Coordenador da chacina de Felisburgo é condenado a 195 anos de prisão

Cinco mortos, doze tentativas de homicídio: crime ocorrido em acampamento do MST em 2004 foi julgado 15 anos depois Ocorreu nesta segunda-feira (13) o julgamento de um dos responsáveis pela chacina de Felisburgo (MG). Calixto Luedy Filho foi apontado como coordenador do assassinato de cinco pessoas do acampamento Terra Prometida, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), na cidade de Felisburgo, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Em decisão de um júri popular, Calixto foi condenado a 195 anos e nove meses de prisão. Mais de 150 integrantes do MST lotaram o auditório do 2º Tribunal no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte (MG), onde acompanharam o julgamento que durou 13 horas. Para Kelly Gomes Soares, filha de uma as vítimas fatais e moradora do acampamento Terra Prometida, a condenação de Calixto significa diminuir o medo que as famílias continuam sentindo. “Se ele fosse absolvido, a gente sentiria uma impunidade e continuaria com medo de um novo massacre. Nossa região é de coronelismo. Ele ou outro poderia voltar e fazer alguma coisa”, explica. O deputado estadual André Quintão (PT), também presente no julgamento, comenta que a condenação de Calixto e dos outros assassinos significa um progresso para diminuir a violência no campo. “A chacina de Felisburgo é uma das páginas mais tristes e violentas de nossa história. Esperamos romper com esse ciclo de impunidade”, confia. Kelly lembra que, mesmo com a condenação, a jornada não termina e os sem-terra continuarão a lidar com os demais resultados da chacina. “Depois do massacre, as pessoas criaram um trauma. A gente tem um estudo com psicólogos que constatou um estado de depressão e problemas com álcool muito grandes. Hoje as famílias tentam se reinventar”, explica. Reconstrução do crime Segundo o depoimento das vítimas, Calixto era o braço direito e primo do fazendeiro Adriano Chafik Luedy, o mandante do crime. “Era ele que representava o Adriano na região”, declarou uma testemunha. Diversas vítimas o apontaram como o coordenador do grupo de capangas que executou a chacina, assim como promotor de ameaças anteriores, e afirmam ainda que o reconheceram no momento dos assassinatos. Testemunhas declaram que, por mais de uma vez, presenciaram Calixto fazendo ameaças verbais e físicas contra lideranças sem-terra e portando armas de fogo. Em uma das intimidações, registrada em boletim de ocorrência, um membro da Polícia Militar de Felisburgo, conhecido como Sargento Elias, foi quem conteve Calixto enquanto ele agarrava um dos coordenadores do acampamento pela camisa em um posto de gasolina. Foguetes para reunir os sem-terra e massacrá-los Um agravante conta na condenação de Calixto. Quando ele e os capangas entraram no acampamento Terra Prometida, encontraram a guarita vazia. Calixto teria ordenado, segundo as vítimas, que os capangas soltassem um foguete, pois aquela era a “senha” dos sem-terra para que todos se reunissem no centro do acampamento, onde os assassinos já estavam. “Não teve tempo de nada. Talvez foi até a sorte, porque senão tinha morrido mais”, afirmou uma das testemunhas. Os advogados do réu tentaram provar a tese de que houve confronto entre sem-terra e capangas, o que as vítimas negam. Nos autos do processo, segundo o promotor de justiça Christiano Leonardo Gonzaga Gomes, do Ministério Público de Minas Gerais, constam declarações de oficiais de justiça e policiais de que sempre adentraram no acampamento e nunca foram ameaçados. “Eles portavam os instrumentos de trabalho (foice, facão, enxada), mas nunca de forma ameaçadora”, declarou o promotor. Gomes ainda destacou que, antes da chacina, foram feitos quatro registros do Sargento Elias sobre denúncia de armas de fogo na fazenda Nova Alegria, de Adriano Chafik. Neste local, a polícia teria encontrado uma espingarda e 20 cartuchos. No acampamento sem-terra nenhuma arma foi encontrada. Histórico Este é o terceiro julgamento de Calixto Luedy Filho. Outros quatro homens já foram julgados e condenados: o fazendeiro Adriano Chafik Luedy (115 anos de prisão), Washington Agostinho da Silva (97 anos de prisão), Francisco de Assis Rodrigues de Oliveira (102 anos de prisão) e Milton Francisco de Souza (102 anos de prisão). As condenações aconteceram entre 2013 e 2014, todas em regime fechado. Com o julgamento de Calixto, restarão nove réus a serem julgados. Edição: Joana Tavares
Policiais convocam paralisação nacional contra a ‘reforma’ da Previdência dia 13

