Lula está vivo; por isso não tem herdeiros – Por Fernando Brito

 A longa e comovente carta (íntegra ao final) que Lula enviou de sua cela em Curitiba para os milhares de simpatizantes que foram ao lançamento de sua pré-candidatura à Presidência da República tem um sentido que só os tolos não perceberão: a condição de virtual vencedor de eleições presidencial faz com que ele só esteja disposto a conferir legitimidade, além de si próprio, a quem se disponha a ser governante sob sua liderança. Liderança que não se trata, antes que se ache – e logo o acharão os “punhos de renda” sempre atentos a formalismos e a compreender autoridade como algo pessoal e não político – de uma projeção autoritária. Lula não apenas invoca a memória popular de seu período, mas indica claramente os caminhos que deve seguir um Governo legítimo, que mereça o seu apoio e não prescinda de sua liderança política. Que existe e está viva como nunca e, por isso, não pode ter herdeiros, mas intérpretes. Está evidente que são estas as condições para que – e só depois de (e se) invibiabilizada sua própria candidatura ele põe como penhor de seu apoio. Sua libertação não é “ponto programático”, mas a inevitável consequência de uma vitória eleitoral sob sua égide. Nada mais que o julgamento supremo, aquele expresso no mandamento constitucional de que todo poder emana do povo (e não do Moro) e em seu nome será exercido. Se a vida não me faltar, vamos nos reencontrar Há dois meses estou preso, injustamente, sem ter cometido crime nenhum. Há dois meses estou impedido de percorrer o País que amo, levando a mensagem de esperança num Brasil melhor e mais justo, com oportunidades para todos, como sempre fiz em 45 anos de vida pública. Fui privado de conviver diariamente com meus filhos e minha filha, meus netos e netas, minha bisneta, meus amigos e companheiros. Mas não tenho dúvida de que me puseram aqui para me impedir de conviver com minha grande família: o povo brasileiro. Isso é o que mais me angustia, pois sei que, do lado de fora, a cada dia mais e mais famílias voltam a viver nas ruas, abandonadas pelo estado que deveria protegê-las. De onde me encontro, quero renovar a mensagem de fé no Brasil e em nosso povo. Juntos, soubemos superar momentos difíceis, graves crises econômicas, políticas e sociais. Juntos, no meu governo, vencemos a fome, o desemprego, a recessão, as enormes pressões do capital internacional e de seus representantes no País. Juntos, reduzimos a secular doença da desigualdade social que marcou a formação do Brasil: o genocídio dos indígenas, a escravidão dos negros e a exploração dos trabalhadores da cidade e do campo. Combatemos sem tréguas as injustiças. De cabeça erguida, chegamos a ser considerados o povo mais otimista do mundo. Aprofundamos nossa democracia e por isso conquistamos protagonismo internacional, com a criação da Unasul, da Celac, dos BRICS e a nossa relação solidária com os países africanos. Nossa voz foi ouvida no G-8 e nos mais importantes fóruns mundiais. Tenho certeza que podemos reconstruir este País e voltar a sonhar com uma grande nação. Isso é o que me anima a seguir lutando. Não posso me conformar com o sofrimento dos mais pobres e o castigo que está se abatendo sobre a nossa classe trabalhadora, assim como não me conformo com minha situação. Os que me acusaram na Lava Jato sabem que mentiram, pois nunca fui dono, nunca tive a posse, nunca passei uma noite no tal apartamento do Guarujá. Os que me condenaram, Sérgio Moro e os desembargadores do TRF-4, sabem que armaram uma farsa judicial para me prender, pois demonstrei minha inocência no processo e eles não conseguiram apresentar a prova do crime de que me acusam. Até hoje me pergunto: onde está a prova? Não fui tratado pelos procuradores da Lava Jato, por Moro e pelo TRF-4 como um cidadão igual aos demais. Fui tratado sempre como inimigo. Não cultivo ódio ou rancor, mas duvido que meus algozes possam dormir com a consciência tranquila. Contra todas as injustiças, tenho o direito constitucional de recorrer em liberdade, mas esse direito me tem sido negado, até agora, pelo único motivo de que me chamo Luiz Inácio Lula da Silva. Por isso me considero um preso político em meu país. Quando ficou claro que iriam me prender à força, sem crime nem provas, decidi ficar no Brasil e enfrentar meus algozes. Sei do meu lugar na história e sei qual é o lugar reservado aos que hoje me perseguem. Tenho certeza de que a Justiça fará prevalecer a verdade. Nas caravanas que fiz recentemente pelo Brasil, vi a esperança nos olhos das pessoas. E também vi a angústia de quem está sofrendo com a volta da fome e do desemprego, a desnutrição, o abandono escolar, os direitos roubados aos trabalhadores, a destruição das políticas de inclusão social constitucionalmente garantidas e agora negadas na prática. para acabar com o sofrimento do povo que sou novamente candidato à Presidência da República. Assumo esta missão porque tenho uma grande responsabilidade com o Brasil e porque os brasileiros têm o direito de votar livremente num projeto de país mais solidário, mais justo e soberano, perseverando no projeto de integração latino-americana. Sou candidato porque acredito, sinceramente, que a Justiça Eleitoral manterá a coerência com seus precedentes de jurisprudência, desde 2002, não se curvando à chantagem da exceção só para ferir meu direito e o direito dos eleitores de votar em quem melhor os representa. Tive muitas candidaturas em minha trajetória, mas esta é diferente: é o compromisso da minha vida. Quem teve o privilégio de ver o Brasil avançar em benefício dos mais pobres, depois de séculos de exclusão e abandono, não pode se omitir na hora mais difícil para a nossa gente. Sei que minha candidatura representa a esperança, e vamos levá-la até as últimas consequências, porque temos ao nosso lado a força do povo. Temos o direito de sonhar novamente, depois do pesadelo que nos foi imposto pelo golpe de 2016. Mentiram

