Programa Jovem no Campo em Ubaí foca na Olericultura – Por Ricardo Guimarães*

O Programa Jovem no Campo está capacitando adolescentes da cidade de Ubaí para atuação na olericultura, área da horticultura que abrange a produção de hortaliças. Dividido por módulos, o primeiro contato dos alunos foi com o levantamento dos canteiros e viveiros que receberão as primeiras mudas, instalados na área externa de uma escola estadual da cidade. Com a capacitação, os jovens poderão aprender todos os processos de produção de hortaliças, até a fase de comercialização dos produtos. “No próximo mês, vamos retornar com o controle de pragas e doenças, e integração dos manejos. Depois vamos abordar colheita e pós-colheita, explicando sobre processo de avaliação para o ponto de colheita, seleção e higienização dos alimentos. Por fim, a parte do empreendedorismo, para estes jovens conseguirem comercializar seus produtos”, explicou o instrutor Ronny Alex Araújo. O programa, desenvolvido pelo Sistema FAEMG/SENAR/INAES, visa contribuir com a inserção do jovem no mercado de trabalho rural, com foco nas oportunidades locais e regionais. “A preocupação com os jovens que tem vocação com o meio rural é uma prioridade, fomentando conhecimentos e geração de renda para os jovens e seus familiares”, destaca o gerente regional em Montes Claros, Dirceu Martins. Mirtes Viviane Pereira da Silva mora na Comunidade Rural de Veloslândia. Recém-formada no ensino médio e no primeiro ano de um curso técnico em administração, ela vê na atividade uma oportunidade de renda extra e também a chance de iniciar uma carreira profissional sem precisar sair de Ubaí. “O programa tem sido muito bom, especialmente para nós jovens, porque aqui na comunidade não temos muitas opções de trabalho. Temos a chance de nos estabilizarmos aqui na zona rural, e o curso vai ajudar muito. Tenho uma pequena horta em casa, para consumo familiar. Já cheguei a vender, mas agora quero aproveitar para trabalhar de fato com isso, expandir mais”. Com os irmãos trabalhando em Uberlândia, a jovem, de 18 anos, mora com o pai, que está impossibilitado de trabalhar. É Mirtes quem cuida da maior parte das finanças da casa, se dividindo entre pequenos serviços e o trabalho como manicure, sem ter um valor fixo no fim do mês. Ela espera tirar o máximo de aprendizado do Programa Jovem no Campo para crescer profissionalmente. “Aprendi muitas coisas. Já mexo e tenho plantio de hortaliças. Agora é aprender a fazer de uma maneira mais correta. Espero que me dê uma estabilidade e segurança maior”. Jovens produtores O espírito empreendedor de Mirtes é o que o programa espera alcançar. Para isso é preciso um trabalho pontual com os jovens, para que eles vejam na atividade rural um meio de melhorar a qualidade de vida, como explica Ronny Alex. “Não é fácil, é desafiador atuar com os adolescentes, mas eles têm potencial e estão sempre motivados. Ter o jovem no campo é muito importante, porque a mão de obra qualificada está cada vez mais escassa. Quando pego uma turma como essa, de jovens, com a aluna mais velha tendo somente 24 anos, me deixa com os olhos brilhando. Eles não precisam, e não devem trabalhar só como os pais trabalhavam. Precisam agregar novos conhecimentos. E o nosso trabalho é mostrar que é possível ter retorno e tornar a atividade sustentável, e com isso eles vão melhorar a qualidade de vida, empreender e também ajudar os pais”. Ainda no ensino médio, Deivid Marques da Fonseca, de 17 anos, almeja trabalhar com alimentação no futuro. Ele viu no curso de olericultura uma oportunidade de ter um primeiro contato com técnicas para plantio e manejo das hortaliças. “Procurei o curso para ajudar minha mãe, que planta alguns alimentos e quer começar a vender, e também para ser uma base para o meu futuro. Vejo como uma boa oportunidade para os jovens atuarem no campo, já que a maioria precisa sair da cidade para conseguir emprego fora”. Ricardo Guimarães é jornalista e assessor de comunicação do escritório regional do Senar
