Argentina fatura o tri mundial diante da França e coroa um genial Messi

A Argentina é tricampeã mundial de futebol. Lionel Messi é campeão mundial. O destino foi gracioso com a última dança do gênio num palco de Copa do Mundo. Após a decepção de 2014, o camisa 10 da Albiceleste agora tem a sua taça e coroação definitiva. Contra uma França que conseguiu salvar o que parecia derrota certa, a Argentina venceu nos pênaltis (4 x 2) após o empatar em 3 a 3 no tempo normal. Uma final de Copa do Mundo 2022 do Qatar, no Estádio Lusail, neste dia 18 de dezembro definitivamente para a história. A Argentina exibiu um primeiro tempo com autoridade, sem sofrer sustos. O pênalti inexistente marcado logo aos 20 minutos e convertido por Messi foi um golpe que a equipe de Mbappé quase não conseguiu se recuperar. Com 2 a 0 no placar na segunda metade da etapa final, o título no tempo normal parecia certo a Messi e sua seleção. Mas Mbappé mostrou também genialidade e em menos de cinco minutos marcou dois gols (um deles uma pintura) e forçou a prorrogação. Lá, novo empate: Messi e Mbappé marcaram para suas seleções. A disputa ficou para os pênaltis. A Argentina converteu todas as cobranças. Coman e Tchouaméni desperdiçaram.  MESSI O que faltava a Messi não falta mais. Perto do fim da carreira, o gênio foi o comandante do título que encerrou 36 anos de jejum argentino em Copas do Mundo. Messi foi na final aquele que foi durante a competição, participativo e talentoso. É bem verdade que ganhou de presente pênalti inexistente. Mas não ofusca o brilho de um capitão que entendeu seu talento e liderança. Teve ajuda luxuosa de Di María para anular uma França que impunha medo. Após uma carreira impecável no futebol de clubes, Messi agora conquista de vez o coração de seu país, que, por vezes, duvidou de sua entrega e predestinação. Messi é do tamanho de Maradona. Maior? Difícil dizer pelos hermanos, mas dá para ousar em classificar que não é menor. Messi arrancou o argentino de seu atual duro cotidiano político-econômico. Até nisso pareceu emular Don Diego. DESTRUIDOR DE RECORDES Messi separou o dia para alcançar feitos, além de levantar a taça. Ao entrar em campo na decisão, ultrapassou Lothar Matthäus e se tornou, de forma isolada, o jogador com mais partidas em Copas do Mundo com 26 jogos disputados. O camisa 10 também é o único atleta a balançar as redes dos adversários em todas as fases de mata-mata da competição, ultrapassou a marca de gols de Pelé e igualou o feito de Just Fontaine, com 13 gols no torneio. LA TERCERA ​A Argentina alcançou o terceiro título mundial e colocou 2022 ao lado dos títulos de 1978 e 1986. Com isso, os hermanos são os únicos com três títulos no momento. Agora, ficam imediatamente atrás de Alemanha e Itália, que têm quatro títulos cada. O Brasil segue hegemônico como o único pentacampeão mundial. Vale lembrar que a Seleção Brasileira alcançou o tri em 1970, há 52 anos 1° TEMPO: ARGENTINA ARRASADORA A Argentina começou o jogo conseguindo sufocar o time francês. Scaloni armou seu time com Di María no time titular e impôs marcação alta nos 15 primeiros minutos. Com Messi ativo, a Argentina visitou com alguma frequência a área adversária. Aos 21, Di María recebeu na ponta esquerda. Arisco, cortou um ingênuo Dembélé, que errou no bote seco e levou o drible. Na disputa, já dentro da área, com toque mínimo, foi ao chão. Pênalti. Messi, inapelável, abriu o placar para a Argentina. A França sentiu o golpe e não conseguiu povoar o meio-campo, oferecendo espaços generosos para a Argentina gastar o tempo invertendo o jogo com frequência. E não é boa ideia oferecer espaços a Messi e Di María. Com um toque, o gênio abriu espaço com Mac Allister puxar ataque letal e entregar para Di María colocar o segundo no placar com toque de exuberante categoria 2° TEMPO: MBAPPÉ É A FRANÇA O segundo tempo foi em grande parte controlado por uma Argentina que queria deixar o tempo passar. Após sacar Giroud e Dembelé ainda no primeiro tempo para a entrada de Kolo Muani e Thuram, Deschamps colocou em campo na etapa final: Fofana, Camavinga e Coman. Não parecia surtir efeito. O destino sugeria um título surpreendentemente tranquilo para a Argentina. Mas futebol não é afeito a roteiros simples demais, sobretudo em Copas do Mundo. Até então apagado, Mbappé fez sua estrela bilhar intensamente. Aos 34, deslocou Emiliano Martinez em bola recebida no bico esquerdo da área. Dois minutos depois, Messi foi desarmado no meio-campo por Coman. Rabiot esticou para Mbappé, que ajeitou para Thuram. O companheiro devolveu pelo alto, e Mbappé, inapelável, de primeira, empatou para a França com um golaço. PRORROGAÇÃO: FUTEBOL, EU TE AMO! ​A prorrogação resumiu o fim do tempo normal com alternância de controle. A Argentina foi melhor no primeiro tempo, a França, no segundo. Logo aos três minutos de prorrogação, Messi aproveitou rebote de Lloris em chute violento de Lautaro. Messi, sempre ele, apareceu para colocar no fundo da rede. E, novamente, quando o jogo parecia resolvido para a Argentina, Mbappé apareceu. Agora, de pênalti, seu terceiro gol na decisão. E o título mundial seria decidido nos pênaltis. PÊNALTIS: ARGENTINA 100% A decisão por pênaltis em finais de Copa do Mundo não acontecia desde 2006. E era mais um teste aos gênios de cada seleção. Messi e Mbappé converteram. Os companheiros do camisa 10 da Albiceleste fizeram o mesmo. Os franceses desperdiçaram com Coman e Tchouaméni. Coube a Montiel a cobrança derradeira para o tri argentino. Via: O Lance

