Mais uma prova da fraude da reforma do triplex, que condenou Lula

Bancário visitou o triplex atribuído a Lula e tirou fotos que comprovam a farsa.  Por Joaquim de Carvalho – DCM O bancário aposentado Manuel Meneses, de Salvador, Bahia, fez o que a velha imprensa deveria ter feito: visitou o triplex que Sergio Moro atribui a Lula antes que ele fosse vendido e fez registros em fotos e vídeos. A conclusão dele e de qualquer pessoa honesta que veja as fotos é: o triplex não teve nenhuma reforma digna desse nome. Manuel Meneses não é filiado a partido político, mas sempre aparece em causas de interesse público na sua região. Também é um homem antenado com as questões de seu tempo. Acaba de voltar de uma viagem à África, onde conheceu pessoas e monumentos que ajudam a contar a história de Nélson Mandela. Manuel não é rico, se aposentou como funcionário da Caixa, é formado em Direito e Psicologia e aplica seu dinheiro com expedições de interesse histórico. Foi o que viu no caso do triplex e apresentou-se ao leiloeiro como um interessado na compra do imóvel. Fez o depósito de R$ 1.000,00 (reembolsado) e marcou uma visita, às vésperas do encerramento do pregão ordenado pelo juiz Sergio Moro. Pegou um avião em sua cidade, desceu no aeroporto de Guarulhos. Foi de ônibus até o Guarujá e, na rodoviária, pegou um táxi até o triplex. Para não ter despesa com hotel, marcou a passagem de volta para o mesmo dia. Ao chegar ao triplex, teve que esperar algumas horas porque, apesar do agendamento, não havia ninguém para recebê-lo e abrir a porta do apartamento. “Eu soube que ninguém tinha visitado o triplex, não havia nenhum interessado. O funcionário do leiloeiro abriu a porta e me deixou sozinho no apartamento. Eu tive tempo para olhar à vontade e vi que não era nada daquilo que a imprensa escrevia, sem mostrar, apenas dizia o que os procuradores falavam. Uma farsa”, afirma. Para começar, o elevador. “Quando se falava em elevador privativo, imaginava que fosse algo que levasse da garagem ao apartamento, mas não. É um elevador que leva de um piso a outro no tal triplex, como esses elevadores para cadeirante. Uma coisa mixuruca, que não custa muito”, disse. “Vi ainda que o piso que teria sido trocado não é porcelanato de primeira linha, é um piso de segunda linha. Não é o pior, mas também não é o de primeira linha. Fiquei pensando: um ex-presidente pode morar num lugar mais bem arrumado”, destacou. Se a reforma era propina, pensou Manuel, Lula teria que ser o corrupto mais sem-vergonha do planeta. ”Deixaria roubar a Petrobras em troca de algo assim? Não faz sentido”, disse. Viu ainda no apartamento um fogão velho, uma geladeira, um escritório improvisado, beliches, uma piscina com tamanho de uma banheira — “duas braçadas e você chega de uma ponta a outra”. Também ficou escandalizado com os armários embutidos. “Tudo madeira compensada, MDF, algo assim, uma porcaria, um “Minha Casa, Minha Vida”, com todo respeito por quem mora no “Minha Casa, Minha Vida”, mas Lula, por ser um líder mundial, poderia ter algo melhor, ainda mais em se tratando, como diz o juiz Moro, propina em troca de contratos milionários da Petrobras. Não faz sentido”, disse ele, com ênfase na expressão “Não faz sentido”. Para não ter dúvida de que seus olhos não o estavam enganando, soube que havia outro apartamento à venda no condomínio e pediu para ver. Não é um triplex, mas permite concluir, quando comparados, que recebeu reforma. A cozinha tem pastilhas em vermelho e preto, os quartos, com camas, foram decorados. A varanda tem vidros blindex — no triplex da OAS, que Moro atribuiu a Lula, os vidros da varanda são comuns, assim como as estruturas de alumínio. “Aquilo sim era reforma. O apartamento estava um brinco, muito superior ao que o juiz Moro atribuiu ao ex-presidente da república”, comentou. Manuel também constatou que o prédio construído pela OAS é simples, com uma academia de ginástica modesta e uma piscina coletiva pequena, que não oferece nenhuma privacidade. Com a popularidade que tem, Lula jamais poderia frequentar um lugar assim. Manuel voltou para Salvador convicto da farsa e de que não haveria lance para o leilão. “Aquilo não vale 2,2 milhão de reais”, pensou. Ficou surpreso quando uma pessoa o arrematou e achou estranho. Quando soube que o imóvel tinha sido comprado por um sócio do primo de Geraldo Alckmin, candidato a presidente pelo PSDB, viu a luz amarela acender. O comprador, citado em escândalos de corrupção em Brasília e dono de uma offshore que aparece no caso de lavagem internacional de dinheiro Panamá Papers, é Fernando Costa Gontijo, proprietário do Jornal de Brasília. “Quem comprou pode fazer uma reforma de verdade e fazer desaparecer os vestígios da farsa. Por que alguém compraria o imóvel por um valor superior ao que vale? Não faz sentido, a menos que haja outros interesses”, disse. Pelo sim, pelo não, ficou ainda mas satisfeito por ter feito o registro fotográfico do triplex atribuído ao Lula. “O mundo precisa saber que tudo o que foi noticiado pela imprensa é farsa, processo do triplex é farsa. Realizei o trabalho de jornalismo investigativo que o o grupo, que eu chamo GEIVEF – Globo, Época, IstoÉ, Veja, Estadão e Folha — não fez”. Veja as fotos:   Agora veja três fotos de um apartamento reformado, no mesmo prédio, sem nenhuma relação com Lula. Não é nada luxuoso, mais muito mais apresentável, evidência de que houve de fato reforma:   As fotos de áreas comuns do condomínio: o elevador pequeno e simples, piscina devassável, vagas na garagem pequenas e apertadas e uma academia bem simples: Lula, por ter sido presidente da república, poderia ter algo melhor:

