É “imprecionante” a burrice do ministro da Educação de Bolsonaro

Como de praxe, Weintraub atropela língua portuguesa mais uma vez: “Imprecionante” – Criticado nas redes, o ministro decidiu apagar mensagem e fingir que nada aconteceu O ministro da Educação, Abraham Weintraub, cometeu mais um deslize ortográfico em postagem feita no Twitter nesta quinta-feira (8). Ao agradecer um afago feito pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o chefe do MEC parece ter se emocionado e embarcado em mais uma gafe, impressionando os usuários do Twitter com um “imprecionante”. Elogiado pelo filho do presidente por vídeo em que aparece ao lado do ministro Sérgio Moro – claramente desconfortável – anunciando uma parceria que vai destinar bolsas de estudo específicas para quem pesquisar sobre a questão da segurança pública, Weintraub parece ter ficado extremamente lisonjeado e esqueceu de fazer jus ao seu posto de ministro da Educação. Ele escreveu a palavra impressionante com a letra “C” no lugar de “SS”. “Caro Eduardo Bolsonaro, agradeço seu apoio. Mais imprecionante: Não havia a área de pesquisa em Segurança Pública. Agora, pesquisadores em mestrados, doutorados e pós doutorados poderão receber bolsas para pesquisar temas, como mencionado por ti, que gerem redução da criminalidade”, afirmou Weintraub. A mensagem foi apagada logo em seguida, como se nunca tivesse existido. Para além do erro gramatical, a mensagem de Weintraub traz também mais uma das falácias bolsonaristas. Em uma simples pesquisa ao portal Lattes, do CNPq, por estudiosos que tratem de temas sobre segurança pública, é possível encontrar mais de 50 mil correspondências. Para o termo “imprecionante”, no entanto, não houve resultados… Outros tropeços Não é a primeira vez que o ministro que pretende “limpar” livros didáticos escorrega no português. Em postagem feita em dezembro, pouco antes de sair de férias de fim de ano, o chefe do MEC criticou “antessessores” em bate-boca com olavistas no Twitter. A inclusão do “ss” onde não devia virou motivo de piada entre os ex-aliados. Em agosto, o erro foi em documento oficial do Ministério: ele escreveu a palavra “paralisação” com “z” duas vezes em um mesmo ofício. Reprodução/Twitter Abraham Weintraub ✔@AbrahamWeint · 8 de jan de 2020 Sob o comando do Presidente Bolsonaro, MEC e Ministério da Justiça lançaram uma nova linha de pesquisa para bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado: Segurança Pública. Obrigado ao Ministro @SF_Moro Eduardo Bolsonaro ✔@BolsonaroSP Ministros @AbrahamWeint e @SF_Moro nunca tivemos no Brasil uma pesquisa feito por órgão oficial sobre o uso defensivo de armas de fogo. Só existiu uso ofensivo para exatamente demonizá-las. Seria interessante apoiar um projeto assim, caso haja oportunidade. 3.868 14:19 – 8 de jan de 2020 Informações e privacidade no Twitter Ads Com Revista Fórum
SIND UTE denuncia: Zema privilegia policiais e despreza os outros servidores

– Professores prometem realizar diversas manifestações de rua contra o parcelamento dos salários – O governador Romeu Zema deu mais uma prova que prefere uns servidores públicos a outros. Na sua escala de pagamento dos salários ele prefere pagar primeiro o pessoal da segurança pública que receberá a totalidade no dia 10 de janeiro. Enquanto isso, os trabalhadores da educação receberão até R$ 2.000; e os da saúde até R$ 3.000. O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SIND-UTE/MG) denunciou a manobra do