Temer vence batalha, e TSE erra o passo

 – GLOBO: TSE MUDOU DEPOIS QUE O PSDB, DERROTADO NA URNA, ROUBOU O GOVERNO –  – Em editorial extraordinário publicado nesta noite, o jornal O Globo, dos irmãos Marinho, explica a mudança de conduta do ministro Gilmar Mendes, no processo contra a chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral. Tudo se deve, segundo o jornal, ao fato de o PSDB, que perdeu as eleições, ter assaltado o poder. Leia abaixo: EDITORIAL: Temer vence batalha, e TSE erra o passo Era uma chance de o Tribunal Superior Eleitoral equiparar-se a outras instâncias do Judiciário identificadas com a linha de frente na luta contra a corrupção. Entre elas, o Supremo, a 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, base do juiz Sergio Moro e da força-tarefa da Lava-Jato; o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro; e Vallisney de Souza Oliveira, da 1ª Vara Federal de Brasília. Não se pode acusar de ilegítima a decisão da Corte de inocentar a chapa Dilma-Temer. Há argumentos técnicos que embasam os 4 a 3 a favor da manutenção da chapa, com a permanência de Michel Temer no Planalto. Mas é um contraponto forte que, entre os três votos derrotados, estejam dois ministros do Supremo, Luiz Fux e Rosa Weber, que podem se pronunciar depois que a denúncia contra Temer por corrupção for encaminhada à Corte, pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O ministro Edson Fachin, destinatário da denúncia, a enviará à Câmara, para que seja aprovada ou não, sendo necessária maioria de três quintos dos votos (60%). Se aprovada, a denúncia irá ao Pleno da Corte, em que Fux e Rosa Weber têm assento. O terceiro voto contra Temer, no TSE, foi do competente relator, ministro Herman Benjamin. Em uma Justiça entulhada de agravos, embargos e leis que se sobrepõem e, não raro, se contradizem, não é difícil encontrar lastro para defender teses que agridam a sensatez, inclusive driblem entendimentos jurídicos anteriores. O embate no TSE começou a ficar claro na manhã de quinta, quando, sob a presidência do também ministro do STF Gilmar Mendes, a Corte passou a discutir preliminares. O desfecho do debate jurídico é exemplo bem acabado da margem de manobra que existe no cipoal de leis, regulamentos, para se tomar decisões legais, em sentido contrário ao de leis também em vigor. Pois, apesar do entendimento majoritário, no TSE, de que depoimentos e provas colhidas junto à Odebrecht chegaram ao processo depois de prazos vencidos, a lei complementar 64, de 1990, sustenta que o juiz formará a sua opinião por “livre apreciação dos fatos públicos e notórios, dos indícios e presunções e provas produzidas (…), ainda que não indicados ou alegados pelas partes, mas que preservem o interesse público de lisura eleitoral” . O enredo é de realismo fantástico, no qual o partido que foi autor da petição inicial contra a chapa Dilma-Temer, o PSDB, tornou-se aliado do vice-presidente, quando Dilma sofreu impeachment por crimes de irresponsabilidade fiscal. Ainda em desdobramentos de difícil entendimento para quem não acompanha o cotidiano da política e da Justiça brasileiras, o ministro Gilmar Mendes, o mesmo que, em 2015, se bateu, com razão, para reabrir o inquérito sobre o uso de dinheiro sujo na campanha de 2014, por Dilma-Temer, passou a aceitar a tese de que o relatório de Benjamin fosse rejeitado por incluir depoimentos da Odebrecht e dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, devido a questiúnculas processuais. Testemunhos corrosivos sobre desvios de dinheiro público para a campanha da chapa vitoriosa deixaram de ser considerados formalmente. Por isso, o relator desfechou a frase: “Eu, como juiz, recuso o papel de coveiro de prova viva. Posso até participar do velório, mas não carrego o caixão.” Gilmar de 2015 havia antecipado Benjamin de 2017, ao conseguir reabrir a análise das contas de Dilma-Temer, mandadas arquivar pela então ministra Maria Thereza de Assis Moura, hoje fora da Corte. Daí o relator haver citado com frequência um incomodado Gilmar Mendes. A não inclusão da Odebrecht no relatório de Benjamin recebeu, na quinta, o primeiro apoio explícito, do ministro Napoleão Nunes Maia Filho. Depois vieram Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira, recém-nomeados para o TSE pelo presidente Temer. Quanto a Gilmar, já havia deixado evidente que era contra a amplitude do relatório. Tratou o trabalho de Benjamin como uma competente tese acadêmica, útil para ajudar em reformas futuras, mas não para cassar a chapa. O relator disse que entendia a intenção dos pares: “arrancar (do processo) todas as provas da Odebrecht”. A tranquilidade e até animação do presidente Michel Temer, na quarta-feira, no segundo dia do julgamento, demonstradas em solenidade no Planalto, se justificavam. Restou do julgamento o detalhado relatório de Herman Benjamin, candidato a ocupar lugar entre as melhores peças de acusação que têm sido produzidas desde o mensalão, neste ciclo histórico de luta das instituições republicanas contra a corrupção. Temer venceu esta batalha e precisa se preparar para a próxima, a da denúncia contra ele que a procuradoria-geral da República encaminhará ao STF. Enquanto isso, o Congresso não pode parar. O lado positivo desses dias tensos é que o país segue: a Justiça funciona, investigações na Lava-Jato e outras operações prosseguem, e o Congresso trabalha.