Entidades representativas de policiais civis estão convocando para a próxima segunda-feira (13), das 13h às 18h, uma paralisação nacional como parte da mobilização contra a reforma da Previdência. A União dos Policiais do Brasil (UPB) também organiza uma concentração em Brasília para o dia 20 de maio. “Além do não reconhecimento das características próprias da atividade policial, como o risco de morte, a proposta traz a possibilidade do estabelecimento de uma alíquota extra de até 8%, que significará uma diminuição salarial para os (as) policiais de todo o país. Além disso, com o estabelecimento de um gatilho para o estabelecimento da idade mínima de aposentadoria, em breve, teremos uma força policial extremamente envelhecida, com sérias dificuldades de garantir a segurança da população”, diz nota da Ugeirm, sindicato de policiais civis do RS, a respeito da mobilização da próxima semana. A paralisação de policiais civis está sendo convocada nacionalmente pela União dos Policiais do Brasil (UPB) como forma de preparação para um ato nacional marcado para o dia 20, em Brasília. A princípio, no próximo dia 13, as demais categorias devem apenas realizar mobilizações preparatórias para o ato nacional do dia 20. Em Porto Alegre, haverá concentração de manifestantes no Palácio da Polícia. A orientação é que não haja circulação de viaturas, que não sejam cumpridos mandados de prisão, nem haja participação em operações policiais e outras ações. A convocação é para que as delegacias registrem apenas flagrantes de casos de maior gravidade, como homicídios, estupros, ocorrências envolvendo crianças, adolescentes e idosos e Lei Maria da Penha. *Com informações do Sul 21
Homem é assassinado com pedrada na cabeça em Montes Claros

Segundo a PM, o crime ocorreu no Bairro Residencial Monte Sião; Bruno Soares Silva tinha 33 anos; familiares afirmaram à polícia que vítima tinha depressão e pode ter tido um surto. Um homem de 33 anos foi morto com uma pedrada na cabeça nesta quinta-feira (9) no Bairro Residencial Monte Sião, em Montes Claros. Segundo a Polícia Militar, o corpo de Bruno Soares Silva foi encontrado na Rua 2, caído próximo a um bloco de concreto, que estava todo manchado de sangue. Ainda de acordo com a polícia, os militares receberam uma ligação anônima relatando que o homem havia sido agredido e estava caído na rua. Quando os militares chegaram, Bruno já estava sem vida. A irmã da vítima relatou à polícia que o homem tinha depressão e estava passando por tratamento psicológico. Ela acredita que ele tenha tido um surto quando foi agredido, mas não soube identificar os possíveis autores. Segundo a PM, Bruno Soares tinha passagens por tráfico de drogas e agressão. A perícia da Polícia Civil foi acionada para dar continuidade na investigação. Até a publicação desta matéria, os suspeitos pelo crime não foram encontrados. O corpo da vítima foi liberado pela perícia e encaminhado ao IML de Montes Claros. Via G1 Grande Minas
Bolsonaro faz do Brasil um faroeste e libera porte de arma até para jornalistas

