Morre Kobe Bryant, um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos

– O ex-jogador de basquete Kobe Bryant morreu hoje em um acidente de helicóptero na cidade de Calabasas, na Califórnia (EUA). As autoridades de Los Angeles confirmaram a morte do ex-jogador e falaram em cinco mortes – O ex-jogador de basquete Kobe Bryant morreu hoje em um acidente de helicóptero na cidade de Calabasas, na Califórnia (EUA). As autoridades de Los Angeles confirmaram a morte do ex-jogador e falaram em cinco mortes. A reportagem do portal Uol destaca que “o astro do basquete estava com pelo menos outras quatro pessoas, que também não sobreviveram. Vanessa Bryant, mulher de Kobe, não estava a bordo. As quatro filhas do casal também não estavam presentes. A causa do acidente ainda não é conhecida.” Five people confirmed deceased, no survivors in #Calabasas helicopter crash. #LASD #Malibu deputies remain with #LA County Fire personnel. Investigation ongoing. Avoid the area until further notice. — LA County Sheriffs (@LASDHQ) January 26, 2020 De acordo com o “TMZ”, Kobe costumava viajar de helicóptero desde a época do Los Angeles Lakers.
Bolsonarista, tenista brasileiro é banido do esporte por corrupção

– Em entrevista em 2018, antes das eleições, João Souza, o Feijão, que manipulava resultados, disse em quem votaria: “Bolsonaro na cabeça, malandro” – João Souza, o Feijão, tenista que chegou a ser número 1 do Brasil e 69º no ranking mundial da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), foi banido definitivamente do esporte, além de ter de pagar uma multa de US$ 200 mil. O brasileiro foi considerado culpado de atuar em vários casos de corrupção, ou seja, manipulação de resultados em inúmeros torneios, no Brasil, no México, nos Estados Unidos e na República Tcheca. Feijão também pediu a outros atletas que perdessem propositalmente. Em 2018, antes das eleições, Feijão concedeu entrevista ao UOL e deixou claro suas posições políticas favoráveis a Jair Bolsonaro. Questionado sobre quem seria seu candidato a presidente, ele disse: “Bolsonaro na cabeça, malandro. Trocar seis por meia dúzia? Não vou trocar seis por meia dúzia. Haddad? Tá de brincadeira. Tiveram 16 anos para governar, não fizeram merda nenhuma, o país está um lixo, o dólar passou de R$ 4,30. Ciro Gomes, para mim, um picareta. O cara é um grosso, nunca fez nada. Já se candidatou umas cinco vezes, nunca ganhou”. “Cara, eu parto dos seguintes princípios: o cara [Bolsonaro] tem a ficha limpa; não tem rabo amarrado com ninguém; o cara é a favor de porte de arma, que eu também sou; ele é praticamente a favor da pena de morte, e também sou… Cara, onde já se viu um país em que você está na sua casa, com a sua família, e o cara vem te assaltar, mas se você dá um tiro no cara, você vai preso? Onde já se viu isso, cara?”. “Mamatinha” “Os artistas ficam aí dizendo ‘ele não, ele não’… Lógico. Vão perder a mamata da Lei Rouanet. Qualquer showzinho que eles façam, é tudo aprovado pela Lei Rouanet. Óbvio, vai acabar a mamatinha. Lei Rouanet, aprovado pelo governo do ‘campeão’ do Lula. O cara [Haddad] está indo pegar conselho lá na cadeia, em Curitiba, né, velho?. “O Bolsonaro fala as coisas na cara. A galera não tem nem argumento contra ele. Ah, ‘que ele é racista e machista’. Ele vai fazer o quê? Matar o gays? Não vai. Vai bater nos negros? O cara quer ajudar, velho. Está de coração lá. O cara é rico, milionário, não vai querer roubar. Tem a ficha limpa. Estou postando coisas dele porque gosto dele. Eu me identifiquei muito. Agora… Pode ser que o cara entre lá e vire, né? Porque todo mundo… Vai saber se o cara chega lá e começa a roubar que nem um louco. Eu acho muito difícil! Por ele ser militar, coisa e tal. Ele quer matar bandido! Bandido não vai ter vez com ele, velhão. Onde já se viu?. Revista Fórum
Sem Medioli e Lourenço, o que de pior ainda pode acontecer com o Cruzeiro?