Governador, mostrando que ele desrespeita cerca de 70% do funcionalismo estadual, desprezando o pessoal da educação. E acrescenta: em uma manobra contábil, declarou na prestação de contas que pagou o 13º integral a todo o funcionalismo. Leia a Nota de Repúdio do Sind-UTE: “Nota de Repúdio Governo de Minas despreza a educação: categoria segue sem 13º e, agora, com salários parcelados em janeiro de 2020. O Estado segue precarizando os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do ensino público. Ao anunciar a escala de pagamento para janeiro de 2020, a gestão estadual mantém a política de predileção a uma pequena parcela do funcionalismo e relega à Educação o parcelamento de salários. O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) vem a público repudiar essa medida nefasta do governador Romeu Zema, que só tem onerado a categoria e aprofundado o desmonte da educação. A injusta escala ficou da seguinte forma: – 1ª parcela: no sétimo dia útil de janeiro serão depositados até R$ 2.000 para toda categoria e até R$ 3.000 para os servidores da saúde. – 2ª parcela: os valores restantes serão todos quitados no dia 20 do próximo mês. – Segurança Pública: receberá o pagamento integral no dia 10/1/2020, e a segunda parcela do 13° salário no dia 21/1/2020. Ao tratar de maneira desigual os trabalhadores e as trabalhadoras em educação, o governador ignora a categoria. Desde agosto, a direção estadual do Sind-UTE/MG reivindicou nas mesas de negociação o pagamento do 13º salário e propostas de cumprimento da Lei Estadual 21.710/2015, que estabelece o Piso Salarial como um direito legal à categoria. Sem nenhum cronograma proposto, o governo do Estado ignorou a gravidade da situação. A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) afirmou ao Sindicato, na reunião do último dia 18/12/2019 (veja aqui), que, por meio de uma manobra contábil, declarou na prestação de contas a quitação integral do 13º salário a todo funcionalismo. Assim, faltou com a verdade e colocou em risco a vida de milhares de famílias. Quando não executou o repasse constitucional de 25% da receita corrente líquida do Estado para a Educação, Romeu Zema deixou de investir quase R$ 3 bilhões na área. Parte desse recurso foi destinado para pagar o 13º à Segurança Pública, deixando 46% dos trabalhadores e trabalhadoras do ensino público estadual sem o recebimento do direito. Não é razoável um governador dar continuidade ao processo de sucateamento dos direitos trabalhistas, vulnerabilizando 70% do funcionalismo público com mais parcelamento de salários. O gerencialismo de Zema precisa ser interrompido, imediatamente. O ano de 2019 foi bastante explícito quanto a sua forma de governar, que nada de “novo” tem a oferecer, se não a velha política de colocar a educação em segundo plano. Em 2020, mostraremos, mais do que nunca, que a Educação deve ser tratada com respeito. O debate não é mais sobre aceitar ou não. Nossa luta será nas ruas. Estamos juntos e juntas, inarredáveis na batalha pela manutenção dos nossos direitos. O Estado tem a obrigação de nos respeitar”. Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SIND-UTE/MG)
MEC muda regra do Fies para cobrar na Justiça 584 mil alunos em atraso