TEMER IGNORA STF E NÃO IRÁ RESPONDER PF

 –  Prestes a ser denunciado por corrupção, obstrução judicial e também como chefe de organização criminosa, Michel Temer decidiu não responder as 82 questões do inquérito instaurado para apurar sua participação no esquema de propinas denunciado pela JBS -.  No escândalo, seu ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures foi preso recebendo uma mala com R$ 500 mil que, segundo os delatores da empresa, era destinada a Temer. Em sua “resposta”, Temer alegou que as questões formuladas pela PF extrapolam o objeto da ação. “O presidente e cidadão Michael Temer está sendo alvo de um rol de abusos e de agressões aos seus direitos individuais e à sua condição de mandatário da Nação que colocam em risco a prevalência do ordenamento jurídico e do próprio Estado Democrático de Direito. O vulgo tem questionado ‘mas o que estão fazendo com o Presidente da República ?’ e os seus amigos indagam ‘por que o Michael está sendo tratado desta forma ?’”, afirma a defesa de Temer. Confira a íntegra do posicionamento dos advogados de Temer, que dizem que a inquirição é “invasiva, arrogante, desprovida de respeito”. Confira a lista das 82 perguntas que ele decidiu ignorar: 1. Qual a relação de Vossa Excelência com Rodrigo da Rocha Loures? 2. Desde quando o conhece? Já o teve como componente de sua equipe de trabalho? Quais os cargos ocupados por ele, diretamente vinculados ao de Vossa Excelência? 3. Rodrigo da Rocha Loures é pessoa da estrita confiança de Vossa Excelência? 4. Vossa Excelência confirma ter realizado contribuição financeira à campanha de Rodrigo da Rocha Loures à Câmara dos Deputados, nas eleições de 2014, no valor de R$ 200.650,30? Quais os motivos dessa doação? 5. Vossa Excelência realizou contribuições a outros candidatos nessa mesma eleição? Se a resposta for afirmativa, discriminar beneficiários e valores. 6. Vossa Excelência gravou um vídeo de apoio à candidatura de Rodrigo da Rocha Loures à Câmara dos Deputados, em 2014. Fez algo semelhante em prol de outro candidato? Quais? 7. Rodrigo da Rocha Loures, mesmo após ter assumido vaga na Câmara dos Deputados, manteve relação próxima com Vossa Excelência e com o Gabinete Presidencial? 8. Vossa Excelência confirma ter estado com Joesley Batista, Presidente do Grupo J&F Investimentos S/A, em 7 de março de 2017 no Palácio do Jaburu, em Brasília, conforme referido por ele em depoimento de fls. 42/51 dos autos do Inquérito no 4483? 9. Qual o objeto do encontro e quem o solicitou a Vossa Excelência? 10. Rodrigo da Rocha Loures teve prévio conhecimento da realização desse encontro? 11. Por qual motivo a reunião em questão não estava inserida nos compromissos oficiais de Vossa Excelência? 12. Vossa Excelência tem por hábito receber empresários em horários noturnos e sem prévio registro em agenda oficial? Se sim, cite ao menos três empresários com quem manteve encontros em circunstâncias análogas ao de Joesley Batista, após ter assumido a Presidência da República. 13. Vossa Excelência já havia encontrado Joesley Batista fora da agenda oficial? Quando, onde e qual o propósito do(s) encontro (s)? 14. Em pronunciamento público acerca do ocorrido, Vossa Excelência mencionou que considerava Joesley Batista um ‘conhecido falastrão’. Qual o motivo, então, para tê-lo recebido em sua residência, em horário, prima facie, não usual, em compromisso extraoficial e sem que o empresário tivesse sido devidamente cadastrado quando ingressou às instalações do Palácio do Jaburu (segundo as declarações do próprio Joesley Batista)? 15. Vossa Excelência aventou a possibilidade de realizar viagem a Nova York, no período de 13 a 17 de maio de 2017? Rodrigo da Rocha Loures chegou a comentar com Vossa Excelência sobre o interesse de Joesley Batista de encontrá-lo na sede da JBS, naquela cidade? 16. Vossa Excelência sabe se o ex-ministro Geddel Vieira Lima mantinha encontros ou contatos com o empresário Joesley Batista, segundo referido por este às fls 42/51? Se sim, esclarecer a finalidade desses encontros? 17. Vossa Excelência tem conhecimento se o ministro Eliseu Padilha mantinha encontros ou contatos com o empresário Joesley Batista segundo referido por este às fls 42/51? Se sim, esclarecer a finalidade desses encontros? 18. No mesmo depoimento de fls. 42/51, Joesley Batista disse ter informado Vossa Excelência, no encontro, sobre a cessação de pagamentos de propina a Eduardo Cunha e da manutenção de mensalidades destinadas a Lúcio Bolonha Funaro, ao que Vossa Excelência teria sugerido o prosseguimento dessa prática. Em seguida, o empresário afirmou ‘que sempre recebeu sinais claros de que era importante manter financeiramente ambos e as famílias, inicialmente por Geddel Vieira Lima e depois por Michel Temer para que eles ficassem ‘calmos’ e não falassem em colaboração premiada’. Vossa Excelência confirma ter recebido de Joesley Batista, na conversa havida no Palácio do Jaburu, a informação de que ele estaria prestando suporte financeiro às famílias de Lúcio Funaro e de Eduardo Cunha, como forma de mantê-los em silêncio? Em caso de resposta negativa, esclareceu a Joesley Batista, na ocasião, que não tinha qualquer receio de eventual acordo de colaboração de Lúcio Funaro ou de Eduardo Cunha? 19. Existe algum fato objetivo que envolva a pessoa de Vossa Excelência e seja passível de ser revelado por Lúcio Bolonha Funaro ou Eduardo Cunha, em eventual acordo de colaboração? 20. Vossa Exceiência sabe de algum fato objetivo que envolva o ex-ministro Geddel Vieira Lima e que possa ser mencionado em acordo de colaboração premiada que eventualmente venha a ser firmado? 21. Vossa Excelência conhece Lúcio Bolonha Funaro? Que tipo de relação mantém ou manteve com ele? Já realizou algum negócio jurídico com Lúcio Bolonha Funaro ou com empresas controladas por ele? Quais? 22. Lúcio Bolonha Funaro já atuou na arrecadação de fundos a campanhas eleitorais promovidas por Vossa Excelência ou ao PMDB quando Vossa Excelência estava à frente da sigla? Se sim, especificar a(s) campanha (s) 23. Joesley Batista também aduziu no depoimento de fls 4251 que Vossa Excelência se dispôs a ‘ajudar’ Eduardo Cunha no Supremo Tribunal Federal através de dois Ministros que lá atuam? Vossa Excelência confirma isso? Se sim, de que forma prestaria tal ajuda? Quais eram esses dois

