Osmar Terra é o primeiro a comentar as fofocas envolvendo Michelle Bolsonaro

O ex-ministro da Cidadania de Bolsonaro, deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), foi o primeiro a se manifestar sobre a boataria envolvendo Michelle Bolsonaro. Ele postou um texto no Twitter culpando a “esgotosfera”, setores da imprensa, o revanchismo da esquerda e o lobby das drogas pelos boatos de infidelidade. Confira a seguir: “Quando se pensava que a matilha covarde, que ataca com calúnias e difamações constantes a honra do Presidente, da Primeira Dama e de seus familiares já tinha acabado seu repertório sujo, a matilha se superou, também me agredindo e àquilo que tenho de mais sagrada: a minha família e minha integridade moral. É o lixo da esgotosfera nas redes e em setores da imprensa. Não conseguirão nos constranger. Nosso governo já mostrou que fará mudanças que o Brasil precisa e os revanchistas da esquerda junto com o lobby das drogas ficarão na beira do caminho, vociferando, enquanto o novo Brasil vai passar.” De fato, a boataria começou com a velha mídia e tomou corpo nas redes sociais de maneira orgânica. Não houve participação direta de nenhuma liderança política da esquerda como quer sugerir o ex-ministro. Quem tem máquina de destruir reputações e ameaçar lideranças é o próprio governo. O bolsonarismo está, na verdade, provando do próprio veneno

#BolsonaroCorno sobe no Twitter com fofocas sobre Bolsonaro e Michelle

Uma série de boatos sobre a vida íntima da primeira dama Michelle Bolsonaro contaminaram as redes sociais nos últimos dias. E neste domingo a hashtag #BolsonaroCorno subiu e está entre as mais comentadas do Twitter. Os boatos começaram há mais de uma semana com uma nota da revista IstoÉ insinuando que Michelle estaria tendo um caso com o ex-ministro Osmar Terra. Este seria o motivo da demissão dele, inclusive. Confira algumas das postagens: geo@ogeoalves Amigo fura olho – Latino feat. Daddy Kall #BolsonaroCorno 3.311 14:00 – 1 de mar de 2020 Informações e privacidade no Twitter Ads 933 pessoas estão falando sobre isso Danylo@danyloacs quando achar que seus fetiches são estranhos, lembre-se dos da Michele Bolsonaro #BolsonaroCorno 1.358 13:47 – 1 de mar de 2020 Informações e privacidade no Twitter Ads 399 pessoas estão falando sobre isso Talita Stark@Taalitabrgs Então, foi aí que o problema começou. Aquele sorriso. Aquele maldito sorriso.#BolsonaroCorno 2.713 13:39 – 1 de mar de 2020 Informações e privacidade no Twitter Ads 522 pessoas estão falando sobre isso Para quem gosta de confusão, é um prato cheio. Imagine então o tipo de reação que se pode esperar do presidente Bolsonaro ou de seus filhos… Com informações da IstoÉ.

Policiais encerram motim no Ceará após promessa de punições abrandadas

​ – Após 13 dias de paralisação da Polícia Militar (PM), Governo do Ceará e militares chegam a acordo e encerram motim. O acerto não prevê anistia, mas abrandamento das sanções aplicadas aos soldados que participaram do movimento. A proposta foi entregue aos militares pela Comissão de representantes dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário no anexo da Assembleia Legislativa do Ceará (ALCE), que negociava entendimento entre as partes. Policiais cruzaram os braços no último dia 19 de fevereiro em protesto contra a tabela de reajuste salarial que tramitava na Assembleia Legislativa desde o dia 31 de janeiro. No mesmo dia, ruas de batalhões da PM foram bloqueadas com viaturas. Depois de mais de uma hora e meia de conversa, a assembleia de policiais militares do 18º Batalhão de Polícia Militar (BPM), no Antônio Bezerra, resolveu aceitar a proposta do Governo do Ceará e encerrar a greve depois de 13 dias de braços cruzados. A proposta foi fechada após mais de sete horas de negociação da comissão de negociação formada para resolução do problema. Desde que a paralisação dos policiais militares iniciou em 18 de fevereiro e encerrada neste 1º de março, o Governo do Ceará já enviou três propostas formais para realizar acordo que finalize a ocupação de batalhões. A greve foi iniciada há 13 dias depois que membros do Governo, reunidos na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (AL-CE) reafirmaram “honrar” o que havia sido combinado sobre a estruturação das carreiras de segurança pública. (…)