Norte de Minas registra seis casos da variante Delta

Avanço da cepa indiana exige ampliação na vacinação, principalmente da segunda dose Minas Gerais já registra mais de cem casos da variante Delta, distribuídos, principalmente, nas regiões Centro, Sudeste, Leste do Sul e Noroeste, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (26) pelo secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti. “Dentro das 200 amostras semanais avaliadas, por meio de estudos genômicos, ela já aparece na maior parte delas, ou seja, é a variante predominante no Estado”, afirma o secretário. No Norte de Minas, das 220 amostras genotipadas, seis confirmaram presença da Delta. São duas em Montes Claros (uma já com a confirmação final), duas em Claro dos Poções, uma em Mirabela e outra em Porteirinha. O avanço da cepa indiana torna a ampliação da vacinação ainda mais determinante para proteger a população, principalmente a segunda dose. Além disso, destaca o secretário, é preciso que os mineiros continuem a aplicar as medidas sanitárias, como uso de máscara, do álcool em gel e do distanciamento social. TERCEIRA DOSE Também em função da Delta, o Estado confirmou que Minas vai começar, ainda em setembro, a aplicação da dose de reforço da vacina contra a Covid-19. O esquema vacinal será feito com um imunizante diferente do que foi administrado anteriormente e, neste primeiro momento, a terceira dose será destinada para a população idosa e pessoas com baixa imunidade. “Em Minas, daremos início, no próximo mês, à aplicação das doses de reforço nos idosos, acima de 80 anos, e pessoas imunossuprimidas. E, depois, vamos avançando para as idades e grupos vacinados há mais tempo”, disse Baccheretti. ESTRATÉGIA O secretário ressaltou que serão utilizadas três plataformas diferentes para a terceira dose, sendo uma da Coronavac, uma da Pfizer e uma da AstraZeneca e Janssen. “Ou seja, quem completou o esquema vacinal com a CoronaVac, receberá a 3ª dose da Pfizer, Astrazeneca ou Jansen”, explicou. O cenário em território mineiro mostra que, pela primeira vez, nas últimas semanas, foram registrados menos de cem óbitos às quintas-feiras. O dado demonstra uma queda nos casos de internações em decorrência da doença e, consequentemente, no número de mortes. A tendência de queda permanece mesmo com a circulação da variante Delta em todas as regiões.
Justiça cassa mandato do prefeito de São Romão e presidente do Cisrun, Marcelo Meireles

O Juiz da Comarca de São Romão, Eliseu Silva, cassou os mandatos de Prefeito e Vice-Prefeito do Município de São Romão, Marcelo Meireles de Mendonça e Leonardo Vasconcelos Ribeiro, no norte de Minas Gerais, por terem praticados captação de sufrágio no curso da campanha eleitoral. A sentença, que foi publicada no dia 26/8, cabe recurso. Segundo a denúncia, o prefeito prometia tratamento fora do domicílio para a população indevidamente, segundo as gravações apresentadas pelo denunciante, onde o prefeito fala que para os amigos ele dava o valor que queria. E para o povo um valor mínimo, e que a Secretária de Saúde não resolvia e nem mandava nada. O uso indevido dos TFDs, pode ter interferido no resultado das eleições em São Romão, que foram decididas com quantidade mínima, 48,64% para Marcelo Meireles e 47,62% Allan do Sax.. Leia aqui a sentença do juiz Eliseu Silva, de São Romão Cisrun Marcelo Meireles de Mendonça também foi eleito presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun). Ele venceu o prefeito de Claro dos Poções, Norberto Marcelino, por 36 votos a 23.
