MST inicia experiência de turismo em assentamento da Zona da Mata em Minas Gerais

O Turismo da Reforma Agrária é uma forma de oferecer ao conjunto da sociedade o acesso aos bens naturais e culturais dos territórios do movimento – Dowglas Silva/MST Com direito a café da manhã e almoço, primeiro dia de visitas recebeu 40 visitantes. Assentamento fica em Goianá (MG) O sábado (25) foi dia de algumas pessoas conhecerem o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST) por dentro. O Turismo da Reforma Agrária, como é chamada a iniciativa, é realizado pelo assentamento Dênis Gonçalves na cidade de Goianá, a 40 km de Juiz de Fora (MG). O itinerário da visita contou com café da manhã e almoço. Divididos em 4 grupos, os 40 visitantes puderam escolher entre uma das seguintes atividades. Visita aos produtores do MST: os visitantes puderam conhecer as hortas e os sem-terra produtores de alimentos agroecológicos. Presenciaram também o plantio de mudas nativas através do plano nacional Plantar Árvores, Produzir Alimentos Saudáveis. Caminhada à Toca da Índia: o local foi usado como cemitério indígena, pertencente a uma etnia do tronco macro-jê, provavelmente Maxakali, Kanacam ou Makuni, há mais de 600 anos atrás, antes da chegada dos colonizadores europeus ao país. Em uma escavação em 1874 foram achadas as múmias de uma mulher jovem e duas crianças. Hoje, a caverna fica no território do Assentamento Dênis Gonçalves. Observação de aves: a Serra da Babilônia, no assentamento, e seu entorno tem o registro da presença de 260 espécies de aves. Vivem lá saíras, choquinhas, araçaris, pica-paus, corujas, garças, patos, saracuras e muitas outras. Pacotes Segundo a coordenadora do MST, Priscila Araújo, o Turismo da Reforma Agrária é uma forma de oferecer ao conjunto da sociedade o acesso aos bens naturais e culturais dos territórios do movimento. A visita turística, com café da manhã e almoço, sai a R$ 60 por pessoa. Os próximos pacotes estão sendo organizados pelo WhatsApp 32 9 9844-7212. Mais informações no Instagram Turismo MST. A experiência tem o apoio da Prefeitura de Chácara, do Centro Cultural de Goianá, do Centro de Observação de Aves de Juiz de Fora / COA-JF e da Universidade Federal de Juiz de Fora. Fonte: BdF Minas Gerais
Congresso aprova projeto que retira verba da Ciência e Educação para privatizar metrô de BH

Para abrir crédito extra no orçamento, projeto corta recursos de diversos ministérios, entre eles da Educação, Ciência e Infraestrutura (CBTU) Em dinâmica incomum, proposta é subsidiar R$ 2,8 bilhões em investimentos com verba pública federal para privatização do Metro BH com outorga em serviço público estadual O Congresso aprovou, nessa segunda-feira (27), o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) nº 15/2021 que abre um crédito especial de R$ 2,9 bilhões no Orçamento deste ano, dos quais R$ 2,8 bilhões serão destinados à reestruturação da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), empresa que o governo planeja privatizar para a operação do metrô em Belo Horizonte. A proposta recebeu aval da Câmara mais cedo, foi aprovada pelos senadores e seguirá para sanção do presidente Jair Bolsonaro. O projeto é uma das medidas defendidas pelo governo para destravar a privatização do metrô na capital de Minas Gerais. O Executivo planeja reestruturar e privatizar a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), estatal federal que opera na região. A nova empresa, controlada pela iniciativa privada, deve buscar um contrato de concessão com o governo de Minas Gerais para operar o transporte. O aporte autorizado pelo Congresso deve ser usado para aplicação de recursos federais na empresa a ser criada com a privatização. A intenção é subsidiar investimentos na estrutura com a verba do Orçamento da União. É uma dinâmica incomum, pois envolve a privatização de uma empresa federal para outorga em um serviço público estadual. “Quando envolve infraestrutura, os investimentos são pesados e sem os subsídios precisariam de um tempo muito mais longo para serem amortizados. O objetivo é criar uma engenharia econômica e financeira que viabilize o projeto dentro de um prazo razoável, dentro de um prazo de contrato de concessão”, afirmou o advogado Fernando Vernalha, especialista em concessões e privatizações e sócio do Vernalha Pereira Advogados, ao Broadcast Político. Esse recurso não estava previsto inicialmente no Orçamento de 2021. Para viabilizar a nova programação e cumprir a meta de resultado primário e o teto de gastos, o projeto corta recursos de diversos ministérios, entre eles da Educação, da Infraestrutura e o da Ciência e Tecnologia, promovendo cancelamento de verbas em universidades e obras de infraestrutura, entre outros. A nova despesa em troca de outras provocou críticas da oposição, mas foi aprovada pela maioria dos congressistas. Debate O líder do PT, deputado Bohn Gass (PT-RS), reclamou da utilização de recursos públicos para desestatização do metrô de Belo Horizonte. “A proposta indiretamente repassa dinheiro público a empresas privadas”, protestou. Bohn Gass também insistiu que a Comissão Mista de Orçamento deveria ter votado o projeto antes do Plenário do Congresso. “A Comissão Mista de Orçamento deveria ouvir a comunidade de Belo Horizonte e fazer um debate com a sociedade. Se fosse assim, talvez o projeto não passasse.” Já o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) sugeriu que os recursos fossem utilizados na construção de uma nova linha do metrô de Belo Horizonte. “Se o metrô está com dificuldades financeiras, uma nova linha aumentaria a arrecadação. É uma lógica cruel pegar dinheiro público, sanear empresa e depois passar para iniciativa privada. O empresariado gosta de mamar nas tetas do Estado. Se a iniciativa privada quer assumir, ela que faça o investimento.”
Comissão aprova texto base da Reforma Administrativa – Veja como votou cada deputado

Dos oito deputados de Minas, na comissão de Constituição e Justiça, apenas os deputados Subtenente Gonzaga (PDT), Patrus Ananias (PT) e Júlio Delgado (PSB), votaram contra a reforma administrativa. Os outros cinco votaram a favor: Marcelo Aro (PP), Bilac Pinto (DEM), Paulo Abi-Ackel (PSDB), Lafayette Andrada (REPUBLICANOS) e Greyce Elias (AVANTE) O Plenário da Câmara dos Deputados deve analisar, a partir desta sexta-feira (24), a PEC que trata sobre a Reforma Administrativa, e que mesmo sem acordo para votação, foi aprovada na Comissão Especial que tratava sobre o tema. O texto reduziu o prazo máximo dos contratos temporários de 10 para 6 anos, e facilita a abertura de processos administrativos para perda de cargo de servidores com avaliação de desempenho insatisfatório. O novo relatório excluiu os instrumentos de cooperação com empresas privadas, o que era uma das principais críticas da oposição, que entendia que os convênios poderiam desviar recursos da Saúde e da Educação e prejudicar a qualidade de serviços públicos. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) criticou outro ponto considerado polêmico pela Oposição, que foi a manutenção das férias de 60 dias para os membros do Poder Judiciário da República. O texto também traz novos parâmetros para definir quem perderá a vaga caso haja uma extinção parcial de cargos obsoletos, além de diversas mudanças na definição de carreiras exclusivas de Estado, que não incluem membros da Educação e da Saúde. Após semanas de debates, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta terça-feira (25), por 39 votos favoráveis e 26 contrários, a admissibilidade da PEC 32/2020, que prevê uma reforma administrativa. Os parlamentares aprovaram o parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC), pela admissibilidade da proposta. Agora, a PEC será analisada por uma comissão especial, dedicada a debater questões de mérito do texto. Veja como cada deputado votou: Bia Kicis (PSL-DF) – votou Sim Carlos Jordy (PSL-RJ) – votou Sim Caroline de Toni (PSL-SC) – votou Sim Daniel Freitas (PSL-SC) – votou Sim Filipe Barros (PSL-PR) – votou Sim Vitor Hugo (PSL-GO) – votou Sim Coronel Tadeu (PSL-SP) – votou Sim Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – votou Não Hiran Gonçalves (PP-RR) – votou Não Marcelo Aro (PP-MG) – votou Sim Margarete Coelho (PP-PI) – votou Sim Christino Aureo (PP-RJ) – votou Sim Darci de Matos (PSD-SC) – votou Sim Edilazio Junior (PSD-MA) – votou Sim Fábio Trad (PSD-MS) – votou Não Paulo Magalhães (PSD-BA) – votou Sim Sérgio Brito (PSD-BA) – votou Sim Bilac Pinto (DEM-MG) – votou Sim Geninho Zuliani (DEM-SP) – votou Sim Kim Kataguiri (DEM-SP) – votou Sim Leur Lomanto Jr. (DEM-BA) – votou Sim Juarez Costa (MDB-MT) – votou Não Márcio Biolchi (MDB-RS) – votou Sim Marcos A. Sampaio (MDB-PI) – votou Sim Capitão Augusto (PL-SP) – votou Sim Giovani Cherini (PL-RS) – votou Sim Magda Mofatto (PL-GO) – votou Sim Sergio Toledo (PL-AL) – votou Sim Lucas Redecker (PSDB-RS) – votou Sim Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) – votou Sim Samuel Moreira (PSDB-SP) – votou Sim Shéridan (PSDB-RR) – votou Não João Campos (REPUBLICANOS-GO) – votou Sim Lafayette Andrada (REPUBLICANOS-MG) – votou Sim Marcos Pereira (REPUBLICANOS-SP) – votou Sim Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS-PE) – votou Sim Paulo Martins (PSC-PR) – votou Sim Marcelo Moraes (PTB-RS) – votou Sim Pompeo de Mattos (PDT-RS) – votou Não SubtenenteGonzaga (PDT-MG) – votou Não Dagoberto Nogueira (PDT-MS) – votou Não Fábio Henrique (PDT-SE) – votou Não Diego Garcia (PODE-PR) – votou Sim Léo Moraes (PODE-RO) – votou Não Genecias Noronha (SOLIDARIEDADE-CE) – votou Sim Aureo Ribeiro (SOLIDARIEDADE-RJ) – votou Não Greyce Elias (AVANTE-MG) – votou Sim Rubens Bueno (CIDADANIA-PR) – votou Não Pastor Eurico (PATRIOTA-PE) – votou Sim Orlando Silva (PCdoB-SP) – votou Não Capitão Wagner (PROS-CE) – votou Não Enrico Misasi (PV-SP) – votou Sim Alencar S. Braga (PT-SP) – votou Não Gleisi Hoffmann (PT-PR) – votou Não José Guimarães (PT-CE) – votou Não Maria do Rosário (PT-RS) – votou Não Patrus Ananias (PT-MG) – votou Não Paulo Teixeira (PT-SP) – votou Não Rui Falcão (PT-SP) – votou Não Gervásio Maia (PSB-PB) – votou Não Júlio Delgado (PSB-MG) – votou Não Ricardo Silva (PSB-SP) – votou Não Tadeu Alencar (PSB-PE) – votou Não FernandaMelchionna (PSOL-RS) – votou Não Gilson Marques (NOVO-SC) – votou Sim
Senado aprova criação do Tribunal Regional Federal em Minas Gerais

De acordo com o relator da proposta, Antonio Anastasia (PSD-MG), a criação do tribunal em Minas não aumenta despesas no Orçamento Criação do TRF da 6ª Região é uma demanda de parlamentares e autoridades do Judiciário mineiro e foi patrocinada diretamente por Rodrigo Pacheco O Senado aprovou nesta quarta-feira, 22, a criação do Tribunal Regional Federal da 6ª Região, com previsão de atendimento à região de Minas Gerais. A proposta agora dependerá de sanção do presidente Jair Bolsonaro. A criação do tribunal em Minas foi patrocinada diretamente pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e é uma demanda de parlamentares e autoridades do Judiciário mineiro. Atualmente a estrutura da Justiça Federal em Minas está vinculada à 1ª Região, sediada no Distrito Federal. De acordo com o relator da proposta, Antonio Anastasia (PSD-MG), a criação do tribunal em Minas não aumenta despesas no Orçamento. Isso porque a previsão orçamentária da Justiça Federal não seria alterada. A verba destinada ao Judiciário terá que ser remanejada entre os tribunais. O projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022 encaminhado pelo governo ao Congresso prevê a criação de 150 cargos e o provimento de 10 novas vagas para servidores públicos com o tribunal em Minas. De acordo com o Executivo, a criação e o provimento dos cargos não acarretarão impacto orçamentário, pois serão provenientes de transformação de cargos existentes no âmbito da 1ª Região. Orçamento A previsão é que o TRF da 6ª Região ficará, inicialmente, com a média de porcentagem do orçamento da seção judiciária de Minas Gerais nos últimos cinco anos, que pode ser complementada até o limite do teto de gastos (Emenda Constitucional 95). Para Antonio Anastasia, a proposta é essencial para o acesso à Justiça em Minas Gerais. Ele afirmou que o estado responde por mais de 30% de todos os processos que tramitam no TRF da 1ª Região. “A criação da sede em Belo Horizonte significará não apenas uma tramitação mais célere de processos, que chegam a durar mais de uma década, mas o acesso das pessoas à Justiça”, declarou o relator. “A despeito do vertiginoso aumento do número de demandas submetidas ao Poder Judiciário nas últimas décadas, a estrutura da segunda instância da Justiça Federal, na essência, permanece a mesma desde a promulgação da Carta de 1988″. Conselho O texto também aumenta de três para quatro o número de ministros do STJ que integram o Conselho da Justiça Federal (CJF), cujos presidente e vice-presidente são os mesmos do STJ. De acordo com a proposta, quando o TRF da 6º Região for instalado, o presidente do novo tribunal fará parte do conselho, assim como já ocorre com os presidentes dos demais tribunais regionais. Calamidade Durante a tramitação do projeto na Câmara dos Deputados, o texto havia sido alterado para condicionar a adoção das medidas administrativas para a instalação e o funcionamento do novo TRF ao encerramento da vigência do estado de calamidade pública em razão da pandemia de covid-19. Anastasia, no entanto, retirou esse trecho por considerar que tal determinação não faz mais sentido. Em seu relatório, ele também alterou a data de entrada em vigor da futura lei: de 2021 para 2022.
Estados podem vacinar adolescentes contra Covid-19, decide ministro do STF

Decisão de Ricardo Lewandowski é mais uma derrota do governo na Suprema Corte O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski decidiu nesta terça-feira (21) que estados e municípios têm competência para decidir sobre a vacinação de adolescentes maiores de 12 anos contra a Covid-19. Lewandowski atendeu ao pedido de liminar de diversos partidos para retomada da imunização após a decisão do Ministério da Saúde de recomendar a suspensão da aplicação para essa faixa etária. Lewandowski entendeu que a decisão da pasta não tem amparo em evidências acadêmicas e critérios estabelecidos por organizações e entidades internacionais e nacionais. O único imunizante autorizado para aplicação em adolescentes é o da Pfizer. “A aprovação do uso da vacina Comirnaty do fabricante Pfizer/Wyeth em adolescentes entre 12 e 18 anos, tenham eles comorbidades ou não, pela Anvisa e por agências congêneres da União Europeia, dos Estados Unidos, do Reino Unido, do Canadá e da Austrália, aliada às manifestações de importantes organizações da área médica, levam a crer que o Ministério da Saúde tomou uma decisão intempestiva e, aparentemente, equivocada, a qual, acaso mantida, pode promover indesejáveis retrocessos no combate à Covid -19”, decidiu o ministro. Na semana passada, o Ministério da Saúde revisou a recomendação de vacinação de adolescentes. Em nota técnica, publicada pela Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, o ministério passou a recomendar a vacinação apenas para os adolescentes entre 12 e 17 anos que tenham deficiência permanente, comorbidades ou que estejam privados de liberdade. A pasta citou, entre outros argumentos para revisar a recomendação, o fato de que os benefícios da vacinação em adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos. O ministério alegou ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda imunização de adolescentes com ou sem comorbidades. A OMS, entretanto, não afirmou que a imunização de adolescentes não deveria ser realizada. Em vídeo publicado em junho, a organização disse apenas que, neste momento, a vacinação de adolescentes não é prioritária.
Zema e mais 19 governadores acusam Bolsonaro de mentir sobre ICMS e alta dos combustíveis

Ao contrário do que alega Bolsonaro, nenhum estado aumentou valor do ICMS – Reajuste da gasolina do Brasil é baseado no mercado internacional Em carta, 20 governadores respondem às acusações do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), com relação ao aumento do ICMS no combustível. De acordo com carta, nos últimos 12 meses, o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, “embora nenhum estado tenha aumentado o ICMS incidente sobre os combustíveis”. Para os signatários, o problema envolvendo o tema é nacional, “e, não somente, de uma unidade federativa”. E mandaram um claro recado ao mandatário, ao dizerem que “falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema”. Ao longo dos últimos meses, com o aumento do preço do combustível e com a pressão de setores como o dos caminhoneiros, Bolsonaro tem colocado a responsabilidade do aumento do combustível nos governadores. Segundo o presidente, o aumento se deve em grande parte ao ICMS estadual. Bolsonaro tem incentivado seus eleitores a pressionar dirigentes para solucionar a questão. Por isso, os gestores incluíram no manifesto, a fim de deixar claro que o presidente falta com a verdade, mas sem citá-lo nominalmente que “falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema”. No início deste mês, o governo entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar os estados a adotarem alíquota única de ICMS sobre os combustíveis. O documento é assinado pelo próprio presidente e pelo advogado-geral da União, Bruno Bianco, e pede que o Supremo fixe prazo de 120 dias para que o Congresso aprove uma nova lei sobre o tema. A petição encaminhada ao Supremo é uma Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO). O presidente alega que o Congresso foi omisso ao não editar lei complementar para regular a cobrança de ICMS no país. São signatários da carta publicada nesta segunda-feira (2) os governadores Rui Costa (PT-BA), Claudio Castro (PL-RJ), Flávio Dino (PSB-MA), Helder Barbalho (MDB-PA), Paulo Câmara (PSB-PE), João Doria (PSDB-SP), Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Mauro Mendes (DEM-MT), Eduardo Leite (PSDB-RS), Camilo Santana (PT-CE), João Azevedo (Cidadania-PB), Renato Casagrande (PSB-ES), Wellington Dias (PT-PI), Fátima Bezerra (PT-RN), Renan Filho (MDB-AL), Belivaldo Chagas (PSD-SE), Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), Ibaneis Rocha (MDB-DF) e Waldez Goés (PDT-AP). Agência Estado
Deputado mineiro xinga o presidente da Câmara dos deputados de filho da puta

Igor Timo (Podemos-MG) participava da sessão da Câmara desta quinta-feira (15/9) virtualmete; ele não percebe o microfone aberto e comete gafe Em mais um dia de votações na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (15/9), uma situação um pouco inusitada aconteceu. No momento em que Arthur Lira (PP/AL) anuncia o encerramento da sessão, o deputado mineiro Igor Timo (Podemos-MG) xinga o presidente do Legislativo, sem perceber que seu microfone estava aberto. “Já tá encerrando. Não vai deixar eu falar de novo. Quer ver, que filho da puta?”, diz Igor. Após o comentário, o Plenário é tomado por risadas. Ao ouvir a ofensa, Lira questiona: “Quem é que falou aí?”. Em seguida, o chefe da Câmara dá oportunidade para o mineiro fazer suas declarações, que agradece “ao trabalho” feito pela deputada Margarete Coelho (PP-PI) e também Lira no novo Código Eleitoral (Projeto de Lei Complementar, aprovado ontem. A proposta consolida, em um único texto, toda a legislação eleitoral e temas de resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Parabenizá-lo presidente também por permitir que o debate se exaurisse, garantindo que todas as partes fossem ouvidas e atendidas”, afirmou o parlamentar depois da gafe. https://dai.ly/x847wbk
MUNIZAÇÃO – Veja a lista das cidades de Minas que já concluíram a vacinação de adultos

Vacinação de adultos foi concluída em 52,3% dos municípios mineiros. Saúde confirma falta de doses da AstraZeneca em Montes Claros. – (foto: Leandro Couri/EM/D.A.Press) MG diz que 438 municípios (51%) já aplicaram ao menos uma dose de vacina contra COVID-19 em maiores de 18; prefeituras terão de devolver sobras de Corona Por Cecília Emiliana – Estado de Minas Mais da metade dos municípios mineiros já vacinou a população adulta com ao menos uma dose de vacina contra a COVID-19. A informação é da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Segundo a pasta, 438 entre as 853 cidades mineiras (51,3%) já alcançaram todos os maiores de 18 anos. Questionada sobre as localidades com falta de imunizantes no estado, a SES-MG informou que “até o momento, apenas Montes Claros, no Norte de Minas, oficializou a falta da vacina AstraZeneca”. Nos demais municípios, o governo diz que a campanha “segue de forma regular”. O Estado de Minas também questionou à Secretaria sobre o total de doses de CoronaVac disponíveis nas cidades onde a imunização de adultos já foi concluída, uma vez que o Executivo estadual pretende recolher o composto para redistribuição entre as prefeituras com vacinação menos adiantada. A SES-MG diz que ainda aguarda manifestação dos municípios sobre seus estoques. Intercambialidade O EM solicitou ao estado um posicionamento sobre a combinação da vacina da AstraZeneca com doses de outros laboratórios, diante da falta do imunizante do Instituto Butantan em Montes Claros e ao menos cinco capitais brasileiras, incluindo Belo Horizonte, Por ora, o governo diz que o uso de segunda dose de outro fabricante na vacinação não está recomendado. “Sobre a intercambialidade dos imunizantes, a SES-MG segue as recomendações do Ministério da Saúde e, neste momento, não orienta a administração da vacina da Pfizer em caso de falta da vacina AstraZeneca, para a segunda dose”, diz a nota enviada ao Estado de Minas. Redistribuição Na terça-feira (14/9), o Secretário de Estade de Saúde Fábio Baccheretti detalhou o funcionamento da redistriuição de vacinas para aceleração da campanha de vacinação contra a COVID-19 no estado. Conforme a Deliberação 3.508 da Comissão Intergestores Bipartite do Estado de Minas Gerais (CIB-SUS/MG), publicada em 3 de setembro, as localidades que já protegeram os adultos com ao menos uma dose terão de informar o fato à SES-MG. Caso haja sobra de unidades da CoronaVac, os compostos devem ser entregues às Superintendências Regionais de Saúde (SRS) para posterior rearranjo entre as prefeituras com esquema vacinal mais atrasdo. A medida, no entanto, parece tropeçar na logística já estruturada pelos municípios. Prefeituras da Grande Belo Horizonte ouvidas pelo Estado de Minas, incluindo os três maiores municípios – BH, Contagem e Betim – informaram não ter como ceder seus estoques agora. Em Contagem, por exemplo, a Secretaria de Saúde afirma que que o estoque de CoronaVac está baixo e que o município tem utilizado essa reserva para aplicação da primeira e da segunda doses da vacina. Com isso, não poderia abrir mão de seus imunizantes. Veja todas as 438 cidades mineiras, que já alcançaram todos os maiores de 18 anos. ABADIA DOS DOURADOS AÇUCENA ÁGUA COMPRIDA AGUANIL AIMORÉS ALAGOA ALBERTINA ALÉM PARAÍBA ALFENAS ALMENARA ALPERCATA ALTEROSA ALVARENGA AMPARO DO SERRA Andradas ANDRELÂNDIA ANTÔNIO DIAS ANTÔNIO PRADO DE MINAS ARAÇAÍ ARACITABA ARAGUARI ARANTINA ARAPUÁ ARCEBURGO ARCOS AREADO ARGIRITA ARICANDUVA ARINOS ASTOLFO DUTRA ATALÉIA BAMBUÍ BANDEIRA BARÃO DE MONTE ALTO BARBACENA BARROSO BELA VISTA DE MINAS BELMIRO BRAGA BELO HORIZONTE BELO ORIENTE BELO VALE BERILO BERIZAL BERTÓPOLIS BIAS FORTES BICAS BOCAINA DE MINAS BOM JARDIM DE MINAS BOM JESUS DO GALHO BONFIM BONFINÓPOLIS DE MINAS BONITO DE MINAS BORDA DA MATA BRÁS PIRES BRASÍLIA DE MINAS BRAÚNAS BRUMADINHO BUGRE BURITIS CABECEIRA GRANDE CABO VERDE CACHOEIRA DA PRATA Cachoeira de Minas CACHOEIRA DE PAJEÚ CACHOEIRA DOURADA CALDAS Cambuí CAMPANÁRIO CAMPINA VERDE CAMPO DO MEIO CAMPOS GERAIS CANAÃ CANÁPOLIS CANDEIAS CANTAGALO CAPETINGA CAPINÓPOLIS CAPITÃO ANDRADE CAPUTIRA CARANAÍBA CARANGOLA CARATINGA Careaçu CARMÉSIA CARMO DO PARANAÍBA CARMÓPOLIS DE MINAS CARNEIRINHO CARVALHÓPOLIS CARVALHOS CASCALHO RICO CATAGUASES CEDRO DO ABAETÉ CENTRAL DE MINAS CENTRALINA CHÁCARA CHAPADA DO NORTE CHAPADA GAÚCHA CHIADOR CLARAVAL CLÁUDIO COIMBRA COLUNA CONCEIÇÃO DA BARRA DE MINAS Conceição das Pedras CONCEIÇÃO DE IPANEMA Conceição dos Ouros CÔNEGO MARINHO CONFINS conquista CONSELHEIRO PENA Consolação CONTAGEM CORDISBURGO COROACI COROMANDEL CORONEL MURTA CORONEL PACHECO CÓRREGO DANTA Córrego do Bom Jesus CÓRREGO FUNDO CÓRREGO NOVO COUTO DE MAGALHÃES DE MINAS CRISÓLITA CRISTAIS CRISTINA CRUCILÂNDIA CUPARAQUE DESCOBERTO DESTERRO DE ENTRE RIOS DIOGO DE VASCONCELOS DIONÍSIO DIVINÉSIA DIVINO DAS LARANJEIRAS DIVISÓPOLIS DOM BOSCO DOM CAVATI DOM SILVÉRIO DOM VIÇOSO DONA EUSÉBIA DORES DE CAMPOS DORES DE GUANHÃES DORES DO INDAIÁ Dores do Turvo DOURADOQUARA ENTRE FOLHAS Ervália ESTRELA DALVA ESTRELA DO INDAIÁ ESTRELA DO SUL EUGENÓPOLIS EWBANK DA CÂMARA FAMA FARIA LEMOS FELISBURGO FERNANDES TOURINHO FERROS FORMIGA FORMOSO FRANCISCO BADARÓ FRANCISCÓPOLIS FREI INOCÊNCIO FREI LAGONEGRO FRONTEIRA DOS VALES FRUTA DE LEITE GALILÉIA GAMELEIRAS GOIABEIRA GOIANÁ GONZAGA GRUPIARA GUARACIABA GUARANÉSIA Guarani GUARARÁ GUAXUPÉ GUIDOVAL Guiricema GURINHATÃ IAPU IBIRACATU IGARATINGA IGUATAMA IJACI IMBÉ DE MINAS INDIANÓPOLIS INHAPIM IPABA IPATINGA IPIAÇU IPUIÚNA ITABIRINHA ITAJUBÁ ITAMARATI DE MINAS ITAMBÉ DO MATO DENTRO ITAMONTE ITANHOMI ITAPAGIPE ITATIAIUÇU ITAÚ DE MINAS ITAÚNA ITUETA ITUIUTABA JABOTICATUBAS JACINTO JAGUARAÇU JAMPRUCA JANUÁRIA JAPARAÍBA JENIPAPO DE MINAS JEQUITINHONHA JOAÍMA JOAQUIM FELÍCIO JORDÂNIA JOSÉ RAYDAN JUIZ DE FORA JURAMENTO JURUAIA JUVENÍLIA LAMIM LARANJAL LEME DO PRADO LEOPOLDINA LIBERDADE LIMA DUARTE LIMEIRA DO OESTE MACHADO MADRE DE DEUS DE MINAS MALACACHETA MANTENA MAR DE ESPANHA MARAVILHAS MARIPÁ DE MINAS MATERLÂNDIA MATHIAS LOBATO MATIAS BARBOSA MATOZINHOS MATUTINA MENDES PIMENTEL Mercês MESQUITA MIRADOURO MIRAÍ MIRAVÂNIA MOEDA MOEMA MONTE ALEGRE DE MINAS MONTE AZUL MONTE BELO MONTE FORMOSO MONTEZUMA MORADA NOVA DE MINAS MORRO DO PILAR MURIAÉ MUZAMBINHO NACIP RAYDAN NANUQUE NAQUE NATALÂNDIA NATÉRCIA NOVA ERA NOVA LIMA NOVO ORIENTE DE MINAS OLARIA OLÍMPIO NORONHA OLIVEIRA FORTES ORATÓRIOS Ouro Fino PADRE PARAÍSO PAI PEDRO PAINEIRAS PAINS PAIVA PALMA PARÁ DE MINAS PARACATU PARAGUAÇU Paraisópolis PASSA QUATRO PASSABÉM PASSA-VINTE PASSOS PATIS Patrocínio do Muriaé PAULA CÂNDIDO PAVÃO PEDRA AZUL PEDRA DO INDAIÁ PEDRAS DE MARIA DA CRUZ PEDRO LEOPOLDO PEDRO TEIXEIRA PEQUERI PERDIGÃO PERIQUITO PESCADOR PIAU PIEDADE
Quase metade das cidades mineiras não registram óbitos por Covid há um mês

PACIENTES GRAVES – Ocupação das UTIs, que passou dos 100% no pico da pandemia, em março deste ano, hoje está abaixo dos 30% Freio na Covid – Quase metade dos 853 municípios de Minas não registraram mortes por Covid-19 nos últimos 30 dias. A queda está diretamente ligada à campanha de vacinação contra a doença. Até o momento, 6 milhões de pessoas foram totalmente protegidas no Estado, com as duas doses. Já em relação à primeira, são 13,9 milhões. Conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), 415 cidades não tiveram óbitos desde o início de agosto. Os números indicam, ainda, que 591 localidades estão sem registros há 15 dias, e 719 há sete. A maioria dos municípios são de menor porte. Na lista estão Aricanduva (Vale do Jequitinhonha), Campo Azul (Norte de Minas), Cedro do Abaeté (Centro-Oeste) e Pedro Teixeira (Zona da Mata). Apesar dos bons resultados, porém, é preciso que a população mantenha todas as medidas de proteção contra o vírus, reforça o membro do Comitê de Enfrentamento à Covid em BH, Unaí Tupinambás. Em recente entrevista ao Hoje em Dia, ele reforçou que é preciso uma cobertura da segunda dose em 80% da população. “E nós temos que manter os cuidados, com o uso da máscara”. REDUÇÃO DE CASOS O número de novos casos é outro índice que apresentou melhora. Segundo a SES, nos últimos 30 dias, nenhum mineiro foi infectado pelo coronavírus em 51 cidades. A diminuição do contágio reflete diretamente na ocupação dos leitos de terapia intensiva. Atualmente, 786 pessoas estão internadas nas vagas exclusivas para pacientes com Covid em Minas, o que significa 27% de ocupação. VARIANTE DELTA Mesmo diante da melhora nos indicadores, Minas vem registrando casos da variante Delta. Em uma semana, foram 25 novas notificações, que elevaram para 258 o número de amostras positivas. Juiz de Fora, na Zona da Mata, é o município com maior número: 38. BH aparece em seguida, com 25. Em Minas, há casos de transmissão comunitária da variante. Até o momento, conforme informou a pasta, seis pessoas morreram em decorrência da variante. “Neste mês, vamos ter ideia de como vai ser a movimentação da Delta no Brasil. Mesmo ela ainda não conseguindo fazer frente às demais cepas, é preciso manter todos os cuidados”, acrescenta Unaí Tupinambás. Via O Norte
Afasta de mim esse cálice – Milton Nascimento canta Cálice e pede Fora Bolsonaro

Cantor e compositor usou as redes sociais para se manifestar contra Jair Bolsonaro O cantor e compositor Milton Nascimento divulgou nesta quarta-feira (8), nas redes sociais, vídeo interpretando a música Cálice, símbolo da repressão durante a ditadura militar no Brasil, para pedir o impeachment de Jair Bolsonaro. Composta por Chico Buarque e Gilberto Gil em 1973, Cálice foi censurada pelo regime militar. Assista: FORA BOLSONARO!!!!!!!!!!! pic.twitter.com/UI49A4TJlS — Milton Bituca Nascimento (@MiltonBituca) September 8, 2021