, negros, indígenas e a população LGBT; ataca qualquer um que ouse discordar. Somos, sim, radicais na defesa da soberania nacional, da universidade pública e gratuita, do Sistema Único de Saúde, público, gratuito e universal. Nós não somos meia oposição; somos oposição e meia aos inimigos da educação, da cultura, da ciência e da tecnologia. Nós não aceitamos mais censura, tortura, AI-5 e perseguição a adversários políticos. Andam negando essa verdade científica, mas a Terra é redonda e nós estamos, sim, em polos opostos: enquanto eles semeiam o ódio, nós vamos mostrar a eles o que o amor é
DIÁRIO DO BOLSO – Diário querido, tô feliz. Fiz um monte e pisei em cima…

– Taxar desempregado foi gênio, mas esses dias teve outros vários momentos de kkk largado – * Por José Roberto Torero Diário, hoje trouxe você pro banheiro. Agora estou sentado na privada e olha que bonito: ao mesmo tempo em que escrevo na página em branco, pinto a porcelana branca. Muito prático! Bom, como acho que vai ser rapidinho, vou fazer só os meus sete “Kkks do Jair” (se bem que hoje deviam ser kokokôs, kkk!”). 1-) O imposto sobre grandes riquezas eu não vou propor, que eu não sou besta. Mas agora, com o imposto em cima do seguro-desemprego, inventamos o imposto sobre grandes pobrezas. Paulo Guedes é gênio! Opa! Será que não dá para cobrar IPTU de quem mora debaixo da ponte? Tem que ver isso daí. 2-) E o meu partido precisa de quinhentas mil assinaturas. Será que dá para usar os robôs do Twitter? Aí tá garantido. 3-) Pô, agora encontraram um post da jornalista Thais Bilenky, das 12h28 de 14 de março de 2018, dia da morte da Mariela, dizendo que eu antecipei a volta para o Rio naquele dia. E aí pode ser que eu tenha atendido o interfone e deixado o assassino entrar no condomínio. Ah, como eu odeio jornalista… É tudo fofoqueiro profissional! 4-) Mandei uma PEC que desobriga o governo de construir escola. Tem que gastar dinheiro em alguma coisa mais útil, pô. Tipo, sei lá, churrasqueira. 5-) De janeiro a maio fecharam 2.325 fábricas em São Paulo. O pior número em vinte anos. Vou jogar a culpa no Lula ou no Doria? 6-) A saída de dólares de 2019 já bateu o recorde de 1999. É a maior fuga de capital desde 1982, quando começou a se contar esse negócio. Vou botar a culpa na Dilma ou no Temer? 7-) Que maravilha aquele pessoal de Araçatuba cantando para a estátua da Liberdade da Havan. Isso é que é patriotismo, pô! No sete de setembro tem que ser no MacDonald’s, kkk! Pronto, acabei! No Facebook: @diariodobolso * José Roberto Torero Fernandes Jr. é jornalista, escritor e cineasta
Rede Globo assustada: Bolsonaro representa perigo real e imediato

– Há décadas se ouve que “o povo não é bobo, fora a rede Globo’” em alto e bom som. Mas governo que ela tanto contribuiu para eleger está fechando o cerco – Por Laurindo Lalo Leal Filho, na Rede Brasil Atual: As Organizações Globo estão assustadas. Nunca antes em sua história foram tão atacadas como neste governo. Não que em outros momentos não tivesse sido tachada de parcial e golpista. A diferença, desta vez, é que os ataques passam da escala verbal para a material. A ameaça do presidente da República, Jair Bolsonaro, de não renovar as concessões dos canais de TV e o apelo aos anunciantes para que deixem de veicular propagandas nos veículos globais têm como alvo a própria sobrevivência da empresa. Para não se falar no fim da exigência da publicação de balanços em jornais impressos e no corte radical das verbas publicitárias oficiais passando a favorecer as concorrentes SBT e Record. Neste caso os dados são significativos. Em 2017 a Globo