Partidos de esquerda e movimentos sociais unificam agenda contra o golpe de Bolsonaro

Os partidos de esquerda – PT, PSOL, PCdoB, PSTU, UP e PCB -, as centrais sindicais e os movimentos sociais unificaram a agenda de mobilização contra o golpismo do presidente Bolsonaro, que nesta semana convocou via redes sociais atos públicos pelo fechamento do Congresso Nacional e do STF. As organizações políticas e sociais iniciaram a convocação de suas bases para as manifestações e concentrações populares de caráter nacional. Ao mesmo tempo, o governo da extrema-direita e empresários bolsonaristas financiam e preparam os atos golpistas chamados para o dia 15 de março. Confira o calendário unificado dos partidos de esquerda e dos movimentos sociais: • Dia Internacional de Luta das Mulheres, dia 8 de março, em todo país; • Ato Dois Anos do Assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, dia 14 de março em todo país; • Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação, Serviço Público, Estatais, Emprego e Salário, Soberania, Defesa da Amazônia e Agricultura Familiar – 18 de março (#18M)

Quem são os empresários do Brasil 200 que apoiam o golpe convocado por Bolsonaro

 – O grupo reúne nomes como Flávio Rocha, da Riachuelo, e Luciano Hang, Havan – Apoiadores fervorosos de Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018, os empresários do grupo Brasil 200 agora usam sua influência, poder e recursos para financiar ataques contra o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e apoiar o ato golpista do próximo 15 de março convocado por Bolsonaro. O grupo é liderado por Gabriel Rocha Kanner, sobrinho do empresário Flávio Rocha, e por Helcio Honda, advogado da Fiesp e de Paulo Skaf. O instituto também traz donos de grandes redes do atacado e varejo nacional, tais como a Havan, Centauro e Riachuelo. O grupo é o mesmo que, em dezembro de 2018, lançou o projeto “Empregue Mais Um” para estimular a criação de vagas e turbinar o início do governo Bolsonaro. Os empresários também atuaram ao longo do primeiro ano do governo Bolsonaro em prol de pautas liberais, como a reforma da Previdência. No começo do ano passado, o grupo chegou a abrir um escritório em Brasília e contratar 12 lobistas para atuar em prol da reforma. Além de Rocha e Honda, fazem parte do Brasil 200 Luciano Hang (Havan), João Apolinário (Polishop), Sebastião Bonfim (Centauro), Washington Cinel (Gocil), Edgar Corona (Smart Fit e Bio Ritmo), Cris Arcangell (Beauty’in e Shark Tank Brasil), Marcelo Pessoa (Galápagos Capital Gestora de Fundos), Afrânio Barreira (Coco Bambu) e Marcelo Braga (BNZ e Instituto Eu Amo o Brasil). Juntas, as empresas do Brasil 200 faturam mais de 40 bilhões de reais. Via Revista Fórum

Moro diz que se “confundiu” ao pedir investigação de Lula em lei da ditadura

 “Nesse caso, não era ameaça, era calúnia”, disse o ex-juiz da Lava Jato ao justificar o erro no pedido de abertura de investigação na Lei de Segurança Nacional, que foi descartada pela PF Ex-juiz da Lava Jato e atual ministro da Justiça de Jair Bolsonaro, Sergio Moro disse ter se confundido ao pedir à Polícia Federal a abertura de um investigação contra o ex-presidente Lula baseada na Lei de Segurança Nacional, usada pela ditadura para perseguir inimigos políticos. “Houve uma confusão, já que quando há ameaça ao presidente temos requisitado inquérito com base no Código Penal e na Lei de Segurança Nacional. Nesse caso, não era ameaça, era calúnia. Não se faz referência [no pedido de abertura de inquérito] à Lei de Segurança Nacional”, disse Moro, negando o uso da lei da ditadura, à coluna Painel, na edição desta segunda-feira (24) da Folha de S.Paulo. Em despacho em novembro de 2019 à PF, Moro, que foi o responsável por condenar Lula na Lava Jato e tirá-lo da disputa presidencial contra Bolsonaro, pede abertura de investigação sobre declaração do petista, que chamou o atual presidente de miliciano, citando a possibilidade de existência de crime contra honra. Após ouvir Lula, a PF concluiu que a declaração não se enquadra na Lei de Segurança Nacional. “Resta demonstrada a inexistência de qualquer conduta praticada, por parte do investigado, que configure crime previsto na Lei de Segurança Nacional”, disse o órgão em nota