Enquanto o Exército torra milhões com churrascadas, população do semiárido é ignorada

SOBRA DINHEIRO PARA O LEITE CONDENSADO, PICANHA E CERVEJA, MAS FALTA PARA A ÁGUA! Em plena seca no semiárido mineiro, o Exército anunciou que vai interromper o programa Operação-Pipa, que leva água para o Vale do Jequitinhonha e Norte de Minas, há 20 anos. A justificativa do cancelamento é falta de dinheiro. Mas para os supérfluos como vinho, chiclete, leite condensado, pizza e refrigerantes, o dinheiro não falta, pelo contrário: já supera R$ 1,8 bilhão para os cofres públicos. Exército vai cortar distribuição de água no semiárido de Minas Gerais em plena seca Os caminhões-pipa atendem principalmente comunidades afastadas das sedes dos municípios Exatamente num momento de forte seca, o Exército Brasileiro vai cortar o fornecimento de água potável por caminhões-pipa para municípios do Vale do Jequitinhonha e do norte de Minas Gerais -regiões que fazem parte do chamado semiárido do estado e que já sofrem normalmente com a falta d’água. Em Minas 127 municípios já decretaram estado de emergência este ano por conta da seca, todos localizados ou na região norte ou nos vales do Jequitinhonha e do Mucuri, segundo dados desta quarta-feira (25). Há quatro meses, no fim de abril, 74 cidades estavam nessa situação. Prefeitos receberam um comunicado, ao qual a Folha de S.Paulo teve acesso, emitido pelo 55º Batalhão de Infantaria do Exército, baseado em Montes Claros, uma das principais cidades do norte de Minas, informando sobre a suspensão do fornecimento de água. Os caminhões-pipa atendem principalmente comunidades afastadas das sedes dos municípios. O documento, de caráter urgentíssimo, é assinado pelo comandante do batalhão, o coronel Hidelgard Borba de Vasconcelos. A justificativa do cancelamento é falta de dinheiro. O texto de 12 de agosto afirma que a paralisação no fornecimento do serviço ocorrerá em a partir de 20 de setembro -o Exército disse que o serviço continuará suspenso até dezembro. O programa de distribuição de água potável do Exército, batizado de Operação-Pipa, foi criado há mais de 20 anos e chega a nove estados: além de Minas Gerais, atende ainda a Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Em Minas, conforme informações do site do Exército, cinco municípios participam do programa, sendo que todos estão entre os que já decretaram estado de emergência pela falta d’água. A lista inclui Espinosa, Francisco Sá, Jaíba e Manga (na região norte) e Itaobim (no Vale do Jequitinhonha). Ao todo, 13 veículos participavam da distribuição de água na região, que beneficiava uma população de 11.916 moradores. “Não sei o que vou fazer. A prefeitura não tem estrutura para levar essa água às comunidades”, afirma o prefeito de Manga, Anastácio Guedes Saraiva (PT). No município, segundo o Exército, 4.592 pessoas dependem dos caminhões-pipa. O prefeito afirma que está tentando reunir outros chefes do Poder Executivo das cidades que terão o fornecimento de água suspenso para pressionar os militares a manterem as entregas. O comunicado sobre o fim do serviço já foi feito também à prefeitura de Espinosa, onde, ainda segundo o Exército, a água dos caminhões-pipa atendem a 1.970 pessoas. TUDO SECO O cenário de falta d’água no semiárido mineiro piora a cada ano, afirma Paulo Sérgio Vieira Magalhães, presidente da Associação de Moradores da Comunidade de Palmito, no município de Montes Claros, que também já declarou situação de emergência pela seca. A comunidade, onde moram cem famílias, é atendida por dois rios, o Ressaca e o das Irmãs. O problema é que nenhum deles é perene -ou seja, a água só corre no período das chuvas, que cada vez é menor, segundo Magalhães. “Não tem chovido. Com isso, os rios não seguram mais água. Há dez anos encerrava-se o período de chuvas e eles corriam até agosto. Atualmente chove e nenhum dura mais que dois meses”, relata. O período normal de chuvas na região começa em outubro e vai até março. Outro problema que vem sendo enfrentado pela população é em relação aos poços artesianos, que também estão secando. “As famílias dependem exclusivamente dos caminhões-pipa”, diz o representante dos moradores de Palmital. Em relação à comunidade, no entanto, o fornecimento de água via caminhões-pipa é feito pela prefeitura de Montes Claros que mantém