Croácia vence Marrocos e é a terceira colocada da Copa do Mundo do Catar

Partida marcou provável despedida do astro Luka Modric em Copas do Mundo; Marrocos se despede do Catar com campanha histórica e ‘título’ de sensação do mundial A Croácia venceu o Marrocos neste sábado (17) por 2 a 1 na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo do Catar 2022. Com o resultado, os croatas atingem a posição pela segunda vez na história e se consolidam como uma forte seleção no cenário global, em especial após eliminar o Brasil e fazer um bom jogo contra a finalista Argentina. Além das terceiras colocações em 1998 e 2022, os croatas também foram vice-campeões em 2018, na Rússia. Nas outras três edições que disputou foi eliminada na primeira fase. Já os marroquinos se despedem do mundial com um histórico quarto lugar: é a primeira vez que uma equipe africana e de cultura árabe está entre as quatro melhores do planeta. Os gols foram marcados ainda no primeiro tempo da partida. Logo aos 6 minutos a Croácia abriu o placar com o zagueiro Gvardiol, de cabeça, após jogada ensaiada. Apenas dois minutos depois o Marrocos empatou o certame. Ziyech levantou a bola na área em cobrança de falta para Dari completar, também de cabeça, para o fundo das redes. Com o placar apontando a igualdade, o jogo esteve relativamente equilibrado, com uma leve vantagem croata baseada especialmente na técnica de Luka Modric. O desempate viria aos 41 minutos após roubada de bola de Kovacic na entrada da área. A bola sobrou para Orsic que com belo chute por cobertura desempatou a partida. O segundo tempo novamente apresentou um certo equilíbrio, com margem técnica maior para a Croácia. No entanto os marroquinos foram pra cima e tentaram o empate, sem sucesso, ao longo de toda a etapa complementar. Aos 19 minutos En-Nesyri obrigou Livakovic a fazer ótima defesa. Também os croatas tiveram boas chances de ampliar o placar como com Kovacic aos 41 minutos. Ao final da partida os croatas comemoraram muito a terceira colocação, a segunda da sua curta história como país independente – iniciada em Copas do Mundo no ano de 1998, na França. Modric, visivelmente emocionado – e festejado pelas excelentes atuações –, pode ter feito aos 37 anos o seu último jogo em uma Copa do Mundo. Já do lado marroquino, apesar das fortes reclamações contra a arbitragem do brasileiro Raphael Klaus ao final do jogo, sobretudo por Hakimi, o saldo é positivo. A campanha é histórica: é a primeira vez que um país africano e de cultura árabe figura entre as quatro melhores seleções do mundo. Os torcedores também garantiu o seu próprio show nesta partida saideira e nos demais jogos da seleção de Marrocos no mundial. A Copa do Mundo do Catar acaba neste domingo (18), com a final que será jogada entre Argentina e França, em Lusail, ao meio dia de Brasília. A grande final, além de contar com os dois melhores jogadores do mundo – Messi e Mbappé – ainda marcará um tricampeão mundial inédito. A França, atual campeã, pode conquistar um bicampeonato seguido, algo atingido apenas duas vezes na história, pela Itália em 1934 e 1938, e pelo Brasil em 1958 e 1962. Já a Argentina, se vencer, deixa para trás uma fila de 36 anos sem conquistar o mundo.