UNE promete voltar às ruas por eleições democráticas e Lula Livre

 A União Nacional dos Estudantes (UNE) encerrou neste domingo (22), em São Paulo, o 66º Conselho Nacional de Entidades Gerais (Coneg) prometendo tomar as ruas nos próximos meses por eleições democráticas e pela libertação do ex-presidente Lula. Para dar uma pequena mostra do que virá por aí, a UNE promoveu hoje um protesto em frente ao escritório da Presidência da República na Avenida Paulista. Estudantes de várias partes do país levaram ‘abacaxis’ nesta tarde, na Paulista, para denunciar os criminosos cortes no orçamento da Educação. A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, reforçou no encerramento do encontro a importância da unidade em defesa da libertação do ex-presidente Lula, preso político desde o dia 7 de abril. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e o presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, também participaram do ato político da UNE. Veja aqui como foi a manifestação em frente ao escritório da Presidência da República, em São Paulo.

Augusto Nardes, o canalha do TCU, sub-pedalou compra de fazenda

 Foi esse Tribunal das Contas que derrubou Presidenta honesta  – Nardes, do TCU: homem das pedaladas caiu da bicicleta – Por Fernando Brito, do Tijolaço Dá a coluna de Lauro Jardim, em O Globo, que a ação de busca e apreensão realizada na casa de Augusto Nardes, ministro do TCU que acusou a ex-presidenta Dilma Rousseff pelas tais “pedaladas fiscais” – que, afinal, não eram coisa alguma – encontrou uma “escritura de gaveta” que trata da compra de uma fazenda próxima a Brasília por R$ 3,5 milhões de reais. A transação consta na declaração de bens apresentada à fazenda pelo “pedaleiro” como sendo no valor de R$ 400 mil. Diferença, portanto, de R$ 3,1 milhões. Justamente o valor dos depósitos que a Polícia Federal encontrou nas contas dos devedores, carreados por intemédio de Luiz Carlos Velloso, ex-auxiliar, na secretaria de Transportes do Rio de Janeiro, da trinca Sérgio Cabral, Pezão e Júlio Lopes, deputado do PP e vice-líder do governo Temer. Não é irônico, é nojento que um desqualificado que, ministro da Corte de Contas públicas, um sujeito roube desta maneira e se atreva a sugerir que, sem provas ou motivos, uma mulher honesta seja derrubada do governo que conquistou pelo voto. Mas o Brasil desta gente é assim mesmo: repugnante. Nardes, o das pedaladas, vai cair da bicicleta. Mas é pouco para quem ajudou a jogar o Brasil no pedrisco do autoritarismo.