Moro e família Bolsonaro mentem ao reivindicar queda nos índices de homicídios

 Pesquisadores apontam papel dos estados e dinâmica do narcotráfico como principais motivos para diminuição de homicídios   – Por Igor Carvalho – Brasil de Fato O número de homicídios no Brasil sofreu uma importante redução no ano passado. Dados divulgados pelo site G1, em parceria com o Fórum de Segurança Pública e o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP), apontam que o índice teve uma queda de 19% em 2019 em comparação com o ano anterior. A diminuição era esperada pelo governo federal. No último dia 16 de janeiro, o Ministério da Justiça e Segurança Pública já havia anunciado uma queda de 21,4% nos assassinatos nos primeiros nove meses de 2019. Desde então, o ministro titular da pasta, Sérgio Moro, e o presidente Jair Bolsonaro, se revezaram na imprensa e nas redes sociais celebrando a conquista. Porém, especialistas em Segurança Pública escutados pelo Brasil de Fato refutam a possibilidade de que a redução nos índices de homicídios estejam atreladas a políticas implementadas pelo governo federal. “2019, nosso primeiro ano de governo: o menor índice de assassinatos na década. Estamos do lado certo”, celebrou Bolsonaro no Twitter. “Ainda há muito a fazer, mas o resultado mostra que estamos no caminho certo! Seguimos firmes na missão de devolver aos cidadãos a segurança e liberdade que lhes foi tirada”, continuou o presidente em outra publicação na mesma rede social. No último sábado (15), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República, estreou o programa O Brasil precisa saber, em seu canal no Youtube, com uma entrevista com Sérgio Moro e abordou o assunto. “Com o senhor à frente do ministério da Justiça, vimos a redução de cerca de 22% no número de homicídios”, afirmou o parlamentar. Instigado a falar sobre o tema, Morou reivindicou a queda nos índices para o governo, com ênfase para a pasta que comanda. “Tem um mérito dos governos dos estados e alguns municipais, mas igualmente do governo federal. Foi uma queda significativa e, o que podemos identificar, foram várias ações tomadas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. Também pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, principalmente, para reduzir esses indicadores”, afirmou. Bruno Paes Manso, pesquisador do NEV, lembra que a queda de 19% no número de homicídios confirma uma tendência de recuo nos indicadores, que vem desde 2018, quando o Brasil reduziu em 13% os assassinatos, em relação a 2017. Em números reais, o Brasil terminou 2019 com 41.635 homicídios, em 2018 foram 51.558 e em 2017, o país chegou a 59.128. Para Manso, os números, mesmo com a redução, são “terríveis”. Perguntado se o governo federal é responsável pela redução dos indicadores, o pesquisador é enfático. “Não, isso não teria nem tempo, na verdade. Os homicídios começaram a cair em 2018, em dezembro de 2017 já começou a tendência de queda e seguiu em 2018, assim como em 2019. Agora, se formos pensar no que o governo fez na esfera federal, para tentar controlar a violência, foi praticamente zero, ele perdeu muito tempo com as pautas relacionadas à flexibilização do porte e posse de armas. Ainda bem que deu errado. Também perdeu muito tempo tentando aprovar o plano de segurança do ministro Sérgio Moro. Essas foram as duas iniciativas que não produziram nenhum efeito prático no dia a dia. O que nós estamos vendo são ações dos governos estaduais, que tem o protagonismo da Segurança Pública”, explica Manso. Queda nos estados O Ceará, que enfrenta uma crise na Segurança Pública, com policiais organizando motins e manifestações, uma delas culminou na tentativa de assassinato do senador licenciado Cid Gomes (PDT-CE), é o estado com maior queda nos homicídios e responsável direto pela marca expressiva alcançada. Em 2017, foram 5.134 assassinatos, já em 2018, uma importante redução para 3.780. Porém, é em 2019 que esse recuo se confirma, com uma queda de 52%, baixando para 1.764. Infográfico sobre homicídios no Brasil em 2019 / Brasil de Fato Luis Fábio Paiva, professor de Sociologia da Universidade Federal do Ceará e pesquisador do Laboratório de Estudos de Violência (LEV), aponta 2017 como o “ano mais letal” dos cearenses, com “intensa guerra entre as facções que atuam no estado”. Para o acadêmico, a redução no estado nordestino tem diversas justificativas, mas nenhuma passa pela atuação do governo federal. “Primeira coisa que temos que observar é se o governo Bolsonaro teve algum programa para a área de Segurança Pública. Eu desconheço. O ministro da Justiça, que não tem competência e nem conhecimento sobre a área de Segurança Pública, apresentou projetos de lei que vão demorar muitos anos para que os efeitos sejam sentidos na sociedade, se o forem”, critica Paiva. Ainda de acordo com o sociólogo, “você não pode pegar só o dado de 2019 e comparar com o de 2018. Nós tivemos dois anos de muitos homicídios. Nós saltamos para 5 mil homicídios. No ano de 2019, nós tivemos uma queda muito significativa, mas ainda estamos com quase 2 mil homicídios. Não podem esquecer que 2018 começou com ataques de facções, um mês inteiro de ataques, e violência policial também.” O governo cearense, que nos últimos cinco anos contratou dez mil policiais, tem sufocado a atuação da Guardião do Estado (GDE), uma das facções que atuam no estado. Porém, ainda sofre com a presença do Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV) e Família do Norte nos presídios cearenses. Em 2018, 24 das 27 unidades da federação tiveram queda nos índices de homicídios. Agora, em 2019, todos os estados tiveram redução. O Mato Grosso do Sul, com apenas 3,1%, foi quem apresentou a menor baixa. Hegemonia do narcotráfico Para Manso, a dinâmica das facções cooperam para compreender o nível de tensão nas ruas. “O que costuma acontecer, nessa lei da narcoeconomia, é que quando existe competição no mercado de drogas, como não é um mercado mediado por regras públicas, essa mediação acaba sendo feita na bala e a lei do mais forte acaba prevalecendo. Então, quando o mercado é competitivo e existe