França vence Marrocos por 2 a 0 e fará a final da Copa contra Argentina

A França decidirá o título mundial contra a Argentina, no domingo, depois de vencer Marrocos por 2 x 0 com um gol logo no início de Theo Hernandez e outro perto do fim de Randal Kolo Muani pelas semifinais da Copa do Mundo, nesta quarta-feira. O lateral Hernandez fez 1 x 0 logo aos cinco minutos, mas a vantagem não pareceu ser um incentivo para os atuais campeões do mundo, que ofereceram apenas flashes ocasionais de sua classe depois disso. O Marrocos, afetado por desfalques, causou problemas aos adversários e forçou o goleiro Hugo Lloris a fazer uma grande defesa em chute de Jawad El Yamiq no final do primeiro tempo. O time africano também criou chances no segundo tempo, mas não conseguiu marcar. A falta de gols os impediu de ampliar uma campanha surpreendente que incluiu vitórias sobre Bélgica, Espanha e Portugal e fez da seleção marroquina a primeira equipe africana a chegar às semifinais de uma Copa do Mundo. A França resolveu o jogo aos 34 minutos do segundo tempo, quando uma jogada brilhante de Kylian Mbappé dentro da área deixou Kolo Muani sozinho para fazer o gol decisivo com seu primeiro toque na bola, menos de um minuto depois de ter entrado em campo. A França é a primeira equipe campeã a chegar à final seguinte desde o Brasil em 1998, e no domingo tentará emular o Brasil (1958-1962) e a Itália (1934-1938) como a terceira equipe a conquistar dois títulos seguidos. Para isso, eles terão que vencer a Argentina de Lionel Messi, que derrotou a Croácia por 3 x 0, na terça-feira, para chegar à sua sexta final da Copa do Mundo, numa tentativa de conquistar seu terceir título após as vitórias de 1978 e 1986.