As primeiras fissuras no Centrão que podem detonar Geraldo Alckmin

 Nem tudo são flores no arraial de Gerlado Alckmin (PSDB), que afirma ter recebido em bloco apoio do Centrão. Na política real, o bicho está pegando para o lado do tucano. O primeiro a não confirmar participação na frente de direita de Alckmin foi Josué de Alencar (PR), por meio de nota. Agora é a vez de Paulinho da Força (SD) se rebelar sob o pretexto de que o ex-governador de São Paulo não flexibiliza o discurso sobre a reforma trabalhista. Quanto a Josué, filho do saudoso ex-vice-presidente José Alencar, na chapa de Lula, ele também recebeu proposta para a vice de Fernando Pimentel (PT) em Minas Gerais. Já Paulinho da Força ameaça reabrir conversa com o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), o que retiraria sua respiração dos aparelhos. Na macro política, isto é, na disputa presidencial, Ciro voltou a ser uma opção para a vice do PT. O jogo ainda está sendo jogado e só acabará no próximo dia 15 de agosto, quando se darão os registros das candidaturas. Até lá, muita especulação. Via Blog do Esmael.   Centrão não é centrão. É direitão!Quem disse que tempo de tevê ganha eleição? Conversa Afiada – Paulo Henrique AmorinDiz a Fel-lha que “Centrão desiste de Ciro Gomes, apoia Alckmin e dá fôlego eleitoral a tucano”. “Cúpulas do DEM, PP (o partido mais corrupto do Brasil – PHA), PR (do Valdemar Costa Neto – precisa desenhar? – PHA) SD (do Pauzinho do Dantas – PHA) e PRB levarão acordo para diretórios estaduais antes do anúncio oficial” Com isso, o tempo de tevê do santo do Alckmin passa de 1 minuto e 18 segundos para 4 minutos e meio, quase 40% de toda a fatia da disputa. O PT tem 1 minuto e 31 segundos e Ciro, 28 segundos. O Centrão foi para onde deveria estar: na Direita. A rigor, sua trajetória o levará, com a cúpula da Confederação Nacional da Indústria – leia “Bolsonaro vai ganhar. Desunidos perderemos” -, cedo ou tarde, para o colo do Bolsonaro. Alckmin pode ter 24 horas de tempo de tevê. Que não se livrará da marca do PSDB: um partido historicamente corrupto, agora exposto pelas roubalheiras do Careca, o maior dos ladrões, do Mineirinho e desse cunhado que é uma fera. E quem disse que o tempo de tevê vai decidir a eleição? Foi-se a era da super-produção dos marqueteiros endinheirados. A tevê aberta tem a credibilidade do Galvinho, que vendeu uma seleção que não existia. A eleição será decidida também por novos mecanismos que ainda se conhecerão. Um deles são os 127 milhões de usuários de Facebook. E mais os do Instagram, YouTube, etc., etc., etc. Essa eleição é sem precedentes em muitos aspectos – a começar pela prisão do Lula… Um deles será a forma de propaganda eleitoral. De difusão da campanha – dos homens, mulheres e das ideias. A Lava Jato não apenas prendeu o Lula. Ela fez com que o Sol girasse em torno da Terra. E Moro pagará por essa heresia. PHA

Tchau, querida! Nassif explica como o discurso do ódio põe fim à Veja

JORNALGGN: DISCURSO DE ÓDIO MATOU A ABRIL  O jornalista Luís Nassif, em excelente artigo em seu blog, detalha os motivos que estão levando Veja à morte. Ele atribui o fim da Abril a erros estratégicos de Roberto Civita e ao discurso do ódio de um tipo de jornalismo de esgoto. – “O primeiro lance foi se valer do estilo jornalismo de esgoto para infundir medo e abrir portas. Ali mostrou seu talento de captador das tendências da mídia norte-americana, ao perceber – mais do que qualquer outro grupo brasileiro – o potencial do discurso do ódio, da criação de um inimigo para a classe média, que legitimasse todas as jogadas comerciais possíveis”, testemunha Nassif. De acordo com Nassif, Veja se antecipou aos demais veículos na exploração desse mercado de esgoto. E ganhou um poder de influência absoluto. “A capa da Veja, contra o desarmamento, foi um marco da inauguração do pior momento da história da mídia brasileira. Nos meses seguintes, o discurso de ódio foi introduzido por Tales Alvarenga, um ex-diretor da revista, de baixo calibre, mas que trabalhava diretamente com Roberto. Com a onda pegando, outros veículos seguiram o touro-guia e vários personagens se apressaram a atender a demanda por ódio criada.” Para Nassif, o fenômeno dos blogs contribuiu para o fim de Veja. “Cada tacada da Abril se espalhava pela Internet, ajudando a erodir dia a dia sua credibilidade”, analisa. Na abertura do artigo, Luís Nassif conta que iniciou na Veja em 1970, portanto, ele credibilidade quando afirma que a “Veja vai sangrando um pouco mais lentamente, mas deixando plantadas as sementes de ódio que ajudaram a destruir um país que parecia promissor.” Leia a íntegra do artigo de Luís Nassif, originalmente publicado em seu blog.

