Adeus ao padre Henrique Munáiz

 – Morreu na manhã dessa quinta-feira (19) o padre Henrique Munáiz Puig, aos 86 anos, pároco da Arquidiocese de Montes Claros –  Confira a nota oficial da Arquidiocese: COMUNICADO DE FALECIMENTO: A Arquidiocese de Montes Claros com pesar, informa o falecimento do Padre Henrique Munáiz Puig de 86 anos ocorrido na manhã de hoje na Santa Casa desse município. O Jesuíta estava com Leucemia Melóide aguda. Natural da Espanha, cidade de Pontevedra, Henrique Munáiz Puig nasceu no dia de Natal, 25 de dezembro de 1930. Veio para o Norte de Minas nos idos de 1965. Desde então, sua missão e dedicação presbiteral foi com o compromisso social. Por onde passou deixou sua marca, a marca do amor ao próximo. Informações sobre o Velório do Padre Henrique: 19 de outubro: Velório 15h às 18h30 (Corpo será velado na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Consolação – Bairro Cintra) em seguida Missa. Endereço da Igreja: Paróquia Nossa Senhora da Consolação – Região Pastoral 4 (Setor Centro) Rua Alagoas, 335 – Cintra Depois da missa, corpo será trasladado para o Centro Educacional Apóstolo São Tiago O MaiorEndereço: Rua Lagoa Capivara, 49, Bairro Carmelo20 de outubro: Missa e Sepultamento Na manhã do dia 20/10 no Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI terá missa de corpo presente e em seguida sepultamento (Horário a ser definido) Provavelmente será enterrado ali mesmo no Carmelo, sonho do religioso.

