Viva o golpe! Viva o Moro! Viva a Lava-Jato! Viva os coxinhas!…

“Acordo” da Petrobras com EUA é o maior escândalo de corrupção da história do Brasil Enquanto a Globo repete, dia e noite, que o acordo foi vantajoso para a estatal, a verdade começa a vir a tôna. A Globo é uma máquina de destruição em massa! Por Miguel do Rosário – Tijolaço Como assim, ver a Petrobras pagar, para um punhado de especuladores norte-americanos, uma quantia maior que o seu lucro de um ano inteiro, é um bom negócio? Foi uma pilhagem sem paralelo na história recente! Pior, a Petrobras assumiu a culpa antes mesmo de um parecer do Departamento de Justiça. Ou seja, assumiu a culpa antes mesmo de ser julgada. O governo brasileiro não fez nenhuma gestão em defesa da empresa. É o maior escândalo de corrupção da história do país, feito assim, nas barbas do Ministério Público, do Judiciário, do Executivo e da imprensa brasileira! Lava Jato? O que a Lava Jato descobriu foram propinas pagas pelas próprias empreiteiras. Não houve desvio de dinheiro da Petrobras, cujas obras eram avaliadas por um corpo técnico de mais de 60 engenherios, cuja competência jamais foi questionada! Depoimentos de vários delatores sempre confirmaram que o dinheiro das propinas saída do caixa das empresas! A Petrobras não tinha que indenizar ninguém, quanto mais um punhado de abutres norte-americanos! A narrativa, porém, foi outra, porque havia interesse político em derrubar o governo Dilma e entregar a gestão da estatal para um entreguista a serviço das petroleiras internacionais. Ao cabo, quem cometeu os piores crimes foram a própria Lava Jato e a atual gestão da estatal. *** No Jornal GGN A Petrobras pagou 3 vezes mais do que o escritório de NY esperava De um profundo conhecedor do mercado jurídico de Nova York: Bom dia Nassif. O acordo da Petrobras tem varias ângulos que estão sendo pouco comentados na mídia. 1. A postura da atual administração da PETROBRAS foi de que a empresa é de fato CULPADA porque o PT roubou etc., portanto tem que pagar etc. Para expiar a culpa do Governo Lula, a mídia oficialista tem repercutido essa atitude, dizendo que o acordo tinha que ser feito, era inevitável. Quem entra em um processo judicial já se sentido culpado vai ter o pior resultado possível. A PETROBRAS FOI MUITO MAL DEFENDIDA NESSE PROCESSO. Esses esquemas profissionais de extorsão são constituídos por especuladores que compram ações para processar, são especuladores profissionais perfeitamente conhecidos no mercado americano, não são litigantes de boa fé como seriam os acionistas originais que se sentiram lesados. Um acionista normal não vai colocar dinheiro para montar um processo de sucesso duvidoso. Só “esquemas” especulativos com foco em “acordos” investem nisso em sociedade com escritórios de advocacia ultra especializados nesse tipo de ação, como é o caso do WOLF POPPER, que opera na área há décadas. O maior acordo já feito por esse escritório é de US$150 milhões (acordo CITCO). Os demais são de 8, 15 ou 17 milhões de dólares. O valor desse acordo é MAIOR que o lucro da PETROBRAS em um ano, o que é uma aberração. É o maior acordo jamais fechado por uma companhia estrangeira nesse tipo de ação. 2. Esses esquemas usam muito a mídia para INFLAR seu “preço alvo”, inventam que a condenação da PETROBRAS seria de 8 bilhões. Mas eles esperavam em torno de 1 bilhão de acordo, segundo comentários em outros escritórios de NY. A proposta quase 3 bilhões foi uma bomba , um valor absurdo porque as perdas JA foram em grande parte recuperadas na alta posterior das ações da PETROBRAS. Eles espalharam inclusive na mídia brasileira que a condenação seria muito maior mas não há nenhuma evidencia disso PORQUE o processo criminal que reconheceria a existência de corrupção que corre no Departamento de Justiça AINDA não foi concluído. Esse processo seria a BASE LEGAL para as “class actions” dos minoritários. 