Delegado calça curta da Polícia Federal ataca o acampamento Pro-Lula

– O acampamento em Curitiba que faz vigília em defesa da liberdade do ex presidente Lula sofreu um terceiro ataque na manhã desta sexta-feira, enquanto os militantes davam o tradicional “Bom Dia presidente Lula”. O delegado da Polícia Federal, Gastão Schefer Neto, quebrou o equipamento de som. A deputada federal Ana Perugini PT/SP e a deputada estadual Ana Lia PT/SP negociaram para falar com a Polícia Militar, a fim de registrar um boletim de ocorrência. O homem foi levado pela PM, mas ainda conseguiu circular tranquilamente entre os militantes e ainda gravar um vídeo, mesmo com os policiais presentes, como mostra o vídeo.No primeiro ataque, houve tentativa de agressões a paus em cima de militantes. No segundo o local foi alvo de tiros, deixando duas pessoas feridas. Um rapaz baleado no pescoço já recebeu alta. Vale ressaltar que, em março, apoiadores do ex-presidente também haviam sido alvo de um ataque, também no Paraná, onde tiros foram disparados contra dois ônibus da caravana. O delegado Hélder Laudia, responsável pelas investigações, informou que os tiros contra os ônibus foram planejados. Leia a nota da Vigília Lula Livre:Em que pese o apoio e solidariedade com que contam, em Curitiba, a Vigília #LulaLivre, o acampamento Marisa Leticia e os diferentes espaços em defesa da democracia e da liberdade de Lula, há incidentes e manifestações esporádicos de ódio contra nossos espaços e militantes. Seguimos cobrando das autoridades proteção aos nossos espaços e medidas contra provocadores e fascistas, como é o caso do delegado da Polícia Federal, Gastão Schefer Neto, que na manhã de hoje (4) tentou destruir o equipamento de som da vigília, numa atitude fascista e ensandecida. Nada irrita mais os ignorantes, os que não querem o jogo político baseado na disputa de ideias, os que não têm outra narrativa a não ser o ódio, os que não têm argumentos, os que não aceitam o fato de Lula seguir à frente das pesquisas e se manter sereno e crítico à sua prisão, nada os irrita mais do que ver nossas manifestações organizadas e firmes, a ponto de alcançar 30 dias de luta. Seguimos, coletivamente, aprendendo e caminhando, cantando e denunciando o país que os golpistas querem cada vez mais destruído, como denunciou Lula ontem durante a visita de Gleisi Hoffmann e Jaques Wagner. E que, como o presidente ressaltou, esse país vamos reerguer. Reafirmamos que a Vigília #LulaLivre segue organizada e nas imediações da Superintendência da Polícia Federal, respeitando nossos acordos coletivos e o combinado com as autoridades. Daqui só sairemos com a liberdade de Lula. *Curitiba, Vigília Lula Livre, 4 de maio de 2018.*