LATUFF: RATOS BLINDAM TEMER

 – Em um resultado já esperado pelo governo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) pela rejeição da denúncia contra o presidente Michel Temer e dois de seus ministros – Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e Eliseu Padilha (Casa Civil). O parecer de Bonifácio foi aprovado por 39 votos a 26, em linha com estimativa de governistas, que calculavam ter aproximadamente 40 votos no colegiado, e apesar de movimentações de partidos como o PSB para aumentar os votos favoráveis à denúncia. No Palácio do Planalto, a avaliação foi de que o resultado ficou dentro do que era esperado. Inicialmente o governo esperava 41 ou 42 votos favoráveis ao parecer de Bonifácio, mas após as trocas de membros do PSB, passaram a acreditar em um resultado menor. A ordem agora é se preparar para a votação em plenário. “Começa agora o trabalho para que o plenário encerre de vez o caso”, disse um dos auxiliares de Temer. O parecer segue para votação na próxima semana no plenário da Câmara, onde o governo deve vencer. Pode, no entanto, ter mais trabalho para garantir um placar que sinalize que ainda tem força para tocar sua agenda legislativa. Durante a fase de discussão do parecer, a oposição predominou nos discursos, apesar de numericamente inferior à base. É que boa parte dos aliados do governo obedeceu à estratégia de abdicar de suas falas para acelerar o processo e garantir a votação do parecer nesta semana. Além dos integrantes da CCJ e de deputados que não compõem o colegiado, também foi dada a palavra ao relator e às defesas dos três acusados. Em discurso na tarde desta quarta na CCJ, Bonifácio defendeu-se e disse não ter “nada a ver” com o governo. Também afirmou que executa as funções de seu posto a partir de uma abordagem jurídica. “Eu sou relator, não sou líder do governo, não. Não sou ministro do governo, sou membro desta comissão e esta comissão, através de seu presidente, me nomeou relator”, disse. “Eu tenho que agir de acordo com as exigências dessa comissão… exigências de ordem jurídica.” Os advogados de defesa de Temer, Padilha e Moreira também tiveram direito a falar, ocasião que aproveitaram para desqualificar a peça acusatória e a atuação do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, autor da denúncia em análise. Eduardo Carnelós, defensor do presidente, repetiu a estratégia que vem adotando para tentar barrar a denúncia e desqualificou a atuação de Janot, além de afirmar que a peça acusatória foi “forjada”. Na mesma linha, o advogado Daniel Gerber, que representa Padilha, disse que a denúncia oferecida contra seu cliente é “vazia”, produzida a partir de uma atuação “ideológica” do Ministério Público. Gerber afirmou ainda que o Poder Legislativo é alvo de um “massacre”. O advogado Antônio Pitombo, que atua na defesa de Moreira Franco, disse que Janot abusou de seu poder de acusar ao oferecer a denúncia contra Temer e seus auxiliares e defendeu que a Câmara não autorize o prosseguimento da denúncia porque “não se acusa o presidente da República e não se acusa ministro de Estado sem provas e sem indícios de autoria”. Temer, denunciado por participação em organização criminosa e obstrução da Justiça, foi gravado pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, em uma conversa na qual, segundo a Procuradoria-Geral da República, deu aval à compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Essa segunda denúncia contra o presidente também o aponta como chefe de organização criminosa formada por integrantes do PMDB, junto com Padilha e Moreira. A primeira denúncia contra Temer, por corrupção passiva e também feita por Janot com base na delação da J&F, holding que controla a JBS, foi rejeitada pela Câmara no início de agosto. Em referência às falas dos