O Cruzeiro nunca teve um destino tão incerto e sombrio como agora. Os mais recentes acontecimentos na Toca da Raposa colocam o time mineiro diante de dois cenários dramáticos. Um deles é a possibilidade, já especulada nos bastidores, de declaração de uma ‘falência’ do clube, o que poderia obrigá-lo a recomeçar do zero nos campeonatos Mineiro e Brasileiro. A outra opção, não menos dolorosa, seria uma longa e sofrida batalha rumo a uma recuperação sem data para acontecer. Não bastasse a dívida milionária, a dificuldade de compor um time para a próxima temporada e negociar com os diversos jogadores com salários atrasados, o maior de Minas assistiu a mais um importante empresário do conselho gestor deixar o cargo nessa última quinta-feira (9): Pedro Lourenço. O dono dos Supermercados BH, um dos principais patrocinadores do clube, afirmou que sua saída do cargo de vice-presidente de futebol foi motivada por uma série de contrassensos existentes na instituição. Na palavra dele, “incoerências na gestão, no estatuto, nos salários absurdos, entre outras situações, que promovem um ambiente hostil, e desfavorece as mudanças emergenciais necessárias”. Antes dele, no início da semana, o também empresário e prefeito de Betim, um dos nomes de peso do Núcleo Dirigente Transitório do Cruzeiro, Vittorio Medioli, deixou o cargo de CEO do clube alegando que o que o Cruzeiro necessita é de um interventor legalmente amparado para fazer todas as mudanças necessárias. A saída de dois empresários bem-sucedidos que davam esperanças à torcida de um fim para a crise parece indicar que a situação do Cruzeiro está pior do que se sabe. De acordo com o jornalista da Rádio Jovem Pan e colaborador do site Doentes por Futebol, Levy Guimarães, já existe um grupo minoritário dentro dessa atual gestão da raposa que defende que o clube decrete incapacidade de pagar suas dívidas e recomece do zero. Caso fosse declarada a insolvência civil – nome que é dado à falência de associações e pessoas físicas – do Cruzeiro e o clube optasse por recomeçar, teria que disputar a série D do Campeonato Brasileiro e a série C do Mineiro. E caso não fossem comprovadas irregularidades e fraudes nas últimas administrações, a nova associação correria o risco de ter que arcar com as dívidas herdadas do Cruzeiro Esporte Clube, se a justiça determinasse. Segundo o jornalista, é difícil pensar que um clube tradicional como o Cruzeiro possa vir a deixar de existir. A tendência é que, mesmo que passe anos na penúria, ele venha com o tempo a se recuperar. Em relação à torcida, dificilmente os esforços dela sozinha serão capazes de tirar a raposa do buraco, já que o endividamento é gigantesco. Resta saber se ela, a torcida, terá paciência para esperar uma recuperação lenta e pulso firme para exigir do Cruzeiro as mudanças necessárias para o clube sair da crise. Via Os Novos Inconfidentes
Bancada da bola se recompõe no Congresso enquanto CBF atrai bolsonarismo

– Entidade máxima do futebol consegue revigorar base parlamentar sob o Governo Bolsonaro com distribuição de cargos e agrados a políticos. Um tema em 2020 será o projeto clube-empresa – Conhecida como “bancada da bola”, a rede de parlamentares simpática aos interesses da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no Congresso Nacional ganhou corpo durante a gestão de Ricardo Teixeira, ex-cartola indiciado por corrupção que, por mais de duas décadas, empregou recursos da confederação em campanhas de políticos. Na reta final de sua administração, entidades esportivas foram proibidas de doar recursos para financiamento eleitoral. Mas a CBF permanecia fiel à sua base, que passou a receber verbas por meio de patrocinadores da seleção. Em 2015, no entanto, empresas também acabaram impedidas de fazer doações de campanha, o que não impediu a confederação de fortalecer a frente de apoio em Brasília nas últimas eleições. Embora impossibilitada de patrocinar seus escudeiros na política, a CBF lançou mão de uma estratégia de convencimento a partir da própria estrutura, recorrendo ao apelo popular do futebol para cooptar novos apoiadores com cargos de confiança, mimos e ingressos. Na cúpula da entidade, agora presidida por Rogério Caboclo, sete dirigentes conservam laços políticos. Um dos articuladores da bancada da bola, o secretário-geral Walter Feldman já exerceu mandatos de vereador e deputado em São Paulo, além de ter sido um dos ideólogos da REDE. Cabe a ele o trabalho institucional de aproximar políticos da confederação. Uma das atribuições de Feldman é fortalecer as relações da CBF com o Governo federal. Para atrair a base bolsonarista, dirigentes brindaram uma série de agrados ao presidente Jair Bolsonaro, incluindo convites para