Sistema S é usado por dirigentes como trampolim político

Não é só a lava jato, composta por agentes de Estado, que virou partido político. O ‘Sistema S’, uma paraestatal, que vive de recursos públicos, também se transformou em trampolim político. O ‘Sistema S’ (Senai, Sesc, Sesi, Senac, Senar, Sest…) mama nas contribuições compulsórias oriundas de folhas de pagamento de empresas, portanto de renúncia fiscal de R$ 20 bilhões. Em São Paulo, Paulo Skaf usa o conjunto de “aparelhos” do Sistema S (Sebrae, Sesi, Senai, Fiesp, etc.) para tentar chegar ao Palácio Bandeirantes — sede do governo paulista. O empresário patobranquense Cláudio Petrycoski assumiu com a vacância, no Paraná, a presidência da Federação das Indústrias. O titular, Campagnolo, também se licenciou para tentar um cargo na política. Em Minas Gerais, Josué Alencar igualmente deixou Fiemg para concorrer às eleições de outubro. Sistema STermo que define o conjunto de organizações das entidades corporativas voltadas para o treinamento profissional, assistência social, consultoria, pesquisa e assistência técnica, que além de terem seu nome iniciado com a letra S, têm raízes comuns e características organizacionais similares. Fazem parte do sistema S: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Serviço Social do Comércio (Sesc); Serviço Social da Indústria (Sesi); e Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac). Existem ainda os seguintes: Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop); e Serviço Social de Transporte (Sest). As empresas pagam contribuições às instituições do Sistema S com base nas seguintes alíquotas: As alíquotas acima variam em função do tipo do contribuinte, definidos pelo seu enquadramento no código Fundo de Previdência e Assistência Social (FPAS). Blog do Esmael
Lançamento Nacional da pré-candidatura de Lula à Presidência
“Ou é Lula ou é o caos”, diz vídeo do PTO PT publicou um vídeo nas redes sociais convocando para o ato de lançamento da pré-candidatura de Lula, nesta sexta-feira (8), em Contagem, Minas Gerais, cuja mensagem é subliminar é clara: “Ou é Lula ou é o caos”. “Chegou a hora de o Brasil ser feliz novamente”, informa o vídeo ao destacar a pré-candidatura Lula presidente amanhã, às 18 horas, em Contagem. A abertura do vídeo começa com o caos gerado pelo golpe que derrubou Dilma Rousseff: greve dos caminhoneiros, preços abusivos dos combustíveis, volta da lenha no lugar do gás de cozinha, desemprego, volta da fome, corrupção, crise, bem como a trama alavancou Michel Temer ao governo. Assista ao vídeo:
FHC pediu socorro a Marcelo Odebrecht e enviou dados bancários

Articulador do golpe de 2016, que derrubou a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente FHC pediu socorro a Marcelo Odebrecht e enviou dados bancários ao empresário durante a campanha de 2010, aponta um lado da Polícia Federal anexado a um processo do ex-presidente Lula na Lava Jato; enquanto isso, Lula, que lidera todas as pesquisas, está preso por reformas num imóvel que nunca lhe pertenceu – Um laudo da Polícia Federal anexado a um dos processos contra o ex-presidente Lula no âmbito da Lava Jato contém uma mensagem suspeita do ex-presidente tucano ao presidente da maior empreiteira do País, Marcelo Odebrecht, na campanha de 2010. Os pedidos de doações eram para dois candidatos do PSDB ao Senado, Antero Paes de Barros (MT) e Flexa Ribeiro (PA). Em um dos e-mails, FHC manda a mensagem ‘SOS’, que significa socorro, para ajuda na campanha e envia dados bancários. Valores não são mencionados. A revelação de documento é resultado de um pedido feito pelo advogado Cristiano Zanin Martins, que integra a defesa de Lula, pelo acesso a todos os e-mails do empreiteiro. Confira aqui o laudo da PF divulgado pelo jornalista Fausto Macedo.
Um colosso! – Dólar dispara e chega a R$ 3,81. Bolsa desaba!

O dólar fechou nessa terça-feira 05/VI em forte alta. Chegou a bater em R$ 3,81 e encerrou o dia em R$ 3,8097 – alta de 1,7%. É o maior valor desde março de 2016. O dólar turismo já chega a ser vendido a R$ 3,97! (Isso porque o Banco Central resolveu interferir no câmbio e anunciou leilão de 30 mil swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares, para agosto, outubro e dezembro). O Ibovespa, por outro lado, despencou 2,42% nesta terça (76.641 pontos). A Petrobras também teve um péssimo dia na bolsa: as ações preferenciais PETR4 caíram 4,91%! Um colosso! Do Conversa Afiada
Em depoimento na Câmara, Duran fala sobre o lado obscuro de Moro

