Crise bancária nos EUA: : Joe Biden anuncia socorro a bancos

O Tesouro, o Federal Reserve e a Federal Deposit Insurance Corporation revelaram um plano para conter as consequências do colapso do Silicon Valley Bank Sob a minha direção, autoridades monetárias dos EUA trabalharam com reguladores bancários para resolver problemas no Silicon Valley Bank e no Signature Bank, escreveu no Twitter na noite deste domingo (12) o presidente Joe Biden. “Estou satisfeito por terem chegado a uma solução que protege trabalhadores, pequenas empresas, contribuintes e nosso sistema financeiro”, disse o chefe da Casa Branca. O Tesouro, o Federal Reserve e a Federal Deposit Insurance Corporation revelaram um plano para conter as consequências do colapso do Silicon Valley Bank e disseram que os contribuintes não arcariam com os custos. Na manhã de domingo (12), ela disse que o sistema bancário dos EUA era “seguro e bem capitalizado”, apesar da falência do Silicon Valley Bank. Os reguladores federais anunciaram no domingo que outro banco havia sido fechado e que o governo garantiria que todos os depositantes do Silicon Valley Bank – que faliu na sexta-feira – seriam pagos integralmente enquanto Washington corria para impedir que as consequências do colapso da grande instituição varressem através do sistema financeiro. O Federal Reserve, o Tesouro e a Federal Deposit Insurance Corporation anunciaram em um comunicado conjunto que “os depositantes terão acesso a todo o seu dinheiro a partir de segunda-feira, 13 de março”, informa o New York Times. Na tentativa de amenizar as preocupações sobre quem arcaria com os custos, as agências disseram que “nenhuma perda associada à resolução do Silicon Valley Bank será suportada pelo contribuinte”.
DiCaprio presta homenagem à ministra dos Povos Indígenas em evento pré-Oscar

Ministra foi homenageada no Green Carpet Fashion Awards por suas conquistas na proteção das florestas e por realçar a importância dos povos indígenas na agenda ambiental global – Leonardo DiCaprio e Sônia Guajajara (Foto: Dave Benett/Getty Imagens) Apesar do Brasil não estar na lista dos indicados ao Oscar 2023, ganhou destaque em um evento prévio. O ator Leonardo DiCaprio homenageou a ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara durante o Green Carpet Fashion Awards, evento que precede a cerimônia oficial do Oscar que se concentra em moda e meio ambiente. As informações são do Metrópoles. Na categoria Healer, que se traduz como Curadora da Terra, a ativista foi homenageada por suas notáveis conquistas na proteção das florestas e por realçar a importância dos povos indígenas na agenda ambiental global. Durante a cerimônia, Leonardo DiCaprio destacou o trabalho de Sônia Guajajara no Brasil, especialmente na proteção da Amazônia. “A ministra Guajajara tem sido uma feroz ativista ambiental por muitos anos. Muitas vezes em circunstâncias difíceis e perigosas. Durante o reinado desastroso do governo anterior, ela foi um constante farol de esperança. Diante de graves ameaças aos povos indígenas, ela tem sido uma força poderosa”, disse DiCaprio ao entregar o prêmio à ministra.
López Obrador rejeita ingerência dos EUA

Presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, durante entrevista coletiva no Palácio Nacional, na Cidade do México 20/06/2022 REUTERS/Edgard Garrido (Foto: REUTERS/Edgard Garrido) O governo do México rejeitou nesta segunda-feira (6) a intervenção dos militares norte-americanos, tal como solicitado pelo Congresso daquele país, para combater os cartéis da droga, situação que se agravou após o rapto de quatro cidadãos da nação vizinha, informa a Telesur. Em sua entrevista coletiva matinal, o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador qualificou de “ingerência” a proposta do ex-procurador norte-americano William Barr e do congressista Dan Crenshaw de enviar militares a outros países com a desculpa de combater terroristas narcotraficantes. “Mas pior ainda que queiram usar a força militar para intervir na vida política de outro país”, disse o presidente mexicano. Barr, que foi procurador-geral dos Estados Unidos no governo de Donald Trump (2017-2021), publicou um artigo no The Wall Street Journal, no qual afirmava que o atual governo mexicano tolera grupos de narcotraficantes López Obrador rejeitou essas críticas e lembrou que o Departamento de Estado dos Estados Unidos entregou ao Congresso seu relatório sobre terrorismo em fevereiro passado, no qual destacou a boa cooperação entre os dois governos. O presidente classificou como “propaganda eleitoral” a intenção de congressistas norte-americanos do conservador Partido Republicano de qualificar os cartéis mexicanos de drogas como terroristas. Ele disse que essas reivindicações vêm da mania de se considerar o governo do mundo e reiterou sua rejeição ao intervencionismo estadunidense porque o México é um país independente e soberano. A situação se agravou desde a última sexta-feira, quando quatro norte-americanos cruzaram a fronteira de Brownsville, no Texas, com destino à cidade de Matamoros, no estado de Tamaulipas, e teriam sido sequestrados por um cartel de drogas. López Obrador confirmou a notícia e destacou que seu governo, juntamente com o governador de Tamaulipas, Américo Villarreal, estão trabalhando juntos para enfrentar este e outros eventos ocorridos no estado.
Petro e Maduro se reúnem na fronteira, acertam ‘abertura total’ e falam em reativar comércio

Entre 2018 e 2021, balança comercial entre Colômbia e Venezuela atingiu piores níveis dos últimos 20 anos Os presidentes da Colômbia, Gustavo Petro, e da Venezuela, Nicolás Maduro, se reuniram nesta quinta-feira (16) na fronteira entre os dois países, nos estados de Norte de Santander e Táchira, para assinar um acordo comercial. Este foi o terceiro encontro entre os mandatários desde que Petro chegou à Presidência, em agosto de 2022, e decidiu retomar relações diplomáticas com o país vizinho. Segundo comunicado, o acordo firmado visa a “abertura total da fronteira” e combater as travessias migratórias e comerciais irregulares que vinham acontecendo desde que as passagens foram fechadas. “Para a fronteira colombo-venezuelana, os acordos alcançados significarão o encerramento da brecha social que havia se aprofundado em matéria de pobreza, desemprego, renda e fundamentalmente promoverão de forma acelerada a complementação produtiva, a criação de empregos e mais segurança social para os cidadãos”, disseram os presidentes em nota. Petro e Maduro ainda celebraram um acordo prévio assinado por Caracas e Bogotá no início do mês que pretende estabelecer um marco jurídico para investimentos fronteiriços conjuntos e fortalecer a balança comercial entre os países. Entre 2018 e 2019, o fluxo comercial entre os países registrou a pior queda dos últimos 20 anos e em 2020 as atividades alcançaram os níveis mais baixos das duas últimas décadas. A crise econômica venezuelana e o rompimento de relações induzido pelo ex-presidente de direita colombiano Iván Duque foram as principais causas da redução comercial entre Colômbia e Venezuela. Agora, com relações normalizadas e novos acordos comerciais, os países pretendem estimular os negócios bilaterais. Historicamente um país importador de bens de consumo, a Venezuela espera encontrar no vizinho fontes para suprir sua demanda interna. Já a Colômbia busca vantagens no comércio do gás e da ureia venezuelana. “Estamos em uma nova fase da construção das relações em todos os sentidos e nossas relações econômicas e comerciais, ainda que não tenham chegado no ponto que esperamos, vão crescendo em um bom ritmo e boa dinâmica”, afirmou Maduro durante a reunião. Os presidentes ainda mencionaram a proposta de estabelecer uma Zona Econômica Especial na fronteira, que criasse facilidades alfandegárias e financeiras para atrair empresas de ambos os países. “Temos que encher essas pontes de comércio, tirar as barreiras para esses comércios. Também temos que encher essas pontes de povo, para que possam passar e atravessar sem medo”, disse Petro. BdF
Homem vai para a cadeia, após agredir cigana que previu sua prisão

Um russo pediu a uma cigana para ler seu destino. Como previsão, ouviu dela que ele seria preso sem muita demora. O homem não gostou nada do que viria a lhe acontecer e agrediu a vidente. A profecia tornou-se verdade e Gennady Osipovich entrou em cana. Segundo informações do jornal The Moscow Times, a cigana conseguiu escapar do homem que a agredia e chamou a polícia. Quando os agentes chegaram preparados para atender uma banal ocorrência de agressão por motivo fútil, constataram que Osipovich era procurado pela morte de duas pessoas vítimas de um assalto, ocorrido havia dois anos. Segundo o jornal russo, em tese, Osipovbich sabia que um dia pagaria suas dívidas com a justiça e que a culpa não era da cigana. Recolhido ao presídio, o homem vai cumprir uma pena de 22 anos.
Lula em Washington com Joe Biden: O retorno do Brasil à sua grandeza