recebeu 48,5% do total dos recursos gastos pelo governo com publicidade nas TVs. Em 2018 o percentual caiu para 39,1% e neste ano, segundo dados parciais coletados pelo Tribunal de Contas da União, o índice é de 16,3%. Por outro lado a Record, que tornou-se praticamente porta-voz do atual governo, viu crescer sua participação nesses recursos públicos. Foi de 26,6% em 2017, passou para 31,1% em 2018 e chega agora a 42,6%. O SBT, espécie de linha auxiliar da Record, seguiu na mesma toada: 24,8%, em 2017; 29,6% no ano passado e 41% neste ano. Um direcionamento político inegável. Ao mesmo tempo, do outro lado do espectro político e com toda razão, o ex-presidente Lula dedicava suas primeiras palavras depois de 580 dias de cárcere, a criticar duramente as Organizações Globo. Sua prisão e o desmantelamento do Estado brasileiro têm todas as digitais das empresas da família Marinho. Foram elas, ao longo de vários anos, responsáveis pela negação da política, criminalizando de forma generalizada essa atividade. Ao mesmo tempo endeusavam os pseudos-paladinos da moral e das virtudes divinas, representados pelo juiz Sérgio Moro e seus comandados no Ministério Público em Curitiba. Não foram apenas o “powerpoint” criminoso do procurador Dellagnol apontando todas a setas para Lula ou as muitas horas de menções negativas ao ex-presidente no Jornal Nacional a distorcer o jogo democrático brasileiro. Foi também a insistência diária de tornar a política algo moralmente nefasto. E não há exemplo melhor do que a imagem de dutos exalando dinheiro a ilustrar horas e horas de noticiário ao lado dos apresentadores do jornal. Não são necessárias alongadas teorias semióticas para explicar o papel dessas cenas no imaginário popular. Mesmo sem som, em restaurantes, bares ou antessalas de clínicas e laboratórios, essas imagens potencializavam as mazelas nacionais pondo fim a qualquer esperança na formação de uma nação civilizada. Imagens irresponsáveis cuja alternativa sugeria a necessidade de um “salvador da pátria” para por fim a tudo que está aí. Deu no que deu. “Ele” está aí e as Globos são agora suas vítimas. Diante da parcialidade histórica da emissora em relação à soberania nacional e da hostilidade aos governos populares, soa risível a nota oficial da empresa repudiando a fala do ex-presidente Lula em São Bernardo do Campo, em que diz fazer um “jornalismo sério de qualidade”. Se seriedade houvesse, as Organizações Globo estariam, com certeza, sendo defendidas por todos que prezam a democracia contra os ataques concretos da extrema-direita. Um jornalismo sério e de qualidade não pode incluir distorções em debates eleitorais, direcionamento de cobertura de campanhas políticas, apoio a golpes de Estado, incentivo à prisão política de um ex-presidente, entre tantos outros desvios éticos cometidos pela Globo ao longo dos anos. Lembro da defesa que a sociedade britânica fez da BBC quando a então primeira-ministra Margareth Thatcher quis privatizá-la. Um histórico de confiança e de serviços prestados à sociedade levantou parte do país e impediu o assalto do neoliberalismo àquele bem público. A “Dama de Ferro” que havia dobrado o poderoso sindicato dos mineiros curvou-se diante da barreira de proteção popular formada em torno da BBC. Com a Globo dá-se o contrário. Há décadas ouvem-se manifestações em que se grita “o povo não é bobo, fora a rede Globo” em alto e bom som. Acrescida agora das ações e ameaças concretas buscando a sua destruição. Isolada, sem apoio na sociedade, só resta a ela soltar notas arrogantes onde mais que a força, revela-se o temor de um futuro incerto.