Comércio demite 11 mil em Minas, neste ano

 – A queda na renda das famílias prejudica os níveis de emprego –  – Se por um lado comércio e serviços são setores que se complementam, por outro podem ser consideradas atividades antagônicas. Prova disso é que no acumulado do ano até abril um foi o que mais gerou empregos no Estado enquanto o outro foi o que mais fechou vagas. A explicação, segundo especialistas, está justamente nas características e na dinâmica dos segmentos. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de janeiro a abril de 2017, enquanto o setor de serviços gerou 10.031 vagas de empregos em Minas Gerais, o comércio extinguiu 11.178 postos de trabalho. No caso dos serviços, os números são resultantes de 205.762 contratações e 195.731 demissões, enquanto no comércio foram 129.178 admissões contra 140.356 desligamentos. Para o economista da Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Guilherme Almeida, é preciso levar em consideração não somente o perfil das atividades, mas também a maneira como cada uma delas vem se comportando diante da crise econômica brasileira. A começar, por exemplo, que o comércio sofre com a alta rotatividade e a atividade de serviços funciona como um plano B para quem perde o emprego. “Aí a gente já vê a justificativa para um ter aumentado nos primeiros meses do ano e outro ter diminuído, por exemplo”, exemplificou. Além disso, conforme o economista, o comércio também sofre influência das datas comemorativas como Páscoa e Dia das Mães, recentemente comemoradas, que, por conta do cenário econômico adverso, influenciaram negativamente no resultado do setor. De toda maneira, Almeida pondera que não necessariamente os comportamentos de ambos os setores continuarão assim no restante do ano. Até porque, segundo ele, dependem da demanda.