– Decreto assinado por Jair Bolsonaro e publicado nesta quarta-feira (8) no Diário Oficial da União (DOU) amplia o porte de armas para 20 profissões, de políticos a caminhoneiros, advogados e até jornalistas. De acordo com o texto publicado, as categorias listadas não precisarão comprovar “efetiva necessidade” para justificar a solicitação para o porte de junto à Polícia Federal. O regime de faroeste instala-se no país. As profissões contempladas são políticos eleitos, servidores públicos que trabalham na área de segurança pública, advogados em atuação pública, oficiais de Justiça, profissionais de imprensa que atuam em coberturas policiais, caminhoneiros, agentes de trânsito, entre outras categorias. Também são contemplados os moradores de propriedades rurais e os proprietários e dirigentes de clubes de tiro. O Estatuto do Desarmamento, de 2003, prevê que os pedidos precisam ser acompanhados de comprovação de aptidão técnica, capacidade psicológica, ausência de antecedentes criminais e comprovação de necessidade “por exercício de atividade profissional de risco” ou que representem ameaça à integridade física. Na assinatura do decreto, Bolsonaro afirmou que o governo foi “no limite da lei”. Segundo ele, o decreto “não passa por cima da lei” e “não inventa nada”, mas foi até o limite máximo englobado pelo Estatuto. O presidente já havia flexibilizado o porte de colecionadores, atiradores esportivos e caçadores, conhecidos pela siga CAC. Aumentou, por exemplo, a possibilidade de importação de armas, antes restrita. Os CAC devem levar a arma separada da munição, para ela não ser prontamente usada na rua para disparar. O arsenal e a concessão de registros para caçadores, atiradores e colecionadores de armas de fogo, por exemplo, aumentaram 879% de 2014 para 2018, ao passar de 8.988, em 2014, para 87.989, em 2018. Atualmente, há 255.402 licenças ativas no Brasil. O número de armas nas mãos desse grupo foi de 227.242 para 350.683 unidades, um crescimento de 54%. Lista das categorias que passam a ter direito de porte de armas: – instrutor de tiro ou armeiro credenciado pela Polícia Federal – colecionador ou caçador com Certificado de Registro de Arma de Fogo expedido pelo Comando do Exército – agente público “, inclusive inativo,” da área de segurança pública, da Agência Brasileira de Inteligência, da administração penitenciária, do sistema socioeducativo, desde que lotado nas unidades de internação, que exerça atividade com poder de polícia administrativa ou de correição em caráter permanente, ou que pertença aos órgãos policiais das assembleias legislativas dos Estados e da Câmara Legislativa do Distrito Federal; – detentor de mandato eletivo nos Poderes Executivo e Legislativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, quando no exercício do mandato – advogado – oficial de justiça – dono de estabelecimento que comercialize armas de fogo ou de escolas de tiro ou dirigente de clubes de tiro – residente em área rural – profissional da imprensa que atue na cobertura policial – conselheiro tutelar – agente de trânsito – motoristas de empresas e transportadores autônomos de cargas – funcionários de empresas de segurança privada e de transporte de valores Leia a íntegra do decreto clicando aqui.
Desembargador do TJMG negocia cargos fantasmas para mulher e filho

Interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal mostram o desembargador Alexandre Victor de Carvalho, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), negociando cargos públicos fantasmas para o filho, Guilherme Souza Victor de Carvalho, e a esposa, Andreza Campos Victor de Carvalho. De acordo com reportagem de Fábio Fabrini, publicada nesta quinta-feira (2) pelo jornal Folha de S.Paulo, o desembargador emplacou a mulher na Assembleia Legislativa depois de, segundo as investigações, tratar do assunto em uma reunião com o então presidente do Legislativo mineiro, Adalclever Lopes (MDB). “Ela vai, o salário seria melhor e eu estaria precisando botar o Gui [filho] aí na Câmara”, diz o magistrado ao então procurador-geral, Augusto Mário Menezes Paulino. Nos diálogos, o desembargador indica que os parentes não cumpririam as cargas horárias. “Augusto [Paulino] falou que você indo duas ou três vezes por semana, vai te apresentar aos vereadores, correr com você lá. [É] pra você ficar umas duas três horas por dia, o horário que você puder”, afirmou o magistrado ao filho em 11 de novembro de 2015. O filho do desembargador foi nomeado em dezembro de 2015, com salário de R$ 9.300, e exerceu cargo de coordenador de Intermediação Operacional.
STF abre licitação de R$ 1,1 milhão para comprar lagostas, vinhos e caipirinha