advogados, o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), afirmou que “quem criminaliza a política é quem usa a política para praticar crimes”. Na contramão, o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), afirmou que não há “motivos claros” para o prosseguimento da denúncia, defendeu que a Câmara não pode ser refém de ninguém que “cometa excessos” nem da “vaidade” de procurador ou juiz algum. PRÓXIMOS PASSOS A votação na CCJ seguiu o script, mas a articulação do governo para a deliberação no plenário pode oferecer mais dificuldades. Pelas regras da Constituição, a denúncia só tem prosseguimento se essa for a vontade de 342 deputados. Temer e seus aliados precisam, portanto, trabalhar para que a soma dos parlamentares que votarão contra a denúncia, dos ausentes e das abstenções não chegue a 172. A vitória em plenário é esperada, mas para sair fortalecido o governo terá de levar em conta não só as demandas pendentes de aliados que vinham provocando um mal-estar na relação com a base, mas também terá de contornar recentes choques com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), primeiro na linha sucessória caso Temer seja afastado da Presidência da República. Na mais recente demonstração de que a relação entre Executivo e Legislativo não anda tão bem assim, o presidente da Câmara soltou nota negando que tenha tratado da denúncia com Temer em encontro nesta quarta-feira e pedindo que o autor da divulgação da informação vá “a público dizer por que o fez e com qual intenção”. Em outro momento da nota, Maia afirma que o autor da “falsa versão disseminada pelo Palácio do Planalto precisa repor a verdade dos fatos”. No início da semana, o Planalto já teve que botar panos quentes após um estremecimento no fim de semana envolvendo vídeos da delação do empresário Lúcio Funaro, que integram a denúncia oferecida contra Temer e os dois ministros. Ao tomar conhecimento dos vídeos em matérias do jornal Folha de S.Paulo, o advogado de Temer divulgou uma nota no sábado criticando o que chamou de “vazamentos criminosos”, sem saber que os vídeos estavam no site da Câmara. Maia reagiu chamando o advogado de “incompetente”, forçando-o, a pedido de Temer, a divulgar uma segunda nota esclarecendo

Golpista é convocada para salvar Temer

PSD INDICA RAQUEL MUNIZ, PRÓ-GOLPE, PARA BARRAR DENÚNCIA CONTRA TEMER  – Dono da quinta maior bancada na Câmara dos Deputados, com 39 parlamentares, o PSD vai trocar um de seus quatro integrantes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. O deputado Delegado Éder Mauro (PA) pediu para deixar o colegiado, informou o líder do partido Marcos Montes (MG). No lugar dele, Montes deve indicar a deputada Raquel Muniz (MG), para barrar a segunda denúncia contra Michel Temer, desta vez por organização criminosa e obstrução de justiça. Raquel votou pelo golpe contra Dilma e disse que seu voto “era para mostrar que o Brasil tem jeito e o prefeito de Montes Claros mostra isso com a sua gestão”. No dia seguinte, Ruy foi preso preventivamente pela Polícia Federal acusado de desvios de dinheiro público. Além da saída de Éder Mauro, a bancada do PSD na CCJ deve ter outra movimentação para a votação da segunda denúncia. A favor da continuidade das investigações contra Temer, o deputado Expedito Netto (PSD-RO) não participará da votação da denúncia na CCJ, porque estará em missão oficial no exterior. Segundo Montes, no lugar dele, votará um dos cinco suplentes do partido, provavelmente um contrário à denúncia. Na primeira denúncia contra Temer, por corrupção passiva, o deputado de Rondônia foi substituído na CCJ por Evandro Roman (PSD-PR), que votou pela rejeição da acusação. Na época, os outros quatro integrantes do PSD titulares na comissão votaram a favor de Temer: Delegado Éder Mauro, Domingos Neto (CE), Rogério Rosso (DF) e Thiago Peixoto (GO).

