Eventos com aglomerações são interrompidos pela PM e Guarda Municipal em Montes Claros

 – Dois promotores de eventos e um DJ foram conduzidos à 145ª Companhia da Polícia Militar de Montes Claros por organizarem uma festa clandestina, na madrugada deste domingo (29), próximo ao Anel Rodoviário Sul. “Tinham, em média, 150 pessoas no local, sendo que quando chegamos lá houve uma grande correria. Então, provavelmente, muitos se esconderam em uma mata próxima”, conta o inspetor Alexandre Oliveira. Segundo o inspetor, as equipes de fiscalização também constataram presença de menores de idade consumindo bebidas alcoólicas. O local foi interditado pela Vigilância Sanitária. Os conduzidos à Companhia da PM assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por desrespeito ao decreto municipal e ao artigo 268, do Código Penal, que fala sobre sanções aos que infringem medidas determinadas pelo poder público para conter a evolução de doenças contagiosas. Eles foram liberados e cada um deverá pagar multa de R$ 7,5 mil. Também na madrugada de domingo, dois bares foram multados em R$ 375,10 e quatro notificados. Durante a ação, foi registrada correria de pessoas, quase todas fazendo uso de bebidas alcoólicas. Não foi preciso usar gás e bomba. Via G1 Grande Minas