O advogado Rodrigo Tacla Duran, que atuou como consultor da Odebrecht, voltou a afirmar que os sistemas eletrônicos Drousys e MyWebDay, utilizado pela construtora para gerenciar o pagamento de propinas, teriam sido adulterados de modo a produzir provas para incriminar figuras que estariam no alvo de procuradores da força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba. Em audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, realizada nesta terça-feira (5), Tacla Duran também destacou as negativas da Lava Jato em ouvi-lo sobre esses indícios de fraude na produção de provas. Segundo ele, antes de servirem como provas em diversas condenações, as planilhas da Odebrecht deveria ter sido periciadas pela Justiça, que poderia comprovar assim as ditas manipulações. Tacla Duran, que foi arrolado como testemunha de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas teve por cinco vezes o seu depoimento negado pelo juiz Sérgio Moro. Ele denunciou o “cerceamento” do direito de defesa no âmbito da Lava Jato: “Amordaçar testemunhas é sinal claro de que não está se fazendo Justiça”. A recusa de Moro e da força-tarefa de Curitiba em ouvir as explicações de Tacla Duran, se deve, segundo o advogado, ao fato de ele não ter assinado acordo de delação premiada com a Lava Jato, que teria condições “melhoradas” após negociação realizada pelo advogado Carlos Zucolotto, ex-sócio da esposa do magistrado, Rosângela Wolff Moro, e padrinho de casamento do casal. “Zucollotto me propôs que lhe desse 5 milhões de dólares em troca de sua proteção na Lava Jato”, afirmou Tacla Duran, que comentou ter conhecimento sobre outros advogados que também “venderam proteção” contra acusados, o que configuraria um modus operandi da força-tarefa. Perguntado pelo deputado Wadih Damous (PT-RJ) se as manipulações nas planilhas extraídas dos sistemas eletrônicos teriam sido adulteradas em outros inquéritos, Tacla Duran afirmou tem conhecimento de outras manipulações similares que são tidos como “extratos bancários”. “Hoje quem questiona o modus operandi da República de Curitiba é considerado inimigo da Lava Jato. Será que teremos que ser coniventes com o atropelo das leis?”, questionou o advogado, ouvido como testemunha em outros sete países para dar explicações sobre o sistema de pagamentos de propina da Odebrecht. Tacla Duran confirmou que tinha acesso ao sistema Drousys, que servia para fazer a comunicação interna entre os envolvidos nos esquemas da Odebrecht. Ele contou que recebeu e-mails da direção da construtora alertando para que as informações necessárias fossem copiadas e depois destruídas, pois receavam que os sistemas poderiam ser apreendidos pela Justiça. “O sistema foi adulterado diversas vezes, foi montado para caso viesse a ser apreendido. Minha surpresa são as alterações posteriores ao bloqueio.” De acordo com Tacla Duran, Zucolotto atuaria junto à força-tarefa com o intuito de reduzir penas e muitas que recairiam sobre ele, em troca do pagamento de US$ 5 milhões “por fora”. Ele classificou a prática como “extorsão” e que, desde tal oferta, recusou o acordo, e então passou a ser perseguido por Moro e os procuradores de Curitiba. “Desde 2016, quando decidi procurar espontaneamente a Lava Jato, sou tratado como criminoso, alvo de ofensas. Mas, em momento algum, apresentaram qualquer prova contra mim?” Após o caso vir à tona, em agosto de 2017, Tacla Duran detalhou a sua versão em outro depoimento prestado em dezembro do mesmo ano, em sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da JBS. No mesmo mês, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) sob acusação de lavar dinheiro de propina da Odebrechet. “Essa é a segunda vez que sou chamado no Congresso Nacional. Nunca tive oportunidade de fazer isso perante a Lava Jato. Nunca quiseram me ouvir sobre as acusações que fazem contra mim.” Moro afirma que Tacla Duran, que tem dupla cidadania e vive na Espanha, é foragido da Justiça. O advogado contestou, afirmando que os procuradores é que não estiveram presentes em audiência marcada em colaboração com a Justiça espanhola, também em dezembro passado. “Os procuradores que solicitaram para vir, não vieram. A minha colaboração com Peru, Equador e Andorra, por exemplo, se mostrou extremamente eficaz. Resultou em diversas prisões e até em renúncias de presidentes.” Há seis meses, os deputados Paulo Pimenta, Wadih Damous e Paulo Teixeira (PT-SP) cobraram da Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue as acusações de Tacla Duran. A PGR decidiu arquivar a representação dos parlamentares, alegando que os documentos que o advogado aponta como falsos são “verídicos”. Os deputados prometem recorrer da decisão, e insistem que Tacla Duran deve ser ouvido. Questionado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) se as adulterações nos sistemas da Odebrecht serviriam também para encobrir práticas ilícitas dos próprios executivos, Tacla Duran foi categórico. “Sem dúvida. Por isso que estou sendo acusado, no lugar deles.”
Blog do Esmael: Paneleiros e manifestoches arrependidos, uni-vos