O país do porteiro é o país do medo – Por Fernando Brito

Por incrível que pareça, há verdade no que falou o porteiro do condomínio Alberto Jorge Mateus ao dizer que se sente “pressionado por ele mesmo”. Estamos todos. Até uma conversa de botequim com desconhecidos, historicamente um hábito do carioca, passou a exigir cuidados e contenção. Vai que é um fanático? O Brasil do ódio, do policialismo, da agressividade e do “escracho” que se formou nos últimos seis anos, de uns tempos para cá, também se tornou o Brasil da milícia e da bala. No qual os órgãos de perseguição de tornaram onipotentes, ao ponto de que não precisa de mais, além de chamar para um depoimento, para fazer um homem modesto se desdizer, pressionado por si mesmo. Não é só o porteiro Alberto: testemunhas, como ele, juízes, tribunais e até o Supremo estão, como todos percebem, pressionado por eles mesmos, numa época em que o medo prescinde até da ameaça. *Fernando Brito é editor do Tijolaço
Verdadeiro legado de Jesus está em disputa – Por Jair de Souza –

É impossível continuar assistindo de modo impassível o que está acontecendo no Brasil, no resto da América Latina e em outras partes do mundo menos desenvolvido. Estamos diante de um fenômeno que parece inexplicável por vias racionais. Todos os relatos referentes à trajetória da vida de Jesus apresentam-no como um ser oriundo do seio das camadas mais humildes de sua sociedade naqueles tempos. E se isso não bastasse, em todas as circunstâncias em que Jesus aparece interatuando com outras pessoas, ele sempre se mostra profundamente vinculado aos interesses da gente mais humilde, da gente mais necessitada, da gente oprimida. Não há nenhuma passagem relativa à vida de Jesus na qual o encontramos aderindo às posições e aos interesses dos ricos e poderosos. Já os exemplos de seu comprometimento com as lutas dos mais vulneráveis são abundantes e permeiam todo o transcorrer de sua vida terrenal. Diante do que acaba de ser dito, como é possível que existam na atualidade fortes correntes religiosas que propagam a imagem de um Jesus inteiramente oposto àquele que encontramos nos relatos de sua vida? As razões para que este fenômeno se dê são parecidas às que sempre motivaram as classes dominantes a se apropriar e desvirtuar todos os símbolos de dignidade e luta que possam servir para uma eventual emancipação das maiorias populares. Não há nenhum nome de significância para o conjunto dos povos não oligarcas que não tenha tido sua trajetória de vida manipulada com o objetivo de adaptá-lo aos interesses e propósitos dos grupos de poder dominantes. Só para recordar um nome caro aos povos latinoamericanos, podemos citar o caso de Simón Bolívar. Como deve ser recordado por quem já dedicou algum tempo a estudar o papel de Bolívar nas lutas de emancipação dos povos de nossa América, sua grandiosidade se deve principalmente ao fato de ele ter entendido que uma verdadeira libertação de nossa gente não poderia se efetivar se as maiorias trabalhadoras ou escravizadas continuassem sob o domínio das oligarquias opressoras e escravocratas. Foi por esta postura que Simón Bolívar conseguiu fazer das lutas contra as forças colonialistas europeias uma guerra de emancipação popular, bem diferente do que ocorreu no processo de emancipação brasileiro, no qual todos os arranjos se fizeram somente a nível de cúpulas, sem participação popular efetiva. Simón Bolívar confiava no povo e sentia que só com um engajamento ativo e consciente do mesmo uma verdadeira libertação poderia ser alcançada. No entanto, logicamente, as oligarquias rurais que detinham o poder de fato na América colonizada pelos espanhois não compartilhavam para nada desta visão de Bolívar. Queriam sua autonomia dos centros de comando da Europa para poder aumentar e dispor de seus ganhos com mais desenvoltura, mas não para compartilhar com as massas trabalhadoras os frutos dessa emancipação. Eles precisavam de Bolívar para vencer a guerra contra as metrópoles colonizadoras, porém não estavam dispostos a ceder a esses trabalhadores que estavam sendo arregimentados para as lutas coloniais nenhum milímetro do controle que exerciam sobre as riquezas e sobre o aparato do