o fornecimento sem interrupções. No entanto, a água é repassada para consumo humano. Animais domésticos também a usam, mas plantações, por exemplo, ficam prejudicadas. “Quando os rios corriam por mais tempo, bombas retiravam água e levavam para irrigar hortas, por exemplo”, afirma Magalhães. EXÉRCITO DIZ QUE CUIDA APENAS DA EXECUÇÃO DO PROGRAMA A reportagem entrou em contato com o Exército para saber sua posição sobre o fim do fornecimento de água potável via caminhões-pipa em cidades do semiárido de Minas. Em nota, os militares afirmaram que a Operação-Pipa foi criada por uma cooperação técnica e financeira entre os ministérios do Desenvolvimento Regional e da Defesa. “O seu objetivo principal é promover o abastecimento de água potável para o consumo humano na região do Nordeste e no norte de Minas Gerais. Nesse contexto, o Exército Brasileiro é responsável apenas pelas ações que envolvem a execução das Operações”. Também em nota, o Ministério do Desenvolvimento Regional afirma que há recursos suficientes para manter a operação apenas até o final do mês de agosto, “quando o montante aprovado na Lei Orçamentária Anual (LOA) 2021 será utilizado em sua integralidade”. O texto diz ainda que a pasta “busca alternativas no âmbito do Governo Federal para garantir a execução da Operação e evitar prejuízos”. Segundo a pasta, os valores repassados a cada ano para o programa mudam dependendo das demandas dos municípios, “respaldadas no reconhecimento federal da situação de emergência por seca ou estiagem -que tem relação com a sazonalidade climática (ocorrência de chuvas)”. Em junho, o valor repassado foi de R$ 55,3 milhões. O Ministério da Defesa ainda não se posicionou sobre o corte no fornecimento de água para as cidades do semiárido mineiro. Com Jornal O Tempo
Famílias do Conjunto Girassol, em Buritizeiro, terão seus imóveis regularizado

A Prefeitura de Buritizeiro realizará a Regularização Fundiária Urbana (Reurb) dos imóveis financiados no Conjunto Habitacional Girassol. No total, 60 famílias serão beneficiadas com esta iniciativa da gestão, que conta com a parceria da Cohab Minas. O Reurb é o conjunto de medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais destinadas à incorporação dos núcleos urbanos informais ou irregulares ao ordenamento territorial urbano e à titulação de seus ocupantes. Sendo assim, os moradores dos imóveis serão beneficiados com a documentação regularizada da sua moradia, de forma gratuita. Nesta semana (sexta-feira e sábado), a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda (Sedest) realizará o levantamento cadastral das famílias ocupantes dos imóveis da Cohab Girassol, para o início do processo de regularização. Para evitar aglomerações e em respeito aos protocolos de biossegurança sanitária, o cadastramento será realizado na Escola Municipal Maria Geralda, conforme o agendamento prévio. Portanto, os moradores interessados deverão agendar o horário para atendimento, por meio do telefone (38) 3742-1467. Após a confirmação do agendamento, os ocupantes dos imóveis deverão ir até o endereço da escola, na rua Vereador João Francisco Braga, 1853, no bairro Bandeirantes, munidos de toda a documentação pessoal e do imóvel, o qual reside. Só poderão participar desse processo de regularização, os titulares dos financiamentos ou atual posseiro da moradia, acompanhado do cônjuge e ou companheiro (a). Fonte: Hebert Vinicius – Ascom/Prefeitura de Buritizeiro
Prefeitura de Buritizeiro promove melhorias na balsa de Cachoeira do Manteiga

A Prefeitura de Buritizeiro realizou, mais uma vez, a manutenção da Balsa de Cachoeira do Manteiga, neste final de semana. Desde o início do ano, a gestão municipal implementou um plano de manutenção para a embarcação, visando ofertar mais segurança e comodidade na travessia do rio. De acordo com o chefe Distrital, Jullierme Fagundes, foram realizados reparos nos porões e nas grades da embarcação e executada a pintura de faixas, além da troca do motor de partida, da caixa de marcha e da substituição da bandeira. Outra importante intervenção, foi a reestruturação dos portos, para o embarque e desembarque seguro dos veículos e usuários da balsa. Fonte: Hebert Vinicius – Prefeitura de Buritizeiro Assista #TerraDeMinas pelo #GloboPlay https://t.co/B1Y5VhN1jc — Luís Carlos Gusmão (@Luiscgusmao) August 24, 2021