Laura Carvalho: subsídio à compra de caminhões não causou a crise

 Economista dá aula de jornalismo e desmonta farsa dos “caminhões demais”É uma “sapateada” em cima dos economistas e dos jornalistas que embarcaram na bobagem de dizer que a culpa da queda do valor do frete – e, portanto, as dificuldades dos caminhoneiros – era fruto de uma política perdulária de subsídios a compra de caminhões novos no governo. – Por Fernando Brito Quem faz a dança da verdade é a economista Laura Carvalho, em sua coluna na Folha, em que mostra que o “pico” de aquisição de veículos de carga aconteceu em 2011 por uma razão nada irresponsável: a aplicação da obrigatoriedade prevista muitos anos antes – nos governos´Sarney, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, de que os veículos de carga passassem a ser fabricados para o uso de combustíveis menos poluentes, o que levou a um aumento da substituição de veículos, uma vez que a mudança exige adaptações nos motores diesel mais antigos. Com dados do economista Bráulio Borges, da LCA Consultores, no blog do Ibre-FGV, Laura mostra que o aumento nos pedidos e concessões de financiamentos do PSI – Programa de Sustentação do Investimento, do BNDES – ocorreu justamente em 2011, às vésperas da entrada em vigor do acordo judicial que estabeleceu, em 2009, que em 1° de janeiro de 2012 se adotaria o combustível P-7, equivalente ao padrão Euro 5, norma da União Europeia para emissão de gases. O gráfico aí de cima, elaborado pela MAN, divisão de caminhões da Volkswagen, mostra a cronologia das mudanças no diesel e o grau absurdo de redução de óxidos de nitrogênio e de emissão de partículas (material particulado, MP) gerados pela mudança. Não foi o crescimento em excesso da frota de caminhões, mas o encolhimento da demanda por transporte de carga, com a crise, que provocou a queda nos valores de frete. É curioso e trágico que as bobagens que foram ditas por ódio político saiam de boca que, inclusive, defende a responsabilidade ambiental ao criticar a primazia no caminhão no modelo de logística brasileiro. Abaixo, o texto de Laura, que fez o jornalismo que a imprensa não quis fazer. Subsídio à compra de caminhões não causou a criseLaura Carvalho, na Folha Entre os principais suspeitos na busca de explicações econômicas para a paralisação dos caminhoneiros, estão desde medidas tomadas pelo atual governo, como o excesso de volatilidade no repasse dos preços internacionais de combustíveis ao mercado doméstico, a problemas estruturais da economia brasileira, como a alta tributação sobre o consumo, a fragilidade de nossa malha ferroviária ou a alta dependência de combustíveis fósseis, por exemplo. Mas uma medida do governo anterior também vem sendo alvo de investigações. Após responsabilizar ao vivo, no Bom Dia Brasil, os subsídios realizados pelo BNDES sob o governo Dilma pela compra excessiva de caminhões e pela queda no valor do frete, o jornalista Alexandre Garcia causou furor nas redes sociais, tornando-se “trending topic” no Twitter na segunda-feira (28). A interpretação, que