Estado. Tanto era assim que, tão logo as forças organizadas e comandadas por Bolívar obtiveram suas vitórias decisivas contra as tropas espanholas, as oligarquias locais se dedicaram a hostilizá-lo, a enfraquecê-lo e a persegui-lo. De tudo fizeram, até que conseguiram derrotar o grande Libertador e deixá-lo morrer isolado e na pobreza absoluta, em Santa Marta, Colômbia. Entretanto, a força simbólica de Bolívar junto as massas populares era tão grande que seria impossível para as oligarquias simplesmente desfazer de seu nome, deixá-lo no esquecimento. Foi por isso que começou-se a estruturar um plano de transformação da figura de Bolívar. De grande combatente favorável à inclusão das maiorias populares nos processos de emancipação, as oligarquias passaram a venerá-lo como uma figura oca, desprovida de qualquer importância real em relação com os interesses populares. Falava-se o tempo todo de Simón Bolívar, mas nunca para reivindicar seus exemplos concretos. Ergueram-se estátuas e monumentos a Simón Bolívar por quase todas as ruas e praças de nossa América, mas a vinculação de Bolívar com as lutas concretas do povo não podiam ser mencionadas. E a coisa foi sendo levada nesta toada, até que, num momento bem recente de nossa história, surgiu alguém que decidiu rever o papel de Simón Bolívar na história. Quem foi este alguém? Como todos sabem, ou deveriam saber, estamos falando de Hugo Chávez. A partir do instante em que Chávez exitosamente resgata a figura de Bolívar para o campo popular, as oligarquias abandonaram de vez todas suas venerações falsas e ocas a Simón Bolívar. Atualmente, uma simples menção positiva a Bolívar pode provocar reações das mais raivosas de parte das oligarquias ou, ainda mais furibundas, por parte dos ideólogos que sobrevivem da defesa serviçal dessas oligarquias. Traçado este breve paralelo com a vida de Simón Bolívar, podemos voltar ao caso atual de Jesus. Quando estudamos a história da vida relatada de Jesus, só o que encontramos é um Jesus inteiramente devotado às causas claramente vinculadas aos interesses da gente humilde, da gente que sofria a opressão imposta tanto pelos colonizadores estrangeiros de sua terra como pelas cúpulas religiosas que, como costuma acontecer, se mancomunavam com os invasores para tirar proveitos em seu próprio benefício. O que vemos o tempo todo é o Jesus que condenava a avareza, o Jesus que se opunha à exploração da fé por parte dos mercadores gananciosos, o Jesus que combatia o falso moralismo daqueles que condenavam hipocritamente o que viviam fazendo o tempo todo, o Jesus que se insurgia contra preceitos estabelecidos no Velho Testamento por considerá-los ultrapassados e contrários aos sentimentos que ele próprio defendia. O certo é que, ao chegar ao conhecimento do povo, os relatos de toda esta trajetória serviram para fazer de Jesus o nome mais expressivo dos sentimentos populares daquela época em sua região. Os movimentos religiosos em torno de Jesus se iniciaram e cresceram a partir das comunidades mais carentes, das comunidades mais necessitadas, das comunidades agredidas pelas forças dos poderosos, das comunidades que sofriam perseguição e buscavam
Seu Jair, por acaso, tem dedo do seu filho Carlos, na morte de Marielle?

Polícia trabalha com tese de envolvimento de Carlos Bolsonaro no caso Marielle Informação foi publicada pelo jornalista Kennedy Alencar. “Segundo essa linha de investigação, o vereador teria uma relação próxima com o Ronnie Lessa”, diz ele – O jornalista Kennedy Alencar trouxe uma informação de bastidor sobre as investigações da execução da vereadora Marielle Franco na Rádio CBN na noite desta quarta-feira 30: A Polícia Civil do Rio trabalha com hipótese nova, de envolvimento do vereador Carlos Bolsonaro neste caso, que está há 616 dias sem solução. Segundo essa linha de investigação, o vereador teria uma relação próxima com o Ronnie Lessa, acusado de ter disparado contra Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes. Carlos e Marielle tiveram uma discussão forte na Câmara Municipal. Havia um clima de hostilidade entre os dois. A polícia trata com cautela essa hipótese, mas ela faz parte da apuração do caso. O leque está em aberto.