entregar a taça de campeão brasileiro ao Palmeiras, seu time do coração, ainda no ano passado, e premiar a seleção na final da Copa América. Em jogos da competição, comitivas de parlamentares vinculados ao presidente receberam ingressos de camarote da organização chefiada por Caboclo. Os filhos Eduardo e Flávio Bolsonaro também marcaram presença nos estádios, sendo que o mais velho, senador pelo Rio de Janeiro, chegou a visitar a sede da CBF, em abril, para um almoço com o presidente da confederação. Na ocasião, ganhou de presente uma camisa da seleção brasileira personalizada com seu nome. A renovação da bancada da bola entrou na ordem de prioridades da CBF desde que sua antiga configuração sofreu desfalques de peso na eleição de 2018. Nomes como o senador Romero Jucá (MDB-RR), que ajudou a abafar a CPI do Futebol, em 2016, e os deputados Deley (PTB-RJ), ex-jogador do Fluminense, Jovair Arantes (PTB-GO) e Rogério Marinho (PSDB-RN), conselheiros de times de futebol, fracassaram na tentativa de se reeleger. Marcus Vicente (Progressistas-ES) também não conseguiu renovar seu mandato na Câmara. Ele é um dos quatro vice-presidentes da CBF com raízes na política. Gustavo Feijó (MDB) segue como prefeito de Boca da Mata, no interior de Alagoas, depois de reverter afastamento na Justiça por acusação de desvio de 28 milhões de reais do município. Fernando Sarney é filho do ex-senador José Sarney, enquanto Castellar Neto (PHS-MG) figura como primeiro suplente do senador Carlos Viana (PSD-MG). Foi assim, ocupando a suplência, que o ex-presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, chegou ao Senado após a morte de Itamar Franco (PPS-MG), em 2011. Abalado por escândalos de corrupção juntamente com Aécio Neves, ele não concorreu à reeleição, mas conseguiu emplacar o filho Gustavo Perrella, ex-deputado estadual, na diretoria de projetos estratégicos da CBF. Diretor de relações institucionais, Marcelo Aro (Progressistas-MG) lidera a bancada da confederação na Câmara dos Deputados. Aos 32 anos, está em seu segundo mandato e vem de uma família de cartolas. A primeira dinastia no comando da Federação Mineira de Futebol (FMF), composta pelo tio e o avô, terminou depois de acusações de corrupção. Porém, seu irmão Adriano Aro assumiu a presidência da entidade no ano passado. Outros aliados importantes da CBF desistiram de disputar o último pleito. Casos dos ex-deputados petistas Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, e Vicente Cândido, que trocou a diretoria de assuntos internacionais na confederação por cargo semelhante no clube paulista. Apesar de se dizer oposição à CBF, Sanchez demonstrou alinhamento à entidade ao longo de seus quatro anos de mandato. O amplo espectro da bancada da bola, que abrange parlamentares da esquerda à extrema direita, era orquestrado até o início do ano por Vandenbergue Machado, lobista da confederação no Congresso por quase duas décadas. Indicado à função, que oficialmente se chamava “diretoria de assuntos legislativos”, pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), Machado coordenava a articulação com políticos e a definição de nomes para os quais a CBF destinava verbas de campanha. Mas sua grande cartada foi convencer dirigentes a convidar políticos para chefiar delegações em torneios e amistosos da seleção. Sinal de prestígio, o cargo temporário oferece benesses como despesas de viagem e hospedagem pagas pela CBF, proximidade com jogadores e acesso liberado a jogos e treinamentos. Convocar presidentes da Câmara, como Marco Maia (PT-RS), que chefiou a delegação em amistoso contra a Suécia, em 2012, na cidade de Estocolmo, se tornou prática comum da CBF. A entidade também mirava políticos que pudessem representar ameaça no Congresso. No mesmo ano, nas Olimpíadas de Londres, a confederação nomeou a então deputada Liliam Sá (Democratas-RJ) como chefe de delegação da seleção feminina. Ela era relatora da CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que investigou a CBF por omissão em casos de abuso de jovens jogadores. Dois anos depois, Sá foi responsável por assinar um pacto em que a entidade se comprometia a adotar medidas de proteção a atletas, mas sem estipular prazos nem garantias orçamentárias para o cumprimento do acordo. Vandenbergue pediu demissão em maio e, no organograma da CBF, seu cargo foi extinto. Entretanto, o diretor e deputado Marcelo Aro é quem herdou a incumbência de representar os interesses de clubes e cartolas em Brasília, enquanto Feldman continua articulando à distância, na sede carioca. “O que pregamos é a boa relação institucional, seja com o Governo ou com parlamentares. Não buscamos proteção nem qualquer tipo de favorecimento”, diz o secretário.