havia sido introduzida na coluna “Comédia de erros”, de Samuel Pessôa, publicada nesta Folha em 27/5, também tornou-se pauta de reportagem publicada no domingo (3). Na primeira frase da reportagem, lê-se que “as facilidades que inflaram a frota de caminhões do país vieram com o Programa de Sustentação do Investimento (PSI)”. Não é o que sugerem os números apresentados pelo economista Bráulio Borges, da LCA Consultores, no blog do Ibre-FGV. Primeiro porque, lembra o economista, a expansão de 8,3% na frota de caminhões em 2011 —a maior da série histórica— deu-se pela exigência estabelecida quase dez anos antes de que todos os veículos movidos a diesel produzidos no Brasil adotassem motores compatíveis com o protocolo Euro 5 a partir de janeiro de 2012. Como já se sabia que a nova tecnologia, que reduz entre 60% e 70% as emissões de diversos tipos de gases nocivos à saúde e ao ambiente, seria mais cara, a renovação das frotas de ônibus e caminhões acabou sendo antecipada no ano anterior. A consequência foi uma queda de 19% dos licenciamentos e de 38% na produção de caminhões e ônibus em 2012. Foi nesse contexto de contração do mercado que o governo abriu, em setembro, uma nova linha de financiamento subsidiada pelo BNDES com juros nominais de 2,5% ao ano. Ainda que tenha havido alguma recuperação no número de licenciamentos em 2013, o patamar ainda fica abaixo do observado em 2010 e 2011. Além disso, mesmo com os subsídios do PSI, só cerca de 30% da frota circulante atual foi comprada entre 2012 e 2017 e adequa-se, portanto, à tecnologia Euro 5. Para além das questões ambientais, Borges apresenta dados das Tabelas de Recursos e Usos do IBGE para mostrar que os setores que mais utilizam transporte de cargas rodoviárias (e.g. indústria de transformação, comércio e agropecuária) cresceram acima da média da economia entre 2007 e 2014 e muito abaixo durante a crise de 2015-2017. Ainda assim, o preço dos fretes, que havia subido entre 2011 e 2013, se manteve no período 2014-2016 em nível semelhante ao observado em 2010-2011. O que essas evidências indicam é que não houve excesso significativo de oferta de caminhões na economia nesse período. Como aponta Borges, “se assim fosse, os preços reais dos fretes deveriam ter recuado expressivamente”. O que houve foi um recuo da demanda em razão da crise, que prejudicou desproporcionalmente o setor de transporte de cargas. O Brasil ganharia muito se, em vez de implementar soluções paliativas e custosas para reduzir o preço de combustíveis fósseis em meio à crise, nós nos dedicássemos a desenhar um programa de investimentos públicos voltados ao crescimento econômico sustentável.

Homenagem dos artistas mineiros ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

 Músicos mineiros se unem para dedicar canção ao ex-presidente Lula, que preferem chamar de guerreiro brasileiro. O vento sopra e diz, Luiz/Em cada canto deste país/Imune ao medo, ao demo e seus ardis/A lua insiste e brilha, Luiz/Luiz da gente porque Deus quis/Semente do novo fazendo o povo feliz/ Assista:  