Presidente brasileiro foi recebido na Casa Branca, em cerimônia oficial, pelo homem mais poderoso do mundo. Há muito a se reconstruir – Janja, Lula e Joe Biden, na Casa Branca – Créditos: Presidência da República/Reprodução Ladies and gentlemen, the President of Brazil, Luiz Inácio Lula da Silva. Com essa frase o cerimonial da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos da América, anunciou a entrada do ex-metalúrgico no local de onde despacha o homem mais poderoso do mundo. Segundos depois, Lula (PT), sorridente e a acompanhado da primeira-dama Janja, estendia a mão e cumprimentava seu anfitrião, o presidente Joe Biden. A última vez que o petista esteve no Salão Oval foi há quase 14 anos, em março de 2009, quando conversou amigavelmente com o Barack Obama. Naquela sala, onde a liderança com maior poder econômico, político e militar do planeta delibera e toma suas decisões, o experiente mandatário brasileiro, em seu terceiro mandato no Palácio do Planalto, sabe que tudo é e será diferente. E isso vale para o líder estadunidense também. Os dois têm inimigos em comum, enfrentam desafios em alguma medida semelhantes e precisam um do outro para reposicionarem suas nações no mapa geopolítico. Biden enfrentou a loucura dos desarrazoados seguidores de Donald Trump, as mentiras mortais e insanas, a violência de um discurso cínico, demagógico e puritano que jorra da boca de desajustados. Lula esteve face a face com o barbarismo colérico de uma matilha que mata e morre por Jair Bolsonaro (PL), o patético e mondrongo deputado de baixo clero que conseguiu se converter em bússola moral no Brasil. Os dois, Lula e Biden, duelam com o mesmo vilão: a extrema direita e seus métodos abjetos e sem limites. Saudado por militares dos quatro ramos das Forças Armadas da mais trucidante máquina de guerra de que se tem notícia na História ainda no aeroporto, a pompa e a circunstância da viagem oficial de Lula e do encontro com seu homólogo norte-americano já indicavam a particularidade dessa visita, muito diferente de outras entre presidentes do Brasil e dos EUA. O ar despojado de Lula ao passar pelo tapete vermelho estendido à frente do avião presidencial, trajando um sobretudo preto, calça de sarja, sapatênis e sem gravata, em nada refletia a seriedade de quem precisa anunciar ao mundo a retomada das relações civilizadas entre dois países de peso central no cenário das relações internacionais. Na pauta do formal e histórico encontro com Joe Biden, para além dos desafios de enterrar o extremismo reacionário em toda a extensão das Américas, muitas outras coisas se impuseram. O eixo principal das negociações ficou em torno da democracia, dos direitos humanos e do meio ambiente. As tentativas de golpe ocorridas em 2021 no Capitólio, em Washington, e em 2023 nas sedes dos três poderes da República, em Brasília, assim como a lida com oposições que não estão dentro do esquadro democrático, apelando às mentiras, desinformação e ao uso deletério e totalmente irresponsável das redes sociais é o que une os dois presidentes num primeiro momento. A conversa de Lula e Biden também transitou pela entrada dos EUA no Fundo da Amazônia, que foi desmontado pelo governo Bolsonaro como sinal de sua aberta rejeição às questões ambientais. Se tudo transcorrer conforme o esperado, estima-se que, para a proteção das florestas, o volume de recursos a ser transferido para o Brasil atinja os US$ 4 bilhões. Com a reabilitação da imagem brasileira no mundo no que tange o resguardo de sua exuberante natureza, Lula quer deixar claro que o país saiu do negacionismo climático e que para tanto irá apresentar todas as ações que a sua gestão já tomou no que diz respeito à proteção das florestas e da Amazônia, o que inclui, obviamente, as operações contra os garimpeiros de Roraima, o socorro aos indígenas do povo Yanomami e a reconstrução das instituições de Estado incumbidas da defesa do meio ambiente, como o Ibama e a Funai. Retomando o pragmatismo nas relações diplomáticas, uma marca histórica do Brasil e de seu prestigiado Itamaraty, desmontada pela psicose ideológica bufa de Bolsonaro, o encontro de Lula e Biden, de acordo com interlocutores do governo brasileiro, já estaria reorganizando a reabilitação de mais de dez mecanismos de cooperação bilateral, que não ficariam restritos aos acordos comerciais que estavam paralisados, mas também englobando temas como o combate ao racismo e a promoção dos Direitos Humanos. Só o que não ficou claro no encontro de Biden e Lula foi se houve algum tipo de conversa sobre um assunto incômodo aos dois: a permanência de Jair Bolsonaro em território norte-americano após o abandono de seu mandato no penúltimo dia de governo. O extremista militarista brasileiro tornou-se uma espécie de fantasma e, mesmo contra a vontade da Casa Branca e da maioria esmagadora do universo político dos EUA, segue pretendendo instalar um simulacro de Quartel-General do ultrarreacionarismo em pleno solo estadunidense, na mansão onde está instalado na cidade de Orlando, na Flórida. O resultado do badalado e esperado encontro oficial dos dois líderes, ao que tudo indica, pelo menos num primeiro momento, foi alcançado. Mostrar ao mundo que os dois gigantes estão de pé, plenos em suas democracias e na luta constante e aguerrida contra o autoritarismo da extrema direita, assim como tocando a vida e reafirmando suas parcerias, é o que importa depois de tanto tempo mergulhados na incerteza e flertando descaradamente com a incivilidade do radicalismo e do sectarismo de seus antigos governantes extremistas. Revista Fórum
Lula diz que EUA vão doar para o Fundo Amazônia

A reunião a sós entre Lula e Biden deveria ser de apenas 15 minutos, mas a conversa durou cerca de 50 minutos(foto: ANNA MONEYMAKER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP ) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou à imprensa na noite desta sexta-feira (10), na Casa Branca, após o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Lula defendeu uma nova governança global sobre a questão climática e anunciou que os Estados Unidos deverão aportar recursos no Fundo Amazônia. “Eu acho que [os EUA] vão [doar ao fundo], é necessário que EUA participem. O Brasil não quer transformar a Amazônia num santuário da Humanidade, mas também o Brasil não quer abrir mão de que a Amazônia é um território do qual o Brasil é soberano”,. afirmou Lula. “O que nós queremos é compartilhar com a ciência do mundo inteiro um estudo profundo sobre a necessidade da manutenção da Amazônia, mas extrair da riqueza da diversidade da Amazônia algo que possa significar a melhoria da qualidade de vida das pessoas que moram lá, que são mais de 25 milhões de pessoas”, disse Lula. “E fazendo isso, a gente vai estar garantindo que haja uma maior seguridade com relação ao planeta”, acrescentou. Sobre a guerra na Ucrânia, o presidente reiterou sua proposta de criar um grupo de países que promovam as discussões de paz com a Ucrânia e com a Rússia. “Falei com Biden o que tinha falado a Emmanuel Macron, Olaf Scholz, sobre a necessidade de se criar um grupo de países que não estão envolvidos direta ou indiretamente na guerra para que a gente encontre possibilidade de fazer a paz. Criar um grupo de negociadores que os dois lados acreditem”, afirmou.
Número de mortos em terremoto na Turquia e na Síria passa de 11 mil

Total de vítimas confirmadas no abalo sísmico de magnitude 7.8 na escala Richter até o momento é de 11.236 (Destroços na Turquia – Foto: Reuters) ANSA – O número de mortos no terremoto devastador que atingiu a Turquia e a Síria na última segunda-feira (6) passou de 11 mil, enquanto as equipes de resgate ainda buscam por sobreviventes e vítimas nos escombros de prédios colapsados. De acordo com dados oficiais divulgados nesta quarta (8), a Turquia já contabiliza 8.574 mortos, e a Síria, 2.662, considerando tanto as áreas sob controle do regime de Bashar al-Assad quanto as zonas rebeldes. Com isso, o total de vítimas confirmadas no abalo sísmico de magnitude 7.8 na escala Richter até o momento é de 11.236. Dezenas de países mandaram equipes de socorristas para auxiliar nas buscas, e o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, chegou em Kahramanmaras, a poucos quilômetros do epicentro do tremor, para acompanhar as operações. Na Síria, uma menina de oito anos foi resgatada com vida após passar mais de 40 horas presa em escombros na cidade de Salqin. á o papa Francisco, em sua audiência geral desta quarta-feira, pediu solidariedade com as populações afetadas pelo desastre. “Meu pensamento neste momento vai para as populações de Turquia e Síria duramente atingidas pelo terremoto. Agradeço aos que estão se empenhando para levar socorro e encorajo todos à solidariedade com esses territórios, parte deles já martirizados por uma longa guerra”, disse.
Anitta não vence a categoria de artista revelação do Grammy 2023

A cantora Anitta não venceu a categoria de artista revelação no Grammy 2023. A artista perdeu o prêmio para Samara Joy. Mesmo assim, a Poderosa fez história como a primeira brasileira indicada em quase 50 anos em uma das categorias principais do prêmio, o principal da música. As informações são do portal Metrópoles. Anitta concorria ao lado de Muni Long, Latto Måneskin, DOMi & JD Beck, Tobe Nwigwe, Omar Apollo, Samara Joy, Molly Tuttle e Wet Leg A Billboard, revista especializada em música e considerada a mais influente no ramo nos EUA, colocou a “Girl from Rio” como uma das quatro prováveis vencedoras. Ela também aparece nas apostas da Time e da agência Associated Press. “Menina, é uma loucura. Me sinto fazendo história. 50 anos que o brasil não é nomeado em uma categoria do Grammy. Quase 50, faz 49. É tanto trabalho, a gente escuta tanto não. Estou super feliz. Eu acho que a determinação e a vontade de conseguir é a mesma. Eu vou atrás, estudo até que realmente eu esteja ali… É um caminho muito grande e não tinha ninguém que a gente olhava. Espero que isso abra espaços para um montão de brasileiros”, disse a cantora ao TNT, antes do evento.
Dados preliminares ligam vacina bivalente da Pfizer com AVC

Apesar das suspeitas, autoridades sanitárias e de saúde dos EUA mantêm a recomendação de se imunizar contra a covid; na foto, profissional de saúde aplicando vacina da Pfizer Um relatório preliminar do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) e da FDA (Federal Drug Administration, a agência reguladora de medicamentos dos EUA) mostrou uma possível ligação entre a vacina bivalente da Pfizer contra a covid com a ocorrência de AVC (acidente vascular cerebral) em idosos. Segundo o estudo, entre 550 mil pessoas de 65 anos ou mais que receberam a vacina, 130 tiveram um AVC nas primeiras 3 semanas. Esse número reduz consideravelmente nas semanas seguintes. Nenhuma morte foi relatada. Eis a íntegra do relatório (2 MB). As vacinas bivalentes são, segundo os fabricantes, capazes de imunizar contra mais de uma versão de um vírus de uma só vez. No caso da Pfizer, a farmacêutica usa a tecnologia do mRNA com 2 códigos genéticos. O CDC afirmou em comunicado que os dados são preliminares e precisam ser investigados. Explicou que são usadas informações de diversos bancos de dados para monitorar a segurança das vacinas e apenas 1 indicou o possível problema. “Frequentemente, esses sistemas de segurança detectam sinais que podem ser devidos a outros fatores além da própria vacina”, disse, salientando a necessidade de apurar. “Todos os sinais requerem mais investigação e confirmação de estudos epidemiológicos formais.” O órgão ressaltou também que grandes estudos recentes e a análise de outros bancos de dados não mostraram risco de AVC em vacinados. A vacina da farmacêutica Moderna, largamente aplicada nos EUA, foi considerada segura. Enquanto apura o caso, o CDC optou por manter a recomendação para a vacinação contra a covid, incluindo de idosos. O órgão considera ser “muito improvável que a vacina represente um verdadeiro risco clínico”. O CDC recomenda que pessoas a partir de 6 meses tomem a vacina contra a covid. “Manter-se atualizado com as vacinas é a ferramenta mais eficaz que temos para reduzir mortes, hospitalizações e doenças graves por covid-19, como já foi demonstrado em vários estudos realizados nos Estados Unidos e em outros países”, concluiu o comunicado.