Comando do Cruzeiro turbina projeto político de Vittorio Medioli

Segundo ditado popular é nas crises que surgem grandes oportunidades e se dá bem quem sabe aproveitá-las. Essa é a aposta de Vittorio Medioli, novo vice-presidente e CEO do Cruzeiro Esporte Clube. Dono de uma maiores fortunas e de um dos maiores grupo de mídia em Minas, esse empresário de origem italiana pode se tornar a um só tempo um novo ídolo para os cruzeirenses e um forte protagonista das disputas políticas do estado. O empresário, ex-deputado e atual prefeito de Betim já era envolvido com o clube por causa do time de vôlei Sada Cruzeiro. Agora vai usar sua experiência com negócios e administração para tentar salvar as finanças da Raposa. Se tudo der certo, o que ele mais tem a ganhar é visibilidade e projeção em todo o estado, o que deve ser muito benéfico para os seus planos políticos em 2020 e depois em 2022. Atualmente, o empresário cumpre o primeiro mandato como prefeito de Betim e tem 52,2% de aprovação segundo o Instituto Paraná Pesquisas. De acordo com o mesmo instituto, ele já lidera com 29,2% as intenções de voto para concorrer à reeleição em 2020. Com a popularidade que poderá angariar junto à torcida cruzeirense, sua campanha tende a crescer e consolidar o favoritismo. Mas, ele não irá parar por aí. Antes de chegar à prefeitura, Medioli já havia ocupado uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo PSDB por cinco mandatos seguidos, entre os anos de 1991 a 2006. A política está no seu sangue. Uma vez reeleito em Betim, seu próximo passo será a disputa das eleições de 2022. Um eventual (e possível) sucesso na gestão do Cruzeiro tornará o prefeito e empresário um nome naturalmente forte para o governo do Estado. Com um patrimônio declarado de mais de R$ 350 milhões, Medioli é fundador e presidente do Grupo Sada, dono de mais de 30 empresas, entre elas um dos maiores grupo de comunicação de Minas, responsável pelos jornais O Tempo, Super e Pampulha, além da Rádio Super. Junto com um conselho gestor que conta com diversos empresários, ele foi chamado para tentar tirar o time do buraco e, conforme disse ao Super.FC, pretende “injetar esse DNA de sucesso” de seus empreendimentos no Cruzeiro. Não será uma tarefa fácil, mesmo para homens super ricos e bem-sucedidos. O Cruzeiro atravessa provavelmente a pior crise de sua história. Foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro e possui uma dívida milionária, resultado de anos de má gestão. Na última semana, o clube perdeu sua diretoria depois de uma renúncia coletiva sob pressão da torcida. Mas, como diz outro ditado popular, quanto maior o risco ou desafio maior o prêmio ou lucro. Só por assumir a gestão do Cruzeiro, Medioli se projeta como o homem provavelmente mais poderoso de Minas, estendendo ao futebol a influência que já exerce na economia, na imprensa e na política. Se tiver sucesso, então, só não será governador se não quiser ou não puder. Via Os Novos Inconfidentes
Jürgen Klopp, um socialista cristão, disse que jamais votará na direita

“Nunca pagarei um plano privado de saúde. Nunca votarei em um partido porque promete baixar os impostos. Se há algo que jamais farei em toda minha vida é votar na direita”, disse o atual campeão mundial pelo Liverpool, Jürgen Klopp, em entrevista ao jornal alemão TAZ Portal Vermelho – O técnico alemão que conduziu o Liverpool à final da Champions League contra o Real Madrid foge ao estereótipo do treinador convencional. Não só por sua filosofia de jogo, mas também pelas convicções além da bola. Jürgen Klopp nasceu em Glatten, uma pequena cidade na região da Floresta Negra. “Tinha 1.500 pessoas quando eu me mudei e agora tem 1.499”, brincou o comandante dos Reds ao ser questionado sobre sua origem suábia. Quando mais jovem, queria ser médico. Como era um mau aluno, suas notas o impediram de realizar o sonho da família. Decidiu estudar Ciências do Esporte na Universidade Goethe, de Frankfurt, enquanto se esforçava para virar jogador profissional. Rejeitado nas categorias de base do Eintracht, acabou acolhido pelo Mainz 05, da segunda divisão alemã. Ali renunciou a suas pretensões de goleador para exercer o que, até então, constituía o menos relevante dos postos do futebol: a lateral direita. Sua revolução começou no recanto mais marginalizado do campo. Entre 1995 e 2000, o Mainz de Wolfgang Frank aplicou o ideário de Arrigo Sacchi de forma pioneira na Alemanha, onde as equipes demoraram a superar a função do líbero, praticar o 4-4-2 e estabelecer a marcação por zona. O prolongamento de Frank no terreno de jogo era Klopp, feliz de poder dissimular suas carências técnicas com as inovadoras armadilhas coletivas da tática. Cristão de inclinação protestante, desde adolescente é movido por um poderoso senso comunitário. “Eu diria que nossa missão é fazer com que nosso minúsculo pedaço de terra seja um pouco mais bonito”, disse ao Westdeutsche Zeitung, em 2007. “A vida consiste em fazer com que os lugares por onde passamos sejam melhores, e em não nos levarmos tão a sério. Em se esforçar ao máximo. Em amar e ser amado.” “Creio no estado de bem-estar social”, afirmou uma vez ao diário TAZ. “Nunca pagarei um plano privado de saúde. Nunca votarei em um partido porque promete baixar os impostos. Se há algo que jamais farei em toda minha vida é votar na direita”. Quando lhe pediram que refletisse sobre o Brexit durante entrevista para o Guardian, não reprimiu uma mensagem que, ao menos na Inglaterra, desatou uma polêmica: “Não sou a pessoa mais adequada para falar do Brexit, mas, se me perguntam, dou minha opinião. Será que vão me escutar? Talvez esse seja o problema: a gente escuta às pessoas erradas. Por isso, [Donald] Trump é presidente dos Estados Unidos! Por isso, os ingleses votaram o Brexit! A União Europeia não é perfeita, não foi perfeita e não será perfeita. Mas é a melhor ideia que tivemos até o momento. Devemos repensar o Brexit, levá-lo à votação outra vez com informações adequadas. Aprovar o Brexit por 51% dos votos diante de 49% contrários não tem o menor sentido”.