Sistema S é usado por dirigentes como trampolim político

 Não é só a lava jato, composta por agentes de Estado, que virou partido político. O ‘Sistema S’, uma paraestatal, que vive de recursos públicos, também se transformou em trampolim político. O ‘Sistema S’ (Senai, Sesc, Sesi, Senac, Senar, Sest…) mama nas contribuições compulsórias oriundas de folhas de pagamento de empresas, portanto de renúncia fiscal de R$ 20 bilhões. Em São Paulo, Paulo Skaf usa o conjunto de “aparelhos” do Sistema S (Sebrae, Sesi, Senai, Fiesp, etc.) para tentar chegar ao Palácio Bandeirantes — sede do governo paulista. O empresário patobranquense Cláudio Petrycoski assumiu com a vacância, no Paraná, a presidência da Federação das Indústrias. O titular, Campagnolo, também se licenciou para tentar um cargo na política. Em Minas Gerais, Josué Alencar igualmente deixou Fiemg para concorrer às eleições de outubro. Sistema STermo que define o conjunto de organizações das entidades corporativas voltadas para o treinamento profissional, assistência social, consultoria, pesquisa e assistência técnica, que além de terem seu nome iniciado com a letra S, têm raízes comuns e características organizacionais similares. Fazem parte do sistema S: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Serviço Social do Comércio (Sesc); Serviço Social da Indústria (Sesi); e Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac). Existem ainda os seguintes: Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop); e Serviço Social de Transporte (Sest). As empresas pagam contribuições às instituições do Sistema S com base nas seguintes alíquotas: As alíquotas acima variam em função do tipo do contribuinte, definidos pelo seu enquadramento no código Fundo de Previdência e Assistência Social (FPAS). Blog do Esmael

Catedral Metropolitana de Montes Claros irá receber abraço da paz

 “Vamos na Paz” – Prefeitura realiza, nesse sábado, evento na Praça da Catedral A Prefeitura de Montes Claros irá promover nesse sábado, 9, a partir das 8 horas, como parte do programa “Paz no lar, paz na escola, paz na vida”, o evento “Vamos na Paz”, que irá reunir representantes de entidades civis, religiosas e militares, que darão um abraço simbólico em torno da praça da Catedral Metropolitana de Montes Claros. O projeto vem sendo desenvolvido com o objetivo de mobilizar a sociedade para a criação de movimentos em defesa da paz. O plano de ação envolve diversas secretarias do município que, em trabalho conjunto com os parceiros, promoverão atividades contra a violência na cidade. A ação deste sábado vai contar com apresentações musicais, inclusive do cantor Wanderdaick, além da participação do padre Wagner, pároco da Catedral. As ações seguirão nas escolas municipais até o mês de dezembro, quando haverá uma passeata para marcar o encerramento do projeto.

Montes Claros recompensa produtores rurais que protegem a natureza

 Ecocrédito é programa da Prefeitura de Montes Claros e tornou-se referencial nacional. O produtor que aderir ao programa é recompensado por conservar nascentes e áreas de preservação permanente. A compensação é feita com a entrega de cédulas específicas produzidas pela SEMMA e descontadas no pagamento de tributos municipais – IPTU e ISS. Compete ao comerciante usá-las quando do pagamento de impostos à Prefeitura. Atualmente, o Ecocrédito dá, para cada hectare preservado, um bônus de R$ 166,15 por ano. O produtor que adere ao programa é recompensado por conservar nascentes e áreas de preservação permanente. As cédulas podem ser usadas como moeda para compras em qualquer loja – de adubo ou defensivos, por exemplo. Nesta semana, a Prefeitura de Montes Claros realizou uma reunião com mais de 70 presidentes de associações de moradores da zona rural do município, para discutir e incentivar o Ecocrédito, que tem o objetivo de incentivar os produtores rurais do município de Montes Claros a delimitar dentro de suas propriedades áreas de preservação ambiental destinadas à conservação da biodiversidade. “Por determinação do prefeito Humberto Souto, estamos ampliando o Ecocrédito com o objetivo de premiar e incentivar produtores rurais para recuperar áreas de relevante interesse ambiental, pois eles são os nossos maiores aliados na preservação dos recursos naturais, para proteger nossas nascentes e melhorar as condições ambientais tanto da fauna como da flora”, explicou Paulo Ribeiro, secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Para o prefeito Humberto Souto, essa lei é um avanço para Montes Claros. “O Ecocrédito ajudará a cidade a enfrentar os impactos causados pela seca, e é por isso que a Prefeitura acredita neste importante programa na preservação ambiental, que gera receita para produtores rurais do município que cuidam de matas e nascentes e adotam práticas conservacionistas de agricultura. E mais, além do bônus, o município ainda disponibilizará arames para o cercamento das nascentes, beneficiando o produtor, o município e o meio ambiente”, comentou o prefeito na ocasião da majoração do Ecocrédito.  