O genocídio da juventude negra no Brasil – Por Leonardo Queiroz –

A morte sistemática de jovens negros no Brasil é uma realidade que estampam capas de noticiários dentro e fora do país. O movimento negro, além de enterrar os corpos, daqueles que não desaparecem misteriosamente, vem diariamente denunciando o assombroso aumento do número de homicídios da nossa juventude. Alguns grupos definem este cenário de morte como sendo de extermínio da juventude negra, outros defendem a existência de genocídio. Meu objetivo é tentar analisar, ainda que de maneira preliminar, se há elementos suficientes para considerar que esse conjunto de homicídios pode ser enquadrado como crime de genocídio. As linhas que seguem visam contribuir para um debate que é definidor dos rumos do país e vital para comunidade negra. O signo genocídio surgiu da junção da palavra grega génos que significa raça, povo, tribo ou nação e da palavra latina caedere que quer dizer destruição, aniquilamento, ruína ou matança. Assim, genocídio quer significar a destruição de uma raça. A ONU, após os absurdos produzidos pelo Nazismo, onde se tentou destruir uma raça dita inferior, e a instituição do tribunal de exceção de Nuremberg em 1948 para julgar estes crimes, criou a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio. Embora a norma internacional tenha sido editada há quase sete décadas, foram vários casos os de mortandade direcionados a grupos específicos durante a vigência da regra em comento. Situação que leva a alguns estudiosos a afirmarem que a Convenção apenas pune este tipo de delito, porém não impede sua realização. Em terras estrangeiras são diversos os episódios de genocídio pós Convenção, a exemplo do assassinato de cerca de 800 mil pessoas em Ruanda, ou das vidas ceifadas nos conflitos no Camboja, no Oriente Médio, na Chechênia, Timor Leste dentre outros. No plano nacional vale ressaltar que a República Federativa do Brasil ratificou a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio em 1952, por meio do Decreto nº 30.822. A aludida Convenção define genocídio como sendo crime contra a humanidade e que consistente em matar membros de um grupo nacional, étnico, religioso ou pertencente a determinada raça, com o fim de destruição total ou parcial desse grupo. Assemelha-se, ao crime de genocídio, a conduta de causar lesões graves a membros de grupo, submetê-los a condições de existência, físicas ou morais, capazes de ocasionar a eliminação de todos os seus membros ou parte dele, forçá-los à sua dispersão, impor medidas destinadas a impedir os nascimentos no seio do grupo e efetuar coativamente a transferência de crianças do grupo para outro grupo. Além de exemplificar as condutas que configuram o crime genocídio, a ONU traz, ainda, expressamente a possibilidade de acionar o Tribunal Penal Internacional para atuar nestes casos. Por ter ratificado a norma internacional e em cumprimento a determinação disposta em seu Art. 5, o ex-Presidente Juscelino Kubitschek sancionou a Lei nº 2.889/56 cujo o objetivo é definir as práticas criminosas e culminar as respectivas penas. Aqueles condenados pelo crime de genocídio podem sofrer pena de detenção de até 33 anos. Oportuno é enfatizar que a lei em debate ainda vigora no país, mesmo sem a devida eficácia. Após a ter delineado o conceito de crime de genocídio, o exercício agora é observa se existe a subsunção do fato a norma. O reinterado assassinato de jovens negros no Brasil pode ser definido como genocídio? Enquadra-se em algumas das possibilidades trazidas pela Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio e/ou pela Lei nº 2.889/56? No meu sentir, a resposta para esta indagação teima, infelizmente, em ser positiva, se não, vejamos… Ao analisar os dados