A carcereira coxinha Carolina Lebbos, libera tudo para a Veja

 – JUÍZA QUE NEGOU VISITA DE NOBEL DA PAZ LIBERA VEJA NA PRISÃO PARA HUMILHAR LULA –  A juíza Carolina Lebbos, responsável pelas condições da prisão de Lula em Curitiba, ficou conhecida por negar, mesmo contra a Lei das Execuções Penais, o direito a visitas ao ex-presidente. Os casos mais escandalosos foram os do médico de Lula, do prêmio Nobel da Paz e do frei Leonardo Boff, cuja foto sentado à soleira da sede da PF correu o mundo. Tão rigorosa, a juíza-carcereira permitiu que a revista Veja tivesse acesso à sede da PF para uma reportagem que tem como única intenção denegrir novamente a imagem do ex-presidente. Mesmo regiamente recompensada pelo governo Temer, o grupo empresarial da revista, controlado pela família Civita, está ameaçado de quebrar  – Para os amigos, tudo, diz o ditado. Ele se encaixa à perfeição à juíza-carcereira de Lula na prisão em Curitiba, Carolina Lebbos. Ela, que negou a visita a Lula na sede da PF em Curitiba ao prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, ao frei Leonardo Boff, e a políticos e amigos, alegando “o rigor da lei”, franqueou a entrada da revista Veja numa reportagem que tem o único intuito de denegrir a imagem do presidente, como se ele fosse detentor de “regalias”. A reportagem tem só este objetivo: atacar o ex-presidente, insinuando que ele teria privilégios e alimentando a campanha de ódio da qual a revista tem sido ao longo dos anos uma das principais protagonistas. Lula, diz a reportagem da revista dos Civita, teria “uma rotina diferente da dos outros 22 presos na carceragem da PF em Curitiba”. O texto, simulando discreto escândalo com a “vida boa” de Lula, descreve: “O ex-presidente não tem hora para acordar ou dormir, não tem hora para o banho de sol, pode receber os advogados quando desejar, as visitas não passam pela revista íntima e a cela, confortável se comparada às demais, não fica trancada. Normalmente, a porta permanece apenas fechada. Mesmo sem horários rígidos, o dia de Lula na prisão começa por volta das 7 horas — e segue uma rotina especial.” Mais ainda, um ex-presidente da República, preso injustamente, numa solitária, teria uma “deferência” que, no tom que perpassa a reportagem, seria inadmissível: “o encarregado de servir a refeição bate na porta antes de abri-la. Entra, coloca a marmita sobre a mesa redonda e aplica uma dose de insulina no ex-presidente, necessária para o tratamento do diabetes.” Sintomaticamente, a revista deixa de mencionar a idade de Lula, 72 anos, e seu estado de saúde. Além de diabético e cardíaco, o ex-presidente combateu por cinco anos um câncer na laringe, do qual foi declarado curado apenas em 2016. A juíza Lebbos negou o direito de visita ao médico de Lula. Para a revista Veja, no entanto, tudo é permitido. Com uma tiragem cada vez menor, a revista, que nos últimos anos tornou-se uma publicação que abandonou o jornalismo para tornar-se numa espécie de panfleto semanal contra os governos petistas e foi protagonista no processo do golpe de Estado contra a ex-presidenta Dilma Roussef. A revista foi regiamente recompensada pelo governo Temer. No primeiro ano do governo, a contar do afastamento de Dilma em maio de 2016, Veja viu sua receita publicitária com o governo federal crescer nada menos que 490%, superando todos os “jornalões” e revistas, incluindo Folha, Globo e Estadão. Foram mais de R$ 3 milhões para os cofres dos Civita, por decisão da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidiência. Todo o dinheiro não tem sido suficiente, no entanto, para tirar o grupo Abril da crise. Em janeiro deste ano, o grupo demitiu mais de 150 funcionários, na enésima onda de demissões, que inclui fechamento de títulos, mudança da icônica e suntuosa sede da revista na Marginal do Rio Pinheiros, numa agonia de anos, em sucessivas renegociações de dívidas com os bancos, sem sucesso. Em julho de 2017, saiu a público relatório da auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC) sobre o balanço de 2016 da empresa, anotando dívidas de quase R$ 400 milhões e indicando o risco de quebra da Abril.

Município de Montes Claros recupera a Gestão Plena da Saúde

 O prefeito de Montes Claros, Humberto Souto, esteve reunido na manhã desta quinta-feira, 3, com representantes de todos os hospitais da cidade, para discutir o retorno da Gestão Plena da Saúde (Média e Alta Complexidade) para o município, que começou a valer nesse mês de maio.  Durante a reunião, o prefeito deixou claro que, com o retorno da Gestão Plena para a Administração Municipal, os hospitais não deixarão de receber as verbas repassadas pelos governos estadual e federal. “Não vamos reter recursos. Cada centavo que for destinado à saúde pública será repassado aos hospitais assim que comprovados os serviços. Tenho absoluta convicção que os hospitais, assim como a administração, querem o melhor para Montes Claros”, destacou. Mas ele salientou que, caso a cidade não receba as verbas dos governos federal e estadual, o município não arcará com essa despesa: “só iremos repassar o que a Prefeitura receber”. O prefeito também afirmou que, com a volta da Gestão Plena, a Administração Municipal irá fiscalizar de perto a correta aplicação dos recursos na saúde da população. “Vamos ser muito rigorosos na regulação, ser cogestores da Central de Leitos. Vamos solicitar a presença de técnicos nossos nas emergências”, disse, acrescentando que a Prefeitura vai trabalhar para garantir a lisura nos atendimentos de saúde, o que o município já começou a fazer na Atenção Primária. “Hoje não tem mais fura-fila na Saúde Básica. Contratamos uma empresa para informatizar a Saúde e controlar tudo o que sai, até comprimido. Vamos colocar ponto eletrônico nas unidades de Saúde”, concluiu.