Parque Nacional do Peruaçu quer título da Unesco

 – Conjunto de sítios arqueológicos fica entre Januária, Itacarambi e São João das Missões. Área abrange 140 cavernas e sítios com registros pré-históricos – Formações naturais são apenas parte das atrações do complexo localizado no Norte de Minas  Minas Gerais quer ter mais um importante acervo reconhecido como patrimônio mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Trata-se do conjunto de sítios arqueológicos do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, entre os municípios de Januária, Itacarambi e São João das Missões, no Norte de Minas. O parque, que se estende por 60 mil hectares, abrange 140 cavernas e mais de 80 sítios arqueológicos que conservam registros de milhares de anos da pré-história. Em audiência publica marcada para a tarde desta quinta-feira, em Januária, será feito o lançamento oficial da campanha de mobilização para que a candidatura seja encaminhada pelo governo brasileiro à Unesco. São aguardados representantes de órgãos públicos, entidades e ambientalistas. O encontro foi viabilizado pela Comissão de Assuntos Municipais e Regionais da Assembleia Legislativa de Minas.O coordenador da campanha, o ambientalista Leonardo Giunco, integrante da Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE), lembra que a mobilização em prol do reconhecimento do Parque do Peruaçu como patrimônio mundial envolve mais de 50 instituições ligadas ao meio ambiente e órgãos públicos estaduais e federais, além das prefeituras da região. Neste ano foi montada uma força-tarefa para divulgar o potencial da unidade e cobrar das autoridades a apresentação da candidatura oficial.A Unesco concede a titulação nas categorias “Patrimônio Cultural” e “Patrimônio Natural”. Existe ainda a categoria mista, que abrange os dois aspectos. Leonardo Giunco destaca que o conjunto de sítios arqueológicos do Parque do Peruaçu pode representar um grande diferencial para Minas Gerais junto à entidade da ONU. Ele ressalta que os quatro selos j[a conquistados pelo estado perante o organismo internacional são de “Patrimônio Cultural da Humanidade”: os acervos históricos de Ouro Preto, Diamantina e de Congonhas e o conjunto arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte, projetado por Oscar Nimeyer. del-Rei“O Parque do Peruaçu pode ser o primeiro acervo de Minas Gerais a receber o título de Patrimônio Natural da Unesco. Mas pode entrar também na categoria mista, o que é uma coisa mais rara”, afirma o coordenador da Campanha Pró-Peruaçu. A área foi declarada como unidade de conservação federal por decreto em 1999.Ele ressalta que o complexo do Peruaçu se encaixa em quatro critérios estabelecidos pela Unesco para a candidatura. O primeiro deles, salienta, é que a própria beleza natural do lugar. O segundo aspecto é que os sítios arqueológicos guardam marcas de mudanças sofridas pelo planeta. Também mostram evidências de como era a vida em períodos da pré-história da humanidade, por meio de pinturas rupestres nas cavernas. Além disso, a área é considerada hábitat de espécies da fauna ameaçadas de extinção.Giunco lembra que o Peruaçu está inscrito na lista da Unesco para concorrer ao selo de reconhecimento como patrimônio da humanidade há quase 20 anos. Porém, nunca foi oficialmente apresentado como candidato, algo que só pode ser feito pelo governo federal. Neste ano foi montada a força-tarefa com o objetivo de cobrar o encaminhamento da candidatura.“O Peruaçu é um dos sítios brasileiros com maior possibilidade da conquista do reconhecimento, inclusive com a vantagem da classificação mista, podendo concorrer nas categorias Natural e Cultural simultaneamente. Entretanto, a proposta se encontra parada há quase duas décadas nas mesas do governo federal e, por isso, nos unimos para pressionar o Ministério do Meio Ambiente a apresentar a candidatura à Unesco”, enfatizou Leonardo Giunco. Com informação de Luiz Ribeiro – Estado de Minas

Never: um vigarista que destruiu o Brasil

 – Para encher o saco do PT um cafajeste provinciano destruiu o país – (originalmente publicado no Nocaute) Eu, antes de qualquer coisa, quero contar o seguinte: eu só estive com o Michel Temer uma vez na minha vida, em um elevador. Estava ele e aquela moça alta, vistosa, recatada, do lar, ex-vice miss Paulínea e ex-miss Campinas. Portanto, não há nenhum motivo para que alguém diga que eu sou homem de confiança do Temer. Só estive com ele essa única vez. E mais para comprovar reiteradamente que eu não sou homem de confiança do Temer, eu estou solto, estou na minha casa, não estou indiciado, não fui denunciado e não estou sendo investigado. Não sou bandido. Dito isso, eu queria mudar de assunto. A gente continua sem saber o que vai acontecer nesse país. Temer fica, Temer sai. A essa altura, eu acho honestamente que não faz a menor diferença, porque tira o Temer e põe um sósia dele, um sub-Temer. Os que mandam de verdade, os donos do capital, os donos das empreiteiras, o donos da grande mídia brasileira, as multinacionais, vão continuar mandando. Tem de derrubar o Henrique Meirelles. Agora, também botar no lugar dele quem? Um similar, um genérico. Terá genérico, gente como Henrique Meirelles. Enquanto a gente não sabe o que vai acontecer e a minha impressão pessoal é que não vai acontecer nada de bom. Eu acho que eu vou dizer isso reiteradamente aqui: a gente tem de analisar a culpa, a irresponsabilidade criminosa do Partido da Social Democracia Brasileira, que começa mentindo no nome. Porque nunca foi socialdemocrata, nunca foi, não tem nem ideia do que seja social democracia. E dentro do PSDB, principalmente, examinar bem a história de Aécio Neves da Cunha, que é o verdadeiro nome dele. E aí o paralelo é inevitável, é Aécio Cunha. Parecido com Eduardo Cunha. O que esse camarada fez é de uma irresponsabilidade sem limites, sem limites. Ele começou o processo no TSE contra a Dilma e o Temer para encher o saco do PT. A expressão não é minha, é dele próprio, é do cafajeste provinciano que ele é. Para encher o saco do PT, esse playboy provinciano destruiu o país. Com o aval do Fernando Henrique Cardoso, com aval da cúpula do PSDB. Isso aí a gente não pode esquecer nunca. Há um dado curioso nisso tudo, porque parece que já estamos tomando atenção que essa questão merece. As últimas pesquisas eleitorais indicam que Lula está com praticamente 50% dos votos. O Aécio Neves 1%. Por isso, eu não acredito que eles permitam eleições diretas. Porque afinal isso tudo não foi para acabar com o governo da Dilma. Isso tudo foi para liquidar o Lula e por no poder Aécio Neves, que agora está numa auto prisão domiciliar. Claro que ele não tem coragem de botar a cara na janela, não sei nem se ele se olha no espelho. Não quer ver ninguém, é ele e sua garrafinha de uísque, o que sobrou da quadrilha dele e eu acho que ele tem muitas aspirações, ele talvez aspire a não ser preso.