– Hoje, cobrança pode ser feita só no âmbito administrativo; governo também elevou a nota do Enem exigida para o financiamento Por Estadão Conteúdo Hoje inadimplente do Fies não pode ser alvo de ações judiciais Foto: Agência Brasil Com expectativa de ter em 2020 o recorde de inadimplência do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o Ministério da Educação (MEC) mudou regras do programa para poder cobrar na Justiça cerca de 584 mil estudantes com prestações atrasadas há mais de um ano, informa o jornal “O Estado de S. Paulo”. Resolução publicada anteontem no “Diário Oficial da União” libera a cobrança judicial desses contratos, firmados até o segundo semestre de 2017, que somam R$ 12 bilhões. Hoje, a cobrança da dívida só é feita no âmbito administrativo. O programa federal financia parte do valor de cursos em faculdades privadas por juros mais baixos do que os de mercado e o aluno começa a pagar a dívida 18 meses após a formatura. O Fies foi uma das principais fontes de receita do ensino superior particular nesta década. O balanço de contratos com potencial de cobrança na Justiça consta em nota técnica do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do MEC responsável pelo Fies, de 18 de dezembro. Mudança na nota mínima Para os contratos feitos a partir de 2021, será exigida nota mínima de 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Atualmente, exige-se não zerar a redação, além de média 450 na prova objetiva (português, matemática, ciências da natureza e ciências humanas), o que foi mantido. Segundo o MEC, as novas regras “privilegiam a meritocracia”. Empresários de faculdades privadas e especialistas defendem novos mecanismos de cobrança, mas também que se busque renegociar dívidas. Empresários do setor temem que o MEC use a alta inadimplência como justificativa para inviabilizar o Fies. Inadimplência No primeiro semestre deste ano, 59% dos contratos em amortização (quando se inicia a cobrança do financiamento) tinham atraso. Desses, 47% estavam atrasados em mais de 90 dias, quando o aluno passa a ser considerado inadimplente. Projeções do MEC indicam que o recorde da dívida deve ocorrer em 2020, quando começa o prazo de pagamento de quem conseguiu o Fies em 2014 (auge do programa) para cursos mais caros e longos, como engenharias e medicina. Menos vagas O governo federal reduzirá quase pela metade a oferta de contratos do Financiamento Estudantil (Fies) a partir de 2021 – cairá de 100 mil, em 2020, para 54 mil. As regras atuais ainda valerão para o primeiro semestre de 2020. As inscrições vão de 5 de fevereiro ao dia 12 do mesmo mês. Serão oferecidos 70 mil contratos nesse período e outros 30 mil no segundo semestre. Em 2021 e 2022, serão 44.981 vagas no primeiro semestre e 9.874 no segundo.
Ministro da Educação assume papel de ‘bobo da corte’ no Twitter

O ministro da Educação Abraham Weintraub, nesta quinta-feira (19), assumiu o papel de “bobo da corte” no Twitter. Se achando engraçadão, o ministro da deseducação deixou se fotografar numa guilhotina robespierriana e malhou a esquerda. “Fetiche da esquerda neste Natal: ver Weintraub preso, torturado e obrigado a usar um suéter vermelho como humilhação”, escreveu. Weintraub ainda tentou ser engraçado: “Será que estou na Venezuela ou em Cuba?” O ministro da Educação já foi escolhido pelo público e pela crítica como o pior ministro de Bolsonaro. Ele perde até mesmo da Damaris Alves (Direitos Humanos). Em tempo: o revolucionário francês Maximilien de Robespierre terminou executado na guilhotina. Abraham Weintraub ✔@AbrahamWeint Fetiche da esquerda neste Natal: ver Weintraub preso, torturado e obrigado a usar um suéter vermelho como humilhação. Será que estou na Venezuela ou em Cuba?