Notas com nome de Lula Livre não perdem validade, informa o BC

 Notas de dinheiro carimbadas com o desenho do rosto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a mensagem “Lula livre” não perdem a validade, informou o Banco Central, após circularem, nas redes sociais, um vídeo que mostra as cédulas sendo carimbadas e um boato segundo o qual, com as marcas, o dinheiro perdia a validade. A autoridade bancária acrescentou que, se a pessoa que receber uma dessas notas quiser trocá-la, pode ir a uma agência bancária.  A polêmica começou depois de um vídeo divulgado na internet viralizar e ser compartilhado milhares de vezes. Nele, um apoiador de Lula carimba notas de 10, 20 e 50 reais com o rosto do ex-presidente. Encaminhadas para destruição Em nota, o Banco Central informou que as notas podem ser trocadas por outras de mesmo valor em agências bancárias. “Cédulas com rabiscos, símbolos ou quaisquer marcas estranhas continuam com valor e podem ser trocadas ou depositadas na rede bancária”, esclareceu a instituição. O banco afirmou ainda que as notas descaracterizadas são recolhidas para destruição. “O Banco Central incentiva que as cédulas sejam preservadas, afinal a fabricação de cédulas e moedas gera custos para o País, e sua reposição elevará ainda mais esse custo”, complementa.   Fake news  Na era das chamadas fake news, o Banco Central correu para desmentir a notícia falsa sobre as notas carimbadas com “Lula Livre”. Em nota, o BC avisou que rede bancária pode aceitar notas com carimbo “Lula Livre”. O PT também comunicou que não faz nenhum tipo de campanha para carimbar as notas. Um vídeo com as notas sendo carimbadas com o rosto de Lula circula nas redes sociais. Foto: Reprodução

Lula ganha apoio de norte-americanos para Prêmio Nobel da Paz

 – O ex-presidente Lula segue ganhando musculatura para a indicação ao Prêmio Nobel da Paz. Mais duas personalidades norte-americanas subscreveram o manifesto liderado pelo argentino Adolfo Pérez Esquivel indicando o nome do petista para o prêmio: a ativista política Angela Davis e o ator Danny Glover. Lula é mantido preso político na Polícia Federal de Curitiba desde o dia 7 de abril. Ele é líder em todas as pesquisas de intenção de votos para a eleição presidencial de outubro, como comprovou hoje (3) a Paraná Pesquisas. Ainda de acordo com a sondagem, sem Lula, o PT também tem forças para levar outro candidato para o segundo turno. Além do apoio de Dany Glover e Angela Davis, outro norte-americano de peso também anunciou recentemente apoio à indicação de Lula para o Prêmio Nobel da Paz: o linguista Noam Chomsky. Quanto à campanha pelo Prêmio Nobel da Paz para Lula, o argentino Adolfo Pérez Esquivel argumenta que “a candidatura ao Prêmio Nobel da Paz de Luiz Inácio “Lula” da Silva, ex-Presidente da República Federativa do Brasil entre 2003 e 2010, que através de seu compromisso social, sindicato e político, desenvolveu políticas públicas para superar a fome e a pobreza em seu país, uma das desigualdades mais estruturais do mundo.” A petição online foi endereçada à presidenta do Comitê Nobel da Noruega, Berit Reiss-Andersen, e pretende já alcançou 251 mil apoiadores.

As pesquisas continuam uma tragédia para a direita

Sondagem da Paraná Pesquisas divulgada nesta quinta (3) indica que a direita comerá o pão que o diabo amassou nas eleições deste ano. Segundo o levantamento, o ex-presidente Lula transfere para um “poste” 62% dos votos entre eleitores lulistas e 37,5% dos eleitorado brasileiro estaria disposto a votar num candidato indicado pelo petista. LEIA TAMBÉMO Datafolha foi uma tragédia para a direita, diz Reinaldo Azevedo Pelos números da Paraná Pesquisas, com ou sem Lula, o PT está no segundo turno das eleições 2018. Portanto, as pesquisas continuam sendo uma tragédia para a direita. A Paraná Pesquisas entrevistou 2.002 eleitores brasileiros entre os dias 27 de maio e 2 de abril, cuja margem de erro é de 2% para mais ou para menos. A sondagem está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º BR- 02853/2018.

Prefeitura de Montes Claros fecha o cerco contra o barulho

 Som volante é responsável pela maioria das reclamações na Secretaria do Meio Ambiente  A Prefeitura de Montes Claros, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, coibirá o barulho excessivo provocado principalmente por carros de som que fazem propaganda pelas ruas da cidade. Agentes municipais foram treinados para operar o decibelímetro, aparelho medidor do nível de pressão do som. Inicialmente, serão feitas orientações e, em caso de reincidência, os infratores serão multados, conforme determina a lei. O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Paulo Ribeiro, atribuiu as reclamações por parte da população à poluição sonora, que é a “inimiga”, muitas vezes invisível, mas que pode causar estresse, insônia e outros problemas de saúde. Segundo ele, as reclamações referentes ao barulho, feitas junto ao setor de fiscalização, representam a maioria das queixas que chegam à Prefeitura. A restrição abrange ruas, veículos, espaços privados de livre acesso ao público, inclusive locais onde ocorrem festas e eventos com música eletrônica, como chácaras, sítios ou galpões. Quem descumprir a regra fica sujeito a uma multa, além de haver risco de apreensão do aparelho de som ou veículo. Para o proprietário da empresa Bike Som, Sueldo Gonçalves Figueira, a atitude da Secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, de primeiro conversar com os proprietários dos veículos, antes de autuar, depois fazer o cadastramento de todos os proprietários de carros de som, foi a melhor alternativa. “Fomos convocados para participar de uma reunião, muito proveitosa, e que serviu para nos esclarecer sobre a importância do cumprimento da Lei, sem prejuízos aos profissionais que prestam este serviço. Além do mais, o cadastro servirá para identificar quem infringir a lei”, disse Figueira. A população pode fazer denúncias na Secretaria do Meio Ambiente, pessoalmente, na avenida José Corrêa Machado, 900, Bairro Ibituruna, ou através do telefone (38) 2211-3338. A Polícia Militar também pode ser acionada, através do telefone 190. Fonte: Ascom / Prefeitura de Montes Claros