3.Então a PETROBRAS fechou acordo com os minoritários ANTES que o Departamento de Justiça a declarasse culpada da causa que justificaria o acordo com os minoritários. Todos esperavam que a decisão sobre as “class actions” tivesse seu desfecho APÓS a decisão do Departamento de Justiça e não antes.Pior ainda, ao fechar o acordo com os minoritários a PETROBRAS confessa sua culpa, o que vai pegar muito mal no Departamento de Justiça, onde a culpa AINDA estava sendo apurada e não há nenhuma indicação de que a PETROBRAS seria considerada culpada. Esse processo no Departamento de Justiça corre solto. O Governo do Brasil NENHUMA VEZ usou e esperava-se que usasse, sua força politica em Washington para fazer lobby junto ao Departamento. Todos os governos quando tem problemas em Washington usam lobby em cima da Administração. NÃO É USUAL o Departamento de Justiça processar empresa estatal de pais aliados e amigo dos EUA. Mas NENHUMA AUTORIDADE brasileira sequer telefonou ao Attorney General pedindo consideração nesse processo onde a PETROBRAS não é culpada, é vitima. A PETROBRAS está deixando correr solto esse processo, na mesma linha, “somos culpados , é bom que condenem porque ai se joga a culpa no PT”. 4. A maior acionista da PETROBRAS é a União, portanto esse acordo afeta o INTERESSE PUBLICO diretamente. Pergunta-se, a ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO acompanhou esse acordo, ou tudo ficou a cargo da administração atual da PETROBRAS? A Advogada Geral da União deveria ter ido a Nova York, falar com o Juiz do processo, isso é normal, possível e esperado, para ter uma visão própria e não filtrada pela PETROBRAS sobre esse mega processo com mega prejuízo para o Brasil. É um processo que afeta o interesse da União, vai acabar com o lucro e impedir dividendos da PETROBRAS em 2018. A AGU se mexe em casos muito menores, pergunta-se, ao menos a AGU foi CONSULTADA sobre o acordo? 5. O panorama geral de tudo isso é que esse acordo vai ser jogado na conta do PT. A PETROBRAS não se defendeu como seria de sua obrigação, o Governo do Brasil se omitiu porque achou que esse assunto é da
Prefeito cria factóide e pede a Temer que Exército impeça ato pró-Lula

O prefeito tucano de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr., conhecido apenas por fazer coreografias do hit “Despacito”, resolveu arriscar passos de uma dança mais espalhafatosa. Mandou uma carta “factóide” a Michel Temer pedindo que a Força Nacional de Segurança e o Exército sejam mobilizados para cercar os manifestantes que vão à capital gaúcha no dia 24, quando Lula será julgado no TRF-4. Imbecil como é, Sua Excelência não perde oportunidade de fazer “marketing”, como seu modelo, João Doria Jr. Já que anda fraca a capacidade de mobilização “coxinha”, Marchezan quer forjar uma “militância fardada” ou, pelo menos, aparecer para o país como o tiranete municipal. Evidente que não há possibilidade de que se metam nesta pataquada, mas presta a elas o desserviço de criar um clima de confronto físico que não existe. O confronto é político, porque está em jogo a decisão se o povo brasileiro vai ser livre para escolher seu presidente ou se facínoras autoritários vão decidir, num conclave de ungidos, se teremos um simulacro de eleições, onde “os outros” disputariam o que não conseguiriam ter com uma disputa com o ex-presidente Lula. A isso levaram nosso país e, no drama, brotam estes bobalhões como o prefeitinho pateta, à procura de um espacinho na mídia. Via Fernando Brito – Tijolaço
O Brasil, versão Lava jato, é imoral como nunca