O golpe e a toga: tucano irá comandar o País

 – GILMAR AMARRA COM PSDB E PMDB SUA CANDIDATURA NA ELEIÇÃO INDIRETA –  –  O ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, aceitou concorrer à presidência da República numa eleição indireta, após a provável queda de Michel Temer, que, mesmo que escape no TSE, se tornou insustentável no poder. Quem afirma é o jornalista Fernando Rodrigues, em seu serviço de notícias Drive. “O eleitor comum pode não gostar do desenrolar do julgamento da chapa Dilma-Temer pelo TSE, com a provável absolvição de Michel Temer. Mas o presidente da Corte está se saindo muito bem junto ao eleitorado que realmente lhe interessa: o baixo clero do Congresso”, diz ele. Segundo Rodrigues, Gilmar deu caneladas na Lava Jato, no Ministério Público e no relator Herman Benjamin porque pretende ser eleito pela maior bancada do Brasil: a dos políticos investigados. “Deputados e senadores escolherão o presidente interino da República, caso Michel Temer seja afastado do cargo pela Lava Jato. E, no Congresso: a) o PMDB é o partido mais forte; b) o baixo clero e os envolvidos na Lava Jato formam, de longe, a maior bancada”, diz ele. Nesse cenário, Gilmar já teria conquistado o apoio do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e de outros investigados, como o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). “O presidente do TSE já conquistou figuras importante do PMDB, que não admitem publicamente: os líderes do partido no Senado, Renan Calheiros (AL), e na Câmara, Baleia Rossi (SP). Gilmar esteve na 2ª (5.jun) com Renan. Na semana passada, encontrou-se com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Entre os tucanos, conta com a amizade de longa data do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do senador Aécio Neves (MG), afastado do mandato pela Lava Jato”, afirma Rodrigues. “Gilmar tem discutido com os peemedebistas o formato da eleição indireta. Aceitaria disputar. Mas quer concorrer em igualdade de condições, por exemplo, com Rodrigo Maia (DEM-RJ). Sem ter que se desincompatibilizar do cargo atual.”