Argentina vence a Croácia e está na final da Copa do Mundo do Catar

Argentinos mantêm histórico imbatível em semifinais e agora esperam o vencedor de França e Marrocos A Argentina confirmou seu histórico imbatível em semifinais de Copa do Mundo e venceu a Croácia por 3 a 0 nesta terça-feira (13), em Lusail, tornando-se a primeira seleção qualificada para a grande final Copa do Mundo do Catar 2022. Os argentinos agora esperam o adversário, a ser decidido amanhã (14), no estádio Al Bayt, em Al Khor, no duelo entre França e Marrocos. A final será jogada no próximo domingo (18), às 12h de Brasília, em Lusail. Os primeiros 15 minutos do jogo foram mornos, com ambas equipes trocando passes, estudando o adversário, marcando no meio de campo e promovendo investidas despretensiosas ao ataque. Assim como contra o Brasil, nas quartas, a Croácia se defendia ao manter a posse de bola em maior medida que o adversário. Nos 15 minutos seguintes o ritmo foi aumentando por parte da Argentina até que aos 31 minutos Julián Álvarez recebe lançamento por trás da zaga e é derrubado, dentro da área, pelo goleiro Livakovic: pênalti. Messi bateu alto e forte para abrir o placar para os hermanos. Livakovic e Kovacic receberam cartões amarelos logo em seguida. Aos 38 foi a vez de Julián Álvarez receber a bola na meia esquerda e disparar na direção do gol, em corrida na qual dividiu e trombou com pelo menos 4 croatas antes de empurrar para as redes: 2 a 0 para a Argentina. Aos 42 minutos, MacAllister quase marca o terceiro de cabeça após cobrança de escanteio, obrigando Livakovic a fazer uma difícil defesa. Nos instantes finais da primeira etapa Messi emplaca uma série de dribles e é derrubado pelos croatas. O juiz então apitou não a falta, mas o fim do primeiro tempo. No segundo tempo a Argentina começou pressionando os croatas e, aos 12 minutos, Messi recebeu dentro da área e obrigou Livakovic a fazer grande defesa. A partir dos 15 minutos a Argentina chamou a Croácia e enquanto os croatas tentavam diminuir, os argentinos apostavam em jogadas de contra ataque. Em uma delas, aos 24 minutos, Messi recupera uma bola perdida na lateral direita e faz uma bela jogada individual com a qual invade a área, deixa o zagueiro Gvardiol a ver navios, chega à linha de fundo e, com a defesa croata perdida, rola para Julián Álvarez fazer o terceiro gol argentino. Os últimos vinte minutos da partida mostraram uma Croácia abatida, que até tentou chegar ao gol argentino, mas não ofereceu perigo. A Argentina, por sua vez, claramente começou a poupar-se para a final e foi levando a decisão para o seu fim com inteligência, fechando espaços e formando uma linha de cinco defensores quando estava sem a bola. As outras quatro semifinais argentinas em Copas do Mundo Nas cinco ocasiões em que disputou as semifinais de uma Copa do Mundo, a Argentina sempre chegou à final – contando a deste ano. E isso ocorreu logo na primeira Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai, quando venceu os Estados Unidos por 6 a 1 e em seguida perdeu a final para os anfitriões, por 4 a 2. Em sua outra campanha vice-campeão, na Itália em 1990, os argentinos tinham eliminado o Brasil e a Iugoslávia nas fases anteriores, até empatarem com a anfitriã em 1 a 1 pela semifinal. Os Hermanos venceram a disputa de pênaltis por 4 a 3. Na final, derrota por 1 a 0 para a Alemanha. O roteiro teve um desfecho parecido em 2014, no Brasil, quando novamente perderam uma final para os alemães. No entanto, passaram pela Holanda nas semifinais após empate sem gols e vitória nas disputas de pênaltis por 4 a 2. Na Copa de 1986, no México, os argentinos foram campeões vencendo os alemães na final por 3 a 2. Na semifinal, vitória por 2 a 0 sobre a Bélgica. Já a Copa de 1978, vencida pelos argentinos na condição de anfitriões, não teve uma fase semifinal. Os finalistas foram qualificados a partir de uma segunda fase de grupos. A classificação argentina veio após uma polêmica vitória por 6 a 0 sobre o Peru, que a colocou em posição superior ao Brasil pelo saldo de gols.

CBF quer técnico estrangeiro para substituir Tite; veja quem é o mais cotado

Após mais um fracasso da seleção em Copas do Mundo, a entidade pretende investir em um treinador de peso do futebol internacional Após a eliminação na Copa do Mundo do Catar e a confirmação da saída do técnico Tite da seleção brasileira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já está pensando no substituto para o novo ciclo, com vistas ao Mundial de 2026. Desta vez, o preferido é um treinador estrangeiro. Representantes da entidade já tinham feito consultas sobre a possibilidade de contar com o espanhol Pep Guardiola, que fez muito sucesso no Barcelona e, nas últimas temporadas, comanda o Manchester City. Porém, além de não demonstrar muito interesse em trabalhar no Brasil, seu salário inviabilizou qualquer progresso nas negociações. A bola da vez passou a ser o italiano Carlo Ancelotti, do Real Madrid, que foi consultado pela primeira vez em outubro, de acordo com informações do UOL. O multicampeão se mostrou aberto a avançar com as negociações junto à CBF. Porém, disse que aceitaria conversar somente quando o cargo estivesse vago. Além disso, afirmou que quer finalizar a temporada no clube espanhol. Com isso, em caso de sucesso nas tratativas, ele assumiria a seleção em junho de 2023. Ancelotti foi campeão em todos os países onde trabalhou Amigo de Tite, Ancelotti tem 63 anos e uma trajetória recheada de títulos. Foi campeão em todos os países onde trabalhou: Itália (com o Milan), Inglaterra (Chelsea), França (PSG), Alemanha (Bayern) e Espanha (Real Madrid). Ainda conta no currículo com quatro títulos da Liga dos Campeões. O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, já admitiu a preferência por um técnico estrangeiro. O português Abel Ferreira, no Palmeiras há dois anos com sucesso, também é citado, mas não é um nome de consenso.