Narrar o racismo – Por Anelito de Oliveira

 – O racismo permanece como o maior dos males da sociedade brasileira, como a medula da desigualdade social A luta contra o racismo no Brasil nos coloca, inevitavelmente, em confronto com todos aqueles e aquelas que negam o racismo O racismo é um objeto incompreendido e, numa linha de causalidade, as consequências do racismo são atributos dessa incompreensão. As consequências do racismo seriam pelo menos amenizadas caso houvesse compreensão sobre o que é o racismo. Essa compreensão é, antecipadamente, recusada pelos sujeitos sociais como estratégia, consciente ou inconsciente, de “autopreservação”, para lembrar Bauman e May (Aprendendo a pensar com a Sociologia, 2010), de se evitar perdas pessoais e também institucionais. Compreender o racismo, a começar pela aceitação de que o racismo engendra a vida social, é comprometer-se com uma linha de racionalidade subversiva, que duvida da aparente normalidade das relações interpessoais em quaisquer âmbitos, que coloca em xeque o que está estabelecido como ordem natural das coisas. A compreensão do racismo se configura como um divisor de águas dilacerador na psique: doravante, a vida será A. R. e D. R., ou seja, Antes do Racismo e Depois do Racismo. Antes do Racismo, vemos tudo por um prisma de igualdade, tendo sempre como referência um primado de ordem aparentemente apenas cristão, mas que está em todas as religiões – e perversamente: somos todos iguais. Depois do Racismo, vemos tudo por um prisma de diferença, tendo como referência um primado de ordem política, que nos força a enxergar o próprio nariz – e revoltosamente: somos todos desiguais. A compreensão do racismo nos lança num mundo sem Deus, desencantado. O racismo, que realmente impõe a produtividade científica do conceito de raça no século 19, como tem argumentado Silvio Almeida (Racismo estrutural, 2018), configura-se como um monstruoso problema hermenêutico, cuja operacionalização é fundamental para que possamos sonhar com a sua erradicação algum dia. As compreensões, o que se processa na esfera hermenêutica, são movimentos da vida ativa, em primeiro lugar, segundo a perspectiva de Hannah Arendt (A condição humana, 1958), e são ações interessadas pelo simples fato de que, como postula Pierre Bourdieu (Razões práticas, 1994), toda ação é interessada, até mesmo a ação dita desinteressada é interessada – no desinteresse, óbvio. Logo, é preciso compreender, interpretar, o racismo como tal para que possamos enfrentá-lo devidamente, nos vários níveis (institucional, científico, político, econômico, cultural, midiático etc.), e essa compreensão encontra obstáculo, no Brasil, de três dimensões: religiosa, republicana, cultural. Essas dimensões mascaram, cada uma a sua maneira, o racismo, de modo a forçar uma modulação da sociedade brasileira como democracia racial, sim, por mais que dos anos 1960 para cá, como forma até de fazer média com o Movimento Social Negro, tenha-se rotinizado uma birra, não exatamente uma contestação categórica, com Gilberto Freyre, suposto teórico da “democracia racial” – não chega a tanto, de fato. Sem dúvida, o preceito de democracia racial interessa a religiosos, republicanos e culturalistas vulgares como senha cordial num jogo que é de dominação, uma luta pelo poder. A luta contra o racismo no Brasil nos coloca, inevitavelmente, em confronto com todos aqueles e aquelas que negam o racismo como forma de evitar desconfortos diversos e, assim, conseguirem progressão na ordem natural injusta das coisas. Assumir que a sociedade brasileira se estrutura e funciona de modo racista significa romper com um pacto de silêncio em torno da desigualdade que vem a ser, no fundo, o grande segredo de estado no Brasil. O primeiro impacto do rompimento com esse pacto se apresenta na esfera familiar; o segundo impacto se apresenta na esfera religiosa; e o terceiro se apresenta na esfera educacional. O membro de uma família negra ou branca, o fiel de qualquer igreja ou seita e o aluno ou professor que acusam qualquer educandário de racista são, no Brasil, estigmatizados, demonizados, desqualificados ou, no mínimo, percebidos como inconvenientes. Aceita-se o racismo, nessas instituições estruturantes da vida social, como assunto importante, como crime (Lei 7.716/89), nas últimas décadas, como “coisa feia” que não se deve fazer com os outros, como algo muito mais vinculado à esfera simbólica que à realidade social nua e crua. E assim se explica por que o racismo permanece como o maior dos males da sociedade brasileira, como a medula da desigualdade social. A cada novembro, sentimos, todos os negros e negras violentados pelo racismo, uma necessidade ardente, explosiva, de dissecar o racismo praticado no Brasil, sobretudo como forma de ostentar nossa dignidade apesar da dor, na dor, com a dor – que nunca é pessoal apenas, mas coletiva. Tudo que queremos dizer, que estamos dizendo ao longo dos anos, é que a dor da discriminação, da humilhação, não nos intimidará jamais, que renascemos ainda mais fortes depois de cada morte simbólica ou real decretada pelo racismo. Há muito avançamos no sentido de objetivar o racismo estrutural e o racismo institucional, superando a compreensão cientificista, culturalista e economicista que tanto contribuiu para visões simplistas, bastante cômodas, sobre um problema gigantesco. Todavia, temos as próprias instituições – família, religião, Parlamento, Executivo, Judiciário, universidade etc. – como os maiores entraves ao enfrentamento do racismo, movidas que são por uma “episteme”, um conhecimento, racista, a partir da qual fazem suas escolhas, encaminham seus processos, operam a realidade social. A referência maior de todas essas instituições agora é um governo federal fascista que tem no racismo um dos seus pilares, um governo liderado por obscurantistas que reescrevem a história arbitrariamente, chegando ao absurdo de atribuir os quase 400 anos de escravidão no Brasil apenas a comerciantes africanos. A dissecação do racismo hoje implica o enfrentamento, sobretudo, de instituições que têm passado pela história como imaculadas, “santas”, defensoras dos direitos sociais do povo negro no país: a universidade pública, o Judiciário e o Legislativo. A compreensão clínica da “episteme” que orienta essas instituições, o conhecimento social que produzem, é fundamental para que possamos desvelar seu horizonte ideológico com perspicácia. Tal compreensão, por sua vez, só pode se processar a partir da narração, por parte dos sujeitos negros, da experiência “com” essas

Aldair Fagundes é reeleito com as mesmas convicções, mas repaginado – Por Waldo Ferreira