TEMER COMPROU A SALVAÇÃO DE AÉCIO

 – Michel Temer liberou R$ 200 milhões em emendas para salvar o mandato de Aécio Neves (PSDB-MG), na sessão de ontem do Senado Federal. Os dois, como todos sabem, são cúmplices no golpe contra a democracia brasileira, comprado pelo ex-deputado Eduardo Cunha.  A denúncia da compra de senadores foi feita pelo jornalista Josias de Souza, colunista do Uol. “Unido a Aécio Neves por solidariedade política e penal, Michel Temer mobilizou-se para devolver ao senador tucano o mandato, a liberdade noturna e o passaporte. Para virar votos no plenário do Senado, Temer autorizou seus operadores políticos a acenar com a liberação de R$ 200 milhões em emendas orçamentárias”, diz ele. “Não basta a Aécio dizer ‘muito obrigado’. Temer espera receber sua retribuição na Câmara, onde tramita a segunda denúncia da Procuradoria contra ele. Aécio já ajudara a organizar o enterro da primeira denúncia. O Planalto espera que auxilie muito mais no segundo velório. Uma mão lava a outra. Mas o resto permanece sujo. O ruído que se ouve ao fundo é o eco do diálogo vadio que Aécio manteve com o delator Joesley Batista”, afirma o jornalista. Na conversa, Aécio negocia R$ 2 milhões em propinas, que foram entregues a seu primo Fred Pacheco, hoje em prisão domiciliar. Agora, Temer tenta fechar a compra da bancada ruralista liberando a volta do trabalho escravo nas fazendas, com o fim da fiscalização – decisão contestada pela OIT e pela própria secretária de direitos humanos do governo Temer

GOLPISTAS LIBERARAM O TRABALHO ESCRAVO

 O Ministério do Trabalho teve o descaramento de editar uma Portaria que, praticamente, libera o trabalho escravo no Brasil  A crítica foi feita pelo deputado federal Patrus Ananias (PT-MG), em discurso nesta quarta-feira 18 a dirigentes e militantes do MST, acampados diante do Ministério do Planejamento, sobre a recente Portaria 1.129, do Ministério do Trabalho, que favorece a exploração de trabalho escravo. “Se o governo e seus aliados se mantiverem nesse rumo e nesse ritmo de retrocessos em relação aos direitos sociais, brevemente teremos aqui na Câmara um projeto de lei para revogar a Lei Áurea, de 13 de maio de 1888, que aboliu a escravidão”, ironizou o parlamentar. Nesta terça-feira 17, Patrus e o deputado Luiz Couto (PT-PB) apresentaram à Mesa da Câmara projeto de decreto legislativo para sustar os efeitos da Portaria 1.129. Ao justificar sua proposta, Patrus e Couto lembram nota emitida por duas comissões da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em repúdio à iniciativa do governo. A Comissão Pastoral da Terra e a Comissão Episcopal Pastoral de Enfrentamento ao Tráfico Humano acusam o governo de, “numa canetada só”, eliminar “os principais entraves ao livre exercício do trabalho escravo contemporâneo”. E consideram “por demais evidente que a única e exclusiva preocupação do Ministério do Trabalho”, no que chamam de “suja empreitada”, é oferecer um salvo-conduto para que lucre sem limites “um certo empresariado descompromissado com o trabalho decente”. Os deputados petistas propõem que a portaria – editada às vésperas do início da vigência da “reforma” que acabou com direitos trabalhistas – seja sustada para “proteger e preservar a situação de trabalhadores que, em ações da fiscalização do Ministério do Trabalho, sejam encontrados em condições análogas à de escravo”. Patrus Ananias e Luiz Couto também apresentaram requerimento à Comissão de Direitos Humanos e Minoria para que realize audiência pública sobre a Portaria 1.129. Os deputados sugerem que a comissão ouça o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira; o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury; o defensor público-geral federal, Carlos Eduardo Paz; e o presidente da Comissão Pastoral da Terra, dom Enemérsio Lazzaris, entre outras personalidades. Patrus anunciou aos militantes que assumirá no próximo fim de semana o comando da Secretaria Setorial Agrária Nacional do Partido dos Trabalhadores. Candidato de consenso, o deputado mineiro será eleito durante os Encontros Setoriais Nacionais do PT, que serão realizados em São Paulo nos dias 21 e 22, sábado e domingo. No discurso aos sem-terra, mobilizados em 16 estados por orçamento para a reforma agrária, Patrus condenou o desmonte praticado pelo governo contra programas de agricultura familiar e de reforma agrária.