Brasil vacila, perde para Croácia nos pênaltis e está fora da Copa do Mundo

Seleção Brasileira viu sonho do hexa no Catar ruir após desperdiçar muitas chances e ceder empate na prorrogação; croatas esperam Argentina ou Holanda Acabou o sonho do hexacampeonato mundial no Catar. Erros de pontaria, de estratégia e de concentração contra uma Croácia valente e muito experiente resultaram na eliminação do Brasil nas quartas de final nesta sexta-feira (9), no Estádio Cidade da Educação, em Al Rayyan. O empate por 1 a 1 ao fim da prorrogação levou a decisão para os pênaltis, que acabaram com vitória croata por 4 a 2. Num primeiro tempo equilibrado, foram raras chances de gol. Na etapa final, o Brasil melhorou e criou grandes oportunidades, mas as desperdiçou – ora por falta de pontaria, ora por grandes intervenções do goleiro Livakovic. Ofensivamente, a Croácia pouco fez .A dinâmica do segundo tempo se repetiu na metade inicial da prorrogação, com o Brasil criando mais. Aos 15 minutos, Neymar tabelou com Paquetá, driblou Livakovic e marcou. O camisa 10, que vivia uma noite apagada, igualou Pelé como o maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, com 77 gols. Na metade final do tempo extra, o Brasil viu a Croácia avançar as linhas. Mas foi em um contragolpe, numa falha estratégica brasileira, que os croatas empataram. Petkovic chutou de fora, a bola desviou em Marquinhos e morreu no fundo das redes. A disputa, então, foi para os pênaltis. A Croácia acertou todas as cobranças e venceu por 4 a 2. Pelo lado brasileiro, Rodrygo parou em defesa de Livakovic – grande nome da partida – e Marquinhos chutou o último pênalti na trave. Neymar, o quinto da lista, nem chegou a bater Equilíbrio e poucas chances O técnico Tite optou por manter o time que mandou a campo na vitória do Brasil por 4 a 1 sobre a Coreia do Sul, pelas oitavas de final. Já Zlatko Dalic promoveu a volta do lateral-esquerdo Sosa, recuperado de virose, e escalou Pasalic do lado direito do ataque croata. Não foi exatamente um primeiro tempo de muitas chances de gol. Brasil e Croácia fizeram um jogo muito equilibrado, em que os marcadores levaram a melhor na maioria dos duelos individuais e coletivos. As melhores oportunidades foram do Brasil, com Vinícius Júnior e Neymar, pelo lado esquerdo do ataque, mas não exigiram defesas difíceis de Livakovic. A Croácia atacou mais pela direita, setor de Pasalic, mas tampouco criou chances claras. Livakovic impede gol do Brasil O segundo tempo começou frenético, com um quase gol contra a favor do Brasil. A Seleção Brasileira também reclamou de um possível pênalti aos três minutos por bola no braço, mas a arbitragem de campo e o VAR assinalaram impedimento. Depois, Neymar – que vivia noite apagada – e Lucas Paquetá perderam grandes oportunidades de dentro da área, mas pararam em Livakovic, que foi se transformando em um nome importante da partida. Aos poucos, o Brasil passou a ter um maior controle ofensivo da partida e encurralou a Croácia no campo de defesa. Ao longo do segundo tempo, as duas seleções trocaram peças ofensivas. No Brasil, Tite colocou Antony e Rodrygo nas vagas de Raphinha e Vinícius Júnior, respectivamente. As chances apareceram, mas Livakovic também. E o 0 a 0 persistiu. Brasil marca, mas falha Na prorrogação, o cenário não mudou. O Brasil seguiu em cima – o que permitiu a Croácia criar boa oportunidade. Quando o clima do estádio estava tenso, Neymar, enfim, apareceu. Aos 15 minutos do primeiro tempo, o camisa 10 iniciou a jogada, tabelou com Paquetá, fintou o goleiro e empurrou para as redes. Alívio e festa nas arquibancadas. O segundo tempo da prorrogação veio acompanhado de uma Croácia mais ofensiva para tentar o empate. Em um momento em que a Seleção Brasileira tentava segurar a bola na frente, os croatas conseguiram um contragolpe fatal, numa falha estratégica do Brasil. Petkovic chutou de fora da área, a bola desviou em Marquinhos e morreu no fundo das redes. A disputa foi para os pênaltis. Croácia 4 x 2 Brasil nos pênaltis Vlasic abriu o placar para a Croácia Rodrygo bateu, e Livakovic defendeu Majer deixou a Croácia em vantagem maior Casemiro diminuiu para o Brasil Modric fez o terceiro da Croácia Pedro fez o segundo Brasil Orsic fez o quarto da Croácia Marquinhos chutou na trave. BRASIL 1 (2) X (4) 1 CROÁCIA Brasil Alisson; Éder Militão (Alex Sandro, no intervalo da prorrogação), Marquinhos, Thiago Silva e Danilo; Casemiro, Lucas Paquetá (Fred, no intervalo da prorrogação) e Neymar; Raphinha (Antony, aos 11′ do 2ºT), Vinícius Júnior (Rodrygo, aos 19′ do 2ºT) e Richarlison (Pedro, aos 39′ do 2ºT) Técnico: Tite Croácia Livakovic; Juranovic, Lovren, Gvardiol e Sosa (Budimir, aos 5′ do 2ºT da prorrogação); Brozovic, Kovacic (Majer, no intervalo da prorrogação) e Modric; Pasalic (Vlasic, aos 27′ do 2ºT), Perisic e Kramaric (Petkovic, aos 27′ do 2ºT) Técnico: Zlatko Dalic EM