Jornalistas desocuparam predinho do Hoje em Dia

 – Trabalhadores do Hoje em Dia desocuparam o ‘predinho’ que JBS diz ter comprado para pagar Aécio Neves –   Um acordo parcial foi fchado para o pagamento dos trabalhadores demitidos do jornal Hoje em Dia, que ajuizaram a ação coletiva e estão representados pelos sindicatos. O Ocupa Predinho foi um sucesso e uma demonstração que só a união dos trabalhadores é o caminho da vitória.  No dia 01 de junho, jornalistas, gráficos e empregados na administração do jornal Hoje em Dia dispensados há um ano e três meses ocuparam a antiga sede da empresa, localizada no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte. Os objetivos da ocupação são denunciar as falcatruas envolvidas na venda do prédio, reveladas na delação da JBS, e chamar atenção para o calote do jornal, que até hoje não pagou aos mais de cem trabalhadores o acerto de rescisão e nem o salário do último mês trabalhado, além de outros direitos trabalhistas. A ocupação contou com a solidariedade do Sindicato dos Jornalistas, Sindicato dos Gráficos, Sindicato dos Empregados na Administração de Jornais e revistas, Sindieletro e Sindágua e de militantes do MST, da UNE e do Levante Popular da Juventude. “Esta é uma ocupação pacífica, não é uma ocupação para posse do imóvel”, disse o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Kerison Lopes em discurso aos moradores e transeuntes. Ele informou que intenção é denunciar à sociedade a situação dos trabalhadores do Hoje em Dia e exigir das autoridades solução para o problema. “Queremos que os trabalhadores que ajudaram a construir este jornal recebam seus direitos”, enfatizou. Não era o que parecia ser No edifício desocupado há quatro meses, a imprensa pôde constatar algumas curiosidades, além de grande quantidade de lixo – papéis, lotes de jornais, fios, materiais de informática etc. – deixada para trás quando o jornal mudou para a atual sede, no bairro Prado. Uma das curiosidades são as contas de água do prédio emitidas pela Copasa, que se mantiveram constantes nos últimos meses, embora o local esteja vazio desde fevereiro. Outra curiosidade é o painel plotado na entrada, que faz propaganda da reforma gráfica e editorial do jornal, quando se tornou tabloide. Ele expôs para a posteridade o projeto ambicioso da empresa, que, ainda sob do comando da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), proprietária do jornal durante 22 anos, pretendia conquistar os leitores com vários novos cadernos. Data da reforma: 19 de junho de 2012. Tiragem da “edição histórica”, segundo notícia do próprio jornal: 100 mil exemplares. Pouco mais de um ano depois, o jornal foi vendido. Em setembro de 2013, a Iurd – proprietária da Rede Record de Televisão e que sempre pareceu estar mais interessada na gráfica do Hoje em Dia, na qual imprimia seu semanário, Folha Universal, cuja tiragem, distribuída gratuitamente, ultrapassava um milhão de exemplares – vendeu o jornal ao Grupo Bel de Comunicação, dono de diversas emissoras de rádio em Minas Gerais, entre elas a 98 FM. O negócio foi estimado em R$ 40 milhões, segunda notícia da revista Exame. “A Rede Record informa ter concluído a operação de venda do controle acionário da Ediminas S/A- Editora Gráfica e Industrial de Minas Gerais, sediada em Belo Horizonte, para o Grupo Bel, também sediado na capital mineira”, informou comunicado do jornal divulgado no dia 10 de setembro de 2013. Dizia ainda o comunicado: “Os grupos Record e Bel já foram parceiros em outros negócios bem-sucedidos envolvendo o segmento da radiodifusão e seguem mantendo, com a negociação ora concluída, o mesmo alto nível de relacionamento institucional e de respeito aos seus colaboradores, fornecedores, clientes e parceiros comerciais.” Segundo a Record, o Grupo Bel atuava no mercado de comunicação e de entretenimento há 46 anos, tendo sido pioneiro em radiodifusão no país, responsável por colocar no ar a primeira rádio FM estéreo do Brasil, e que desenvolvia, ao longo de sua história, projetos inovadores na área de telecomunicações. Em outro comunicado, publicado no saite oficial da empresa, o grupo Bel afirmava: “O jornal Hoje em Dia agora faz parte de nossa história de sucesso”. Todas estas eram informações oficiais, públicas, propaganda, “para o mercado”. Não correspondiam à realidade, porém, como revelou a delação do empresário Joesley Batista, proprietário da JBS. Nos bastidores, corrupção, campanha eleitoral e benefícios fraudulentos a empresas privadas, sempre a custa de dinheiro público, eram as verdadeiras causas dos negócios envolvendo o Hoje em Dia, que não apareciam nas notícias. Após a delação soube-se que, cinco meses antes do Grupo Bel comprar o jornal das mãos dos bispos da TV Record, o governo de Minas Gerais, então comandado pelo hoje senador Antonio Anastasia, desapropriou um imóvel da Rádio Del Rey, que pertence à família proprietária do Grupo Bel. A desapropriação custou R$ 1,09 milhão aos cofres públicos e o pagamento foi realizado em junho de 2013. O Sindicato apurou que o valor inicial proposto para o terreno foi R$ 572 mil e que, posteriormente, foi aumentado para R$ 1,09 milhão. Cabe aos procuradores e à Polícia Federal investigar se a desapropriação foi uma maneira de o governo mineiro ajudar a financiar, com dinheiro público, a compra do jornal. Os fatos são que a desapropriação milionária aconteceu às vésperas do negócio e que no ano seguinte o jornal apoiou sem nenhum pudor as candidaturas dos tucanos Aécio Neves à presidência e Pimenta da Veiga para governador. Embora não fosse o único jornal mineiro a tomar partido a favor de Aécio, o Hoje em Dia destacou-se ao publicar uma pesquisa que, na contramão de todos as outras pesquisas de opinião, dava favoritismo ao tucano. Publicada como manchete no portal do jornal no dia 14 de outubro, a notícia foi usada imediatamente na propaganda eleitoral do candidato. O episódio provocou críticas nas redes sociais e a demissão do jornalista Aloísio Morais do Hoje em Dia, acusado de compartilhar informações que prejudicavam a empresa. Aloísio, que trabalha no jornal há 28 anos e é diretor do Sindicato, entrou na justiça e ganhou em todas as instâncias; depois de 22 meses, foi reintegrado,