Bolsonaro aumenta preço da gasolina pela trigésima vez

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) resolveu “homenagear” os consumidores autorizando um novo aumento no preço dos combustíveis nesta quinta-feira (20). O reajuste será de 3% nas refinarias da Petrobras, mas nas bombas poderá ser ainda maior. Com medo de uma greve dos caminhoneiros, Bolsonaro resolveu segurar “por ora” o preço do óleo diesel. Os profissionais da estrada estão com “sangue nos olhos” e a categoria ensaia parar o Brasil após o Carnaval. Os caminhoneiros pararam no Porto de Santos, na última segunda-feira (17), em alguns pontos voltaram a parar hoje (19). Eles protestam contra o preço abusivo do diesel e contra e pedem tabela do frete. A título de comparação, a gasolina na época de Dilma Rousseff (PT) custava R$ 2,69 o litro. Agora, sob Bolsonaro, o combustível custa até R$ 5 o litro. O gás de cozinha de 13 kg é outro produto que dobrou de preço. Na era PT, ainda em Dilma, custava R$ 43. Hoje o mesmo botijão custa R$ 80. Desde o golpe de 2016, que derrubou o PT, os combustíveis começaram a ser aumentados de acordo com a cotação internacional do petróleo e a flutuação do dólar. Somente no governo Bolsonaro, em um ano de dois meses, os combustíveis subiram 30 vezes.