Após pressão, Unimontes desiste de prédio do CAS de Montes Claros

O local abriga Centro de atendimento a surdos e havia sido reivindicado pela universidade – O anúncio de Antônio Alvimar de Souza, reitor da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), de que a instituição não irá mais reivindicar o espaço hoje utilizado para capacitação de professores em atendimento a pessoas com surdez foi recebido como um alento. O comunicado foi feito por carta enviada à Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que discutiu, na manhã desta terça-feira (12/11/19), a ameaça ao espaço. Ainda assim, os presentes relataram constantes riscos e reivindicaram mais participação na discussão das políticas públicas. O local abriga atualmente o Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e de Atendimento às Pessoas com Surdez de Montes Claros (CAS-MOC). Muitos usuários do espaço e membros da comunidade de pessoas com surdez da região Norte de Minas Gerais estiveram presentes no encontro e ressaltaram que o espaço é resultado da luta da sociedade civil e precisa ser preservado. Segundo Pedro Julião Prates, representante de pais de alunos, o lugar foi conquistado inicialmente para ser uma escola para pessoas com deficiência e, agora, funciona como CAS. Um dos cinco CAS de Minas Gerais, o Centro atende a nove superintendências regionais de ensino. A representante da Secretaria de Educação, coordenadora de Educação Especial, Esther Augusta Barbosa, explicou que nunca esteve nos planos da pasta fechar o CAS. Ela afirmou que o órgão regula o trabalho inclusive dos tradutores de libras lotados nessas superintendências e, assim, é importante para a capilaridade do serviço no Estado. Atendendo a solicitação dos presentes, ela afirmou que vai marcar uma reunião com representantes da comunidade para tratar de políticas da área de educação especial para os próximos anos. Os presentes lembraram que não é a primeira vez que uma instituição do Estado reivindica o prédio do CAS em Montes Claros e disseram que isso gera instabilidade ao seu trabalho. A deputada Beatriz Cerqueira (PT), presidenta da comissão e autora do requerimento que deu origem à reunião, defendeu a manutenção do CAS e a discussão de outros problemas que dizem respeito à comunidade com surdez para que o Estado possa avançar na inclusão de todos. Escolas bilingues, orçamento e outras demandas foram apresentadas na reunião Outra cobrança que surgiu ao longo da reunião, essa colocada pela representante da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos, Lais Cristine Drumond, foi a de inclusão de ações voltadas para a educação bilingue (português e libras) no Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG) 2020-2023, atualmente em discussão na ALMG. O deputado Professor Cleiton (PSB) afirmou que a Comissão de Defesa da Pessoa com Deficiência já apresentou emendas ao PPAG para destinar recursos à manutenção dos CAS e vai batalhar pela sua aprovação. Os presentes pediram, ainda, que fossem incluídos nas discussões de políticas públicas em geral. O professor e instrutor de libras Gabriel Franco de Couto lembrou das dificuldades para conseguir, por exemplo, atendimento médico nos hospitais, já que poucos contam com pessoas treinadas em libras. Para ele, profissionais da segurança pública também precisam desse treinamento. Ele reivindicou, ainda, que os CAS contem com psicólogos para atendimento de pessoas com surdez. O deputado Zé Guilherme (PRP) lembrou que o Projeto de Lei (PL) 919/19, de sua autoria, pretende criar escolas bilingues (português e libras) na rede estadual de educação e pediu apoio aos pares para a sua aprovação. Os presentes comemoraram a iniciativa. Via: ALMG
REPÚDIO – Andes solta nota contra fim da Dedicação Exclusiva na Unimontes

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instuições do Ensino Superior (Andes) divulgou nota de repúdio contra o corte do adicional de dedicações exclusivas (DE), que era pago aos professores da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). O corte foi comunicado via-email, semana passada, e pegou os trabalhadores de surpresa. “O Sindicato Nacional se solidariza com o(a)s docentes da UNIMONTES em sua luta em defesa das Universidades Públicas Estaduais”, diz a nota, lembrando que na noite do último dia 29 a Comissão de Orçamento e Finanças do Estado de Minas Gerais, em conjunto com a Pró-Reitoria de Planejamento e a Diretoria de Recursos Humanos da Universidade Estadual de Montes Claros, encaminhou notificação de cancelamento de concessão de Dedicação Exclusiva a aproximadamente 100 