Liverpool derrota Flamengo e é campeão mundial

Com um gol do brasileiro Firmino no primeiro tempo da prorrogação, o Liverpool venceu o Flamengo por 1 a 0 e se tornou campão mundial interclubes pela primeira vez Agência Brasil – O Liverpool derrotou o Flamengo por 1 a 0 na tarde deste sábado (21) e conquistou pela primeira vez o título do Mundial de Clubes da Fifa. A vitória da partida, realizada no estádio Khalifa International, em Doha (Catar), foi obtida apenas na prorrogação, graças a gol do atacante brasileiro Firmino, após empate sem gols nos 90 minutos iniciais. Com este triunfo, o Liverpool, de certa forma, devolve a derrota de dezembro de 1981, quando a taça ficou com um Flamengo que, comandado pelo craque Zico, venceu por 3 a 0 no estádio Nacional de Tóquio. O Jogo O time inglês começou melhor, com 40 segundos o brasileiro Roberto Firmino recebe lançamento de Alexander-Arnold e fica cara a cara com o goleiro Diego Alves. Porém, o atacante é pressionado por Rodrigo Caio e tem o chuta desviado. Aos 4 minutos o Liverpool tem nova oportunidade de marcar. O egípcio Salah recebe na esquerda e toca para Keita, que chega chutando, mas errado. Dois minutos depois a equipe da terra dos Beatles tem nova oportunidade, com chute de fora da área do lateral Alexander-Arnold, mas a bola vai por pouco para fora. Após esta pressão inicial o jogo diminui de ritmo, com as duas equipes não se arriscando tanto, mantendo a linha defesa baixa e tentando abrir espaços com trocas de passes. Mas aos 23 minutos o Flamengo finalmente tem uma boa oportunidade. O goleiro brasileiro Alisson erra saída de bola, Willian Arão recupera a bola e toca para Bruno Henrique, que tem a bola tomada pelo holandês Van Dijk. Aos 26 nova chance clara de Bruno Henrique, ele recebe lançamento nas costas do lateral Alexander-Arnold e avança. Mas na hora do chute é bloqueado pelo zagueiro Joe Gomez. A partir desse momento a equipe comandada pelo técnico português Jorge Jesus passa a ter mais posse de bola, e aposta nas jogadas pela esquerda, com Bruno Henrique. Aos 31 a equipe brasileira chega muito bem, com tabela entre Gabriel Barbosa, Arrascaeta e Bruno Henrique, mas, na hora de finalizar, o camisa 9 chuta mal. Um minuto depois nova chance do Flamengo, agora em cabeceada de Bruno Henrique após cruzamento de Rafinha, mas a defesa do Liverpool consegue cortar. O Liverpool passa então a aumentar um pouco a intensidade do jogo. Aos 37 o time inglês tem a oportunidade de criar uma boa chance. A equipe inglesa puxa contra-ataque rápido com Salah após erro de passe de Everton Ribeiro, mas o egípcio erra ao tentar inverter a bola. O jogo chega ao intervalo sem mudanças no placar, mas com um grande equilíbrio, que é evidenciado na posse de bola (58% a 42% para o Flamengo) e no número de chances a gol (6 a 3 para a equipe brasileira). Segundo tempo sem gols A etapa final começou com o Liverpool em alta rotação. Com 1 minuto Firmino quase marca. O camisa 9 recebe lançamento de Henderson, se livra de Rodrigo Caio com um toque por cobertura e chuta mascado de frente para Diego Alves, mas a bola, caprichosamente, explode na trave. Três minutos depois nova oportunidade do time inglês. Alexander-Arnold cruza para chute de Salah, mas para fora. Aos 7 minutos é o Flamengo que chega com perigo. Arrascaeta recebe na entrada da área, se livra da marcação e toca para Gabriel Barbosa, que chega finalizando. Um minuto depois o camisa 9 chega de novo com perigo para boa defesa do brasileiro Alisson. A partida melhora muito no início do segundo tempo, com muita emoção e intensidade. O Flamengo volta a criar uma boa chance aos 21 minutos, quando Arrrascaeta dá passe em profundidade para Gabriel Barbosa, que chuta da pequena área. Mas o holandês Van Dijk consegue cortar a finalização. Três minutos depois o atacante Gabriel Barbosa finaliza de bicicleta após cruzamento de Bruno Henrique. Mas Alisson fica com a bola. Seria um belo gol. O Liverpool começa a achar espaços na ponta esquerda, aproveitando espaços dados pelo lateral Rafinha. Em uma destas jogadas, aos 35 minutos, Mané toca