Olhar as capas dos jornais de hoje é ver o Brasil reduzido à imundície pelo golpe de Estado que o “moralismo” da Lava Jato, que se tornou bandeira política para a ruptura do regime democrático. Por Fernando Brito – Tijolaço O país que veta R$ 1 bilhão para o Fundo da Educação Básica mas paga quase dez vezes para especuladores que se servem da operação para escapar de bolso cheio do mercado de risco das ações, que só deve ser da “liberdade” quando dá lucros. O país que está às voltas com o drama da escassez de energia (mesmo com a chuvas fartas, estamos com os reservatórios do Sudeste e do Nordeste, 80% do total do país, em níveis abaixo dos de janeiro de 2017) corre para atropelar a venda da Eletrobras, o caminho que nos tirou do drama elétrico nos últimos 50 anos. A Embraer, que se alimentou de dinheiro estatal ( R$ 86 bilhões, só 25% menos que a Petrobras, de empréstimos do BNDES) para ser a vigorosa empresa que é hoje, prestes a ser entregue à Boeing e, com ela, todo o conhecimento aeronáutico – inclusive o militar – que passará a empregar muitos engenheirios, nos EUA, claro, porque os latidos de cachorro pequinês do Governo brasileiro já viraram ronronar de gatinhos. Roberto Jefferson, o inesquecível, derrama suas lágrimas ao assumir, através da filha, um Ministério. Carlos Marun, que é o neojefferson da política, sacoleja suas enxúndias para anunciar que o candidato do Governo às eleições pode ser Alckmin, como pode ser Henrique Meirelles, como pode ser Rodrigo Maia, como pode ser Luciano Huck, como pode ser Michel Temer, até. Como pode ser qualquer um que não seja Lula, porque até Jair Bolsonaro, o ex-nacionalista, não dá um pio contra nada do que se escreveu acima. Certo, os perigos porque passa o país são os casamentos gay, não é? “É o que temos”, como disse Fernando Henrique Cardoso, que anda correndo para explicar que o candidato pode ser qualquer um, mas que ele apóia – ô! – Geraldo Alckmin, que Marun e temer podem apoiar também. O panorama é devastador, mais que desanimador. O resultado de três anos de histeria deixam um panorama de terra arrasada na vida pública brasileira e na vida de milhões de pessoas arrastada de volta á pobreza e à miséria. E como o que têm a oferecer ao povo brasileiro é este desastre, precisam como nunca tirar-lhe o direito de escolher o que quer, pelo voto. Porque o direito de escolher pode-se tirar, nas ditaduras tradicionais, pela proibição de eleições. Ou, no autoritarismo que passamos a viver, onde o poder sem voto dos juízes passou a ser total e incontestável, impugnando o candidato que representa a negação deste Brasil calcinado pelo fogo da crise. Ninguém com um mínimo de inteligência pode acreditar que disso possa sair um governo legítimo. Mas isso não vem ao caso, desde que seja um governo dócil, que afinal conduza este teimoso país à destruição total.
Ministra Cristiane, mas pode me chamar de Roberto Jefferson

FILHA DE JEFFERSON NOMEADA MINISTRA FOI CITADA EM DELAÇÃO DA ODEBRECHT Revista Fórum – De acordo com o Blog da Andréia Sadi, até alguns dos aliados mais próximos de Temer, acostumados à “coragem” do presidente em enfrentar o desgaste com a opinião pública, se surpreenderam com a nomeação de Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho. Cristiane é citada em delação da Odebrecht, além de filha de um personagem símbolo de outro escândalo, o mensalão: Roberto Jefferson. O próprio presidente mudou de ideia sobre a deputada. No ano passado, ela foi pessoalmente ao Palácio do Planalto com o pai para tentar comandar o Ministério da Cultura. Na ocasião, Temer ouviu assessores, que o desaconselharam a nomeá-la. Motivo: temiam exatamente o desgaste ao governo, ao nomear a filha de Roberto Jefferson para o ministério. Mas quem conhece as regras do jogo do Planalto sob o comando do PMDB afirma que Temer premia quem lhe é leal. “De lá para cá, Jefferson deu mais do que uma demonstração de que é fiel ao presidente. E Temer é um presidente grato aos aliados”, diz um de seus principais interlocutores. No caso do PTB, Jefferson foi “Temer Futebol Clube” nos piores momentos do governo. No fim de 2017, foi ele o primeiro dos aliados a anunciar que fecharia questão pela reforma da Previdência. E vestiu a camisa do governo ao propor que os partidos da base firmassem um “pacto” para não aceitar, durante a janela partidária, deputados que fossem infiéis na votação da reforma. Temer nunca esqueceu. E pagou a fatura nesta quarta-feira (3), ao esquecer o próprio veto anterior a Cristiane. Um frequentador do Jaburu tem outra avaliação. Ao ouvir do blog a