Aécio Neves, o mentor do golpe, está saindo pela porta do fundo

 – Senador tucano, um dos mentores do golpe parlamentar contra a presidente Dilma Rousseff, que culminou em uma das maiores crises política e econômica do País, está sendo escorraçado da política e deve renunciar, em breve, seu mandato de Senador Os advogados do senador Aécio Neves o aconselharam a renunciar o quanto antes ao mandato. A informação é da jornalista Lydia Medeiros do jornal O Globo. Se aceitar a sugestão, Aécio irá repetir a façanha de seu colega de partido Eduardo Azeredo, processado pela criação do mensalão quando governou o estado de Minas Gerais. Azeredo foi denunciado em 2005 e, às vésperas do julgamento pelo STF em 2014, renunciou ao gargo de deputado, levando o processo para a primeira instância e conseguindo somar 11 anos de protelação judicial. Por pouco, os crimes de peculato e lavagem de dinheiro referentes ao ex-governador Eduardo Azeredo não prescreveram. Ontem, durante a votação do STF sobre o foro privilegiado, houve preocupação generalizada de parlamentares. Miro Teixeira, do Rede-RJ, pediu a publicação de um acórdão que deixasse claro todas as mudanças em jogo.

SUSPENSA TRAMITAÇÃO DO IMPEACHMENT DE PIMENTEL

 – O deputado estadual Durval Ângelo (PT), líder do governo mineiro Fernando Pimentel, apontou nulidade no recebimento do pedido de impeachment contra o chefe do executivo estadual. A tramitação foi suspensa nesta quarta-feira (2) pela Assembleia Legislativa. De acordo com o parlamentar, no ato do recebimento não houve verificação de que os princípios necessários para a denúncia estavam presentes. Na semana passada, o Legislativo estadual acolheu o pedido de impeachment que responsabiliza o governador por atrasos pelo executivo estadual nos repasses devidos às prefeituras mineiras, a fornecedores do estado e, mais recentemente, à própria Casa.

Sargento Rodrigues e João Leite são hostilizados na Assembleia Legislativa

 Os deputados Sargento Rodrigues (PTB) e João Leite (PSDB) foram hostilizados na manhã desta quarta-feira (2) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O fato ocorreu quando eles saíam da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde estava prevista votação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que determina o piso salarial de professores estaduais. A proposta, de autoria do deputado Rogério Correia (PT), define que o piso salarial de professor, especialista e analista de educação básica do Estado não seja inferior ao piso nacional (R$ 2.455,35). A reunião não aconteceu por falta de quórum. Segundo Sargento Rodrigues, ele e João Leite foram até o plenário para questionar o fato de a reunião não obter quórum. “O governo tem cinco membros efetivos na CCJ e não conseguiu quórum. O líder de governo (Durval Ângelo – PT) não estava lá, aí você já vê o grau de interesse do governo em aprovar a proposta”, disse. O deputado ainda questiona sobre o fato, segundo ele, de não ter suas emendas levadas à votação, enquanto PEC’s apresentadas por deputados da base aliada do governo são votadas com mais rapidez. Rodrigues afirmou que as pessoas que esperavam João Leite e ele do lado de fora do Plenarinho II eram membros do Sind-UTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais) e da CUT (Central Única dos Trabalhadores). Segundo ele, os sindicalistas tinham intenção de xingá-los e hostilizá-los, porque os dois parlamentares fazem parte da oposição. Em um vídeo postado nas redes sociais, um grupo aparece chamando Sargento Rodrigues de “moleque”. Veja: De acordo com Beatriz Cerqueira, coordenadora do Sind-UTE, os servidores da educação estavam acompanhando a tramitação da PEC 49/18 nesta quarta-feira (2), quando foram provocados pelos deputados. Ela afirma ainda que Sargento Rodrigues e João Leite contribuíram para a reunião não ter quórum. O deputado João Leite não quis comentar o ocorrido, que ele definiu como um fato “comum” na Assembleia Legislativa. Assista aqui o vídeo *Com informação do Jornal O Tempo