professore(a)s efetivo(a)s. “Além de arbitrária, a decisão, que fere a Autonomia Universitária prevista na Constituição Federal, também aponta para o sucateamento do trabalho docente, além de contribuir para uma degradação significativa da produção acadêmico-científica na Universidade Estadual de Montes Claros. Entendemos que a Dedicação Exclusiva é um pressuposto fundamental do trabalho docente de qualidade em seu tripé indissociável de Ensino, Pesquisa e Extensão, como apontam todas as Universidades Federais, e importantes Universidades estaduais como USP, UNICAMP e UNEB, entre outras”, discorre a nota. A Andes avaliza a Adunimontes no entendimento de que essa atitude “intempestiva e leviana” representa mais um passo largo para a precarização e para o lento e velado processo de privatização das universidades estaduais de Minas Gerais. Por Waldo Ferreira – Assessoria de Comunicação da Adunimontes
Pastor é preso acusado de estuprar nove crianças em igreja evangélica em SP

Um pastor de uma igreja evangélica na cidade de Amparo (SP) foi preso suspeito de cometer uma série de estupros contra nove crianças e adolescentes. Grande mídia destaca professor de religião e ignora as palavras pastor e evangélico para confundir os leitores O pedófilo evangélico, intitulado como cidadão de bem, e que vivia pregando a frase: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, é acusado de estuprar nove meninas, com idades entre 8 e 13 anos. Folha de São Paulo Justiça decreta prisão preventiva de professor de religião acusado de nove estupros Metrópoles Justiça mantém preso professor de religião suspeito de estupro O Globo Justiça decreta prisão preventiva de professor de igreja de estuprar nove crianças Estado de São Paulo Professor de religião é acusado de abuso sexual contra 9 meninas em Amparo Marcos Bueno Ribeiro, 41 anos, que atuava como professor da 1ª Igreja Batista está preso preventivamente desde o dia 20 de setembro. A Justiça decretou a prisão preventiva de um professor de religião, que estava preso temporariamente desde 20 de outubro, acusado de estuprar ao menos nove garotas em Amparo (133 km de SP), com idades entre 8 e 13 anos. A decisão ocorreu nesta sexta-feira (18), após a Polícia Civil concluir o relatório final do inquérito sobre o caso. Segundo o delegado Fernando Ramon Betrucelli Moralez, do 2º DP da cidade, o acusado de 41 anos deve a partir de agora responder a todo o processo preso. “Isso foi feito para evitar risco de fuga, de novos crimes e garantir a segurança das testemunhas e vítimas”, afirmou o policial. Os abusos das meninas foram descobertos quando uma delas comentou com a mãe que havia “sido tocada” nas partes íntimas pelo acusado. “O suspeito, até então, era uma pessoa acima de qualquer suspeita. Casado, com filhos, frequentador da igreja e professor de religião”, afirmou o titular do 2º DP da cidade à época da prisão do suspeito. Após a mãe de uma das vítimas tomar conhecimento do suposto abuso, comunicou o fato ao pastor da 1ª Igreja Batista. Moralez acrescentou que o pastor chamou o professor de religião para confirmar a denúncia. Quando o suspeito foi questionado sobre o abuso, ele teria confessado, segundo o delegado. Por causa disso, a mãe da jovem registrou um boletim de ocorrência, em 19 de setembro. O professor foi chamado à delegacia, onde, ainda de acordo com a Polícia Civil, confessou oito crimes. No dia 20, a prisão temporária de 30 dias do acusado foi decretada pela Justiça. Resposta Na ocasião da prisão do professor, a 1ª Igreja Batista de Amparo afirmou “estar triste”, além de condenar as nove acusações feitas contra seu agora ex-professor de religião. “Lidamos com o fato como tem que se lidar: informando e dando apoio às famílias das vítimas e procurando a polícia e Ministério Público”, afirmou por telefone um representante da igreja, que não se identificou
Bosta de Bolsonaro cai no vestibular da PUC do Paraná

Questão de vestibular aborda o “cocô” do ainda Presidente Circula nas redes sociais a imagem de uma questão de geografia que caiu no vestibular da PUC do Paraná. A pergunta cita uma fala do presidente Bolsonaro sobre como agir para preservar o ambiente. “É só você deixar de comer menos um pouquinho. Você fala pra mim, por exemplo, em poluição ambiental. É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também” disse Bolsonaro. Veja a questão completa: Será que o presidente Bolsonaro e seu ministro da destruição do Meio Ambiente, Ricardo Salles, saberiam responder à questão? Se considerarmos como o governo vem tratando a natureza, eles levariam “bomba” na prova.