Agricultura Familiar de Minas terá R$ 5,2 milhões

 – Ação irá beneficiar 800 agricultores familiares da região do semiárido mineiro para fomento da produção –  Termo de Adesão ao Programa de Aquisição de Alimentos foi assinado por 36 municípios selecionados, garantindo alimentação saudável, desenvolvimento local e mais renda no campoO Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário (Seda) e da Empresa Mineira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG), vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura Pecuária e Abastecimento (Seapa), realizou nessa segunda-feira (5/6), em Belo Horizonte, a cerimônia oficial de assinatura do Termo de Cooperação Técnica com os 36 municípios selecionados para participarem do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA Termo de Adesão Estadual.Com investimentos de R$ 5,2 milhões, a ação irá beneficiar 800 agricultores familiares da região do semiárido mineiro. O encontro contou a presença de 28 prefeitos e sete representantes de municípios.Além de promover o acesso à alimentação adequada às populações em situação de insegurança alimentar e nutricional, o PAA garante a inclusão econômica e social dos agricultores familiares, por meio do fomento à produção sustentável e da comercialização, fortalecendo o segmento.Para o secretário de Desenvolvimento Agrário, Professor Neivaldo, a assinatura reforça mais uma parceria entre o órgão e a Emater-MG para o atendimento à agricultura familiar. Ele destacou que, no Dia do Meio Ambiente (5 de junho), o Governo de Minas Gerais promove uma ação que incentiva o uso de produtos orgânicos.“Queremos o fortalecimento da agroecologia, da alimentação orgânica, e para isso precisamos de políticas. Queremos que a agricultora e o agricultor familiar também tenham dignidade no campo”, afirma o secretário. Como funcionaCada agricultor ou agricultora pode comercializar um limite anual de até R$ 6,5 mil. Eles entregam os alimentos produzidos em uma Central de Distribuição coordenada por um gestor municipal. Esses alimentos são doados a entidades socioassistenciais, como creches, asilos, escolas infantis, Cras, hospitais e banco de alimentos.Após a comprovação da entrega com a nota fiscal inserida em um sistema online, o recurso sai do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, responsável pelo pagamento, diretamente para conta do agricultor, que receberá um cartão do Banco do Brasil do seu município ou agência mais próxima.Outra vantagem é que o PAA Termo de Adesão é executado em âmbito municipal, impulsionando a economia local.O presidente da Emater-MG, Glenio Martins, destaca as características do programa, que em uma ponta tem agricultores com oportunidade de comercialização assegurada e na outra cidadãos sendo atendidos com alimentos saudáveis.“É raro um programa que você consegue atender de forma objetiva dois públicos diferentes. Essa entrega é maior do que qualquer entrega física, porque esse dinheiro vai direto para os municípios e para quem está precisando dos alimentos”, completa Martins. Critérios de seleção dos municípios:Para participar do programa o município deve estar localizado na região do semiárido mineiro, ter a publicação da adesão nos anos anteriores, participar do Programa Brasil sem Miséria e estar com o convênio vigente com a Emater-MG para recebimento de assistência técnica.De acordo com o prefeito de Teófilo Otoni, Daniel Sucupira, o novo formato do programa, em que os recursos vão diretamente para o agricultor familiar, atende também os municípios.“O importante e o fundamental é que outras políticas iguais a essas possam chegar aos municípios do interior”, diz Sucupira, representante dos 36 municípios que assinaram o termo de adesão.Para a agricultora familiar do Assentamento Pastorinhas, Dona Maria Flor Maio Maciel, do município de Brumadinho, o programa é muito importante para quem trabalha no campo.“O PAA ajuda muito o agricultor familiar. Peço que continuem na luta, pois esse programa é muito importante em nossas vidas”. Dona Maria Flor Maio Maciel, agricultoraConforme prevê o Termo de Cooperação Técnica, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário ficará responsável pela coordenação e execução do programa, em conjunto com a Emater-MG.A Seda irá cadastrar os agricultores familiares e as entidades socioassistenciais e fazer a gestão no sistema acompanhando cada etapa do programa. A Emater-MG fará o acompanhamento da execução no município, prestando assistência técnica local.Já o município selecionado será responsável por selecionar os agricultores familiares e as entidades socioassistenciais, atestar as notas ficais no sistema, além de cuidar da logística de recebimento dos alimentos e da entrega dos produtos às entidades. Municípios selecionadosAlmenara, Angelândia, Araçuaí, Berilo, Berizal, Bocaiúva, Campo Azul, Catuji, Datas, Diamantina, Engenheiro Navarro, Felisburgo, Itambacuri, Itaobim, Itinga, Japonvar, Jequitinhonha, Joaíma, Jordânia, Ladainha, Leme do Prado, Machacalis, Manga, Novo Cruzeiro, Ouro Verde de Minas, Pai Pedro, Patis, Rio Vermelho, Antônio do Jacinto, São João da Ponte, São Francisco, Serranópolis de Minas, Serro, Teófilo Otoni, Turmalina, Vargem Grande do Rio Pardo