para Firmino na esquerda. E o brasileiro cruza para Alexander-Arnold, que chuta para defesa de Diego Alves. Cinco minutos mais tarde outra boa oportunidade do time inglês. Após boa jogada de Mané e Salah, o egípcio toca para Henderson, que bate forte de fora da área. Mas o goleiro Diego Alves faz bela defesa. Aos 45 minutos acontece um lance polêmico, quando o juiz Al Jassim Abdulrahman, do Catar, marca inicialmente um pênalti do lateral Rafinha em cima de Mané na entrada da área. Mas, com auxílio do árbitro de vídeo (VAR, na sigla em inglês), ele cancela a marcação. Com a manutenção da igualdade nos 90 minutos, a partida vai para a prorrogação. Vitória no tempo extra Desde o primeiro minuto da prorrogação o Flamengo dava sinais de uma queda no aspecto físico. Isto fica mais evidente aos 8 minutos, quando Henderson lança Mané, que, com grande liberdade, toca para Firmino, que se livra da marcação e toca para o fundo do gol de Diego Alves. Dois minutos depois Salah quase faz o segundo. Ele acerta um belo chute da entrada da área, mas Diego Alves faz uma bela defesa. A partir de então o time inglês conseguiu segurar o Flamengo para ficar com seu primeiro título mundial. Primeiro Mundial Apesar de ter conquistado a Liga dos Campeões da Europa em 6 oportunidades, o time da terra dos Beatles só participou de 4 disputas pelo título mundial, e desistiu em 2 oportunidades. Além da derrota para o Flamengo em 1981, o Liverpool perdeu para o Independiente em 1984 e para o São Paulo em 2005. E, em 2019, finalmente ficou com seu primeiro título. Ficha Técnica Sábado, 21 de dezembro de 2019 LIVERPOOL 1 X 0 FLAMENGO Competição: Mundial de Clubes da Fifa Local: Estádio Khalifa Internacional, Doha
Havan negocia patrocínio com Vasco e torcedores se revoltam

O presidente do clube se reúne nesta terça com o empresário bolsonarista e boa parte da torcida foi às redes criticar a aproximação com o Véio da Havan O Vasco da Gama está negociando um novo patrocinador para 2020. O presidente Alexandre Campello vai se reunir com Luciano Hang, o Véio da Havan, em Brusque, Santa Catarina, nesta terça-feira (10), para discutir uma parceria. A notícia não agradou boa parte da torcida vascaína, que foi às redes para criticar a aproximação do clube com o empresário, apoiador de Jair Bolsonaro. As conversas com a Havan ocorrem desde fevereiro. A negociação é intermediada pelo empresário Flávio Moreno e os valores não foram revelados. Veja abaixo alguns comentários: “Depois de presentear com título de benfeitor milico da ditadura, convidar a notória plagiadora Joice Hasselmann para um evento no clube, o Vasco ao que parece vai se vincular também ao véio da Havan. Eu só posso mandar tomar no cu quem apoia essas cusparadas na história do clube”. “Seja lá por quanto dinheiro for, um time com a história linda do Vasco aceitar associar sua imagem a aquele velho doente mental da Havan é uma vergonha”. “Acho que o Vasco vai cometer equívoco grande se fechar patrocínio com a Havan. Eu abomino o comportamento do dono dessa empresa, mas não se trata de mim, mas da torcida. Boa parte da torcida vai rejeitar completamente esse acordo. O Vasco tem que caminhar unido, não separado”. “É inadmissível qualquer vínculo com o Véio da Havan. Lendo os comentários, entendo perfeitamente a draga que estamos. Vale tudo por dinheiro. Por isso vocês são tapeados a torto e a direito. Quem defende essa mancha no clube, merece mais é se fuder de verde e amarelo literalmente”. O Véio da Havan é um sonegador que assedia moralmente seus funcionários e, trajado de papagaio, é um dos principais patrocinadores desse governo de fdp, burro, racista, misógino e miliciano. Só acha que vale a pena associar o Vasco a isso quem não sabe um caralho dessa história”. “Havan deve ser a patrocinadora do Vasco, esse velho presidente da empresa vai brotar em São Januário eu vou mandar ele tomar no cu com gosto e se o BOLSOLIXO resolver aparecer nem é melhor ter jogo”. “Velho da Havan intimidou seus funcionários a votarem no candidato dele sob pena de ficarem sem emprego. Isso não é um achismo. É fato! MP aplicou multa. Pra quem bate no peito com orgulho de que lutou por operários, ser patrocinado por ele é uma mácula”. Fonte: Revista Fórum