do Mapa da Violência no Brasil observo que na década compreendida entre 2002-2012 há uma significativa queda no número de homicídios de jovens brancos, ao passo que aumenta o morticínio de jovens negros. Enquanto em 2002 morriam 10.072 jovens brancos para cada 100 mil habitantes, esse número decai para 6.823 em 2012. Não obstante, o número de homicídios de jovens negros saltou de 17.499 para 23.160 no mesmo período. Houve um decréscimo de 32,3% na morte de jovens brancos ao passo que os jovens negros vitimados aumentaram 32,4%, é dizer que para cada branco morto, morrem 2,7 negros. Outro dado a ser observado é que no ultimo ano da série (2012) houve um crescimento de quase 10% nos homicídio de jovens negros, com atenção especial para Bahia que a taxa de jovens negros mortos duplicou, números inadmissíveis em tempos de paz. A partir da análise da Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Lei nº 2.889/56 e do paulatino crescimento do número de homicídios onde as vítimas são majoritariamente jovens negros, é fácil a percepção que vivenciamos o crime de genocídio da juventude negra brasileira. Neste ínterim, as linhas que estas antecedem demonstram indubitavelmente que o caso concreto enquadra-se, de modo evidente, nos tipos penais contidos na citada convenção e na lei penal extravagante. Isso posto, cabe ao Estado brasileiro, além de adotar medidas para por fim ao genocídio, atuar na direção de sedimentar algumas medidas que ajudarão a diminuir a mortalidade de nossa juventude, a exemplo da extinção do auto de resistência, da descriminalização do uso de drogas e a permanência da maioridade penal em 18 anos. Via Portal Geledés
Presidente disse que preferia um príncipe do seu lado do que um milico

Bolsonaro ofende Hamilton Mourão ao dizer que não o queria como vice Acossado pela presença de Lula no cenário político, Jair Bolsonaro volta a olhar para Hamilton Mourão como uma sombra indesejada. Ele disse que preferia o príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança como seu vice, e não o general. Ele disse: “você deveria ter sido meu vice, e não esse Mourão aí. Eu casei, casei errado.” A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “o príncipe diz nunca ter nutrido um sentimento negativo por ter sido preterido. “Basicamente ele reconheceu publicamente o que estava nos bastidores. Eu entendo que no mundo político há muitas artimanhas, conspirações.” A matéria ainda sublinha a fala do príncipe: “o Bolsonaro não precisava de mim para ganhar a eleição. Precisava de alguém que fosse simplesmente leal. Na época, até fiquei aliviado porque ele me liberou para fazer outras coisas.” Eduardo Bolsonaro também queima Mourão e diz que “príncipe” não foi vice por dossiê sobre agressões a mendigos ‘Quem era Marielle?’, pergunta Eduardo Bolsonaro Difícil entender a motivação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) numa postagem em que tenta esclarecer os bastidores da escolha do vice do pai. Isso porque, nos seus tweets, ele conseguiu rifar o atual vice Hamilton Mourão e também lançar a suspeita de que o “príncipe” Luiz Bragança seria um agressor de mendigos. Confira: Eduardo Bolsonaro ✔@BolsonaroSP Sinto-me na obrigação de falar sobre a questão do Príncipe @lpbragancabr pois fui testemunha ocular Qnd JB pagou missão para Bebiano, q só andava c/ Julian Lemos, encontrar um vice todas as tentativas sempre davam errado: (siga lendo a thread) https://twitter.com/lpbragancabr/status/1194655419043586048 … Luiz P. O. Bragança ✔@lpbragancabr O presidente não mencionou o Mourão na conversa com os deputados. Eduardo Bolsonaro ✔@BolsonaroSP · 18h Replying to @BolsonaroSP Porém,no caso do Príncipe há uma particularidade. Carlos e eu havíamos conversado com ele,JB estava de