Se não estuprarem a lei, Lula estará na propaganda eleitoral na TV

 Não podia, nem com a má vontade tradicional do Judiciário para com Lula o destino da ação que pedia a decretação ‘antecipada’ da inelegibilidade do ex-presidente, como, desde o início, já se apontou aqui. A decisão de Rosa Weber de “não conhecer da ação” – traduzindo, mandar para o lixo – do tal Kim Kataguiri pedindo que Lula tivesse antecipadamente negado o direito de ser candidato – ao menos até que se indefira, e definitivamente, o seu registro – traz, porém, uma interessante questão a ser tratada na Justiça. Se o Judiciário reconhece-lhe o direito de ser pré-candidato e, até, candidato, até que se (e se) negue definitivamente o registro de sua candidatura, que pode ser feito até 15 de agosto, como impedi-lo de, enquanto for candidato, fazer camapanha em condições de igualdade com outros, naquilo que não interferir com a (absurda) detenção provisória (sim, porque não está condenado com trânsito em julgado e, constitucionalmente, não é considerado culpado) em Curitiba? A deformação do Direito, produzida pela decisão do STF ao decidir que a execução da pena “pode” ser feita a partir da condenação em 2ª instância (e sempre pôde, desde que houvessem razões de ordem pública ou de garantia do processo penal), decisão que foi transformada pelo TRF-4, ao decidir que ela “deve” ser executada, independentemente de fundamentação, criou este absurdo: Lula pode ser candidato, mas não pode agir como candidato. Imaginemos o seguinte: a Justiça Eleitoral recebe, no dia 15 de agosto, o pedido de registro de Lula. A partir daí, os partidos ou candidatos que quiserem impugná-lo têm cinco dias para propor uma Ação de Impugnação de Registro de Candidatura (art. 3° da lei 64/90). Mesmo valendo a impugnação anterior à publicação do edital de candidatos com registro pedido, como já decidiu o TSE, abre-se um prazo de sete dias para a contestação do impugnado (art. 4°). Mesmo que se “pule” o prazo de alegações finais (mais cinco dias, segundo o art. 5°) já seriam 12 dias. Respeitados, como devem ser (Acórdão TSE, de 28.11.2016, no AgR-REspe nº 28623 e, de 15.9.2004, no REspe nº 22785) os prazos para as alegações finais, são mais cinco dias (art. 6°). Seriam 17 dias. Mais, claro, os prazos para apresentação de recursos ( três dias, contados da sessão em que for decidida a ação)5 e de seus julgamentos, ponha mais alguns dias, isso “a toque de caixa”. Ocorre que a propaganda eleitoral começa , legalmente, no dia 16 de agosto e a gratuita, no rádio e na televisão, se inicia no dia 26 de agosto. 11 dias após, portanto, do pedido de registro eleitoral. Portanto, salvo por um estupro da Lei , Lula poderá aparecer na propaganda eleitoral gratuita. Mas como fazer isso se a juíza o proíbe de falar ou de gravar, como manda a lei, a sua participação nos horários eleitorais? O arbítrio judicial cria estes paradoxos. Legalmente, Lula tem direito a, ao menos, alguns dias de propaganda eleitoral no rádio e televisão. Mas não pode fazê-la, segundo a doutora que lhe serve de carcereira. Alguém tem dúvidas do que prevalecerá? Ou, na improvável hipótese de algum ministro do TSE reconhecer a Lula que, como disse hoje Rosa Weber na decisão que mandou para o lixo os argumentos do Kim Kataguiri, que ““O Direito tem seu tempo, institutos, ritos e formas em prol basicamente da segurança jurídica, essencial”, quem sabem o chamem de “plantonista”? Via Fernando Brito – Tijolaço