 Oriundo do PT e de perfil fiscalizador e denuncista, vereador passou a ter trabalho mais pragmático e voltado às necessidades práticas da população O vereador Aldair Fagundes foi reeleito com 2.731 votos, ampliando a votação que obteve em 2016 (1.620 votos). Militante dos movimentos sociais e de pastorais da Igreja Católica, Aldair tem sua história ligada ao Partido dos Trabalhadores, mas viu sua trajetória política dar uma guinada nos últimos anos, quando se aliou ao prefeito reeleito Humberto Souto. Ele trocou o PT pelo Cidadania, partido de Souto e pelo qual disputou o pleito de 2020. A vida dele sofreu uma reviravolta. De uma carreira política considerada acabada a figura fundamental na relação entre Executivo e Legislativo e homem de confiança do prefeito. Quando foi eleito, 4 anos atrás, Aldair Fagundes vinha de 8 anos de “hibernação” – período em que se dedicou à atividade de agricultor, em seu sítio, depois de alguns fracassos eleitorais. Na sua nova fase, se aliou a Souto, provocando a ira da direção local do PT, que o ameaçou várias vezes de expulsão. Em resposta às críticas dos ex-companheiros, ele argumenta que se desiludiu com as contradições do partido, pelo qual alega ter sido perseguido. “Somou-se a isso o fato de a gestão de Humberto Souto estar fazendo o bem para Montes Claros, pela correção de sua administração e quantidade de obras executadas, em todas as áreas”, justifica. “Nunca estive tão bem, tão leve”, confidencia, em alusão ao seu novo posicionamento. Parece ter se livrado do fardo de ter sempre servido à legenda sem ter contrapartida. O desgaste teve início em 2016, quando Aldair atuou ativamente na campanha da então candidata a prefeita Marilene Alves de Souza, a Leninha, mas teve sua campanha a vereador boicotada pelos caciques petistas, a exemplo do que já ocorrera em 1996, quando foi eleito pela primeira vez. Os mesmos que, com ele eleito, passaram a criticá-lo durante seu mandato, exigindo postura oposicionista ao prefeito. O curioso é que a mesma reação o PT não teve quando sua representação na Câmara se aliou ao ex-prefeito Luiz Tadeu Leite. Na época (2009 a 2012), o partido também “passou pano” no fato de companheiros ocuparem cargos na gestão tadeusista. A incompatibilidade entre Aldair Fagundes e o PT remonta a 1996, quando de “zebra” ele acabou sendo o único eleito da agremiação, que apostava em outros nomes e não lhe deu nenhuma estrutura para a campanha. Foi reeleito em 2000 e disputou as eleições de 2002 para deputado estadual. Em 2004 e 2008 foi candidato novamente a vereador, mas não conseguiu ser eleito. Retomou sua atividade parlamentar ao ser eleito em 2016. No novo mandato, ele pretende criar e aprovar bons projetos. Para o vereador, intensificar o trabalho social junto às pastorais e movimentos sociais é um dos focos. “Espero que a Câmara tenha um nível de responsabilidade à altura da população. Que saibamos discutir em alto nível o que é bom para cidade. Do Executivo, esperamos uma responsabilidade a altura da campanha e que cumpra os compromissos. Que possamos principalmente respeitar nossas diferenças para que o debate aconteça de forma saudável”, resume. Apesar de novamente ter sido atacado na recente campanha, Aldair garante que não guarda mágoas e que manterá seu gabinete, como sempre, aberto a todos. Jornalista

A nova Câmara de Vereadores de Montes Claros terá mais “cheiro de povo”

 – A população derrotou médicos, dentistas, engenheiros, policiais e até juiz, prefeito e deputada – Diferentemente do que acontecia em praticamente todos os pleitos eleitorais, a composição na nova Câmara Municipal de Montes Claros não contará com nenhum médico. Os atuais, Valdivino, Marlon e João Paulo Bispo não conseguiram se reeleger. As urnas também foram malvadas com policiais, engenheiros, dentistas e até com juiz, deputada e prefeito, como foi o caso do ex-juiz Danilo Campos, do ex-prefeito Zé Vicente e da ex-deputada Raquel Muniz, fragorosamentes derrotados nessas eleições. Os novos vereadores eleitos são: o agricultor familiar Eldair Gonçalves dos Santos, o Eldair Samambaia; o cabeleireiro e barbeiro Edson Pereira dos Santos, o Edson cabeleireiro; a empreendedora Cecília Meireles Ferreira, a Ceci Protetora; a professora Iara Pimentel, o professor Igor Dias, o desempregado Manoel Stalin Cordeiro, o auxiliar de escritório Reinaldo Barbosa da Silva, o Reinaldo Carrapicho; o desempregado Odair Ferreira Oliveira, o Odair; o mecânico de manutenção Malus Mendes Soares, o Marlus do Independência; e o desempregado Heudes da Silva Siqueira, o Leãozinho. Os vereadores reeleitos são: Rodrigo Cadeirante, Claudinho da Prefeitura, Raimundo Do INSS, Maria Helena Lopes, Graça do Motor, Junior Martins, Aldair Fagundes, Valdecir Contador, Sóter Magno, Pastor Elair, Marcos Nem, Wilton Dias e Daniel Dias.

Tchau, queridos! Depois do sim, sim, sim, inferno astral do casal Muniz continua

 Ruy e Raquel Muniz foram humilhados nessa eleição. Enquanto ele obteve apenas 7,29% dos votos para prefeito, a ex-deputada não conseguiu se eleger vereadora de Montes Claros – Quem não se lembra do voto da ex-deputada Raquel Muniz durante sessão na Câmara dos Deputados que culminou no golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff? “O meu voto é em homenagem às vítimas da BR-251. O meu voto é para dizer que o Brasil tem jeito e o Prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com a sua gestão. O meu voto é por Tiago, David, Gabriel, Mateus, minha neta Júlia, minha mãe Elza. Meu voto é pelo Norte de Minas, é por Montes Claros, é por Minas Gerais, é pelo Brasil. Sim, sim, sim!”, bradou Raquel naquele 17 de abril. Após a histeria do sim, sim, sim da ex-deputada, quando afirmou que seu marido era exemplo de gestor à frente da Prefeitura de Montes Claros, bastaram pouco mais de 12 horas para a falácia de honestidade caísse por terra. Ruy Adriano Borges Muniz, o tal “prefeito honesto” de Montes Claros foi preso preventivamente pela Polícia Federal. De lá pra cá, a vida do casal não para de descer ladeira abaixo. Além dele ter perdido o mandato de prefeito e Raquel o de deputada federal, a justiça começou tirar o pé do freio. A ex-deputada é investigada no Supremo Tribunal Federal (STF) e responde a inquérito por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, além de ter perdido seu mandato na Câmara dos Deputados. O inquérito foi aberto a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), com a alegação de ter descoberto um esquema pelo qual a Sociedade Educativa do Brasil (Soebras), uma entidade filantrópica comandada pela deputada e pelo marido, exercia na verdade atividade empresarial, auferindo e distribuindo lucros e rendas. Isso se daria por meio de transferências a entidades presididas por Raquel Muniz. Por ser filantrópica, a Soebras goza de isenções tributárias. Ruy Muniz, nem se fala. Além de outros rolos, ele foi acusado de utilizar meios fraudulentos para tentar quebrar e prejudicar o funcionamento dos hospitais públicos da região, com o intuído de favorecer o Hospital das Clínicas Mário Ribeiro da Silveira, que é privado. Quem é o dono? O próprio ex-prefeito e sua família. Enquanto Raquel gritava “basta de corrupção”, Ruy era preso por corrupção, ao desmontar os hospitais públicos da população propositalmente. Para piorar, o casal levou uma surra nas urnas domingo (15). Estão procurando chão até agora.

Montes Claros reelege 13 dos 23 vereadores. Rodrigo Cadeirante foi o mais votado

Os eleitores montes-clarenses definiram neste domingo (15) os 23 vereadores que vão ocupar as cadeiras da Câmara Municipal nos próximos quatros anos. Entres os eleitos estão 10 novos nomes que vão legislar pelos quatro próximos anos. Os vereadores que vão continuar no próximo mandato são: Rodrigo Cadeirantes (Rede), Claudim da Prefeitura (Cidadania), Raimundo do INSS (PDT), Maria Helena Lopes (MDB), Graça da Casa do Motor (PSL), Júnior Martins (Cidadania), Aldair Fagundes (Cidadania), Valdecy Contador (Cidadania), Soter Magno (PSD), Pastor Elair (MDB), Marcos Nem (PSC), Wilton Dias (PTB) e Daniel Dias (PC do B). Já os 10 novos legisladores são: Eldair Samambaia (PSD), Edson Cabeleireiro (PV), Ceci Protetora (PP) , Iara Pimentel (PT), Igor Dias (PSL), Stalin Cordeiro (PODE), Reinaldo Barbosa Carrapicho (Republicanos), Odair (Solidariedade), Marlus do Independência (PT) e Leãozinho (Patriota). Rodrigo Cadeirante foi o mais votado, com 3.550 votos, seguido por Claudinho da Prefeitura, com 3.418; Raimundo Do INSS, com 3.357 votos; Maria Helena Lopes, com 3.296 votos; Graça do Motor, com 3.104 votos; Junior Martins, com 3.047 votos; Aldair Fagundes, com 2.731 votos; Valdecir Contador, com 2.344 votos; Sóter Magno, com 2.240 votos; Pastor Elair, com 2.235 votos; Eldair Samambaia, com 2.039 votos; Marcos Nem, com 2.058 votos; Edson Cabeleira, com 1.956 votos; Ceci Protetora, com 1.786 votos; Wilton Dias, com 1.735 votos; Iara Pimentel, com 1.681 votos; Igor Dias, com 1.577 votos; Stalin Cordeiro, com 1.488 votos; Reinaldo Carrapicho, com 1.410; Daniel Dias com 1.354 votos; Odair, com 1.301 votos; Marlus do Independência, com 1.243 votos e Leaozinho, com 1.052 votos.