Edital de pregão eletrônico para prestação de serviços de fornecimento de refeições institucionais exige “cachaça de alta qualidade” para a caipirinha STF abriu licitação de R$ 1,1 milhão para comprar lagostas, vinhos e caipirinha com “cachaça de alta qualidade” O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou nesta sexta-feira (26) informações sobre a abertura de uma licitação com gasto estimado em R$ 1,134 milhão para “prestação de serviços de fornecimento de refeições institucionais”. O fornecedor que vencer o pregão eletrônico será responsável pelas refeições, de acordo com as necessidades da corte. No menu exigido pelo STF estão produtos como camarão ao vapor, medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada e bacalhau à Gomes de Sá. O edital diz ainda que moqueca (capixaba, baiana) e arroz de pato sejam colocados à mesa. Outras exigências são: salada Waldorf com camarões, pato assado, carré de cordeiro e medalhões de filé. No cardápio de espumantes , é necessário que ele seja produzido pelo “método champenoise e que tenha ganhado ao menos 4 (quatro) premiações internacionais”. Se o vinho for tinto fino seco, precisará ser Tannat ou assemblage, com safra igual ou posterior a 2010 e que também tenha ganhado pelo menos 4 (quatro) premiações internacionais. Se for o tinto fino seco de uva tipo Cabernet Sauvignon, a safra deve ser igual ou posterior a 2010. Ele “deve ter sido maturado em barril de carvalho, de primeiro ou segundo uso, por período mínimo de 12 (doze) meses”. Se o vinho for branco fino seco, a uva precisa ser tipo Sauvignon Blane, a safra deve ser de 2015 e a “colheita das uvas para fabricação do vinho deve ter sido feita manualmente”. Outras bebidas exigidas são: ” caipirinha , feita de limão e cachaça de alta qualidade; destilados, como uísques de malte, de grão ou sua mistura, envelhecidos por 12 (doze), 15 (quinze) ou 18 (dezoito) anos, cachaças envelhecidas em barris de madeira nobre por 1 (um) ou 3 (três) anos, gim, vodca, conhaque envelhecido por no mínimo 2 (dois) anos; vinhos de sobremesa; aperitivos, incluindo coquetéis de bebidas; bebidas digestivas e licores finos”. Em nota, o Supremo ressaltou que “o edital da licitação do serviço de refeições institucionais em elaboração pelo STF reproduz as especificações e características de contrato semelhante firmado pelo Ministério das Relações Exteriores (que faz o cerimonial da Presidência da República)”. Ponderou que o Tribunal de Contas da União analisou e validou o edital, “mas com redução de escopo: dos 21 itens contratados pelo ministério, 15 são objeto da licitação do STF”. O custo de R$ 1,1 milhão “é uma referência, que será submetida à disputa de preços entre as participantes do pregão. Além disso, o contrato prevê que o STF pagará apenas pelo que for efetivamente demandado e consumido, tendo o valor global do contrato como um teto”. Fonte: Último Segundo
Oficial responsável por fiscalizar armas é preso por desviar armamento

O tenente-coronel Alexandre de Almeida foi preso acusado de desvio de armas do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1ª Região Militar do Exército. O militar era a mais importante autoridade do setor no controle de armas que circulam no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Dentre as atribuições dele estavam a importação e o comércio de armas, os clubes de tiro, a blindagem de veículos, o comércio de explosivos, além das atividades de caçadores, atiradores e colecionadores, estes últimos são conhecidos pela sigla CACs. De acordo com o inquérito policial-militar instaurado pelo Exército, armas desviadas pelo tenente-coronel eram repassadas ao Guerreiros Escola de Tiro e Comércio de Armas, na cidade de Serra, no Espírito Santo, por intermédio do irmão do oficial, Rafael Felipe de Almeida. Segundo o jornal O Globo, o dono do clube, Marcos Antônio Loureiro de Souza, admitiu que a unidade havia recebido 110 “armas antigas”, recolhidas por ele na própria casa do tenente-coronel e levadas para Vila Velha. Pelo lote, Antônio disse que havia acertado o pagamento de R$ 90 mil, em 12 prestações, das quais já havia pago três, no ano passado, imaginando que o dinheiro iria para o filho do falecido dono da coleção de 110 armas. A investigação do Exército ocorre no momento em que o arsenal e a concessão de registros para caçadores, atiradores e colecionadores de armas de fogo aumentou 879% nos últimos anos, ao passar de 8.988, em 2014, para 87.989, em 2018. Atualmente, há 255.402 licenças ativas no Brasil. Já o número de armas nas mãos dos CACs foi de 227.242 para 350.683 unidades.
Homem é preso após assaltar uma clínica médica no centro de Pirapora