BARBÁRIE – Cid Gomes foi baleado por policiais em motim no Ceará

 – Militares encapuzados atiraram no senador, que tentava furar um bloqueio grevista. Dia foi de medo em Sobral – O senador Cid Gomes (PDT-CE) foi baleado por policiais militares amotinados na cidade de Sobral, cidade natal e reduto eleitoral do pedetista. Os dois tiros foram disparados por policiais mascarados em frente a um batalhão. O senador tentava furar um bloqueio do movimento grevista com uma retroescavadeira. A greve dos policiais impôs um clima de medo na cidade, a 230 quilômetros de Fortaleza. Relatos e imagens que circulam nas redes sociais mostram viaturas passando pela cidade deserta. Comerciantes teriam sido instruídos a fechar seus estabelecimentos. “Polícia ou milícia?”, questionam internautas. Cid Gomes está estável e deve ser transferido para Fortaleza nesta manhã Após ser baleado por um motim de policiais, no finaL da tarde desta quarta-feira (19), o senador licenciado Cid Gomes deverá ser transferido para o hospital Monte Klinikum, em Fortaleza, já no começo da manhã. As primeiras horas após Cid ser baleado foram de observação sobre possíveis sangramentos, hidratação intensa e reposição de oxigênio. O governador Camilo Santana (PT) deverá visitar Cid Gomes nas primeiras horas da manhã desta quinta. A informação é do jornal O Povo. “Clinicamente, acho que vai ter condição de transferência, porque o quadro clínico é estável. Não tem sinal de sangramento e nenhum órgão foi acometido”, explica Dr Cabeto. CIRO GOMES O ex-governador cearense e ex-ministro Ciro Gomes publicou uma nota de repúdio. “Meu irmão Cid Gomes foi vitima de dois tiros de arma de fogo por parte de policiais militares amotinados e mascarados em Sobral, nossa cidade. Até aqui as informações médicas são de que as balas não atingiram órgãos vitais apesar de terem mirado seu peito esquerdo.” Ciro completou: “Novos exames estão sendo feitos, mas a palavra aos familiares e amigos é de que Cid não corre risco de morte. Espero serenamente, embora cheio de revolta, que as autoridades responsáveis apresentem prontamente os marginais que tentaram este homicídio bárbaro às penas da lei.” Assista ao vídeo do momento do confronto: Repare que os policiais amotinados estão todos encapuçados. O vídeo é do Jornal O Povo.

Nem os aliados suportam mais o “boçalnaro” na Presidência da República

 – IstoÉ pede impeachment de Bolsonaro – Capa da revista que circula nas redes e que deve ir às bancas nesta sexta-feira prega o impeachment de Bolsonaro; durante as eleições, no entanto, a mesma revista colocou Fernando Haddad como um “cavalo de Tróia” A revista IstoÉ vem dando sinais de que pretende desembarcar de vez do apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Conhecida por ser uma das principais referência do antipetismo, a publicação vem adotando um tom mais crítico com relação ao governo e deve ir às bancas no próximo final de semana com uma capa em que prega o impeachment do presidente. “Basta!”, diz a chamada de uma versão de capa que foi antecipada e que circula nas redes sociais e em ferramentas de clipping na noite desta quarta-feira (19). Na imagem, Bolsonaro aparece fazendo uma “banana” com os braços. “Ao fazer menções abjetas de conotação sexual contra a jornalista Patrícia Campos Mello, Bolsonaro volta a dar demonstrações inequívocas de que fere o decoro e a liturgia do cargo que ocupa. De acordo com a Constituição, o chefe de Estado já deu caudalosas razões para a abertura de processo de impeachment. Cabe agora aos demais poderes o papel e o dever de investigar e julgar a conduta do inquilino do Planalto”, diz o texto que acompanha a manchete. Incoerentemente, no entanto, a mesma IstoÉ, em outubro de 2018, às vésperas do segundo turno das eleições, fez uma capa colocando o adversário de Bolsonaro, Fernando Haddad, como um “cavalo de Tróia”, em um claro apoio à eleição do presidente que agora critica.