Prefeitura de Pirapora garante apoio aos estudantes universitários

O prefeito Alex Cesar Costa recebeu os representantes das associações dos universitários de Pirapora, quando assinou um termo de fomento, no qual a Prefeitura destina uma verba aos estudantes. Para selar este momento importante assinaram o termo, além do prefeito, a Associação dos Universitários e Técnicos de Pirapora (AUTP), a Associação Universitária de Pirapora (AUP) e o vereador Éder Danilo. De acordo com o prefeito, esse verba liberada é um implemento nos gastos dos estudantes, que são imensos. “Se gasta muito na formação universitária, por exemplo, o ideal era que não houvesse a necessidade do universitário pegar estrada diariamente para estudar em outra cidade. Mas vamos trabalhar para mudar essa realidade e continuaremos investindo na formação profissional dos jovens, aliás, na formação do cidadão que desejar se capacitar”, observou o Alex Cesar. O prefeito Alex Cesar recebeu em seu gabinete o padre Renato Diniz e o bispo dom Darci José Nicioli, quando conversaram sobre a reforma da escola Rui Barbosa, em parceria entre a Prefeitura e a Mitra. “Estamos aqui pensando no povo, naquilo que a igreja pode ser parceira do serviço público para atendermos melhor a cidade de Pirapora”, destacou dom Darci. “Tive o prazer de receber o dom Darci, uma liderança religiosa e que tem um carinho enorme pela nossa cidade. Discutimos melhorias para a nossa cidade, obras sociais e parcerias futuras”, disse o prefeito Alex. Participaram do encontro os secretários de Governo, Paulo Rogério; de Infraestrutura, Luciano Rodrigues; de Educação, Jacqueline Guimarães e Administração, Cláudio Tadeu. Fonte – Jornal Gazeta
MIRABELA – Administração de Luciano Rabelo supera expectativas – Por Pedro Neto

Reeleito com mais de 75 por cento dos votos, a maior votação majoritária da história de Mirabela, o atual prefeito Luciano Rabelo tem surpreendido a população e as principais lideranças pelo empreendedorismo, obras e ações desenvolvidos já no início do segundo mandato. Em plena pandemia e escassez de recursos, a Prefeitura está atuante, pagando os salários e direitos dos servidores em dia e, ainda, realizou importantes obras como a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Bairro São Geraldo e reforma geral, com novo paisagismo da Praça Bom Jesus, na área central. No primeiro mandato, Luciano Rabelo mostrou a que veio: manteve os compromi9ssos assumidos pelos antecessores, realizando obras diversas na cidade e área rural, ampliou os apoios políticos nas esferas municipal, regional, estadual e federal, concretizou parcerias com a iniciativa privada, alavancou o progresso, dando continuidade às ações de divulgar as potencialidades de Mirabela, já conhecida nacionalmente como a cidade da carne de sol e do pequi. Destacam as obras como do shopping popular “Fábio de Jesus Ribeiro”, reforma de estradas, conclusão de obras em andamento, e ampliou estruturas e quadro de servidores para agir no enfrentamento à Covbid-19. Com o apoio do Governo do Estado, senadores mineiros, deputados e dos vereadores, a administração municipal tem tudo para deslanchar e superar as expectativas dos eleitores que votaram no prefeito e, também, agradar aos que foram contra. O prefeito Luciano Rabelo, que administra ao lado do vice, Jorge da Emater, está realizando uma administração séria, coerente, transparente e eficiente, beneficiando crianças, jovens, adultos e idosos do perímetro urbano e da área rural. As obras, ações e benefícios representam o que Mirabela precisa e a população merece. O secretário de Serviços Urbanos de Mirabela, Fernando Rabelo, lembra que o município está progredindo a passos largos. Reforça que as ações são em harmonia com a Câmara Municipal e com a iniciativa privada e que novos projetos serão implementados em breve, em benefício de toda a população seja com recursos próprios ou até mesmo em parcerias públicas privadas. Fotos: Pedro Neto Pedro Ruas Neto é jornalista
Norte de Minas Gerais recebe mais vacinas contra a Covid-19 nesta terça (10)