– Ele roubou cerca de R$ 2 mil do estabelecimento em Pirapora e contou que além de pagar o débito, comprou mais cocaína; criminoso foi preso ao ser reconhecido por imagens do circuito interno. – Um homem de 36 anos foi preso após assaltar uma clínica médica no Centro de Pirapora, nessa terça-feira (23). A recepcionista disse à polícia que ele entrou no local simulando estar armado, fez ameaças e perguntou onde estava o dinheiro. Em seguida, o homem abriu as gavetas do caixa e roubou cerca de R$ 2 mil. Antes de fugir, ele segurou a recepcionista pelo braço e a levou para um dos cômodos da clínica. A polícia conseguiu identificar o criminoso através de imagens do circuito interno de segurança. Ele foi preso dentro de casa, no Bairro Sagrada Família, e confessou ter cometido o assalto para pagar dívidas com traficantes e comprar cocaína. A polícia recuperou R$ 144. Segundo a PM, depois do assalto o homem chegou a fazer a barba e trocou de roupas para não ser reconhecido. A bolsa usada durante o crime foi jogada no Rio São Francisco.
Carro capota, pega fogo e motorista morre na LMG-653 em Montes Claros

A vítima foi retirada por ciclistas que passavam pelo local antes das chamas se espalharem, mas não resistiu aos ferimentos O motorista de um carro morreu em um acidente na manhã deste domingo em Montes Claros, na Região Norte de Minas Gerais. O veículo que ele conduzia capotou várias vezes na LMG-653 e depois pegou fogo. A vítima foi retirada por ciclistas que passavam pelo local antes das chamas se espalharem, mas não resistiu aos ferimentos. O acidente aconteceu por volta das 6h20. De acordo com a Polícia Militar (PM), testemunhas contaram que o veículo seguia pela rodovia em direção ao Centro de Montes Claros. Quando passava próximo a entrada de um clube da cidade, o motorista perdeu o controle da direção, por causas ainda desconhecidas. O veículo saiu da pista, bateu em um barranco e capotou várias vezes. Ele parou apenas no outro lado da via e começou a pegar fogo. Bruce Junio Santos Barbosa, de 27 anos, ficou com o pé preso próximo ao volante, segundo o Corpo de Bombeiros. Ciclistas que presenciaram o acidente ajudaram a retirar a vítima. Continua depois da publicidade O Corpo de Bombeiros foi acionado e os militares conseguiram apagar o incêndio. Um médico da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou a morte do motorista. A perícia esteve no local e o veículo foi removido para um pátio credenciado do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran/MG).
PC incinera 386 kg de drogas; 963 armas e 32 simulacros de arma fogo em Moc

A Polícia Civil incinerou cerca de 386 kg de maconha, cocaína e crack em Montes Claros, no Norte de Minas. De acordo com a PC, a incineração foi em uma empresa especializada em tratamento de resíduos no Distrito Industrial que tem licença ambiental para fazer o procedimento. Segundo o delegado regional, Herivelton Ruas Santana “As drogas são de diversas apreensões que foram realizadas desde o ano passado e agora são incineradas com autorização da Justiça”, explicou. A Polícia Civil informou ainda que além dos entorpecentes, foram incinerados 963 armas brancas, 32 simulacros de arma de fogo, documentos antigos apreendidos há mais de cinco anos e oito quilos de suplementos alimentares e remédios. Os materiais estavam armazenados em um depósito da polícia. A incineração aconteceu na terça-feira, dia 16. Em agosto de 2018, foi realizada na cidade uma incineração com 300 kg de drogas