A edição eletrônica da revista Época nesta segunda-feira (4) fez uma reportagem sobre uma nova categoria de militância política. Trata-se da numerosa legião de “paneleiros arrependidos”. Segundo a Época, “surge nas cidades brasileiras uma nova categoria de engajados: os ex-paneleiros que lamentam ter colaborado para a ascensão de Michel Temer, à frente do governo mais impopular da história”. A turma de arrependidos é eclética e atravessa todas as classes sociais: motoristas de taxis, servidores públicos, aposentados e ex-empresários e empresários em apuros. A lista de reclamações dos ex-paneleiros e manifestoches contra o governo golpista é tão ampla quanto a sua impopularidade recorde de mais de 90%. A revista registra o caso do produtor de sistemas de informação Rodolfo Gonçalo, de 38 anos, morador de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. Ele afirmou “que passou os últimos anos dividindo suas tarefas em um home office com bicos de taxista. E foi dirigindo que conversou com muitos passageiros e amigos sobre a situação do país. Nesse período, ele disse que ouviu barbaridades sobre Dilma e outros políticos. Passado o tempo, avalia que se deixou contaminar. Antes favorável ao impeachment, ele disse que não sabe mais se foi a melhor opção”.
Polícia Federal apura se coronel Lima é laranja de Michel Temer

A PF quer saber o que todo mundo já sabe: que o coronel Lima é apenas uma laranja de Temer – A Polícia Federal investiga se a Fazenda Esmeralda, localizada no interior de São Paulo e usada pela empresa Argeplan, de João Baptista Lima Filho, o coronel amigo de Michel Temer, pertence ao peemedebista, aponta reportagem de Mariana Oliveira e Andréia Sadi, no G1. De acordo com relatório das buscas e apreensões feitas no dia 29 de março, no âmbito da Operação Skala, a PF apreendeu em endereços de coronel Lima diversos documentos sobre a fazenda. A Operação está ligada ao inquérito que apura se Temer editou um decreto para beneficiar empresas do setor de portos. Mais cedo, o blog de Andréia Sadi também noticiou que o empresário e sócio do grupo Libra, Gonçalo Torrealba, contradisse a resposta dada por Temer a investigadores da PF de o coronel João Batista Lima Filho jamais teria atuado como “arrecadador de recursos” de campanhas eleitorais do emedebista. Torrrealba teria dito ter recebido um pedido da parte do coronel Lima para que efetuasse doação para a campanha eleitoral de Temer à Câmara dos Deputados “há mais de dez anos”. Lima, assim como Temer, é investigado pela suspeita do recebimento de propina por meio do chamado decreto dos portos, que teria beneficiado empresas do setor portuário, dentre elas o grupo Libra.
Lição tardia para os saudosos da ditadura – Por Fernando Brito

Leandro Loyola, na edição de hoje de O Globo, publica mais uma revelação de documentos estrangeiros mostrando corrupção no regime militar. De novo, nenhum efeito fará, porque para os cínicos e hipócritas a verdade tem pouca serventia. A leitura é, porém, interessante para que se entenda que, embora alguns espertalhões de farda possam tem tirado gordas vantagens, a instituição militar teve um imenso prejuízo com o papel autoritário a que se prestou e que esta consciência, sob os quepes menos obtusos, prevalece há três décadas. Porque, afinal, para usar uma frase de Leonel Brizola, os militares “amarraram a vaquinha para outros mamarem”. Aliás, não existe maior exemplo de quem tenha enriquecido sob a ditadura com concessões e dinheiros públicos que a Globo, a quem o velho gaúcho, justamente por crescer na escuridão, chamava de “cogumelo”… Outra coisa bem diferente é a “coincidência” de que estes assuntos estejam surgindo, um atrás do outro, depois de três ou quatro décadas de silêncio. Têm tanto valor, agora, quanto a “autocrítica” da Globo sobre seu apoio à ditadura: nenhum, senão demonstrar sua hipocrisia. Espera-se que haja, com quepes ou não, cérebros que não sejam obtusos a ponto de não o perceberem. * Fernando Brito é editor do Tijolaço
Pedro Parente consolida o PSDB na lixeira da história política brasileira