Zezé Perrella desiste de presidir o Cruzeiro

 – Duramente atingido pela delação da JBS, acusado de ter recebido dinheiro de propina para Aécio Neves (PSDB-MG), o senador Zezé Perrella desistiu de disputar a presidência do Cruzeiro; nesta terça-feira, Perrella enviou uma carta aos conselheiros do clube mineiro informando que não irá disputar a eleição no final do ano    – O senador Zezé Perrella (PMDB-MG) comunicou que está oficialmente fora da disputa pela presidência do Cruzeiro. Nesta terça-feira, Perrella enviou uma carta aos conselheiros do clube informando que não irá disputar a eleição no final do ano. Presidente do clube mineiro de 1995 a 2002 e de 2009 a 2011, Zezé Perrella é acusado de ter recebido dinheiro de propina do grupo JBS ao senador Aécio Neves. De acordo com a Polícia Federal, o montante foi depositado em uma empresa de Gustavo Perrella, filho do senador. As informações são de reportagem do UOL. Confira na íntegra o comunicado oficial de Zezé Perrella: Caros amigos (as) conselheiros (as), Manifesto a vocês, mais uma vez, a minha indignação por tudo que tem acontecido através de pessoas que se escondem atrás do anonimato das redes sociais e pequena parte da imprensa, cujo único objetivo é destruir reputações. Ressalto o “pequena parte” da imprensa porque, obviamente, os maus profissionais são poucos, mas existem e vivem mais de sensacionalismo do que da verdadeira notícia; mais dos boatos do que da realidade dos fatos. Em razão destes contratempos resolvi atender aos apelos dos meus filhos e familiares que sofrem junto comigo com tantas inverdades. Prometi a eles não me candidatar à Presidência do Cruzeiro Esporte Clube, que é minha outra grande paixão. Tenho que pensar também naqueles que tanto sofrem com tudo isso e são minha razão de viver e meu maior orgulho. Dediquei 20 anos da minha vida a serviço do nosso querido clube e acho que já dei minha contribuição: foram diversos títulos, investimentos em infra estrutura e elevação do nome do Cruzeiro a uma grande potência do cenário internacional, que fez do nosso time uma equipe temida como adversário de qualquer um. Àqueles que esperavam minha volta digo que não serei candidato, mas continuarei, como sempre, à disposição do Cruzeiro, seja com minha experiência como dirigente, seja como parlamentar. Na oportunidade, comunico que nosso grupo lançará a candidatura dos jovens SÉRGIO SANTOS RODRIGUES e GIOVANNI BARONI à eleição Presidencial, que, junto a um terceiro nome que será escolhido dentre nossos pares, comporão a nossa já conhecida chapa “TRÍPLICE COROA”. A eles peço o voto e empenho pois certamente são as pessoas certas para trilhar o caminho de conquistas que construímos, tanto dentro quanto fora de campo. Como disse, não pretendo em momento algum me ausentar do Cruzeiro, sempre presente em meu coração e para quem sempre trabalharei. Com a eleição da nossa chapa eu, meu irmão Alvimar e todos aqueles que caminham conosco estarão sempre presentes para ajudar o Cruzeiro em todas as frentes. Continuo, ainda, à disposição de vocês, amigos Conselheiros, com as portas do meu gabinete e da minha casa sempre abertas. A vocês sou muito grato por terem me proporcionado uma das grandes alegrias da minha vida que foi ser Presidente do Cruzeiro. Obrigado por tudo e conto com vocês na eleição da nossa chapa “TRÍPLICE COROA” em outubro deste ano. SOMOS TODOS CRUZEIRO! Fraterno abraço, Zeze Perrella.

LIVRO DE AÉCIO ENTRA EM PROMOÇÃO

 – A situação do tucano não está boa nem como escritor – Não é só a carreira política do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) que anda em baixa; suas atividades como escritor, também foram afetadas pelos recentes escândalos de corrupção em que ele se envolveu. Megadelatado e afastado do Senado, o tucano vê agora seu livro ter um desconto de 50% para desencalhar nas livrarias. Cada vez mais em baixa, Aécio apareceu marcando traço na última pesquisa de intenção de votos para a Presidência. As informações são da Coluna do Estadão. DELATADO, AFASTADO E INVESTIGADO, AÉCIO VÊ SUA INTENÇÃO DE VOTO IR A 1%  – Aécio Neves foi de quase presidente da República a um cadáver político. É o que mostra a pesquisa CUT/Vox Populi divulgada na terça-feira, 6. O levantamento atesta que não sobrou absolutamente nada dos mais de 51 milhões de eleitores que escolheram o senador tucano nas eleições de 2014. Na modalidade espontânea, Aécio não registra 1% de intenções de voto. Na estimulada, na qual uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados, Aécio tem apenas 1% da preferência do eleitor em um eventual embate de primeiro turno com Lula (46%), Bolsonaro (13%), Marina Silva (9%) e Ciro Gomes (5%). Em 18 de maio, Aécio foi alvo da Operação Patmos, deflagrada após a delação premiada de Joesley Batista, dono da JBS. O articulador maior do golpe parlamentar que incendiou o País, arruinou a economia e destruiu milhões de empregos colhe o que plantou.