Aos 86 anos, morre Dona Salomé, a torcedora-símbolo do Cruzeiro

Não há um metro quadrado da casa de Salomé Silva, no Bairro Inconfidentes, em Contagem, que não lembre sua maior paixão, o Cruzeiro. A torcedora-símbolo do Cruzeiro, Maria Salomé da Silva, a Dona Salomé, de 86 anos morreu de problema cardíaco na madrugada desta terça-feira (10.12), em Belo Horizonte. De acordo com o filho, ela morreu no hospital, após passar mal no Mineirão, no último domingo (08.12), antes da confusão generalizada, quando o time foi rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro. Foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada a uma Hospital. Salomé tinha problema de hipertensão. Conhecida como Dona Salomé, a torcedora é conhecida por toda a torcida cruzeirense e era funcionária do clube. Ela não faltava a quase nenhum jogo e acompanhava o time de coração em outros esportes também, como o vôlei. O único filho, Roberto da Silva, de 61 anos, contou que Dona Salomé passou mal no Mineirão no domingo e chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros. Nas redes sociais, torcidas de inúmeros clubes renderam homenagens à dona Salomé, como era conhecida entre torcedores cruzeirenses, e prestaram condolências aos amigos e familiares próximos a ela. Apaixonada pelo time celeste, Maria Salomé era presença carimbada nas partidas disputadas pelos elencos cruzeirenses, quer do futebol, quer do vôlei, sempre ao lado de sua raposa de pelúcia – mascote do time. “MORA DENTRO DO MEU CORAÇÃO” Não há um metro quadrado da casa de Salomé Silva, no Bairro Inconfidentes, em Contagem, que não lembre sua maior paixão, o Cruzeiro. Bandeirões enfeitam o lado de fora da casa, um pedaço de grama sintética serve de tapete na sala, uma raposa empalhada decora a sala, fotos com ex-jogadores e dirigentes enfeitam o armário da cozinha e antigos banners fora a área de lavar, onde vivem seus papagaios, que levam o nome de Adilson Batista e Marcelo Moreno. Salomé nasceu na zona rural de Bom Despacho e mudou-se para Belo Horizonte em 1958, para trabalhar em casas de família. A paixão pelo Cruzeiro veio com o marido, que jogava em um time amador em Bom Despacho cujo as cores eram azul e branco. Ao longo das décadas, o laço com o Cruzeiro foi ficando mais forte, com os primeiros títulos no Mineirão. “Dia de jogo do Cruzeiro, eu nem consigo comer direito, perco a fome, perco o sono. Eu sofro por causa do time, mas ele me dá só alegria”, conta Salomé, Hoje, gabando-se de ter faltado a apenas 22 jogos no Mineirão, um no Independência e um em Sete Lagoas. Desde a década de 1990, Salomé é funcionária do Cruzeiro, trabalhando como faxineira no clube do Barro Preto. Em dia de jogos, sai do trabalho direto para o Mineirão e encara dois ônibus de volta para casa, chegando em Contagem por volta de 2h. “Sou apaixonada pelo Cruzeiro e é o time que me mantém firme”. Com Superesportes e G1
Quem é Perrella, o senador e dono do helicoca que rebaixou o Cruzeiro

Executivo do Cruzeiro e com longa passagem pela política, Perrella já teve seu nome envolvido em diversos escândalos de corrupção e tráfico de drogas Gestor de futebol e presidente do Conselho Deliberativo do Cruzeiro, clube rebaixado à Série B do Brasileiro pela primeira vez na história, Zezé Perrella já teve seu nome envolvido em diversos escândalos. Senador pelo MDB, Perrella é suspeito de envolvimento em repasse de propina ao tucano Aécio Neves e no caso da apreensão de cerca de 450 kg de cocaína em um helicóptero, episódio que ficou conhecido como “helicoca”. Perrella começou sua carreira na política como deputado federal, de 1999 a 2003. Em 2006, foi eleito deputado estadual em Minas Gerais pelo PSDB. Em junho de 2010, seu nome foi oficializado como primeiro suplente na candidatura de Itamar Franco ao senado. Com o falecimento de Itamar, Perrella foi empossado em julho de 2011 para cumprir o restante do mandato. Na época, ele era investigado por suspeita de lavagem