Professora é presa e dopada após protestar contra Bolsonaro

Docente da Unemat foi levada a força por sete homens durante discurso Uma professora da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), foi presa no domingo (13), após protestar contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante um bingo beneficente no município de Campos de Júlio, localizado a 553 km de Cuiabá. Lisanil da Conceição Patrocínio Pereira foi levada a força por sete seguranças, algemada por policiais e levada para a delegacia. A conduta utilizada foi totalmente desnecessária e humilhante, pois a professora não oferecia nenhum risco aos presentes, mas mesmo assim foi agarrada pelos profissionais com uso desproporcional de força. Ademais, a docente também foi dopada sem consentimento no hospital da cidade. Lisanil é professora efetiva da Unemat, no curso de direito em Campos de Júlio. Junto com outros colegas da Unemat ela participava de um almoço com bingo beneficente no salão paroquial da igreja. Após ser provocada por participantes do evento, ela decidiu subir ao palco e protestar contra o governo de Bolsonaro. Confira o vídeo: Durante o protesto, sete homens que estavam no local seguraram e carregaram a professora de forma totalmente abrupta, onde até suas partes íntimas acabaram sendo expostas. No momento, Lisanil está em Cuiabá, passando por tratamento médico e psicológico para superar o trauma. Com Gazeta Digital
Escola sem RACHADO – Por Lucreciano Rocha

Estou preparando minha primeira aula dentro da modalidade escola sem “P” para aluno do terceiro ano do ensino médio, que vamos chamar de Escola sem RACHADO. ou Escola sem atitude ou mesmo, Escola da mordaça. Bom dia turma; Bem vindos a mais uma aula de sociologia, estamos diante de uma nova orientação pedagógica, que poderia chamar Escola sem atitude, mas que meus colegas chamam de escola da mordaça. Para facilitar didaticamente já quê “P” virou P de palavrão, vamos chamar de Escola sem RACHADO, No parlamento francês surgem dois grupos: Girondinos que se postavam a direita do plenário e dos Jacobinos que ficavam do lado esquerdo, daí a nossa herança em denominar; RACHADOS de direita e RACHADOS de esquerda. A democracia mais consolidada de mundo, Os Estados Unidos da America, também adota o sistema, BIRACHADISMO, com RACHADO democrata e RACJHADO republicano. Com o Golpe de 64 no Brasil também se instalou esse modelo fechando foram extintos ficando apenas o RACHADO do SIM (MDB) e o RACHADO do sim senhor, (ARENA) com o advento da abertura democrática volta novas agremiações, uma nova dinâmica nas disputas eleitorais: a grande aliança supra RACHDARIAS, em 2002 a primeira na linha da esquerda ou centro esquerda, liderada pelo RACHADO dos trabalhadores foi saiu vitoriosa governando o país até 2014 quando sofreu um golpe liderado pelo RACHADO social liberal, e dessa nova orientação surge a Escola sem RACHADO nela não se pode tomar atitude, digo; tomar RACHADO. O RACHADO 17 mesmo com o governo passa por uma crise interna, o presidente denunciou que o RACHADO dele estava queimado, sujo, o presidente do RACHADO deu o troco “o seu governo ta mais sujo que o nosso RACHADO” (Hii o RACHADO do governo partiu ou seria,) O governo do estado eleito pelo RACHADO NOVO. Apóia essa proposta, Caros alunos e caras alunas; é nesse contexto que vamos estudar sociologia, até quando ela existir, pois na estratégia desse novo governo a Escola pública acabará, ala assim como filosofia, pois ela não cabe no currículo que eles pretendem implantar. portanto faça uma pesquisa sobre o tema e traga na próxima aula, mas se um aluno me indagar; mas professor, onde está a fonte? Eu respondo amigo cave sua própria fonte, pois eu não tenho não se os preocupe também não. *Lucreciano Rocha é professor de Filosofia e Sociologia.