* Por Gustavo Conde Com esse último episódio da Petrobras – o desastre Pedro Parente – o PSDB se consolida como o partido que sabe destruir o país. Um partido de tecnocratas que têm nojo do povo e do debate público. Um partido de pessoas prepotentes e falsos intelectuais. O partido que mais bem representa a violenta e infame elite escravocrata paulista. Um partido que não tem a menor ideia de como gerenciar o planejamento estratégico de um país. Um partido com a visão limitada de políticas públicas. Um partido composto por economistas de gabinete, por carreiristas de agências de pesquisa aparelhadas, por quadros egressos da direita fóbica. O PSDB se mostrou um desastre, uma vergonha, um amontoado de engravatados que desfila seu pedantismo nos veículos de comunicação oficiais do país. No fundo, não passam de quadros subservientes e com rabo preso. São os famosos professores que ‘não sabem nada’, que usam o cargo que lhes foi concedido na base do favor (o orientando que é amigo do chefe de departamento) e que, por isso mesmo, tornam-se agentes violentos de poder incrustados nos corredores universitários. São pessoas mal formadas, que acenderam no nicho acadêmico (conheci muitos na Unicamp e um tanto maior ainda na Usp) confeccionando teses que são meras repetições das referências bibliográficas, também escolhidas a dedo e na base do favor e da subserviência intelectual. Tucano não inova, tucano repete. Esse comportamento domesticado tem grande aceitação nos corredores políticos das universidades públicas estaduais paulistas, focos de poder do tucanato, enrustido ou não. É só gente incompetente. Não rendem debate, não rendem ousadia, não rendem produção acadêmica de qualidade. As lambanças recentes desse sub segmento vão do volume morto nos reservatórios de São Paulo às mortes no trânsito que voltaram a crescer na capital com a gestão Doria. Dá para levar a sério tecnocratas com esses resultados? Como se não bastasse, para piorar, os quadros tucanos do interior do país mesclam a prepotência do falso cosmopolitismo com a ignorância das elites rurais do século passado. Tucano prefeito de interior é gente grossa que administra a cidade como a fazenda da família. E garantem a ração do financiamento com braços religiosos, fraudes fiscais, conexões obscuras empresariais e toda sorte de conchavos no sistema bancário. A máscara tucana é muito eficiente para esconder a rapinagem explícita dos recursos públicos: eles falam “bonitinho” e enganam qualquer jornalista e qualquer cidadão propensos a encantamentos retóricos. Tucano do interior paulista é um capítulo à parte. É um segmento que não se encaixa no discurso da esquerda e que não sabe para onde ir. Daí sobra esse grupinho, que em geral está associado aos rotarys, às maçonarias, aos milicos e às elites locais que não têm para onde correr diante da “ameaça permanente do PT”. E no estado de São Paulo, qualquer partido que não seja o PT ou o PCdoB, são partidos tucanos. PV, PSB, PPS etc, nesse estado atrasado, são partidos de aluguel do tucanato. É deprimente. Pior ainda que tucanos filiados são os tucanos enrustidos, os chamados “isentões”. É gente que não tem coragem de se assumir tucana, mas que, através de uma linguagem empolada e cheia de verniz acadêmico, defende o mesmo projeto covarde de passar uma vida inteira “tirando da reta”. Traduzindo: são mais ‘em cima do muro’ que os próprios infelizes peessedebistas filiados, um feito inédito de nulidade intelectual. O PSDB, portanto, garantiu na história o seu lugar de partido do atraso, de partido conservador, de partido fascistoide de direita. Seguiram FHC na picaretagem acadêmica e partiram para, pela primeira vez na vida, assumir o protagonismo de alguma coisa: o protagonismo do golpe de 2016. O PSDB vai ser expurgado da história como o pior e mais infame partido político que o Brasil já teve a infelicidade de gestar. Ele arrasou o país, desde a redemocratização. Seus líderes adocicados do passado (Montoro e Covas) são apenas um quadro velho e empoeirado na parede. Se vivos, estariam na mesma entropia de horror e incompetência. O golpe terá esse efeito positivo no final das contas. É a pá de cal nessa velhacaria escrota que devastou a soberania do país. Gustavo Conde é linguista, colunista do 247 e apresentador do Programa Pocket Show da Resistência Democrática pela TV 247.
Em homenagem aos dois anos de golpe, Temer ganha dois chifres

‘Chifrinho’ é a nova marca de dois anos do governo Michel Temer Os marqueteiros de Michel Temer são campeões do duplo sentido. Depois de cravarem que ‘O Brasil voltou, 20 anos em 2’, agora criaram um ‘chifrinho’ para marcar a passagem dos dois anos de golpe de Estado. O ‘chifrinho’ é uma instituição brasileira. Uma galhofa, comum nas fotografias entre familiares e amigos. Nada de grave. Mas como o duplo sentido pode ter mais de duas interpretações, na política a imaginação voa… Em janeiro deste ano, Michel Temer jurou em entrevista ao programa de Amaury Junior, na Band TV, que não é ‘satanista’. Ele atribui isso à fake news na internet. O diabo é que os marqueteiros do Planalto não ajudam muito o Tinhoso adotando o ‘chifrinho’ como marca de governo. Via Blog do Esmael