de dinheiro na venda do zagueiro Luisão, em 2003, investigação que já dura 12 anos, sem que nenhuma denúncia fosse feita por parte do Ministério Publico. Em janeiro de 2017, Parrella ingressou no PMDB, mesmo ano em que votou a favor da permanência de Aécio Neves no Senado, derrubando decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no processo onde o tucano é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista. Helicoca O caso do “helicoca” veio à tona em 2013, quando Parrella teve seu nome vinculado à apreensão de 445 kg de pasta base de cocaína dentro de um helicóptero da propriedade de sua família. No entanto, ele não foi indiciado no caso. Os quatro presos em flagrante durante a operação da Polícia Federal ficaram seis meses na prisão e foram libertados. Em 2017, durante conversa telefônica grampeada com o senador Aécio Neves, mediante autorização do Supremo, Zezé Perrella queixou-se por ainda ser lembrado pelo caso do helicóptero carregado de cocaína. “Eu não faço nada de errado, eu só trafico drogas”, ironizou o senador. Cruzeiro é rebaixado e Helicoca é lembrado por causa do presidente Zezé Perrella Torcida do Vasco zoando o Perrella, gestor do Cruzeiro, pelo Helicoca. Foto: Reprodução/Twitter Cruzeiro foi rebaixado ao perder para o Vasco por 1×0. Zezé Perrella, gestor do Cruzeiro e amigo de Aécio Neves, deu entrevista à ESPN e foi detonado por internautas no Twitter que relembraram do escândalo do Helicoca. Confira alguns tuítes. Vasmemes Da Gama@vasmemedagama Torcida do Vasco desenha helicoca de Zezé Perella e a fórmula da cocaína ao lado | 02 de dezembro de 2019. 2 18:25 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads Felipe Neto ✔@felipeneto · 57m Nem ideia de como o Cruzeiro vai conseguir se reestruturar com o novo sistema de cotas de TV na série B. Esse ano o clube arrecadou R$95M só com o Brasileiro. Na série B, deve abrir mão dos 6 milhões pra pedir a receita de PPV, o q pode dar até R$16M. De 95 pra 16. Que terror. Galiotte Pior Presidente da História do Palmeiras@DodoSousaa Perrella vai precisar aumentar a frota de helicoca para ajudar nas receitas do cruzeiro 18:25 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads JEAN SENA@JeanSena · 46m SEGUNDA DIVISÃO! pássaro Azul@passaroAzul46 Uma camisa tão bonita, mas esses dias vi que é dirigido pelo dono do helicoca ( como chamam por ai) como pode isso? Pena! 18:29 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads veliqs@veliqs O Helicoca tá dando entrevista. 18:34 – 8 de dez de 2019 · Belo Horizonte, Brazil Informações e privacidade no Twitter Ads Pedro Rennó – Canal Parabólica@opedrorenno Zezé Perrela Helicoca em entrevista agora na sala de imprensa. 6 18:35 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads Caio Miranda@CaioMiranda40 Zeze Perrela (HELICOCA) chorando ao vivo na ESPN. 1 18:34 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads LP1 out now@ohlivia1D O Helicoca caiu #CRUxPAL #cruzeirorebaixado 1 18:14 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads tranquilovsky@tranquillovsky Depois de hoje 1 helicoca só vai ser pouco pros Perrela, hein… 18:14 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads Anne@annesthefaniem Cruzeiro conseguiu a façanha de unir a esquerda. Todo mundo rindo do helicoca. 18:07 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads henrique capanema@capanema duas coisas do perrella que cairam: helicoca cruzeiro 18:08 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads Valdir Cruzoeiro ????@valdirvirjao · 1h Itair Machado, Wagner Pires e todos vinculados a esses vermes na diretoria. Vocês são os responsáveis por isso. Vocês destruíram 98 anos de história do maior clube de Minas Gerais! A história do Cruzeiro foi manchada por toda a eternidade! DESGRAÇADOS! Caio Martins@martinscaiu Torcida covarde, jogadores frouxos e quer colocar a culpa nos dirigentes? Nem o helicoca do Perrella salva 18:08 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads Leia Organa@GarotaLute helicoca na B. 4 18:08 – 8 de dez de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads