Josué, filho de José de Alencar e dono da Coteminas, assume a direção da Fiesp

O empresário mineiro Josué Gomes da Silva assumiu nesta quinta-feira (9) a presidência da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), no lugar de Paulo Skaf, que esteve à frente da entidade nos últimos 17 anos. Josué é filho de José Alencar, que foi vice-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva quando ele esteve à frente da Presidência da República, e, assim como o pai, é visto como alguém conciliador e como uma possível ponte de um eventual governo Lula com o empresariado. Josué preside a Coteminas desde 1994 e, antes de assumir o comando da Fiesp, já havia ficado à frente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil, da qual ainda é presidente emérito, e do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Ele também liderou o Fórum de CEOs Brasil-Estados Unidos e o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). O empresário foi eleito para o comando da Fiesp em julho deste ano, em votação de chapa única, com 108 votos válidos e apenas 4 nulos. Umas das dificuldades que deverão ser enfrentadas por Josué será a de unificar a entidade, que vem enfrentando uma série de conflitos internos em função da atuação de Skaf à frente da entidade. Ao longo de sua gestão, Skaf alinhou a Fiesp a pautas políticas de extrema direita, como o apoio ao golpe contra a presidente Dilma Rousseff, e mais recentemente ao governo Jair Bolsonaro.
Zema pula fora do barco de Bolsonaro para aventurar na campanha de Moro

Um dos últimos aduladores de Bolsonaro entre os governadores, Zema se reuniu com Moro horas depois do ex-ministro anunciar filiação “surpresa” ao Podemos: “grande liderança nacional”. Um dos últimos aduladores de Jair Bolsonaro (Sem partido) entre os governadores do Estado, Romeu Zema (Novo) , de Minas Gerais, traiu o presidente ao posar em foto com o ex-ministro da Justiça e pré-candidato à presidência pelo Podemos, Sergio Moro, hoje desafeto do governo. “Estive com o Governador @RomeuZema e conversamos sobre a importância de Minas Gerais no projeto Brasil”, publicou Moro nas redes sociais. A publicação aconteceu horas depois de Moro e Álvaro Dias, líder do Podemos no Seando, anunciarem uma “surpresa” para esta semana. “Nós temos uma grande surpresa para essa semana”, afirmou Moro. “É uma filiação importante, uma grande liderança nacional que veio reforçar nosso projeto”, emendou Dias. Zema já deixou claro seu descontentamento com o Novo e ensaia deixar o partido. O governador mineiro também já chegou a declarar seu desejo de se lançar candidato presidencial na terceira via, mas as pesquisas de intenção de voto, que o colocam em primeiro lugar no Estado, devem fazer com que ele tente a reeleição. Com Revista F´p
Minas reduz de dois meses para 21 dias o intervalo de aplicação da vacina da Pfizer

Com mais de 12 milhões de moradores protegidos com as duas doses da vacina contra a Covid-19, Minas pretende atingir a imunidade coletiva até o fim deste ano. A meta da Secretaria de Estado de Saúde é chegar a 70% da população total do território com as duas aplicações ainda em dezembro. Atualmente, o índice está em quase 62%. Para acelerar esse processo, o Estado decidiu reduzir o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina da Pfizer de dois meses para 21 dias. A medida passa a valer neste sábado, quando será publicada a deliberação aprovada pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB). A subsecretária de Vigilância em Saúde da SES-MG, Janaina Passos, avalia que, com a aceleração da vacinação, aumenta a quantidade de pessoas com esquema vacinal completo. “Dessa forma, conseguimos reduzir os índices de transmissão da doença e as internações, principalmente os casos graves”, explica. Até o momento, segundo dados registrados pelos municípios nesta sexta-feira (19), a cobertura vacinal de indivíduos acima de 12 anos, em Minas, com a primeira dose (D1) é de 89,81%. Já com a segunda dose (D2) ou dose única é de 72,07%. Além disso, 1.467.896 pessoas já receberam a dose de reforço. Em Montes Claros, mais de 303 mil pessoas já receberam a primeira dose contra a Covid-19. Pouco mais de 226 mil já completaram o ciclo vacinal com a segunda dose. O reforço já chegou a 17.600 montes-clarenses. Janaina Passos reforça que a segunda dose é fundamental para evitar o aumento de casos graves e garantir proteção coletiva. Mesmo com a melhora dos índices nas últimas semanas – a incidência do vírus caiu 24%, atingindo a marca de 25 casos para cada 100 mil habitantes – a gestora lembrou que os cuidados devem ser mantidos. “É importante seguir com os protocolos sanitários, como uso de máscaras, higienização das mãos e cumprir esquema de vacinação para termos sucesso nos esforços no enfrentamento da pandemia”. MAIS DOSES Para ajudar na aceleração da vacinação, a SES-MG espera receber do Ministério da Saúde o quantitativo de doses suficiente. Nesta sexta-feira, mais de 449 mil unidades da Pfizer desembarcaram no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. Os produtos foram armazenados na Central Estadual da Rede de Frio e depois serão encaminhados aos 853 municípios. De acordo com o Vacinô-metro, painel da Secretaria de Saúde que monitora a campanha, 16,7 milhões de mineiros foram vacinados com a primeira dose ou dose única contra o coronavírus. A terceira aplicação foi administrada em quase 1,5 milhão de cidadãos.
Governo de Minas leiloa veículos apreendidos em operações; lances já estão abertos

Motocicleta Suzuki TL1000S é um dos destaques do leilão (Sejusp/Divulgação) Mais um leilão do Governo de Minas vai contar com vários veículos apreendidos em operações contra o tráfico de drogas e outros crimes relacionados. Desta vez, os destaques entre os 19 veículos são um caminhão Mercedes-Benz 710, um Hyundai HB20 e uma motocicleta Suzuki TL1000S. O nono leilão da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) deste ano será realizado na próxima quinta-feira (18), e os lances já estão abertos (saiba como participar abaixo). A iniciativa faz parte do projeto “Esforço Concentrado para a Redução dos Bens Aguardando Destinação”, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, via Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), em parceria com o Governo de Minas, por meio da Sejusp. De acordo com o governo, assim que voltarem ao estado, todos os recursos arrecadados devem ser aplicados em ações de redução da oferta e da demanda de substâncias ilícitas e em campanhas, estudos e capacitações relacionadas à temática das drogas. Os recursos também são aplicados na própria gestão do Fundo Nacional Antidrogas (Funad) e nas despesas decorrentes do cumprimento das atribuições da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, órgão gestor do fundo. Como participar Para realizar um lance no leilão de veículos da Sejusp, é só acessar este link. Por meio do site, o cidadão também pode obter informações sobre os itens e avaliar as fotos dos bens disponíveis. Já quem quiser conhecer os veículos pessoalmente deve fazer agendamento prévio por meio do telefone disponível no edital, que pode ser acessado aqui. A visitação ocorre no dia anterior à data do leilão. Ainda segundo o Governo de Minas, os itens considerados recuperáveis podem voltar à circulação e têm direito à documentação. Os arrematantes são isentos de multas, encargos e tributos anteriores à aquisição. Já os bens alienados como sucatas irrecuperáveis só podem ser adquiridos por empresas de desmonte ou reciclagem, devidamente credenciadas em órgãos de trânsito.
Deputados mineiros derrubam veto à regulamentação do transporte fretado

Representantes de sindicatos das empresas e dos trabalhadores do setor lotaram o Plenário da Assembleia (Ricardo Barbosa/ALMG) Regras como o circuito fechado de passageiros e a proibição de intermediação na venda de passagens serão mantidas Sob aplausos e manifestações de representantes de sindicatos das empresas e dos trabalhadores do transporte coletivo do Estado, o Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) derrubou, na manhã desta quarta-feira (10), o veto parcial do governador à Proposição de Lei 24.886, de 2021, que regulamenta o serviço de fretamento de veículos para viagem intermunicipal e metropolitana. Na Reunião Extraordinária, 41 deputados votaram contra o veto, dois votos a mais do que o necessário para sua rejeição. Outros 19 parlamentares se posicionaram a favor do entendimento do governador. O chefe do Executivo opôs veto a três artigos e a dispositivos previstos em um outro. O artigo 3º estabelece que a autorização para a prestação do serviço somente será concedida para o transporte de grupo de pessoas em circuito fechado, ou seja, esse grupo deve retornar à origem no mesmo veículo que efetuou o transporte na viagem de ida. No mesmo artigo está a previsão de envio, ao Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), da relação nominal dos passageiros a serem transportados, a qual deverá ser a mesma em todos os trechos da viagem. Outros artigos vetados foram o 4º e 5º. O primeiro prevê que a requisição da autorização para o serviço e o envio ao DER-MG da relação de passageiros deverão ocorrer até seis horas antes do início do primeiro trecho da viagem. Já o artigo 5º garante que essa relação nominal poderá ser parcialmente alterada, no limite de dois passageiros ou de 20% da capacidade do veículo, o que for maior, e comunicada ao DER-MG até o momento de início do primeiro trecho da viagem. Também foram vetados incisos do artigo 6º da proposição que vedam a prestação do serviço de fretamento com a intermediação de terceiros que promova a comercialização de lugares fracionada ou individualizada por passageiro, bem como listam como característica de transporte público que enseja vedação o embarque ou desembarque de passageiros ao longo do itinerário e em terminais rodoviários utilizados pelo transporte coletivo. Motivos do veto Na mensagem encaminhada à ALMG para justificar o veto, o governador afirma que o serviço de transporte fretado de passageiros previsto na proposição diz respeito ao exercício da autonomia privada garantida constitucionalmente aos cidadãos e às empresas. Dessa forma, insere-se no âmbito das relações contratuais dos interessados, nos termos da Constituição Federal, que assegura direitos fundamentais individuais como a liberdade de contratação, a livre iniciativa, o livre exercício profissional e a proteção ao consumidor. Escolhido relator no Plenário, o deputado Cássio Soares (PSD) opinou pela derrubada do veto por considerar que os argumentos apresentados pelo governador não são suficientes para justificar a invalidação de dispositivos de uma proposição que derivou de um processo de discussão e tramitaçao na Assembleia ao longo de meses. Ele ressaltou que projeto que resultou na lei pretende definir com clareza qual o campo de atuação do transporte fretado e que os dispositivos rejeitados por Romeu Zema garantem a unicidade do que pretende a proposição, podendo descaracterizar a regulamentação proposta se fossem excluídos. Por fim, Cássio Soares considerou que a norma aprovada trouxe avanços para a desburocratização e o incentivo a um setor que já opera há décadas. A proposição de lei será enviada ao governador do Estado para promulgação com os dispositivos restabelecidos. Se, dentro de 48 horas, não for promulgada, o presidente da Assembleia, deputado Agostinho Patrus (PV), a promulgará. Discussão do Veto O período de discussão do veto do governador foi marcado por discursos inflamados de deputados e pelas galerias novamente cheias, o que não ocorria há algum tempo em função das medidas de restrição de acesso impostas pela pandemia de Covid-19. Sete deputados fizeram pronunciamentos, além dos líderes dos três blocos, que manifestaram a posição de cada um. Os blocos Democracia e Luta, de oposição, e Minas São Muitas, independente, se posicionaram pela derrubada do veto. O bloco Deputado Luiz Humberto Carneiro, da situação, defendeu a sua manutenção. Contrários ao governador, se pronunciaram o autor do projeto que deu origem à proposição de lei, Alencar da Silveira Jr. (PDT), e os deputados Arnaldo Silva (DEM), Celinho Sintrocel (PCdoB) e Douglas Melo (MDB). Todos eles destacaram que a proposição regulamenta um serviço para garantir segurança aos usuários e evitar o transporte clandestino. Os parlamentares também rebateram argumentos de que estariam se posicionando contra o serviço de transporte intermunicipal oferecido por aplicativos, especialmente o Buser, e, com isso, impedindo a redução de preços das passagens para os usuários. “Estamos discutindo sobre fretamento, aplicativo vamos discutir na hora certa”, disse Alencar da Silveira Jr. Eles argumentaram que o veto representaria risco para a regulamentação do serviço e que poderia contribuir para a precarização do trabalho dos empregados do setor. Outro lado Guilherme da Cunha e Laura Serrano, ambos do Novo, e o deputado Bartô (sem partido) apontaram a preservação da livre concorrência de mercado para se posicionarem pela manutenção do veto. Pra esses parlamentares, os dispositivos vetados impunham regras que dificultariam o trabalho de empresas que já atuam no transporte de passageiros e a oferta de preços mais competitivos para os usuários. Guilherme da Cunha afirmou que a atuação dessas empresas não ameaça os direitos trabalhistas, tendo em vista que as fretadoras já são obrigadas a contratar seus funcionários com base na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Assembleia Legislativa de Minas Gerais
Zema lidera com 46,5% das intenções de voto, seguido por Kali, com 22,5%

O prefeito de BH Alexandre Kalil, do PSD, polariza a disputa com o governador Romeu Zema (Novo) na disputa pelo governo de Minas Gerais. Segundo a Paraná Pesquisas, Zema lidera com 46,5% das intenções de voto e, na sequência, aparece Kali com 22,5%. Kalil é considerado “candidato de Lula” em Minas pela proximidade do PT com o prefeito belorizontino. Além disso, nos bastidores, especula-se o senador Rodrigo Pacheco, recém-filiado no PSD, como vice na chapa de Lula em 2022. Por sua vez, Zema é candidato preferido do presidente Jair Bolsonaro. Veja os números da pesquisa em Minas: Romeu Zema 46,5% Kalil 22,5% Andre Janones 5,7% Professora Duda Salabert 2,8% Jornalista Carlos Viana 2,2% Reginaldo Lopes 2,1% Marcio Lacerda 1,7% Aurea Carolina 0,8% Marcelo Álvaro Antônio 0,6% A Paraná Pesquisas ouviu 1.540 eleitores no estado de Minas Gerais entre os dias 3 e 5 de novembro de 2021. A margem de erro é de 2,5% para mais ou para menos.
Imagens fortes: PM aplica golpe que matou George Floyd em mulher com criança no colo

Episódio de violência policial aconteceu em Itabira (MG); prefeito manifesta “repulsa” pelo ato dos agentes e pede apuração rigorosa Um caso de violência policial ocorrido na noite desta sexta-feira (5) em Itabira (MG) vem causando revolta nas redes sociais. Uma mulher que estava com uma criança no colo foi abordada de forma truculenta por policiais militares, derrubada no chão e imobilizada com o mesmo golpe que tirou a vida do estadunidense George Floyd, no caso emblemático que chocou o mundo em maio de 2020. Imagens que circulam na internet mostram a ação. Nelas, é possível ver dois policiais conversando com a mulher, que está com uma criança no colo e abraçada a outra, um pouco maior. Um dos agentes, então, derruba a mulher no chão e a imobiliza pressionando o joelho contra seu pescoço, mesmo com a criança ainda em seu colo. O outro menino que estava com a mulher se desespera e, junto a outras pessoas ao redor, tenta conter os agentes. O caso se deu na avenida João Pinheiro, centro de Itabira. Assista a vídeos divulgados pelo jornalista Afonso Borges. Imagens fortes: policiais militares de Itabira/MG prendem mulher com criança no colo e aplicam o golpe do joelho no pescoço que a polícia americana matou George Floyd. Vergonha, covardia. Aconteceu agora, há uma hora, na Av. João Pinheiro, centro da cidade. @pmmg190 pic.twitter.com/689tRbtD9i — Afonso Borges (@afonsoborges) November 6, 2021 Mais um vídeo da abordagem covarde da PM de Itabira. A. pic.twitter.com/W71MFDoi0u — Afonso Borges (@afonsoborges) November 6, 2021 O nome da mulher vítima de agressão policial não foi divulgado. Em nota, o prefeito da cidade, Marco Antônio Lage (PSB) manifestou repulsa diante da ação da PM e cobrou apuração rigorosa do ocorrido. Via Revista Fórum
TRAGÉDIA – Marília Mendonça e equipe morrem em acidente de avião em Caratinga (MG)

A cantora sertaneja faria um show na cidade do Vale do Rio Doce. Todos os cinco ocupantes da aeronave morreram Marília Mendonça morreu após a queda do avião que levava a sertaneja, na tarde desta sexta-feira (5/11), a Piedade de Caratinga, na Região do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. Além dela, estão entre os mortos seu tio e assessor, o produtor, o piloto e o co-piloto. “Com imenso pesar, nós, assessoria de imprensa da cantora Marília Mendonça, confirmamos a sua morte, de seu produtor Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, do piloto e co-pilto do avião – os quais iremos preservar os nomes neste momento”, informou em nota. https://twitter.com/pcmgoficial/status/1456725410520174594?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1456725410520174594%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.em.com.br%2Fapp%2Fnoticia%2Fgerais%2F2021%2F11%2F05%2Finterna_gerais1320388%2Fmarilia-mendonca-e-equipe-morrem-em-acidente-de-aviao-em-caratinga-mg.shtml A Polícia Civil divulgou uma nota em que informa que agentes estão no local dos fatos e identificaram cinco corpos no avião e confirma três mortes, incluindo da cantora. Dois corpos já foram removidos para realização de necropsia. O Corpo de Bombeiros recebeu a chamada por volta das 15h30, para atender uma ocorrência de queda de aeronave em Piedade de Caratinga, em um curso d’água, próximo ao acesso pela BR-474. Segundo informações, a princípio, haveria duas vítimas com vida no interior da aeronave, mas não havia sido informado o estado de saúde dessas pessoas. Muitos fãs da cantora se deslocaram para o local do aciente, distante 11 quilometros da área urbana de Caratinga, o que dificulta o trabalho da equipes de resgate. Mais cedo, a cantora fez um post embarcando em um avião para anunciar show em Minas Gerais. Ela tinha show marcado nesta sexta-feira em Caratinga e outro neste sábado em Ouro Branco. Confira a agenda que a cantora faria: 05/11: Caratinga 06/11: Ouro Branco 12/11: Divinópolis 20/11: Taiobeiras A aeronave O avião, de prefixo PT-ONJ, pertence à PEC Táxi Aéreo, sediada em Goiânia. Trata-se de um King Air C90A, com capacidade para seis passageiros. A aeronave, que é turboélice, foi fabricada em 1984 e tinha autorização para operar em regime de fretamento, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Via Estado de Minas Relembre os 10 maiores sucessos de Marília Mendonça Cantora sertaneja emplacou hits em uma carreira meteórica que começou quando ela ainda era adolescente ‘Rainha da sofrência’, como era conhecida pelos fãs, Marília Mendonça teve uma carreira meteórica na música sertaneja, desde que estreou como cantora, em 2015. Antes disso, ela já desempenhava um papel importante no meio como compositora, ainda adolescente. A visibilidade nacional veio a partir da música “Infiel”, faixa de seu primeiro DVD, lançado em 2016. Sucesso instantâneo, a música se tornou uma das mais tocadas no Brasil e projetou Marília como uma das promessas do ‘feminejo’- nome dado à música sertaneja feita por mulheres. A partir daí, a cantora sertaneja emplacou uma série de outros sucessos, como “Sentimento louco”, “De quem é a culpa?”, “Amante não tem lar”, “Como faz com ela”, “Supera” e “Bebi liguei”, entre outros. Abaixo, relembre os 10 maiores sucessos de Marília Mendonça: “Infiel” “Sentimento louco” “De quem é a culpa?” “Amante não tem lar” “Como faz com ela” “Supera” “Troca de calçada” “Quero você do jeito que quiser” “Todo mundo vai sofrer” “Graveto”
Assembleia Legislativa de Minas Gerais cria Bancada Feminina e Procuradoria da Mulher

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Agostinho Patrus (PV), promulgou nesta sexta-feira (5/11/21) a Resolução 5.590, que cria a Procuradoria da Mulher e institui a Bancada Feminina no âmbito do Legislativo. A deputada estadual Leninha (PT) foi escolhida como a líder. Agostinho Patrus afirmou que as criações fortalecem a “representatividade das mulheres e o combate à desigualdade de gênero em Minas”. “Esta é mais uma importante vitória nas lutas cotidianas das mulheres mineiras”, afirmou em trecho de post nas redes sociais. A Bancada Feminina vai, segundo Patrus, engradecer o debate e a qualidade dos projetos. A procuradoria, por sua vez, será um “importante espaço de apoio às mulheres no enfrentamento e prevenção à violência que tanto assola as cidadãs brasileiras”. “A política só representará de fato a população quando sentir suas dores. Esta é, portanto, uma luta por uma sociedade mais humana e menos desigual. A ALMG trabalha para que o protagonismo feminino seja maior a cada dia, não só no Parlamento, mas em toda Minas Gerais”, ressaltou o presidente da Casa. Promulgamos hoje (5) a criação da Procuradoria da Mulher e da Bancada Feminina na @assembleiamg, fortalecendo, assim, a representatividade das mulheres e o combate à desigualdade de gênero em Minas. Esta é mais uma importante vitória nas lutas cotidianas das mulheres mineiras. pic.twitter.com/5ItJzhivwE — Agostinho Patrus (@agostinhopatrus) November 5, 2021 ‘Marco’ A deputada Leninha foi escolhida para ser a líder da Bancada Feminina na ALMG. A parlamentar comemorou a novidade destacando que assume com “alegria e responsabilidade”. “Um marco na história da Casa e na minha trajetória”, escreveu nas redes sociais. A líder reforçou ainda celebrar o dia de hoje, pois a criação da Bancada Feminina é um “lugar de fala” que foi negado para as mulheres ao “longo dos séculos”. “Por todas e por cada uma eu celebro esse dia”. A ALMG tem mais oito deputadas eleitas, além de Leninha (PT). Ana Paula Siqueira (Rede), Andréia de Jesus (PSOL), Beatriz Cerqueira (PT), Celise Laviola (MDB), Delegada Sheila (PSL), Ione Pinheiro (DEM), Laura Serrano (Novo) e Rosângela Reis (Pode)
Anistia a PMs grevistas de 1997 foi promulgada pelo presidente da ALMG

Emenda à Constituição 110 também cria instrumento para TJMG julgar lesão resultante de ato ou omissão do poder público. O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Agostinho Patrus (PV), promulgou, na manhã desta quinta-feira (4/11/21), a Emenda à Constituição 110, de 2021, que anistia 186 policiais militares que foram expulsos da corporação por participarem do movimento grevista de 1997. A cerimônia, realizada no Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira (Edjao), contou com a presença de dezenas de anistiados e seus familiares e foi marcada por pronunciamentos emocionados. Também participaram representantes do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A emenda se originou da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 59/20 e foi aprovada de forma definitiva pelo Plenário no final de outubro. Ela tem como primeiro signatário o deputado Doorgal Andrada (Patri) e, originalmente, altera a Constituição Estadual para incluir, entre as competências do TJMG, o poder de processar e julgar a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF). Trata-se de um tipo de ação judicial que visa evitar ou reparar lesão resultante de ato ou omissão do poder público. Ao longo da tramitação, a PEC recebeu emenda, encabeçada pelo deputado Sargento Rodrigues (PTB) e assinada também por outros 27 parlamentares, que garantiu expressamente a anistia das punições administrativas e disciplinares a esse policiais, concedendo ainda aos atingidos o direito de retornarem aos quadros da Polícia Militar. Também terão assegurados a contagem de tempo de serviço, a graduação e os demais direitos relativos ao posto que ocupam. Esse direito se aplica tanto aos militares da ativa quanto aos inativos. Injustiça histórica Após assinar a promulgação da Emenda 110, Agostinho Patrus lembrou que uma injustiça histórica foi finalmente corrigida. “O que vivemos em 1997 se tornou, mais do que um fato histórico para Minas e para o Brasil, um exemplo a ser seguido por aqueles que se sucederam no comando da Polícia Militar, a lição para que sempre agissem com igualdade no tratamento de praças e oficiais. O que aconteceu não pode mais ser tratado como um crime, pois eram cidadãos que lutavam legitimamente por seus direitos”, destacou o presidente da ALMG. Ele lembrou a participação decisiva do seu pai, o então secretário de Estado da Casa Civil, Agostinho Patrus, na mediação do acordo celebrado entre o Executivo e os representantes das forças de segurança que pôs fim à greve. “Meu pai trabalhava no Palácio dos Despachos, bem em frente ao Centro de Operações da Polícia Militar, o Copom, e lembro da comoção após o cabo Valério ser alvejado e morto. Depois disso, quantas conquistas foram obtidas para as forças de segurança mineiras, inclusive aqui nesta Casa”, pontuou. Reajuste só para oficiais deflagrou movimento A greve dos praças da PM, segmento formado por soldados, cabos, sargentos e subtenentes, eclodiu no início de junho de 1997 e, no seu auge, se alastrou por outras forças de segurança, como a Polícia Civil e agentes penitenciários. Os praças já denunciavam o rigor excessivo do código disciplinar da corporação à época, mas o estopim do movimento foi o reajuste salarial dado somente a oficiais. Mesmo com o acordo que também garantiu um reajuste ainda maior aos praças, o protesto resultou em cerca de 5 mil militares presos, 1.759 indiciados, 186 expulsos da PM e um morto – o cabo Valério dos Santos Oliveira. Cabo Valério foi atingido por um tiro na acabeça disparado durante um protesto dos grevistas em frente ao Copom em 24 de junho daquele ano, o que precipitou o fechamento do acordo dois dias depois. Na ocasião, milhares de praças e outros integrantes de forças de segurança se reuniram, após realizarem assembleias e passeatas pela Capital, em frente ao prédio do Copom, nas imediações da Praça da Liberdade. Mas lá foram contidos por militares trazidos do interior do Estado. Na confusão que se seguiu, com a ameaça de invasão do prédio, tiros teriam sido disparados por outro militar, que foi identificado, julgado e condenado. Exílio Com as retaliações aos grevistas, após mais uma longa negociação e diversos protestos de familiares, a Emenda à Constituição 39, de 1999, reverteu a exclusão, mas transferiu compulsoriamente os 186 praças para o Corpo de Bombeiros, que se tornou independente da PM. O subtenente Magno Edmundo Magalhães, que representou o grupo de anistiados na cerimônia na ALMG, comparou a transferência como uma espécie de exílio amargo. “Foram 19 anos em um purgatório, fazendo o que não gostava e passando por vergonha e humilhação. Com certeza foi o maior trauma da minha vida”, contou, emocionado. “Mas conseguimos vencer as adversidades que o destino nos reservou e agora voltamos para casa melhor do que saímos. A ferida agora se fecha e fica somente a cicatriz como marca da batalha”, afirmou o subtenente. Ele agradeceu o apoio de todos os deputados estaduais na anistia, em especial às principais lideranças do movimento grevista de 1997, também presentes da cerimônia na ALMG, o deputado Sargento Rodrigues (PTB) e o ex-deputado Cabo Júlio. Um pouco antes, Magno Magalhães recebeu de volta ainda na cerimônia a carteira funcional da PM. Para Sargento Rodrigues, dignidade foi resgatada O deputado Sargento Rodrigues também não conteve a emoção ao se lembrar dos principais momentos do movimento grevista de 1997. “Foi um momento excepcional da nossa história e não poderia deixar essa Casa sem conseguir resgatar de vez a nossa dignidade. Com a promulgação da anistia, é um peso que sai dos meus ombros e de todos os guerreiros de 1997”, lembrou. Segundo o parlamentar, na época não foi respeitado o devido processo legal. “O que houve foi uma caça às bruxas, uma perseguição implacável a 186 pais de família. Somente nós temos a plena dimensão do que esta anistia representa agora”, disse. Paralelamente à cerimônia, uma exposição de fotos do arquivo pessoal de Sargento Rodrigues lembrou aos presentes os principais momentos do movimento de 1997. Ao final, o deputado fez uma espécie de chamada de todos os nomes dos praças punidos que não poderão mais