Fachin leva ao plenário do STF prisão de Aécio

– O ex-senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi afastado do mandato nesta madrugada, pode ser preso ainda hoje O procurador-geral Rodrigo Janot pediu a prisão de Aécio ao relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. O ministro decidiu afastar Aécio do mandato e levará o pedido de prisão ao plenário da corte, numa sessão que ocorrer ainda nesta quinta-feira. Aécio liderou o golpe parlamentar que destruiu a economia brasileira, arrasou a imagem internacional do Brasil e deixou milhões de desempregados. Na ação controlada da Polícia Federal, ele foi flagrado pedindo propina de R$ 2 milhões em propina à JBS, prometendo, em troca, uma diretoria da Vale O dinheiro foi entregue à família Perrela, dona do Helicoca, um helicóptero apreendido com 500 quilos de cocaína, caso que agora poderá ser esclarecido.
O fim do melancólico de um jagunço

– O Brasil escapou de ser governado por um jagunço em 2014 – O mesmo jagunço que arquitetou um golpe, se aliou a uma corja e que agora conta os dias para ir para a cadeia. A cena descrita na gravação de meia hora, feita no dia 24 de março no Hotel Unique, em São Paulo, quando Aécio Neves pediu 2 milhões de reais ao dono da JBS, é a seguinte, segundo o Globo: O empresário quis saber, então, quem seria o responsável por pegar as malas. Deu-se, então, o seguinte diálogo, chocante pela desfaçatez com que Aécio trata o tema: — Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança — propôs Joesley. — Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho — respondeu Aécio. Frederico Pacheco de Medeiros, o Fred, foi diretor da Cemig, nomeado por Aécio, e um dos coordenadores de sua campanha a presidente em 2014, na área de “logística”. Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Isso em março. Aécio Neves já estava enrolado até o pescoço em delações. E mesmo assim, mesmo assim, ele delinquiu — com a cumplicidade da eterna primeira irmã Andrea Neves. Por quê? Porque é assim que ele opera, sempre operou e sempre vai operar. É de sua natureza. É esse o homem que não aceitou o resultado das urnas, atirou o Brasil no caos e foi engolido por ele. É esse o homem que insuflou os fascistas de uma extrema direita indigente, cujos dejetos ainda vão nos assombrar por muito tempo. É esse o homem que, blindado por uma mídia tão corrupta quanto ele, chegou tão longe. A mesma mídia que, agora, o entrega aos cães porque a fila anda. A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em sua casa no Rio e no Senado. O comparsa Zezé Perrella, do Helicoca, também foi alvo da operação. O STF autorizou a prisão de Andrea. Ela estava fora do Brasil e a Interpol foi acionada. Um jagunço. Que tenha o fim reservado aos jagunços. Antes que fuja. Por Kiko Nogueira
Papuda será a nova casa de Andea Neves

– IRMÃ DE AÉCIO, QUE ESTÁ NO EXTERIOR, SERÁ PRESA AO RETORNAR PARA O BRASIL O Complexo Penitenciário da Papuda será a nova casa da papuda – A Justiça Federal expediu mandado de prisão contra Andrea Neves, irmã do ex-senador Aécio Neves (PSDB-MG). A operação da Polícia Federal, que também cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Andrea e Aécio. Andrea Neves, porém, encontra-se fora do país, em Londres, e deve ser presa ao regressar para o Brasil. Até o momento, os investigadores confirmam que duas presas foram presas até o momento: um procurador da República que atua junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o advogado Willer Tomaz, ligado ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi preso e condenado a mais de 15 anos de prisão na Operação Lava Jato. Aécio, que foi citado em várias delações premiadas no âmbito da Lava Jato, foi gravado pelo empresário Joesley Batista, do grupo JBS, pedindo R$ 2 milhões no decorrer das investigações. O dinheiro foi rastreado até chegar ao senador Zezé Perrela (PSDB), apontado como intermediário da propina pedida por Aécio.
Tem que ser um que a gente mate antes de fazer delação

Segundo matéria do jornal O Globo, Aécio Neves faz uma exigência sobre a pessoa recebedora da propina. O dinheiro seria usado para pagar a defesa do senador mineiro justamente nos processos da Lava Jato nos quais ele é implicado. – Gravações feitas por Joesley e Wesley Batista, donos do frigorífico JBS Friboi, revelam que Michel Temer deu aval para o pagamento de propina para Eduardo Cunha – uma forma de comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados. Os empresários também gravaram o senador Aécio Neves – o parlamentar tucano pediu R$ 2 milhões em propina. No entanto, o aspecto mais assustador das gravações é uma fala de Aécio. Segundo matéria do jornal O Globo, Aécio faz uma exigência sobre a pessoa recebedora da propina: “Tem que ser um que a gente mate antes de fazer delação”. O dinheiro seria usado para pagar a defesa do senador mineiro justamente nos processos da Lava Jato nos quais ele é implicado. Aécio diz: “Vai ser o Fred, com um cara seu [Joesley]. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho”. O Fred a quem Aécio se refere é Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Neves e ex-diretor da Cemig – Medeiros foi um dos coordenadores da campanha do tucano a presidente em 2014. Aécio foge do plenário ao saber que foi gravado pedindo propina“Aécio Neves estava no plenário do Senado quando soube que foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista, dono da JBS. Olhou o celular, ficou lívido e deixou o prédio, apressado”, informa o jornalista Lauro Jardim; Aécio entra para a história como o derrotado que, ao não aceitar o resultado das urnas, jogou o Brasil na maior crise de sua história e que morre, como corrupto, nos últimos capítulos Propina de Aécio foi paga a Perrella, dono do helicoca O senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi gravado pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, pedindo R$ 2 milhões. Segundo denúncia feita pela Globo na noite desa quarta-feira 17, o dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, em cena filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o dinheiro e descobriu que ele foi depositado numa empresa do senador Zezé Perrella (PSDB-MG). A família de Perrella é dona do helicóptero com cocaína encontrado com 445 kg de cocaína no Espírito Santo, e que ganhou o apelido de helicoca. O jornal O Globo informa que em duas oportunidades em março desse ano, Joesley conversou com Michel Temer e com o senador tucano levando um gravador escondido. Os irmãos Joesley e Wesley Batista foram hoje ao STF fazer as denúncias ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte.
Partido de Marina protocola impeachment de Temer

O deputado federal Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou na noite desta quarta-feira, o primeiro pedido de impeachment contra o presidente – Após uma delação bomba contra Michel Temer, o deputado federal Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou na noite desta quarta-feira 17 o primeiro pedido de impeachment contra o presidente. Temer foi flagrado em uma ligação incentivando o empresário Joesley Batista, da JBS, a pagar uma mesada ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para que ele ficasse em silêncio na prisão. A gravação já foi entregue por Joesley ao STF. “Agora a bola está com Rodrigo Maia”, disse Molon, em referência ao presidente da Câmara, que é encarregado de aceitar ou rejeitar o pedido e criar uma comissão para discutir o documento. “Não há outra saída que não a cassação”, defendeu Molon, que também pede eleições diretas: “Não há a menor condição de este Congresso escolher o próximo presidente da República, essa decisão tem que ser do povo”.
JBS delata Temer, Aécio e compra o silêncio de Cunha

Gravações mostra Michel Temer dando aval para a compra do silêncio de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara e deputado cassado, hoje condenado e preso; E Aécio Neves (PSDB-MG) pedindo R$ 2 milhões a Joesley, onde o dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal, segundo denúncia feita pela Globo, é a maior prova de corrupção deste País. E nenhum coxinha bateu panela. 247 – Donos da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista fizeram nesta quarta-feira 17 uma denúncia explosiva ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, noticiou a Rede Globo. Os empresários disseram ter gravações de Michel Temer dando aval para a compra do silêncio de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara e deputado cassado, hoje condenado e preso. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) também foi gravado, pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, em cena filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o dinheiro e descobriu que ele foi depositado numa empresa do senador Zezé Perrella (PSDB-MG). Segundo reportagem do Globo, “os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril”. Em duas oportunidades em março, Joesley conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido. A delação dos irmãos Joesley tem ainda um histórico de propinas pagas a políticos nos últimos dez anos.
Capoeira – A psicoterapia corporal dos oprimidos

Livro sobre capoeira promete acirrar o debate sobre a arte-luta – O jornalista João Figueiredo estará lançando na próxima sexta-feira (19) o livro: “Capoeira – A psicoterapia corporal dos oprimidos”. O evento será no Colégio Marista São José de Montes Claros, a partir das 19 horas. O livro promete acirrar o debate entre os capoeiristas uma vez que trata de temas pouco discutidos entre eles, tais como o papel político da capoeira no contexto em que ela surgiu e na atualidade, a política do corpo, a marginalização da sua prática no passado e atualmente, a atração que ela exerce especialmente nas pessoas que são vítimas das desigualdades sociais, o efeito terapêutico da capoeira e as relações de poder entre seus praticantes. Entrevistado, o autor declarou o seguinte: “O livro surgiu a partir de alguns debates que já vínhamos fazendo e, especialmente, a partir da publicação de um artigo nosso sobre o tema principal que é a busca inconsciente do capoeirista pela solução dos seus conflitos íntimos e, consequentemente, por paz interior, ao praticar a capoeira. É pela sensação de bem-estar que o praticante sente ao mergulhar no universo da roda, deixando de lado todos os seus problemas, que nos permite ousar afirmar que a capoeira funciona como uma modalidade de psicoterapia corporal para quem a pratica, e a sua prática originalmente sempre foi própria das pessoas que sofrem os efeitos das desigualdades sociais, embora muita gente de classe média e classe média alta a pratica atualmente.”
Marina Silva é a favor das reformas de Temer

MARINA DIZ QUE VOTARIA A FAVOR DAS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA SE FOSSE PARLAMENTAR E CAUSA MAL-ESTAR NA REDE Até hoje sem se posicionar sobre as reformas do governo Temer, a ex-senadora Marina Silva, candidata à presidência em 2010 e 2014, afirmou nessa segunda-feira 15 que, se fosse parlamentar, votaria a favor das propostas de reforma da Previdência e trabalhista Ela acrescentou que trabalharia para corrigir algumas “arbitrariedades” existentes nos textos, em entrevista ao Broadcast Político. Ela concorda, por exemplo, com as idades mínimas de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres e é contra o tempo mínimo de contribuição de 25 anos para se aposentar. Na entrevista, Marina afirmou também que PT, PMDB e PSDB estão juntos em um movimento para “arrefecer” a Operação Lava Jato. Leia aqui a íntegra. – As declarações feitas pela ex-senadora Marina Silva (Rede), levaram a uma insatisfação entre os membros da legenda. Enquanto Marina se declarava a favor das mudanças rejeitadas por mais de 90% dos brasileiros, a Rede se mobilizava para que a base do partido no Congresso vote de forma contrária ao desejo do governo.
Temer não é audacioso, e sim oportunista

LE MONDE: BRASIL COMPLETA UM ‘ANO HORRÍVEL’ DE TEMER NO PODER O jornal Le Monde desta terça-feira, 16, traz uma reportagem de página inteira sobre a situação política do Brasil; em texto de uma página, o jornal diz que Temer “tem dificuldade para impor sua legitimidade”; “Desconfortável, ele foge desse ‘povo’ que gostava tanto de Lula. Impopular, ele evita as cerimônias públicas, com medo de ser vaiado”; jornal francês diz que um ano após a saída de Dilma do poder, a recessão e o desemprego continuam destruindo o país, enquanto os escândalos de corrupção, que não poupam nenhum partido, provocam um vazio político; “Um espaço deserto que apenas Lula consegue ocupar”, apesar das acusações de corrupção que também o atingem, analisa o texto Rádio França Internacional – O jornal Le Monde que chegou às bancas na tarde desta terça-feira (16) traz uma reportagem de página inteira sobre a situação política do Brasil. Com a chamada de capa “O ano horrível de Temer”, a correspondente do vespertino em São Paulo faz um balanço do mandato desse “chefe de Estado acidental” que, segundo o texto, mergulha o país em uma profunda desordem. Um ano após ter substituído a presidente de esquerda Dilma Rousseff, Michel Temer, que é “motivo de chacota por seu excesso de solenidade, tem dificuldade para impor sua legitimidade”, explica o jornal. “Desconfortável, ele foge desse ‘povo’ que gostava tanto de Lula. Impopular, ele evita as cerimônias públicas, com medo de ser vaiado”, continua o vespertino. Para explicar esse contexto, a correspondente traça um perfil do atual presidente, lembrando que ele “representa melhor que ninguém a elite paulista”. O texto qualifica Temer, ex-presidente da Câmara dos deputados e professor de direito constituicional de refinado, erudito, fã de poesia, e que usa sempre um vocabulário preciso. “Um aristocrata, que representa o oposto de Lula, o ‘pai dos pobres’, querido dos mais humildes e que adora pontuar seus discursos com metáforas futebolísticas”, compara. Do lado político, Le Monde explica que o atual chefe de Estado é um especialista das negociações entre partidos, das alianças e das intrigas. Segundo o vespertino, Temer não é audacioso, e sim oportunista. Ao sentir que a rua começava a protestar contra Dilma, ele se afastou da presidente, se isentando de qualquer responsabilidade nos erros da então chefe de Estado, explica o texto. “Traidor para alguns, salvador da Pátria para outros, Temer prometeu, em seu primeiro discurso, reconciliar um Brasil castigado pelo impeachment. Mas seus primeiros passos foram apocalípticos”, lembra a correspondente, frisando que o governo do novo presidente era composto apenas por homens, brancos e idosos, projetando uma imagem ultrapassada. Sem esquecer a polêmica tentativa de acabar com o ministério da Cultura e suas declarações desastrosas sobre as mulheres, que irritaram os feministas, enumera o texto. Mês após mês, a magra popularidade do presidente desmorona ao ponto de se aproximar de sua antecessora, constata a correspondente, lembrando que os muros das grandes cidades estão repletos de pichações “Fora Temer”. Mesmo assim, o chefe de Estado não parece se incomodar, comenta a reportagem. Ele se sentiria apoiado pelo mundo dos negócios de direita para implementar seu impopular programa de reformas estruturais, como a da aposentadoria ou ainda o congelamento dos gastos públicos do país, continua o texto. A reportagem lembra que Temer não pretende se candidatar em 2018 e explica que um ano após a saída de Dilma do poder, a recessão e o desemprego continuam destruíndo o país, enquanto os escândalos de corrupção, que não poupam nenhum partido, provocam um vazio político. “Um espaço deserto que apenas Lula consegue ocupar”, apesar das acusações de corrupção que também o atingem, analisa o texto. Leia na íntegra reportagem do Le Monde.
Tarja preta contra as reformas de Temer

Na abertura do Brasileirão, jogadores entram em campo protestando contra as reformas do governo – Atletas do Corinthians, Flamengo, Atlético Mineiro e Internacional de Porto Alegre realizaram um protesto inusitado na abertura do Campeonato Brasileiro de Futebol (Brasileirão) 2017. Contra a reforma trabalhista proposta pelo governo de Michel Temer, eles usaram tarja preta. Rodriguinho, do Corinthians, parece pedir aos céus que barrem a reforma trabalhista (Foto: Alex Silva/Estadão) “A reforma trabalhista quer parcelar as férias, o descanso semanal, entre muitos outros direitos”, diz Carlos Rogério Nunes, secretário de Políticas Sociais, Esporte e Lazer da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). “Muito bom ver que os jogadores dos clubes da elite do futebol entram nessa luta para barrar esse projeto, que acaba com a Consolidação das Leis do Trabalho e retrocede para décadas passadas”, complementa. Orientados pela Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fepaf), os jogadores criticam a retirada de inúmeros direitos da classe trabalhadora. Mencionam a possibilidade de os patrões parcelarem suas férias e até o descanso semanal remunerado, dividindo em 12h cada descanso. D’Alessandro, do Internacional, comemora seu gol na vitória contra o Londrina, pela série B (Foto: Ricardo Duarte) “Modificação na estrutura do direito de arena, parcelamento de férias, repouso semanal remunerado em 2 períodos de 12 horas, fim do recesso coletivo do calendário e insegurança contratual estão nas propostas de mudança que tramitam no Congresso Nacional e causam revolta na categoria”, afirma comunicado da Fepaf. Segundo a própria Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no ano passado atuavam no Brasil 28.203 jogadores profissionais de futebol. Sendo que somente 1.106 ganham acima de R$ 5 mil por mês e 82% recebiam menos do que R$ 1 mil, pouco mais que um salário mínimo. Atletas do Flamengo e Atlético Mineiro com a tarja preta do protesto (Foto: Pedro Martins/MoWa Press) “A reforma trabalhista liquida com direitos fundamentais da classe trabalhadora, prejudicando o decanso de que necessitamos para repor as energias. Certamente, essas propostas aumentarão os adoecimentos (leia mais aqui) e o tempo disponível para a família, o lazer, a cultura e para a prática esportiva”, acentua Nunes. Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy