Rozenda Zane estimula a leitura através do projeto Tem Literatura Aqui

A Escola Municipal Rozenda Zane Moraes abriu as comemorações do “Mês do Livro” no dia 10 de abril, com o lançamento do projeto “Tem Literatura Aqui”, coordenado pela professora de língua portuguesa Edvânia Maria Campanha. O evento, idealizado pela professora de matemática Lúcia Marilda de Souza, contou com a presença de dois escritores da Academia Montes-clarense de Letras: Giowana Nunes Pinho de Pinho Veloso e Waldir Pinho Veloso. Na oportunidade, a autora do livro Coisa de Adolescente, Giowana, propôs uma mesa redonda sobre a obra trabalhada com os alunos. “O encontro oportunizou aos alunos conhecer e valorizar escritores da nossa região, promover e ampliar os momentos de leitura, bem como encorajar e estimular o lado leitor/escritor de cada um. Os alunos ficaram encantados com a jovem escritora e suas dicas para aqueles que pretendem ingressar no universo literário”, explica a professora Edvânia. Após a mesa redonda, Giowana e Waldir presentearam a biblioteca da escola com dezenas de obras publicadas pela família. Foram sorteadas também algumas obras entre os discentes. “É gratificante conhecer jovens que gostam de ler e se inspiram todos os dias! Graças ao Projeto de Leitura da Escola Municipal Rozenda Zane, com a participação especial das professoras Lucia Marilda Lopes, Edvânia e Rose, e da diretora Paloma, mais crianças e adolescentes estão inseridos na maravilhosa Literatura, que tanto mudou minha vida e muda a vida de cada leitor”, afirma Giowana. Para a diretora da unidade, Paloma Dias Oliveira, a presença dos escritores na escola “contagiou e estimulou bastante os alunos”. “Foi um grande presente para nós a presença da Giowana e do Waldir. A sensibilidade e o talento dos dois contagiaram a todos, estimulando muitos alunos a colocarem suas ideias no papel para, quem sabe um dia, também se tornarem autores. Estamos muito felizes com os resultados do projeto”, comenta Paloma. Ascom/Prefeitura de Montes Claros
GREVE NA UNIMONTES

Por pagamento imediato, professores mantêm ocupação da reitoria O comando de greve divulgou nota nesta quarta-feira 18 informando que não aceita o dia 26 de abril – definido em comunicado da reitoria, no dia anterior – como data de pagamento dos salários dos professores em greve há dois meses e meio. A categoria exige que isso seja feito imediatamente. Também ficou decidido manter a ocupação do prédio da reitoria até que o pagamento seja efetuado em definitivo. “Para os professores que estão sem salário, a data determinada pela reitoria e pelo governo é impraticável, tendo em vista os grandes prejuízos causados pela falta de salário. Esperar mais 10 dias sem pagamento em conta é algo que fere frontalmente a categoria e manifesta de forma clara o descaso do governo com o ensino superior e a inabilidade da gestão da Unimontes na solução de um problema por ela criado”, diz a nota, acrescentando que o movimento não tem mais nenhum grau de confiança nas informações do Governo e da reitoria, “principalmente considerando que não temos nenhuma garantia de que os salários serão depositados no dia 26”. De acordo com a nota, em vários momentos a reitoria da Unimontes voltou atrás em acordos feitos com o movimento de greve, sempre em prejuízo aos professores, da mesma maneira que o governo também o fez em vários momentos. A atitude da reitoria de cortar o pagamento, à revelia do governo, suspendeu as negociações dos pontos que motivaram a paralisação. O comando de greve promoveu um grande abraço ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), na tarde de terça-feira 17, com o objetivo de cobrar da reitoria uma posição sobre a situação do prédio do CCBS, interditado desde janeiro deste ano por absoluta falta de condições para abrigar os cursos da área médica, transferidos para outras dependências da universidade, de forma precária. “A situação desse centro, bem como dos demais, é fruto de um processo calculadamente mal conduzido nos últimos 30 anos, por um modelo de gestão que não tem compromisso com a universidade pública”, denunciou o professor Ildenilson Meireles, da Associação dos Docentes da Unimontes (Adunimontes), para quem a Unimontes está decaída e defasada. Ele lembrou que o CCBS é um centro de referência em pesquisa e pós-graduação, o que torna sua recuperação um dever e obrigação de todos. Para Meireles, a situação de descaso é o que faz com que sejam realizadas duas greves por ano, com custos pessoais e financeiros para os estudantes e professores. A diretora do Centro, Graciana Guerra David, denunciou o descaso da reitoria em relação ao estado do local. Ela relatou sua via crucis, há anos, por todas as instâncias da universidade, para que o local seja recuperado. Quando chove, informou, a imundície toma conta das instalações, com dejetos e animais mortos em putrefação, que descem do telhado e pelas estruturas do prédio. O movimento paredista dos professores, bem como a ocupação, ganhou a adesão dos alunos. A presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Malu Menezes, considera que o apoio deve-se à constatação de que o movimento é de defesa da universidade, o que é de interesse de todos. “O que está em curso é um projeto de destruição da universidade pública. O que nós temos que ter em mente é que se isso ocorrer nenhuma outra será erguida no Norte de Minas”, previu. A acadêmica Vivian Cristina, do curso de Odontologia, estuda no local e fez coro às denúncias da direção do CCBS. Ela disse que desde 2012 o estado do prédio é de precariedade. Para ela, o apoio dos estudantes é importante levando-se em conta a necessidade de resgatar o papel da universidade. “No futuro, nós é que estaremos na sala de aula”, lembrou.
Ex-reitor da Unimontes é exonerado sob acusação de prejuízos aos cofres públicos
O ex-reitor da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), Paulo César Gonçalves de Almeida, foi exonerado do cargo de analista universitário sob a acusação de causar prejuízos aos cofres públicos. Segundo despacho publicado pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), ele teria, dentre outras infrações, aplicado indevidamente o dinheiro público durante o período em que geriu a instituição de ensino, de 2002 a 2010. Conforme o despacho assinado pelo controlador-geral Eduardo Martins de Lima, o caso configura falta grave. Tanto Almeida quanto os demais servidores citados no documento têm “dez dias para, se tiverem interesse, apresentarem pedido de reconsideração”. Atualmente, o ex-reitor é provedor do hospital Aroldo Tourinho, unidade de saúde que atende pacientes de mais de cem municípios do Norte de Minas e do Sul da Bahia. Por nota, a entidade afirmou que a penalidade se refere a supostas irregularidades na contratação de servidores da Unimontes e que todos os recursos já estão sendo providenciados. “O professor Paulo César nega o cometimento de qualquer tipo de ilegalidade, uma vez que, mesmo sendo o reitor da Unimontes, não era o responsável direto por essas contratações”. Punidos Além de Almeida, o despacho da CGE cita ainda João dos Reis Canela, que é o atual reitor da Unimontes e foi absolvido. O documento também exonera uma servidora, aplica a penalidade de repreensão a um servidor e de suspensão a um terceiro. Por meio da assessoria de comunicação, a Unimontes informou que não iria se posicionar sobre o despacho, uma vez que o caso era de responsabilidade da CGE. Veja a nota na íntegra: A referida penalidade aplicada, em relação a supostas irregularidades cometidas na contratação de servidores técnicos-administrativos que trabalharam em funções indispensáveis na época em que foi reitor da Unimontes, se deu apenas em âmbito administrativo e a ela cabem recursos, tanto na esfera administrativa, como na Justiça Comum, os quais já estão sendo providenciados. O professor Paulo César nega o cometimento de qualquer tipo de ilegalidade, uma vez que, mesmo sendo o reitor da Unimontes, não era o responsável direto por essas contratações. Afirma que o inquérito administrativo foi realizado de forma atabalhoada, eivado de vícios e incorreções e que o mesmo será facilmente derrubado na Justiça Comum, caso os recursos administrativos não sejam aceitos. Afirma ainda que, em sua carreira de mais de 30 anos de serviço público, ocupando diversos cargos e funções, jamais foi acusado de qualquer desvio de conduta, nunca tendo sido anteriormente sequer processado por sua atuação como servidor. O professor Paulo César estuda, inclusive, a possibilidade de impetrar ação por calúnia, difamação e reparação de danos morais por conta da perseguição da qual está sendo vítima. Informa que seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, de qualquer período de sua vida profissional, estão à disposição das autoridades. Finaliza dizendo que as obras sociais que marcaram sua trajetória, seja na Unimontes, seja no trabalho filantrópico e voluntário que atualmente desenvolve no Hospital Aroldo Tourinho, falam por si e são sua maior defesa. Jornal Hoje em Dia
IEPHA debate preservação do patrimônio histórico de Montes Claros

Promovido pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA), com o apoio da Prefeitura de Montes Claros, foi realizada na quinta-feira, 12, no Museu Regional do Norte de Minas e contou com a participação de profissionais de diversos municípios da região, a 8ª Rodada Regional do Patrimônio Cultural um evento destinado a discussões de propostas para a preservação do patrimônio histórico e cultural do estado. O encontro teve o objetivo de promover ideias para a preservação do patrimônio nos municípios. Para tanto, foram discutidas as especificidades sobre a deliberação normativa do ICMS cultural, além da difusão de técnicas e conhecimento para a manutenção do patrimônio. A série de encontros vem acontecendo em diversas cidades no ano de 2018. Durante o evento desta quinta-feira foram levantadas discussões acerca de patrimônios específicos da cidade de Montes Claros, alguns que já recebem o benefício do ICMS patrimônio cultural e outros que têm potencial para ser contemplado. Via Ascom/Prefeitura de Montes Claros
Prefeitura realiza Operação Estiagem para prevenir queimadas

A Operação Estiagem “Ação e Proteção ao Meio Ambiente”, que está sendo desenvolvida pela Prefeitura de Montes Claros para orientar a população a não descartar resíduos sólidos e orgânicos em locais inapropriados e evitar queimadas, contará com o apoio de diversos segmentos da sociedade, tanto na cidade quanto na zona rural. O projeto foi apresentado oficialmente na manhã desta quinta-feira, dia 12, no auditório da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. A reunião contou com a presença maciça de representantes das iniciativas pública e privada, bem como de entidades e Organizações Não Governamentais (ONGS), dos perímetros urbano e rural. Foi formada uma comissão de trabalho, integrada por representantes da Prefeitura, da iniciativa privada e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, para avaliar sugestões e pontuar as ações a serem desenvolvidas até o mês de outubro. O objetivo é realizar ações continuadas a fim de mudar o comportamento e a mentalidade atual da comunidade com relação ao respeito ao meio ambiente e à sustentabilidade. A Operação será efetivada através de parceira do Município com faculdades, universidades e Organizações Não Governamentais (ONGs). O lançamento oficial será no dia 1º de maio, no Parque Municipal Milton Prates, durante a tradicional Festa do Trabalhador, a ser realizada pela Prefeitura. A Operação é um passo importante para fazer de Montes Claros uma cidade mais limpa, com consciência popular de que o Meio Ambiente deve ser preservado para o bem da coletividade, e traz em si a marca da administração do prefeito Humberto Souto, que incentiva a realização de parcerias para garantir o bem-estar da população, contando também com o apoio da Câmara Municipal. Paulo Ribeiro, secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, apresentando a Operação Estiagem O vereador Soter Msgno destaca apoio da Câmara Municipal Via: Ascom/Prefeitura de Montes Claros
Prefeitura recolhe carros inutilizados das ruas de Montes Claros

Operação Sucata: segunda fase da ação retirou vinte veículos abandonados em várias partes da cidade A Prefeitura de Montes Claros deu continuidade na sexta-feira, 13, à segunda etapa da Operação Sucata, que tem o objetivo de promover uma limpeza nas ruas, retirando as sucatas que causam transtornos para os moradores e podem até servir para a proliferação de doenças.Foram recolhidos 16 veículos nos bairros Vila Greice, Morrinhos, Cândida Câmara, Augusta Mota, São Judas, JK e Jardim Palmeiras. E quatro veículos foram retirados da avenida Floriano Neiva, bairro São José.Até agora, 30 veículos abandonados já foram retirados das ruas de Montes Claros e encaminhados para o aterro sanitário. A medida encontra amparo na Lei 4.720/14. Atualmente, cerca de cem notificações já foram emitidas para que os proprietários retirem veículos que estão em situação irregular nas ruas.A Operação Sucata faz parte do plano de urbanização da cidade implementado pelo prefeito Humberto Souto, beneficiando moradores que sempre sofreram com os males que estes veículos abandonados causam nos bairros e na região central de Montes Claros. Com Ascom/Prefeitura de Montes Claros
Professores da Unimontes fazem vigília em protesto contra corte de salário

REITOR CUMPRIU AMEAÇA Os professores em greve da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) estão em vigília em frente à reitoria, como forma de protesto e resistência ao corte do ponto. Nesta terça-feira 10 eles tiveram uma surpresa desagradável quando abriram seus contracheques de março e constataram que não havia pagamento. A reitoria havia feito a ameaça, como forma de retaliação pela paralisação, que já dura 70 dias, mas o reitor João dos Reis Canela sinalizara que voltaria atrás, depois da intermediação do governo do Estado. Entretanto, a Unimontes ratificou a medida durante reunião de negociação com representantes do governo e dos professores, realizada hoje (10), em Belo Horizonte.A professora Márcia Bicalho, do comando de greve, informou que o reitor está bancando sozinho o corte, alegando que a universidade tem autonomia para tal. Ela garantiu que o Estado não concorda com a decisão. A intenção dos professores é ocupar a reitoria. O comando de greve está mobilizando a categoria para ocupar a reitoria e forçar uma audiência com João Canela. “A reitoria decidiu pelo corte do ponto por conta própria, à revelia do governo, que deixou claro que não avalizava a retaliação”, esclareceu Márcia Bicalho.A paralisação ocorre por conta do não cumprimento de acordo celebrado com o governo em 2016, que possibilitou o encerramento de uma greve que durou 4 meses naquele ano. O foco do movimento é a valorização da carreira. De acordo com a Associação dos Docentes da Unimontes (Adunimontes) a precarização do ensino na universidade já provocou a debandada de 56 professores doutores nos últimos 2 anos.
Padre é hostilizado depois de rezar um Pai Nosso para Lula

O jesuíta Padre José Flávio Tardin, o popular padre Tardin, da Paróquia de Nossa Senhora de Montes Claros e São José Anchieta, no bairro Maracanã, em Montes Claros, foi agredido por um intolerante apoiador da candidatura de Jair Bolsonaro, na noite deste Domingo (8), logo após o reverendo ter pedido para a comunidade que rezasse um Pai Nosso na intenção do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, preso sem nenhuma prova, pelo juiz Sérgio Moro. Padre Tardin não quis pronunciar sobre o assunto, alegando apenas que não iria dar significância ao insignificante fato. A Arquidiocese de Montes Claros ainda não se pronunciou sobre este incidente. O carismático padre Tardin, que completará 74 anos na próxima sexta-feira (13), há mais de 50 anos vive evangelizando o povo do Norte de Minas.Ele foi um dos responsáveis pela criação da paróquia São Sebastião, na Vila Guilhermina, em Montes Claros, juntamente com os padres Antônio Araújo, Manuel Maria Tort, Manuel Fernandes Herce, Ignácio Peres, Sebastião Pescattori, João Ruffier, Miguel Elosua Rojo, José Pedro Lisboa, Pedro Luiz Azevedo, Kiyti Kono, Padre dos Anjos e Padre Rubens, todos ligados a Ordem da Companhia de Jesus – Jesuítas, além de vários irmãos, dentre eles, o irmão João Luiz, pioneiro na criação de rádio comunitária na região, com a rádio comunitária Cidadania.
Professores da Unimontes decidem pela continuidade da greve

Categoria fez contraproposta e espera resposta do governo, semana que vem. Situação de precarização da carreira já provocou a evasão de 50 professores doutores A greve dos professores da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), que já dura 68 dias, não tem previsão para ser encerrada, de acordo com deliberação da assembleia realizada no final da tarde de quinta-feira 5. O comando de greve espera para a próxima terça-feira uma resposta do governo à contraproposta feita pela categoria. As negociações têm como base o cumprimento do acordo celebrado em 2016, que serviu para por fim à paralisação de 4 meses, naquele ano. O foco é a valorização da carreira. A Associação dos Docentes da Unimontes (Adunimontes) acusa o governo do Estado de não ter cumprido sua parte no acordo. Durante a assembleia, os professores reclamaram muito do reitor João Canela, que, segundo eles, tem adotado postura autoritária em relação aos participantes do movimento. Citaram a tentativa de corte do ponto, a retaliação aos profissionais designados e a adoção de um calendário que sobrepõe dois semestres e desconsidera a paralisação. As duas primeiras medidas foram descartadas depois de reunião com representantes do governo, no ultimo dia 3. Os centros de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) e de Ciências Humanas (CCH) anunciaram apoio à greve, paralisando suas atividades e divulgando notas de repúdio.Presente à assembleia, a tesoureira do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Brenda Carvalho, disse que o movimento tem o apoio dos estudantes. Segundo ela, a luta dos professores é por uma universidade melhor para todos.Evasão de cérebros – De acordo com os relatos, ao longo dos últimos 30 anos a Unimontes tem sofrido um processo de precarização, sendo necessário recuperá-la. Por conta disso, 50 professores doutores já teriam deixado a universidade.A categoria deliberou discutir o calendário letivo somente depois de encerrada a greve; garantir o gozo de 30 dias de férias em janeiro; implantar núcleos de informação dentro do campus, para esclarecer os rumos do movimento aos professores que ainda não aderiram ao movimento; desenvolver atividades no campus, semana que vem, em meio às negociações; exigir a suspensão do calendário; e elaborar moções de repúdio contra as últimas medidas anunciadas pela reitoria.
Gatos pingados fizeram um minúsculo protesto em Montes Claros

Bolsonaristas fazem protesto contra Lula, em Moc Por Girleno Alencar – Jornal Gazeta Os grupos ligados ao pré-candidato Jair Bolsonaro, do PSL, comandaram o protesto realizado no início da noite de ontem, em Montes Claros, para pedir que o Supremo Tribunal Federal mande prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. Outras entidades também se envolveram no protesto, como a Sociedade Rural, principal entidade de classe rural do Norte de Minas; o grupo Direita Minas, formado por estudantes vinculados aos movimentos direitistas e até mesmo o Movimento Monárquico desfraldou suas bandeiras no evento. A concentração foi na esquina das avenidas Mestra Fininha e Deputado Esteves Rodrigues e aos gritos de “lugar de ladrão é na cadeia”, os manifestantes tiveram até o apoio de uma pequena fanfarra, formada por seis pessoas. Porém, o vendedor ambulante que se identificou como sendo Alef Caique, de descendência japonesa, decidiu enfrentar o grupo, gritando o nome de Lula, pois alega que ele foi o melhor presidente da República e acabou com a fome de diversas pessoas. Foi ameaçado por alguns manifestantes e se embrenhou entre os carros, vendendo seus produtos.