explicação de que, nos corredores do Palácio do Planalto, a “coragem” de Temer é atribuída à sua “gratidão” aos aliados em momentos difíceis, este diz: “O governo passa a impressão de que, após as denúncias, adotou o mantra daquele deputado que o PTB disse que queria indicar: está ‘se lixando’ para a opinião pública.” Ministra Cristiane, mas pode me chamar de Roberto Jefferson Por Fernando Brito – Tijolaço Ele voltou, agora plenamente. O homem dos “instintos mais primitivos” é, desde hoje, o ministro de fato do Trabalho. Com todo o respeito pela insossa Cristiane Brasil, sua filha, é ele quem, politicamente, foi nomeado. É este o nível do ministério Temer, o de “Bob Jeff”, que quase emplacou a moça como ministra da Cultura em julho do ano passado. A escolha é coerente. Afinal, Jefferson tem experiência com malas, porque foi ele quem tornou agudo o processo do chamado “mensalão” ao ter falado que recebeu uma delas, com R$ 4 milhões, que jamais apareceu, mas serviu para “comprovar” que o governo petista “comprava” uma base de apoio. Foi, assim, o precursor da delação premiada – versão mais antiga e menos benévola – reduzindo sua pena de dez para sete anos, que cumpria em regime aberto até que foi indultado pelo ministro Luis Roberto Barroso. Sem protestos, aliás, porque já havia cumprido os requisitos para obtê-lo. O pai, orgulhoso, recebeu o presente das mãos de Temer, já sem munição para escolhas políticas mais representativas, que o ajudassem a remontar sua base na Câmara. Roberto Jefferson, uma espécie de híbrido entre Eduardo Cunha e Carlos Marun, é de novo um dos convivas à mesa do poder, onde se devora o Brasil Eu apoio o 247
MICHEL TEMER É FRACO, SUJO, EGOÍSTA E CORRUPTO

Aos olhos do povo brasileiro, Temer, que conquistou o poder por meio de um golpe jurídico, midiático e parlamentar, só tem características negativas. Segundo uma pesquisa do Instituto Ideia Big Data ele é praticamente um monstro, que reúne traços como corrupção, sujeira, egoísmo, fraqueza e uma disposição incomum de agir contra o próprio povo; “Não há a menor condição de alguém apoiado por Temer vencer”, diz Maurício Moura, diretor do instituto – O golpe de 2016, fruto da aliança entre os derrotados nas urnas em 2014, liderados por Aécio Neves, e a banda podre da política brasileira, liderada por Eduardo Cunha, alçou ao poder um monstro chamado Michel Temer. Pelo menos, é assim que o povo brasileiro enxerga o político que conseguiu se tornar o governante mais impopular do mundo, com 97% de rejeição. De acordo com uma pesquisa do Instituto Ideia Big Data, publicada pelo jornal Valor, Temer reúne apenas características negativas. “Ele é percebido nas classes C e D como um político ‘fraco, egoísta, corrupto, sujo e tomador de medidas impopulares’ Para esse público, que representa 48% do eleitorado e que, portanto, tende a ser decisivo, seu governo está voltado para os mais ricos. Conforme expressou uma eleitora, ‘não pensa nos mais pobres’. A única preocupação do presidente, enxergam, é manter-se no poder”, aponta a reportagem de Ricardo Mendonça. O levantamento traz também um resultado desastroso para os fiadores do golpe, como os tucanos, ou integrantes do governo golpista, como Henrique Meirelles. “Não há a menor condição de alguém apoiado por Temer vencer”, diz Ricardo Moura, diretor do instituto. “Isso fica claro nessa pesquisa, que confirma sinais que temos visto em levantamentos feitos para outros clientes. A convicção das pessoas contra ele é muito forte. Não querem Temer nem qualquer aliado dele”, completa. O estudo foi realizado nos dias 8 e 15 de dezembro pela empresa especializada Ideia Big Data
Pressão pelo “condena Lula” perdeu toda a vergonha