Brasil goleia; Neymar marca mas não cumpre promessa feita a Bolsonaro

Seleção teve começo avassalador, marcando quatro gols no primeiro tempo, com Vinícius Júnior, Neymar (de pênalti), Richarlison e Lucas Paquetá Na melhor atuação brasileira da Copa do Mundo de 2022, a Seleção eliminou a Coréia do Sul por 4 a 1, em duelo válido pelas oitavas de final, e avançou às quartas de final da competição. Agora, o desafio da equipe de Tite será contra a Croácia, do meia ex-melhor do mundo Luka Modric. Em relação ao confronto contra a equipe coreana, o Brasil teve começo avassalador, marcando quatro gols no primeiro tempo, com Vinícius Júnior, Neymar (de pênalti), Richarlison e Lucas Paquetá. Na segunda etapa, com o resultado encaminhado, a Amarelinha diminuiu o ritmo e viu a Coréia marcar um gol de honra com Seung-Ho Paik. Como novidades, o Brasil teve a volta do astro Neymar, que perdeu os dois jogos finais da fase de grupos por lesão no tornozelo, e do lateral-direito Danilo, que atuou na esquerda devido às lesões de Alex Sandro e Alex Telles. A escalação do Brasil foi: Alisson (Weverton), Danilo (Bremer), Marquinhos, Thiago Silva, Eder Militão (Dani Alves); Casemiro, Paquetá e Neymar (Rodrygo); Vinícius Junior (Gabriel Martinelli), Raphinha e Richarlison. O duelo contra a Croácia ocorre na sexta-feira (9), às 12h (de Brasília). Os croatas derrotaram a seleção do Japão nos pênaltis para se classificar às quartas de final Neymar não cumpre promessa feita a Bolsonaro O centroavante Neymar não cumpriu a promessa que fez a Jair Bolsonaro na campanha eleitoral no Brasil, ao afirmar que dedicaria ao ocupante do Planalto o primeiro gol do jogador na Copa do Mundo, realizada no Catar, no Oriente Médio, região com partes da Ásia e da África. Ao marcar o segundo gol da seleção brasileira na partida contra a Coreia do Sul, nesta segunda-feira (5), pelas oitavas de final do Mundial, o camisa 10 comemorou com os companheiros e foi às arquibancadas abraçar o lateral-esquerdo Alex Telles, que sofreu uma lesão no joelho direito e está fora do torneio. Na campanha presidencial, Neymar prometeu formar com os dedos o número 22, número de Bolsonaro. “A Copa está próxima. Seria tudo maravilhoso, Bolsonaro reeleito, Brasil campeão e todo mundo feliz”, disse Ney no dia 22 de outubro ao acompanhar de Paris uma live do então candidato à reeleição.