Senado rasga a tanga a favor da corrupção

 – SENADORES SALVAM AÉCIO NEVES, O LADRÃO E LÍDER DO GOLPE –  Apesar das evidências de que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu propinas da JBS, nos vídeos em que são entregues malas de R$ 2 milhões a seu primo Fred Pacheco, o Senado Federal decidiu manter o mandato do parlamentar mineiro  – Por 44 favoráveis, o plenário do Senado decidiu derrubar a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal que afastou do cargo o senador Aécio Neves (PSDB). 26 senadores votaram por manter o afastamento do tucano. Mesmo com as evidências de que Aécio recebeu propinas da JBS, nos vídeos em que são entregues malas de R$ 2 milhões a seu primo Fred Pacheco, a maioria dos senadores optou por devolver o mandato ao principal articulador do golpe parlamentar que arruinou a democracia e a imagem do País. Com a blindagem do presidente nacional do PSDB, Senado se desmoraliza de vez. Leia abaixo reportagem da Agência Brasil sobre o assunto: plenário do Senado decidiu reverter a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e, com isso, pôs fim ao afastamento parlamentar do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que havia sido imposto pelos ministros da Corte no último dia 26. Com os votos de 44 senadores contra a manutenção das medidas cautelares e de 26 favoráveis, os parlamentares impediram o afastamento de Aécio, o seu recolhimento domiciliar noturno e reverteram a obrigação de entregar o passaporte. Não foram registradas abstenções. A votação ocorre após a maioria dos ministros do STF decidir, na semana passada, que o tribunal não pode afastar parlamentares por meio de medidas cautelares sem o aval do Congresso Nacional. No fim de setembro, a Primeira Turma da Corte havia decidido, por 3 votos a 2, afastar Aécio do exercício do mandato ao analisar pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas dos executivos da J&F. Debate Antes de abrir o painel para a votação, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), concedeu a palavra para cinco senadores favoráveis e cinco contrários à decisão do Supremo. Para Jader Barbalho (PMDB-PA), os ministros do STF tomaram uma decisão “equivocada”. “Não venho a esta tribuna dizer que meu voto será por mera solidariedade ao senador Aécio. Com todo respeito a ele, estou longe de aceitar sua procuração ou sua causa. Não estou nesta tribuna anunciando voto em razão do que envolve o senador. Voto em favor da Constituição. Ministro do Supremo não é legislador, não é poder constituinte. Quem escreve a Constituição é quem tem mandato popular”, argumentou. Já o senador Álvaro Dias (Pode-PR) criticou o que classificou de “impasse” surgido a partir do instituto do foro privilegiado. “A decisão do Supremo Tribunal Federal, corroborada pelo Senado, vem na contramão da aspiração dos brasileiros, que é de eliminar os privilégios. Nós estamos alimentando-os. Não votamos contra o senador, votamos em respeito à independência dos Poderes, em respeito a quem compete a última palavra em matéria de aplicação e interpretação da Constituição, que é o Supremo Tribunal Federal”, disse. Antes da votação, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que visitou Aécio nesta terça-feira (17), também defendeu o parlamentar mineiro. “A votação hoje é muito além do caso do senador Aécio, a situação dele terá seguimento no STF, qualquer que seja o resultado. Algumas pessoas imaginam que ele foi julgado hoje em definitivo. Ele continuará sua jurisdição na Suprema Corte. Não há que se falar em impunidade. Isso até é um desrespeito à Suprema Corte. Os ministros do STF vão, a partir dos autos do processo, se isso virar um processo, porque estamos na fase de inquérito, absolver ou condená-lo, de acordo com as provas que tiver nos autos desse processo”, disse. CONFIRA A LISTA DA VERGONHA, COM OS PARLAMENTARES QUE SALVARAM AÉCIO – Na lista abaixo estão os nomes dos 44 senadores que votaram para manter o mandado de Aécio Neves (PSDB-MG) e anular a sanção do STF que determinava o recolhimento noturno do mineiro. Aécio Neves estava afastado temporariamente do mandato desde 26 de setembro. A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o tucano por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base em delações premiadas do grupo empresarial J&F. Ele foi gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista. Veja abaixo a lista e guarde bem os nomes para não esquecer na eleição de 2018: Airton Sandoval (PMDB/SP)Antonio Anastasia (PSDB/MG)Ataides de Oliveria (PSDB/TO)Benedito Lira (PP/AL)Cassio Cunha Lima (PSDB/PB)Cidinho Santos (PR/MT)Ciro Nogueira (PP/PI)Dalirio Beber (PSDB/SC)Davi Alcolumbre (DEM/AP)Edison Lobão (PMDB/DA)Eduardo Amorim (PSDB/SE)Eduardo Braga (PMDB/AM)Eduardo Lopes (PRB/RJ)Elmano Férrer (PMDB/PI)Fernando Coelho (PMDB/PE)Fernando Collor (PTC/AL)Flexa Ribeiro (PSDB/PA)Garibaldi Alves (PMDB/RN)Helio José (PROS/DF)Ivo Cassol (PP/RO)Jader Barbalho (PMDB/PA)João Alberto de Souza (PMDB/MA)José Agripino (DEM/RN)José Maranhão (PMDB/PB)José Serra (PSDB/SP)Maria do Carmo Alves (DEM/SE)Marta Suplicy (PMDB/SP)Omar Aziz (PSD/AM)Paulo Bauer (PSDB/SC)Pedro Chaves (PSC/MS)Raimundo Lira (PMDB/PB)Renan Calheiros (PMDB/AL)Roberto Rocha (PSDB/MA)Romero Jucá (PMDB/RR)Simone Tebet (PMDB/MS)Tasso Jereissati (PSDB/CE)Telmário Mota (PTB/RR)Vicentinho Alves (PR/TO)Waldemir Moka (PMDB/MS)Wellington Fagundes (PR/MT)Wilder Morais (PP/GO)Zeze Perrella (PMDB/MG)   REQUIÃO: SENADO MOSTROU ‘PROFUNDA COMPLACÊNCIA’ COM CORRUPÇÃO – O senador Roberto Requião (PMDB) lamentou, em seu Twitter, a ajuda da maioria de seus colegas ao parlamentar Aécio Neves (PSDB), na noite desta terça-feira. “O senado mostrou profunda complacência e auto complacência com a corrupção”, escreveu o senador paranaense. Com 44 votos, o plenário do Senado salvou Aécio e devolveu ao mineiro direito de exercer mandato de senador, anulando também a sanção do STF que determinava o recolhimento noturno do ex-presidente do PSDB.