“Não dá outra coisa nos jornais do primeiro dia útil do ano. A artilharia para uma condenação unânime de Lula, no dia 24, começou e vai ficar mais pesada até lá”, analisa o jornalista Fernando Brito, mencionando textos de Monica Bergamo, Miriam Leitão e Merval Pereira sobre o assunto; “Especula-se o quanto se quer com o que seria o voto popular, sem a menor cerimônia em relação ao que esse voto vai representar. E como se a condenação de Lula fosse fazer desaparecer a representação que, nele, faz o eleitor daquilo que deve ser o governo do país”, diz Brito Por Fernando Brito, do Tijolaço – Não dá outra coisa nos jornais do primeiro dia útil do ano. A artilharia para uma condenação unânime de Lula, no dia 24, começou e vai ficar mais pesada até lá. Falta pouco ou nada para assumir-se uma nova versão da fala de Carlos Lacerda em 1950: “o Sr. Getúlio Vargas não pode ser candidato. Se for,não pode ser eleito. Se eleito, não pode tomar posse. Se tomar posse, não pode governar”. Na coluna de Monica Bergamo, na Folha, começam as especulações de que só um “placar” de 3 a zero “resolve” a extirpação de Lula do pleito de 2018. Miriam Leitão vem no mesmo tom: “Se os juízes do TRF-4 votarem de forma unânime confirmando a condenação do ex-presidente Lula, os recursos que os advogados do ex-presidente apresentarem não terão efeito suspensivo da pena. Sendo assim, ele estará, muito provavelmente, fora da disputa (…)Se o ex-presidente Lula não estiver na disputa, os votos lulistas não serão transmitidos todos para a pessoa que ele apoiar.” Lamento, não sei informar se a colunista de O Globo esteve entre os 17 ganhadores da mega-sena da virada, com seu potencial de premonição. Merval Pereira segue o coro: “Dia 24 começa a se definir a situação de Lula, o PT provavelmente, depois de uma batalha jurídica, terá que indicar outro candidato ou, menos provável, apoiar alguém já lançado, como Ciro Gomes do PDT. As pesquisas mostram que, com a saída de Lula, quem ganha mais é Marina Silva e o próprio Bolsonaro.” Especula-se o quanto se quer com o que seria o voto popular, sem a menor cerimônia em relação ao que esse voto vai representar. E como se a condenação de Lula fosse fazer desaparecer a representação que, nele, faz o eleitor daquilo que deve ser o governo do país. Tratam a eleição como se fosse uma corrida de cavalos e estão dispostos a jogar suas fichas em quem as pesquisas indicarem tiver a “pule” maior. Depois chamam a nós, da esquerda, de “populistas”….
Globo pede a reconstrução de um País que ela destruiu

Primeira manchete do jornal O Globo de 2018 apela ao Cristo Redentor para que o Brasil e a economia do Rio de Janeiro sejam reconstruídos. Curiosamente, a Globo, em sua aliança com setores do Poder Judiciário, foi a principal responsável pela destruição do Brasil, com a quebra da indústria naval e a paralisação dos investimentos da Petrobras; além disso, com o fim da política de conteúdo nacional no petróleo, que veio com Michel Temer, fruto de um golpe apoiado pela Globo, o Rio bate recorde de desemprego – O jornal O Globo do primeiro dia de 2018 faz um apelo aos céus, mais especificamente ao Cristo Redentor, para que o Brasil e o Rio de Janeiro sejam reconstruídos depois do caos dos últimos três anos. O que a Globo não faz é uma autocrítica em relação à contribuição que deu para a destruição do País e do próprio estado onde atua. Hoje, o Rio sofre com a paralisação dos investimentos da Petrobras, decorrente entrega do pré-sal e do fim da política de conteúdo nacional, e também com a quebra da indústria naval – consequência direta da Operação Lava Jato. O desastre não teria acontecido sem o apoio decisivo da Globo, que liderou um golpe midiáitico, jurídico e parlamentar contra uma presidente honesta e que acabou instalando os políticos mais corruptos do País no poder, justamente para que fosse executado o programa da chamada “ponte para o futuro” – que trouxe retrocessos como a entrega do petróleo, o fim das garantias trabalhistas e a ameaça às aposentadorias. Nada disso trouxe prosperidade, muito pelo contrário, e o Rio hoje tem uma das maiores taxas de desemprego do País, além de uma situação caótica das contas públicas, com servidores com seus salários atrasados. Construir esse estrago é bem mais difícil do que foi destruir. No livro “A elite do atraso”, o