Lançamento Nacional da pré-candidatura de Lula à Presidência

“Ou é Lula ou é o caos”, diz vídeo do PTO PT publicou um vídeo nas redes sociais convocando para o ato de lançamento da pré-candidatura de Lula, nesta sexta-feira (8), em Contagem, Minas Gerais, cuja mensagem é subliminar é clara: “Ou é Lula ou é o caos”. “Chegou a hora de o Brasil ser feliz novamente”, informa o vídeo ao destacar a pré-candidatura Lula presidente amanhã, às 18 horas, em Contagem. A abertura do vídeo começa com o caos gerado pelo golpe que derrubou Dilma Rousseff: greve dos caminhoneiros, preços abusivos dos combustíveis, volta da lenha no lugar do gás de cozinha, desemprego, volta da fome, corrupção, crise, bem como a trama alavancou Michel Temer ao governo. Assista ao vídeo:

Na ONU, Pérez Esquivel defende legado de Lula contra a fome

 – Durante evento da FAO – braço da ONU para Agricultura e Alimentação – sobre o combate à fome no mundo, o prêmio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel saiu em defesa do legado do ex-presidente Lula contra a pobreza e a fome. “Ele fez um trabalho extraordinário para tirar da pobreza extrema mais de 36 milhões de brasileiros e brasileiras”, discursou o argentino. “Hoje é um preso político. Mas é um nome que tem trabalhado e lutado contra a fome, contra a pobreza extrema. E acredito que esse seja um exemplo que temos que ter presente”, completou. Recentemente, Pérez Esquivel tentou visitar Lula na Polícia Federal em Curitiba, onde o ex-presidente está preso, mas foi impedido peal Justiça. O Prêmio Nobel da Paz denunciou o Estado de Exceção no País. Ele também iniciou uma campanha na internet para defender a indicação de Lula ao Nobel da Paz em 2019, que já reúne mais de 260 mil assinaturas.

FHC pediu socorro a Marcelo Odebrecht e enviou dados bancários

 Articulador do golpe de 2016, que derrubou a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente FHC pediu socorro a Marcelo Odebrecht e enviou dados bancários ao empresário durante a campanha de 2010, aponta um lado da Polícia Federal anexado a um processo do ex-presidente Lula na Lava Jato; enquanto isso, Lula, que lidera todas as pesquisas, está preso por reformas num imóvel que nunca lhe pertenceu  – Um laudo da Polícia Federal anexado a um dos processos contra o ex-presidente Lula no âmbito da Lava Jato contém uma mensagem suspeita do ex-presidente tucano ao presidente da maior empreiteira do País, Marcelo Odebrecht, na campanha de 2010. Os pedidos de doações eram para dois candidatos do PSDB ao Senado, Antero Paes de Barros (MT) e Flexa Ribeiro (PA). Em um dos e-mails, FHC manda a mensagem ‘SOS’, que significa socorro, para ajuda na campanha e envia dados bancários. Valores não são mencionados. A revelação de documento é resultado de um pedido feito pelo advogado Cristiano Zanin Martins, que integra a defesa de Lula, pelo acesso a todos os e-mails do empreiteiro. Confira aqui o laudo da PF divulgado pelo jornalista Fausto Macedo.

Um colosso! – Dólar dispara e chega a R$ 3,81. Bolsa desaba!

O dólar fechou nessa terça-feira 05/VI em forte alta. Chegou a bater em R$ 3,81 e encerrou o dia em R$ 3,8097 – alta de 1,7%. É o maior valor desde março de 2016. O dólar turismo já chega a ser vendido a R$ 3,97! (Isso porque o Banco Central resolveu interferir no câmbio e anunciou leilão de 30 mil swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares, para agosto, outubro e dezembro). O Ibovespa, por outro lado, despencou 2,42% nesta terça (76.641 pontos). A Petrobras também teve um péssimo dia na bolsa: as ações preferenciais PETR4 caíram 4,91%! Um colosso! Do Conversa Afiada