acordo e até sábado ele seria o vice.O último dia do prazo era domingo. De sábado para domingo chegou p JB um informe de que Príncipe saia de madrugada a agredir mendigos na rua Eduardo Bolsonaro ✔@BolsonaroSP Mesmo sendo algo estranho essa nova informação trouxe receio. No final optou-se pelo Gen.Mourão faltando horas para encerrar o prazo p oficializar a chapa. O PRTB fazia a sua convenção em SP, assim como nós do PSL, e JB compareceu ao evento do PRTB p junto c/ Mourão dar a notícia. Luiz Philippe de Orleans e Bragança diz que não é gay e nem sabe onde se faz suruba gay De acordo com Frota, Bolsonaro não o escolheu por ter um vídeo onde ele participava de uma “suruba gay” Será que este príncipe do Bozo morde fronha? O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-RJ), conhecido como “Príncipe”, enviou áudio a um grupo de ativistas onde afirma que não é gay e “nem sei onde é que faz suruba gay”. Ele responde à coluna de Mônica Bergamo a revelação feita pelo deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) sobre os motivos que levaram o presidente Jair Bolsonaro a vetá-lo como vice. De acordo com Frota, Bolsonaro não o escolheu por ter um vídeo onde ele participava de uma “suruba gay”. “Eu não sou gay afirma Orleans e Bragança no áudio, rindo. Segundo ele, “talvez isso até me ganhe vários pontos aí com a comunidade LGBT”. Mas não seria verdadeiro. Segundo o “Príncipe”, Bolsonaro explicou que não o convidou porque recebeu dossiês de Gustavo Bebianno, então coordenador de sua campanha presidencial, que o desabonariam. “Ele [Bolsonaro] falou alguma coisa que o Bebianno armou para cima de mim, montou um monte de dossiê lá contra mim. E que ele, baseado nisso, tomou a decisão. Falou ‘não, é Mourão [que será candidato a vice]’. Mas deveria ter sido eu porque em função desses dossiês que ele tomou a decisão”, afirma Orleans e Bragança. “Ele não falou assim ‘ah, o Mourão é uma porcaria’”, diz o deputado. Veja abaixo a transcrição completa do áudio: Bom dia, amigos. Eu queria esclarecer algumas coisas que estão circulando com relação a essa Mônica Bergamo aí. A reunião lá com o presidente de formação do partido, da Aliança, ela foi muito boa. Ele só reconheceu publicamente que ele falou alguma coisa que o Bebianno tava, armou para cima de mim, montou um monte de dossiê lá contra mim. E que ele baseado nisso tomou a decisão. Falou ‘não, é Mourão’. Mas deveria ter sido eu porque em função desses dossiês que ele tomou a decisão. Ele não falou assim “ah, o Mourão é uma porcaria”, ou “que pena que não foi você, é esse Mourão”. Ele nunca falou nesse contexto. Então a Mônica obviamente que está querendo criar uma divisão aí que não existe. Tá? O Mourão tá muito bem com o Jair e eu estou muito bem com o Mourão e com o Jair. Não tem divisão nenhuma aí. Com relação ao Frota, falando de fotos e o cacete a quatro. Parece que fazia parte aí desse dossiê do Bebianno que tinha fotos minhas fazendo sei lá o que de suruba gay com não sei o que. Ou de uma outra denúncia também fake que era, que eu batia em mendigo, alguma coisa assim. Então, ou seja, não tem notícia nenhuma, não tem como me pegar. E inventam coisas, né? Então eu não sou gay nem sei onde é que faz suruba gay (rindo). Mas, enfim, talvez isso até me ganhe vários pontos aí com a comunidade LGBT (risos). De qualquer maneira, é disso que o louco lá do Frota tá se referindo. Enfim. Só deixando isso claro para o grupo. E talvez nas redes aí afete aí alguma coisa. Mas eu vou ter que escrever alguma coisa. Porque esses idiotas ficam escrevendo essas babaquices. Mas, enfim, só queria posicionar isso aí com relação à criação partido internamente e com essas fake news aí do Frota. Um bom dia pra vocês todos e estou disponível. Um abraço.