Raquel Muniz vira as costas para o Norte de Minas e beneficia outras regiões

Deputada deixou Montes Claros sem emendas – Via Jornal Gazeta A deputada federal Raquel Muniz, do PSD, deixou o município de Montes Claros sem qualquer centavo das suas emendas parlamentares, depois que o prefeito Humberto Souto foi empossado, com o consequente afastamento do grupo político do seu esposo, o ex-prefeito Ruy Muniz, que foi preso no dia 18 de abril de 2016 por ordem do Tribunal Regional Federal de Brasília, acusado de perseguir os hospitais da cidade. Um levantamento realizado pela GAZETA surpreendeu, pois a deputada é a única genuinamente norte-mineira, eleita em 2014. A sua assessoria posta nas redes sociais que ela viabilizou várias emendas para Montes Claros, como da reforma do Ceanorte, mas foram nos anos de 2015 e 2016. No ano de 2018, até mesmo outros municípios receberam emendas, como Estrela do Indaia, com R$100 mil; Santo Hipolito, com R$200 mil; João Pinheiro, com R$132,271 mil e depois mais R$222,857 mil; Vazante, com R$150 mil; Buritis, com R$222,857 mil; Brasilândia de Minas, com R$150 mil; Guarda Mor, com R$100 mil; Sete Lagoas, com R$99,910 mil; Rio Paranaíba, com R$400 mil; e Patos de Minas, com R$ 150 mil e depois mais R$ 298,930 mil. No ano de 2017, quando o prefeito Humberto Souto tomou posse na Prefeitura, as emendas atenderam vários municípios, inclusive fora do Norte de Minas, como Santo Hipolito, com R$245,850 mil e depois mais R$99,930 mil; Vazante, com R$100 mil; Funilândia, com R$100 mil; Santa Maria do Salto, com R$99,930 mil; Corinto, com R$99,930 mil; Prudente de Morais, com R$88,410 mil; João Pinheiro, com R$56,040 mil; Três Corações, com R$100 mil; Almenara, com R$30 mil; Joao Pinheiro, com R$143,60 mil e depois mais R$ 56 mil; Sete Lagoas, com R$99,950 mil e depois R$200 mil e mais R$100 mil; Vespasiano, com R$110 mil; e Curvelo com R$ 169,940 mil. (GA)

Cadê os manifestoches? Gasolina passa dos R$5,00 em Montes Claros

 A gasolina passou a ser vendida, desde ontem, a R$5,06 em Montes Claros, no maior preço de toda história do município, para pânico dos motoristas e motociclistas. Com isso, o produto poderá ser encontrado de R$4,59 a R$5,06 na cidade, com uma oscilação de R$0,47 pelo litro. Um motorista que abastecer 50 litros em seu veículo pagará R$229,50 no menor preço e R$253,00 no maior preço, ou seja, com diferença de R$23,50. O curioso é que antes da greve dos caminhoneiros, os postos estavam vendendo a gasolina a R$3,91 na cidade, enquanto o maior preço era de R$4,66. A falta do produto provocou a corrida aos postos e aumento do preço, que nunca mais voltou. O preço de R$5,06 esta sendo vendido para quem comprar no cartão de crédito. O mesmo posto vende o produto a R$4,60 para quem comprar no cartão de débito e a dinheiro. O Código do Consumidor permite que essa venda com valores diferenciados seja realizada. A diferença do produto no mesmo posto é de R$0,46. A fila para quem compra com o menor preço é considerável, enquanto para quem compra no cartão de crédito, aparece um carro a cada meia hora. O motorista José Paulo Silva explica que foi abastecer o carro e ficou espantado com a diferença de preço de uma bomba para outra. Tinha que viajar para Brasília e mandou encher o tanque com o preço a vista. Gastou mais de R$260,00. Ele lembra que abasteceu seu carro ali, atraído pelo preço a vista, pois nos outros postos, tanto faz a vista ou a prazo, o valor está de R$4,68 em média. “Dá para assustar o valor da gasolina acima de R$5,00. Isso inviabiliza sair de carro”, explica. Via Jornal Gazeta