sociólogo Jessé Souza explica como a Globo imbecilizou o Brasil para levar adiante seu projeto de entrega das riquezas nacionais. Reproduzimos, abaixo, um trecho do livro: A grande mídia coloniza para fins de negócios, escusos ou não, toda a capacidade de reflexão de um povo, ao impossibilitar o próprio aprendizado democrático, que exige opiniões alternativas e conflitantes, coisa que ninguém nunca viu acontecer em época alguma em nenhum de seus programas. Isso equivale a imbecilizar uma nação que certamente não nasceu imbecil, mas foi tornada imbecil para os fins comerciais de uma única família que representa e expressa o pior de nossa elite do saque e da rapina. (…) O que se frustra aqui são os sonhos, os aprendizados coletivos e as esperanças de centenas de milhões. O que se impede aqui é o processo histórico de aprendizado possível de todo um povo que é abortado por uma empresa que age como um partido político inescrupuloso. (…) Com o cidadão feito de completo imbecil, é fácil convencê-lo de que a Petrobras, como antro de corrupção dos tolos, só dos políticos, tem que ser vendida aos estrangeiros honestos e incorruptíveis que nossa inteligência vira-lata criou e nossa mídia repete em pílulas todos os dias. Com base na corrupção dos tolos, cria-se, na sociedade imbecilizada por uma mídia venal que distorce a realidade para vendê-la com maior lucro próprio, as precondições para a corrupção real, a venda do país e de suas riquezas a preço vil. Esse é o resultado real e palpável do conluio entre grande imprensa, com a Rede Globo à frente, e a Lava Jato: é melhor entregar de vez a Petrobras, a base de toda uma matriz econômica, aos estrangeiros honestos e bem-intencionados. DILMA: UM MUNDO SEM GLOBO NÃO É SÓ POSSÍVEL, MAS NECESSÁRIO A presidente deposta Dilma Rousseff, segunda presidente da República a ser vítima de um golpe apoiado pelo grupo Globo, defendeu a redução do poder da família Marinho sobre a vida do País. Em entrevista à TV 247, Dilma avaliou que o Brasil seria melhor sem a Globo. “Nós não podemos continuar com uma mídia controlada por quatro ou cinco famílias, que tentam, cada vez que você fala em fazer algo que se faz em qualquer segmento econômico e social, que é a regulação econômica, que é impedir que haja concentração. E no caso da informação, a concentração é gravíssima, que é pegar uma concessão de televisão e vender uma versão só”, afirmou a presidente deposta aos jornalistas Leonardo Attuch, Paulo Moreira Leite, Alex Solnik e o blogueiro Leonardo Stoppa. “Um mundo sem Globo não só é possível, é necessário”, acrescentou Dilma, emendando que foi vítima nos dois golpes apoiados pela Globo, em 1964, no qual foi presa e torturada, e em 2016, quando perdeu o mandato sem comprovação de crime de responsabilidade. Via Brasil 247
TEMER DIMINUIU AINDA MAIS O SALÁRIO MÍNIMO

O privilegiado Michel Temer [ele se aposentou aos 55 anos com salário de R$ 30 mil ao mês] encolheu o salário mínimo em R$ 25, no apagar das luzes do mês de dezembro. – O salário mínimo dos brasileiros ficará ainda mais mínimo. Em véspera de ano novo, Temer presenteia o trabalhador com mais este golpe, feito sem alarde. O presidente Michel Temer editou nesta sexta-feira (29) decreto determinando em R$ 954 o valor do salário mínimo no país a partir de 1º de janeiro de 2018, contra os atuais R$ 937. Em meados de dezembro o Congresso Nacional havia aprovado o Orçamento de 2018 estabelecendo o salário mínimo em R$ 965. Temer reduziu ainda mais o salário mínimo, enganando o povo na véspera do final de ano. O decreto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União e o reajuste valerá a partir de 1º de janeiro. O decreto também estabelece os valores de salários mínimos diários e para hora. Cada dia vale R$ 31,80 e a hora, R$ 4,34. Temer ferrou os trabalhadores brasileiros na reta final de 2017. O salário mínimo inicialmente era de R$ 979, mas foi encolhendo (R$ 969), encolhendo (R$ 965) e encolhendo (R$ 954). Adivinhe quem é que está pagando o pato?