Montes Claros completa hoje 185 anos

   – Os pesquisadores Laurindo Mékie e Marcos Fábio afirmam que a instauração do município foi em 1832. Eles explicam que em 3 de julho Montes Claros recebeu o título de ‘cidade’. –  Ao contrário do que a maioria da população acredita, a emancipação político-administrativa de Montes Claros não teria ocorrido no dia 03 de julho de 1857. A data sempre é comemorada pelo poder público e amplamente estudada nas instituições de ensino tanto da rede particular, quanto pública. Mas pesquisadores defendem que, na realidade, vale o registro ocorrido em 1832 quando foi instaurado o município de Montes Claros de Formigas e estabelecidos seus poderes executivo, legislativo e judiciário. Assim, a cidade seria 25 anos mais velha, completando nesta segunda-feira (16) 185 anos. Quem sustenta a tese são os professores da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), Laurindo Mékie Pereira e Marcos Fábio Martins de Oliveira. De acordo com os estudiosos, autores do artigo “A invenção do 03 de Julho em Montes Claros”, o que houve em 1857 foi que Montes Claros recebeu o título de “cidade”, o que não refletiu em mudanças na organização do município. “Não ocorreu qualquer modificação jurídica, política, ou administrativa em virtude deste título. A única mudança foi no nome que passou de ‘Montes Claros de Formigas’ para apenas ‘Montes Claros’, por causa da homônima cidade de Formigas”, explica o artigo publicado em 2003. Para entender a controvérsia, é necessário diferenciar os termos “município” e “cidade”. “A expressão ‘município’ significa a reunião do conjunto composto pela sede, pelas vilas e pelos distritos; ‘cidade’ é apenas o nome dado ao perímetro urbano da sede”, argumenta Mékie. A data 03 de julho ficou consagrada na opinião pública a partir da comemoração do “centenário” de Montes Claros, em 1957. O professor Laurindo Mékie conta que a festa dos cem anos estava inserida em um “contexto de entusiasmo característico do período – o desenvolvimentismo levado a efeito pelo Plano de Metas do Governo Juscelino Kubitschek – e reflete a vitalidade da pecuária local, maior força econômica e braço direito da Prefeitura Municipal na promoção do evento”. De acordo com o artigo, a estratégia visava melhorar a imagem da cidade e atrair investimentos do Estado e da União. Para solucionar o impasse, foi promulgada em 2002 uma lei que estabeleceu o “Dia do Município”, reconhecendo o dia 16 de outubro como data da emancipação político-administrativo de Montes Claros. Mas, as comemorações tradicionais do 03 de julho prosseguem normalmente como o aniversário da cidade. Leia mais: A invenção do 03 de Julho em Montes Claros Laurindo Mékie Pereira, Marcos Fábio Martins de Oliveira ResumoEste artigo discute as controvérsias existentes quanto à data de emancipação político-administrativa do município de Montes Claros. Há, no âmbito municipal, um uso confuso das datas oficiais do município. Praticamente todos os segmentos sociais – entidades de classe, instituições de ensino, empresas estatais e privadas – e os próprios poderes públicos – Legislativo e Executivo – utilizam de forma inadequada conceitos e datas para se referirem a Montes Claros. O objetivo deste texto é contribuir para o esclarecimento da questão bem como analisar as razões históricas da mesma. Com informação do G1 Grande Minas

O PAÍS DA VENEZUELA ESTÁ MAIS MADURO

 – ELEIÇÕES NA VENEZUELA: GOVERNISTAS VENCEM OPOSIÇÃO EM 17 ESTADOS – – Embora seja chamado de “ditador” pela imprensa nacional, que apoiou um golpe parlamentar contra a presidente Dilma Rousseff e contra a democracia brasileira, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, obteve uma importante vitória eleitoral neste fim de semana. Abaixo, reportagem da Sputnik Brasil:Os candidatos governistas do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) venceram na maioria dos estados nas eleições regionais do país.De acordo com os dados preliminares divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral, os candidatos governistas venceram em 17 dos 22 estados.“Estes resultados tem um caráter irreversível após a contagem de 95,8% dos votos”, informou a presidente do Conselho Nacional Eleitoral, Tibisay Lucena.Ela declarou também que a participação da população nas eleições regionais teve um número histórico, contando com uma “inesperada participação” de 61,14% de eleitores.Logo após a divulgação dos primeiros resultados das eleições, a oposição da Mesa de Unidade Democrática (MUD) declarou que considerava as eleições fraudulentas.A oposição havia manifestado anteriormente que esperava vencer em pelo menos 14 estados do país. A expectativa é de que a MUD inicie já nesta segunda-feira uma campanha para denunciar a suposta ilegalidade dos resultados apresentados pelo governo.