Ex-técnico da Seleção critica Moro e diz que sempre defenderá Lula

Em entrevista a um jornalista esportivo, o ex-técnico da seleção brasileira, Vanderlei Luxemburgo, disse que sempre defenderá Lula e atacou o juiz Sérgio Moro: “Continuo sempre sendo Lula e vou sempre defendê-lo”, reafirmou Vanderlei Luxemburgo, que disse ainda que ‘Se Lula roubou, eu sou o maior idiota do mundo.’ Sobre Moro, o ex-técnico foi além e disse que “Um juiz de primeira instância jogou nossa Constituição no lixo, mandou prender, mandou matar, mandou fazer não sei o que, passando por cima de todo mundo. Ele poderia ter feito tudo o que fez, mas sem atropelar a Constituição”, avaliou o fã de Lula. Vanderlei Luxemburgo, que já foi treinador de clubes como Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro, além de ter passagens pelo Real Madrid e pela Seleção Brasileira, disse que tem ligação histórica e familiar com a esquerda e que o juiz Sérgio Moro jogou a Constituição no lixo Em entrevista a um jornalista esportivo, Luxemburgo disse que sempre defenderá Lula por ideologia. O treinador lembrou que sua mãe chamava-se Rosa de Luxemburgo em homenagem a filósofa e economista polonesa, e que seu pai e avô eram sindicalistas e foram perseguidos por serem de esquerda. Ele também criticou a atuação do juiz Sérgio Moro, que condenou o ex-presidente Lula e pediu sua prisão. “Um juiz de primeira instância jogou nossa Constituição no lixo, mandou prender, mandou matar, mandou fazer não sei o que, passando por cima de todo mundo. Ele poderia ter feito tudo o que fez, mas sem atropelar a Constituição”, criticou Luxa Ele ainda disse que o Brasil está a deriva há três anos e temos um país ‘sem respeito’. O treinador ainda reafirmou que defende Lula por ideologia. “Continuo sempre sendo Lula e vou sempre defendê-lo”, disse.

Intervenção no Rio mostra a inaptidão do militarismo até na repressão

– Cinco meses de intervenção: aumento da violência e poucos resultados-“Os resultados são pífios”, é o que aponta relatório divulgado pelo Observatório da IntervençãoEm cinco meses de intervenção militar no estado do Rio de Janeiro os números mostram mais uma vez que sem estratégia e investigações baseadas em inteligência o panorama da segurança pública no Rio tende a piorar. O último relatório do Observatório da Intervenção, mostrou que o número de tiroteios aumentou de 2924 nos meses anteriores a intervenção, para 4005, um aumento de cerca de 37%. O período incluído no relatório contém os dados de uma das operações mais violentas até agora da intervenção, do dia 20 de junho no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, quando agentes a bordo de um helicóptero da Polícia Civil deixaram mais de 160 marcas de tiros nas ruas da comunidade. Na mesma operação, o estudante Marcos Vinícius, de apenas 14 anos foi assassinado no caminho da escola. Neste dia, havia 23 mandatos de prisão, mas não houve registro de presos. Outro número que preocupa no relatório é o aumento de informações ausentes para cada operação realizada. Que aumentou de 1,1 para 2,8 por operação – isso significa que as forças policiais têm divulgado cada vez menos informações sobre as ações da intervenção militar, o que dificulta o monitoramento da sociedade sobre as ações das forças militares. As operações, que segundo o Gabinete da Intervenção, chegam a mobilizar 5 mil homens, resultam em medo, mortes e poucos efeitos positivos, segundo o levantamento. Durante os meses de intervenção, somente 92 armas de alto calibre foram apreendidas, já no mesmo período do ano passado foram 145. Há indícios de que violações de direitos humanos têm sido mais frequentes, de forma proporcional ao número de operações, que vêm aumentando. Dois episódios foram destacados no relatório. Um foi um espancamento na Cidade de Deus, na zona oeste do município do Rio, na noite de 29 de junho, que foi gravado pelos moradores. O Comando Militar do Leste prometeu abrir sindicância, mas nenhum resultado foi divulgado até agora. O outro episódio aconteceu no dia 11 de julho, uma página de rede social da Cidade de Deus publicou as fotos de um morador espancado por policiais do Bope, quando pediu que eles desocupassem a laje de sua casa. Fonte: Brasil de Fato