Indulto, fatos e politicagem. Afinal, quem são os “protegidos do indulto”?

Não teria a menor dúvida em ser contrário ao indulto natalino decretado por Michel Temer se alguém me mostrar, faticamente, que ele representa uma extensão casuística do benefício a condenados por corrupção. Tenho o “pequeno problema” jornalístico de saber quem, de acordo com o que se diz do indulto deste ano, quem é – ou quem são – os beneficiários da redução de 1/4 para 1/5 da pena e, eventualmente, da multa pecuniária imposta por sentença. O “probleminha” é que não consegui ler,em jornal algum (posso ter cometido um lapso, mas acho que não), quem é este felizardo que, “escapou da Lava Jato” graças ao indulto. Diz o sr. Torquato Jardim que haveria apenas 50 condenados definitivos por corrupção no país e apenas um satisfaria os requisitos para ser indultado. Não o vi nominado, mas suspender a aplicação de um indulto a milhares por causa de um – a ser verdade o que afirma Jardim – é o retrato da ideia punitiva que toma conta do Brasil. Quanto à redução da fração de pena cumprida, não é a primeira vez que acontece. No indulto de 2015, exigia-se o cumprimento de um terço da pena para indultar um condenado. Em 2016, esta fração caiu a um quarto para os não reincidentes. Estamos vivendo o direito do “grito” e do moralismo vazio e o jornalismo “embarca” nas manifestações dos “cadeia, cadeia, cadeia” sem ser capaz da objetividade de identificar quem e em quê é beneficiado. E à decisão de Cármem Lúcia, tanto quanto à manifestação de Raquel Dodge (que a pediu), falta a objetividade que deve nortear o exame jurídico. Do contrário, basta o Deltan Dallagnol gritar lá de Curitiba para que nosso sistema judicial, covarde como é, corra a atentende a uma instituição etérea, que não existe no regramento institucional brasileiro mas que é, sem dúvida alguma, a mais “influente” da República: Sua Majestade, a Lava Jato. Via – Fernando Brito – Tijolaço
Gasolina sobe de novo. 30% em seis meses. E o silêncio dos “mileniuns”

Aguarda-se, ansiosamente, que os integrantes do Instituto Millenium, thinktank da direita, promovam protestos contra os preços da gasolina que, com o aumento anunciado ontem (29), atingem 30% desde julho. Dez vezes mais que a inflação do ano inteiro. O Millenium, como alguns devem recordar, promovia aqueles “dias da liberdade do imposto”, nos quais alguns postos iam parar no Jornal Nacional, com os motoristas abastecendo pela metade do preço e prguejando contra o governo Dilma. Agora, com o reajuste de reveillon, os preços aqui no Rio vão bater perto de R$ 5, pois já estavam, segundo a ANP, em R$ 4,54, na média, na semana anterior ao Natal, conforme registra O Globo. Em dezembro de 2014, para grande escândalo da mídia ela subiu 3% e chegou a R$ 3,50 nos postos mais caros da Zona Sul, onde agora está até por R$ 4,90, antes deste aumento. 40% a mais, no preço do mesmo local. E o preço do petróleo, na época, era de 110 dólares por barril, enquanto agora anda rondando os 60 dólares. Mas não há indignação, não há reportagens escandalosas, não há entrevistados vociferando contra o Governo e os impostos. Via fernando Brito – Tijolaço