É preocupante o silêncio mórbido dos caminhoneiros

 – Buzinas coniventes –    Por Felipe Gabrich Não, não há o que se preocupar com os colares da apresentadora Ana Maria Braga.Afinal, ela é um produto comercial da televisão dos Marinho, que não gostam de Lula.Do molusco não se sabe, mas daquele nordestino analfabeto que se tornou líder sindical e presidente da República por duas vezes.Mas isso não vem ao caso.O que preocupa a opinião pública é o silêncio mórbido dos caminhoneiros do País.Aqueles mesmos.Que fizeram badernas mis e paralisaram o tráfego de carga pesada nas principais rodovias do território nacional.Corria o ano da graça de 2016.Diziam os bravos caminhoneiros estarem protestando contra a alta de preços do diesel, pela tarifa única dos fretes e por um salário nacional unificado da categoria.A opinião pública até compreendeu e achou justas as reivindicações da categoria.No fundo, no fundo, no entanto, como ficou provado com o passar dos dias, os profissionais do volante estavam apenas se acumpliciando com os partidos de oposição à época que esbravejavam pedindo o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.Neste ano, sob a égide de um governo golpista, o preço do óleo diesel disparou.Os aumentos de preços são semanais.O preço do frete acompanhou os aumentos do combustível.Ainda não se implantou o salário unificado.Cadê as paralisações violentas?Desconfia-se, por isso mesmo, que em 2016 não houve movimento de paralisação da categoria.Quem fez arruaça e vandalismo nas estradas foram os simpatizantes pagos pelos líderes do golpe político que estava por vir.Por essa razão, não há por que afligir-se com os colares de uma apresentadora de televisão que faz o que o patrão manda.Até mesmo vestir-se de palhaço. *  Felipe Gabrich é jornalista e colunista do EM CIMA DA NOTÍCIA

STF tem obrigação moral de anular o golpe

 – O golpe contra a presidente Dilma Rousseff e contra a própria democracia brasileira foi comprado por Eduardo cunha – Com a revelação feita pelo delator Lúcio Funaro de que Eduardo Cunha lhe pediu R$ 1 milhão para comprar votos de deputados pró-impeachment, confirma-se agora o que todos já sabiam: o golpe contra a presidente Dilma Rousseff e contra a própria democracia brasileira foi comprado – o que rebaixa o Brasil ao nível mais baixo de degradação institucional e moral; com isso, cabe agora ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, desengavetar o recurso apresentado pelo advogado José Eduardo Cardozo, que defende Dilma e pede que o STF analise o mérito do caso; compra de votos comprova o desvio de finalidade e deveria servir para devolver ao Brasil a democracia roubada.  – A democracia brasileira foi roubada por Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, hoje condenado a 15 anos de prisão, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. A revelação foi feita pelo delator Lúcio Funaro, que o acusa de pedir R$ 1 milhão, na reta final do impeachment, para comprar mais votos de deputados contra a presidente deposta Dilma Rousseff . Com essa revelação, confirma-se agora o que todos já sabiam: o golpe contra a presidente Dilma Rousseff e contra a própria democracia brasileira foi comprado – o que rebaixa o Brasil ao nível mais baixo de degradação institucional e moral. Cabe agora ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, desengavetar o recurso apresentado pelo advogado José Eduardo Cardozo, que defende Dilma e pede que o STF analise o mérito do caso. Segundo Cardozo, houve evidente desvio de finalidade e Cunha só aceitou a fragilíssima acusação por “pedaladas fiscais”, porque não foi salvo pelo PT no conselho de ética – o que já foi confessado até por Michel Temer, beneficiário do golpe. A compra de votos reforça os argumentos de Cardozo e deveria servir para devolver ao Brasil a democracia roubada. Com a palavra, o ministro de Temer, Alexandre Moraes.