Oitavas de final da Copa do Mundo definidas: veja dias, horários e locais

foto: Issouf SANOGO / AFP – Mata-mata da Copa do Mundo começa neste sábado  As oitavas de final da Copa do Mundo 2022 estão definidas. O Superesportes mostra abaixo os dias, horários, locais e o chaveamento dos confrontos da primeira fase de mata-mata no Catar. Jogos, datas, horários e locais Holanda x Estados Unidos Sábado, 3 de dezembro, às 12h, no Estádio Khalifa Internacional Argentina x Austrália Sábado, 3 de dezembro, às 16h, no Estádio Ahmad Bin Ali França x Polônia Domingo, 4 de dezembro, às 12h, no Estádio Al Thumama Inglaterra x Senegal Domingo, 4 de dezembro, às 16h, no Estádio Al Bayt Japão x Croácia Segunda-feira, 5 de dezembro, às 12h, no Estádio Al Janoub Brasil x Coreia do Sul Segunda-feira, 5 de dezembro, às 16h, no Estádio 974 Marrocos x Espanha Terça-feira, 6 de dezembro, às 12h, no Estádio Cidade da Educação Portugal x Suíça Terça-feira, 6 de dezembro, às 16h, no Estádio Lusail Chaveamento da Copa do Mundo Oitavas de final Jogo 1: Holanda x Estados Unidos Jogo 2: Argentina x Austrália Jogo 3: Japão x Croácia Jogo 4: Brasil x Coreia do Sul Jogo 5: Inglaterra x Senegal Jogo 6: França x Polônia Jogo 7: Marrocos x Espanha Jogo 8: Portugal x Suíça Quartas de final Jogo 9: vencedor do jogo 1 x vencedor do jogo 2 Jogo 10: vencedor do jogo 3 x vencedor do jogo 4 Jogo 11: vencedor do jogo 5 x vencedor do jogo 6 Jogo 12: vencedor do jogo 7 x vencedor do jogo 8 Semifinais Jogo 13: vencedor do jogo 9 x vencedor do jogo 10 Jogo 14: vencedor do jogo 11 x vencedor do jogo 12