O homem disparou – Humberto Souto foi reeleito prefeito de Montes Claros com mais de 85% dos votos

 – Humberto Souto, do Cidadania, teve 177.592 votos. Ruy Muniz, do PP, ficou em segundo lugar, com 15.184 votos, e Leninha, do PT, com apenas 10.685 votos – Em seguida aparecem: Dr Emerson (PV), com 2.214 votos; Silvano Quero Pizza (Podemos), com 1.646 votos; Fon Fon (PMB), com 529 votos; Janaelle Neri (PSOL), com 417 votos e Marcelo Valmor (PTC), com 71 votos, segundo o site do TSE. Com uma votação histórica, Humberto Souto (Cidadania) foi reeleito, nesse domingo (15), prefeito de Montes Claros. Ele somou 85,24% dos votos válidos. Souto disse que esperava esse apoio da população e atribui o resultado a forma de governar “É uma série de fatores. O primeiro é a seriedade de governar, não fazer politicagem na Prefeitura e zelar pelo direito do povo, e construir aquilo que é preciso fazer na cidade para servir o povo. Nós tivemos a compreensão da Câmara de Vereadores, tivemos a compreensão dos deputados que não interferiram no nosso governo de maneira negativa. O resultado já era esperado, o povo estava cansado, cansado do desgoverno, cansado da politicagem e a política mudou. E eu enfoquei a nova política, a política não de me servir. Eleger a prefeito para servir a si próprio, mas para servir a população”. Com G1 Grande Minas

Pesquisa aponta Humberto Souto com mais de 80% dos votos válidos

 O domingo de eleições em Montes Claros deverá confirmar a vitória do atual prefeito no primeiro turno, com grande margem de votos * Por Waldo Ferreira O Instituto Veredas ouviu 600 eleitores em Montes Claros entre os dias 7 e 9 de novembro. O atual prefeito Humberto Souto aparece com 76,7% das intenções de votos, correspondente a 87,2% dos votos válidos. Ruy Muniz tem 8,3% e Leninha 2,3%. Indecisos, brancos e nulos, não sabem ou não informaram somam 12,2%. Os outros candidatos juntos chegam a 0,5%. A pesquisa, que está registrada no TSE, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 4%. “Com muita serenidade e respeito ao processo democrático e aos outros concorrentes, constatamos que a sociedade reconhece cada vez mais que a gestão Humberto Souto está no caminho certo. É necessário enfatizar, aos que ainda não estão convencidos, que a cidade precisa continuar avançando na harmonia e seguindo para frente, sempre, sendo um lugar melhor para todos”, postou em sua página no facebook o professor e candidato a vice-prefeito na chapa de Humberto Souto, Guilherme Guimarães. Segundo analistas, a aprovação do mandato de Humberto Souto pela população pode ser explicada, entre outros fatores, “pela responsabilidade com que geriu o dinheiro público, o que, pelo que apontam as pesquisas, fez com que ele merecesse o reconhecimento do eleitor”. No meio político avalia-se que a escolha do atual secretário de Obras Guilherme Guimarães para vice é a garantia de continuidade na gestão exitosa, visto que o candidato goza de prestígio junto à comunidade, por sua capacidade técnica e lisura. “O prefeito Humberto Souto merece, sim, permanecer à frente da gestão da cidade pelo alto grau de responsabilidade social de sua gestão, reconhecido pela população, e Guilherme Guimarães como vice-prefeito é a garantia de equilíbrio, produtividade e desenvolvimento sustentável de Montes Claros”, opina o professor e pesquisador da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), Anelito de Oliveira. Jornalista

Papa Francisco nomeia padre Dorival Souza Barreto Júnior bispo auxiliar de São Salvador da Bahia

O Papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, 4 de novembro, memória litúrgica de São Carlos Borromeu, o padre Dorival Souza Barreto Júnior como Bispo Titular de Tandara e Auxiliar da Arquidiocese de São Salvador da Bahia. Primeiro sacerdote do clero diocesano de Montes Claros a ser nomeado bispo, padre Dorival irá servir a primeira diocese brasileira. Desde 2013, é Pároco na Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José de Montes Claros, Igreja Matriz. Trajetória do novo bispo auxiliar de São Salvador da Bahia Pe. DORIVAL SOUZA BARRETO JÚNIOR, filho de Dorival Souza Barreto e Maria da Conceição Chaves, nasceu aos 10/03/1964, em Jequié – BA. Viveu a sua primeira infância na cidade de Aiquara – BA, transferindo-se em seguida com a sua família para Jequié, onde iniciou os seus estudos ginasiais. No ano de 1980, ingressou no Seminário dos Capuchinhos, em Vitória da Conquista – BA, concluindo o segundo grau no Colégio Paulo VI. Com os Frades Menores Capuchinhos residiu em Salvador – BA, concluindo o biênio filosófico na Universidade Católica do Salvador – UCSal. Fez o noviciado em Esplanada – BA, emitindo a Profissão Simples. Iniciou o curso de Teologia na UCSal, dando continuidade ao mesmo no Instituo Superior de Teologia da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, pela diocese de Jequié. Transferindo-se para Montes Claros – MG, concluiu o curso de teologia, sendo ordenado Diácono no dia 19/07/1987, por S. Ex.a Dom Geraldo Majela de Castro, O.Praem. Foi ordenado Presbítero no dia 10/01/1988, na Catedral Nossa Senhora Aparecida, pelo Exmo. Sr. Bispo Diocesano, Dom José Alves Trindade. Além de Bacharel em Teologia e Licenciado em Filosofia, o sacerdote é Mestre em Liturgia pelo Pontifício Instituto Litúrgico – Roma – Itália e Doutor em Teologia Dogmática pela Pontifícia Universidade Gregoriana – Roma – Itália. Na Arquidiocese de Montes Claros foi Vigário Paroquial na Paróquia São João Batista em Montes Claros e na Paróquia Senhor do Bonfim em Engenheiro Navarro, Pároco da Paróquia N. Sra. da Consolação de Montes Claros, Administrador Paroquial da Paróquia Santo Antônio da Boa Vista de São João da Ponte. Durante período em que esteve na Itália foi Vigário Paroquial da Paróquia Santo Agostinho em Rieti. Após retornar a cidade de Montes Claros foi Vigário Paroquial da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida de Montes Claros, Membro do Conselho Presbiteral, Membro do Colégio dos Consultores, Ecônomo da Arquidiocese e Pároco da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. Atualmente, além de Pároco da Pároco na Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José, Vigário Forâneo da Forania Nossa Senhora da Conceição e São José de Montes Claros, Vice-chanceler e Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Arte Sacra e Bens Culturais, o padre Dorival é Professor de Liturgia Fundamental, Arte Sacra, Liturgia Sacramental, Práticas Litúrgicas e Latim no Seminário Maior Imaculado Coração de Maria em Montes Claros – MG, de Liturgia Fundamental no Seminário Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus em Diamantina – MG, de Língua e Culturas Latinas na Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes. Fonte: Arquimoc

Eldorado ganha acesso para a saída de Januária e palmeiras-imperiais são transplantadas no Guimarães Rosa

A Prefeitura de Montes Claros está construindo um acesso para a saída de Januária, via Avenida Amintas Jaques de Morais, no bairro Eldorado, proximidades da Fábrica de Cimento. O objetivo é atender a população daquela região da cidade, prejudicada desde a duplicação da via há mais de duas décadas – obra que da forma como foi projetada não deixou nenhum acesso aos veículos. Na época foram plantadas várias palmeiras-imperiais no canteiro central, que posteriormente acabaram impedindo o trânsito de veículos que precisam atravessar a pista para a saída de Januária. Agora, para a construção desse acesso, cinco dessas árvores, medindo aproximadamente 8 metros, tiveram que ser retiradas e foram transplantadas no Parque Guimarães Rosa, pela equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semma), sob a supervisão técnica de Thiago Silva. A intervenção é de suma importância, pois doravante os motoristas não precisarão mais voltar para o trevo do Braulino (Coca-Cola) para conseguirem tal acesso. “Essa é mais uma obra que tem por finalidade reduzir gargalos no nosso trânsito e facilitar o deslocamento das pessoas, de forma ágil e segura”, disse o prefeito Humberto Souto. O secretário de Meio Ambiente, Paulo Ribeiro, comemorou o fato de a obra, ao mesmo tempo em que contempla a melhoria no trânsito, preserva as palmeiras-imperiais, que agora estarão num local mais adequado, embelezando o Parque Guimarães Rosa