Doses contra a Covid-19 chegam em Montes Claros nesta terça-feira (10) — Foto: Fábio Aleksandro/Inter TV Até esta terça, dados do vacinômetro mostram que o Norte de Minas possui 316.625 pessoas imunizadas com a dose única da Janssen ou as duas doses da CoronaVac, AstraZeneca ou Pfizer. Por G1 Grande Minas A Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros – que abrange 54 municípios – recebeu mais 34.660 vacinas contra a Covid-19 nesta terça-feira (10). As doses foram transportadas de Belo Horizonte para a maior cidade do Norte de MG por uma companhia aérea. Ainda fazem parte da 35ª remessa, as 16.620 vacinas entregues para as Gerências de Saúde de Pirapora e Januária nesta segunda-feira (9). No total, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) destinou 51.280 doses da Pfizer, Jannsen e AstraZeneca para os 86 municípios da região. Segundo a Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros, a orientação é que as doses sejam aplicadas da seguinte forma: Aplicação da primeira dose em mais 1,8% das pessoas restantes da faixa etária de 50 a 54 anos, em 30% das pessoas com idade entre 45 a 49 anos, em 12% dos trabalhadores do setor industrial, nas localidades que ainda não encerraram esse ciclo de vacinação Aplicação da segunda dose em pessoas comorbidades e com deficiência física permanente “Os municípios precisam seguir as notas técnicas do Ministério da Saúde e da SES-MG, a fim de que a vacinação contra a Covid alcance os públicos prioritários e bons índices de cobertura”, alerta a coordenadora de vigilância em saúde, Agna Menezes. Vacinômetro Até esta terça, dados do vacinômetro mostram que o Norte de Minas possui 316.625 pessoas imunizadas com a dose única da Janssen ou as duas doses da CoronaVac, da AstraZeneca ou da Pfizer. No total, 790.694 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid.
TURISMO RURAL – Planejando o serviço de alimentação na região de Grão Mogol

O distrito de Vale das Cancelas, na cidade turística de Grão Mogol, sediou o curso Empreendendo o Serviço de Alimentação, promovido pelo Sistema FAEMG/SENAR/INAES. Onze participantes, entre produtores rurais e profissionais da rede hoteleira, aprenderam um pouco mais sobre turismo, importância da gastronomia regional, planejamento de empreendimento de alimentação e montagem de cardápios, entre outros temas. A região é uma das principais rotas rodoviárias do país, cortada pela BR-251, e recebe grande fluxo de pessoas em viagem para diversos destinos. Luzenilda Aparecida Lima Santos convive com esse movimento todo há 26 anos. Servidora pública da área da limpeza, ela divide o tempo de trabalho com a paixão pela culinária, produzindo alguns pratos para eventos na região. O próximo passo é montar o negócio próprio e expandir suas possibilidades. “O curso foi importante para clarear as ideias. Meu sonho é montar um restaurante. Eu já faço comidas para buffets e confeitaria, mas busquei o curso para ter mais conhecimento na área, desenvolver o trabalho e ter coragem para expandir. Estamos em uma região onde a rodovia passa no meio da comunidade, recebendo turistas todos os dias”. Um tema de destaque trabalhado no curso foi a valorização das características e tradições locais. A instrutora Gal Bernardo afirma que a região de Grão Mogol está despontando no setor turístico, especialmente turismo ambiental e rural. “A região tem potencial natural muito rico. Este treinamento vai ajudar as pessoas a lidarem ainda melhor com a recepção do turista. E o carro-chefe do turismo é a gastronomia. Trabalhamos para que os alunos saibam usar o que a cidade tem de riquezas para encantar o turista”. Durante o curso foi feita a montagem completa de uma mesa de café e outra de almoço. No fogão à lenha, diversas delícias, como biscoitos e bolos, feijão tropeiro e arroz com pequi e carne de sol. “Minas Gerais tem este diferencial da culinária brasileira, onde cada região do estado tem suas comidas típicas e riquezas”. Esta foi a primeira vez que o curso foi promovido no município. A ideia foi do Sindicato dos Trabalhadores Rurais local, visando ao fortalecimento do turismo regional. “Apoiar o turismo é valorizar arranjos produtivos locais, como a gastronomia, o artesanato e os serviços. Por mais que a tecnologia esteja presente na vida, o turismo precisa de pessoas”, destaca o gerente regional, Dirceu Martins. Curso teve presença de produtores rurais e profissionais do setor hoteleiro Participantes aprenderam a montar um cardápio, valorizando aspectos regionais Texto e fotos: Ricardo Guimarães – Senar Regional