Brasil perde para Camarões, mas lidera e encara Coreia nas oitavas

Time finaliza muito, mas tem raras chances claras e é punido com gol de Aboubakar nos acréscimos em Lusail; líder, Seleção terá sul-coreanos pela frente A formação reserva do Brasil até finalizou, mas teve raríssimas chances claras contra a Seleção Camaronesa nesta sexta-feira (2). Nos acréscimos, foi punida com uma cabeçada certeira do atacante Aboubakar, que tornou este 2 de dezembro de 2022 histórico para Camarões. No fim, a Seleção Brasileira perdeu por 1 a 0 no Estádio Icônico de Lusail, pela terceira rodada do Grupo G da Copa do Mundo. Apesar do tropeço, termina como líder da chave, com seis pontos, e enfrentará a Coreia do Sul nas oitavas de final. Os sul-coreanos foram os vice-líderes do Grupo H. As seleções se enfrentam já na segunda-feira (5), às 12h (de Brasília), no Estádio 974, em Doha. Outra classificada da chave, a Suíça venceu a Sérvia por 3 a 2 e chegou aos seis pontos – Brasil liderou por conta do saldo de gols: 2 a 1. Os suíços enfrentarão nas oitavas a Seleção Portuguesa, líder do Grupo H, terça, às 16h, em Lusail. Camarões (quatro pontos) e Sérvia (um) completam o grupo e estão eliminados. O jogo De olho nas oitavas de final, o técnico Tite optou por preservar os titulares e mandou a campo uma formação totalmente reserva. Mesmo assim, o domínio das ações ofensivas foi todo brasileiro. Antony, Rodrygo e Gabriel Martinelli foram as opções mais incisivas no ataque. Com a bola a maior parte do tempo, o time finalizou dez vezes na primeira etapa. O problema é que só três foram em direção ao gol, todas defendidas pelo goleiro Epassy. Defensivamente, a maior preocupação do Brasil eram os contragolpes de Camarões, que apostava em saídas rápidas nas costas dos laterais. A estratégia camaronesa só levou perigo ao gol adversário aos 47 minutos, quando Mbeumo cabeceou e exigiu defesaça de Ederson. Foi a primeira finalização no alvo de um rival do Brasil na Copa do Mundo. Foram necessários 243 minutos de futebol: 98 na vitória por 2 a 0 sobre a Sérvia, 98 no 1 a 0 diante da Suíça e mais os 47 nesta sexta. O segundo tempo começou com uma má notícia para a Seleção. Alex Telles reclamou de dores e foi substituído por Marquinhos. É mais um problema para a lateral esquerda brasileira – o titular Alex Sandro está em recuperação de lesão no quadril. Aos poucos, o volume de jogo do Brasil aumentou. Militão, Martinelli e Antony exigiram boas defesas de Epassy. Tite começou a buscar alternativas ofensivas com a dupla de flamenguistas Pedro e Everton Ribeiro. As trocas não deram muito certo. As chances rarearam e, no fim, Aboubakar decretou, de cabeça, a primeira vitória africana contra o Brasil em Copas do Mundo. Na comemoração, foi expulso ao receber o segundo cartão amarelo por tirar a camisa. Mas pouco importava. CAMARÕES 1 X 0 BRASIL Camarões Epassy; Fai, Wooh, Ebosse e Tolo; Anguissa, Kunde (Ntcham, aos 23′ do 2ºT), Mbeumo (Toko Ekambi, aos 19′ do 2ºT) e Moumi Ngamaleu (Ngom, aos 41′ do 2ºT); Aboubakar e Choupo-Moting Técnico: Rigobert Song   Brasil Ederson; Daniel Alves, Éder Militão, Bremer e Alex Telles (Marquinhos, aos 9′ do 2ºT); Fabinho, Fred (Bruno Guimarães, aos 9′ do 2ºT) e Rodrygo (Everton Ribeiro, aos 9′ do 2ºT); Antony (Raphinha, aos 34′ do 2ºT), Gabriel Martinelli e Gabriel Jesus (Pedro, aos 19′ do 2ºT) Técnico: Tite Motivo: terceira rodada do Grupo G da Copa do Mundo Data e horário: sexta-feira, 2 de dezembro de 2022, às 16h (de Brasília)Local: Estádio Icônico de Lusail, em Lusail no Catar Gol: Aboubakar, aos 48’ do 2ºT (CAM) Cartões amarelos: Tolo, aos 6′, Kunde, aos 28′, Fai, aos 32′ do 1ºT, e Aboubakar, aos 36′ do 2ºT (CAM); Éder Militão, aos 7′ do 1ºT, e Bruno Guimarães, aos 40′ do 2ºT (BRA) Cartão vermelho: Aboubakar, aos 48’ do 2ºT (CAM)   Público: 85.986 torcedores Árbitro: Ismail Elfath (EUA) Assistentes: Kyle Atkins (EUA) e Corey Parker (EUA) VAR: Alejandro Hernández (Espanha.

Neymar, Danilo e Alex Sandro não enfrentam Camarões

 Alex Sandro se juntou a Neymar e Danilo no departamento médico da equipe do Brasil. O médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar, informou nesta terça-feira (29) que o lateral-esquerdo sofreu uma lesão no músculo do quadril esquerdo durante a vitória de 1 a 0 da equipe canarinho sobre a Suíça na Copa do Catar. “Sobre o jogo de ontem [segunda-feira], Alex Sandro sentiu dores no quadril esquerdo, ele não teve condições de continuar na partida. Hoje [terça-feira] pela manhã foi reavaliado, nós pedimos exame de imagem, uma ressonância magnética. Ela evidenciou lesão no músculo do quadril esquerdo. O atleta não terá condições na próxima partida contra Camarões. Ele segue em tratamento para a que possamos recuperá-lo o quanto antes”, declarou o médico em vídeo divulgado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Na mensagem, Lasmar também atualizou as situações do atacante Neymar e do lateral Danilo, que não defenderam o Brasil na partida contra a Suíça: “Danilo e Neymar continuam no processo de recuperação de suas lesões no tornozelo. Cada um com uma abordagem diferente, pois são lesões diferentes. Isso é importante salientar. O Neymar apresentou um episódio de febre, que já está controlado. Isso não interfere no processo de recuperação de seu tornozelo. E hoje, na nossa reunião diária com a comissão técnica, nós passamos que esses três atletas não estarão disponíveis para o nosso próximo jogo contra Camarões”. Brasil e Camarões medem forças, pela terceira rodada do Grupo G do Mundial, a partir das 16h (horário de Brasília) da próxima sexta-feira (2). Agência Brasil