Para incriminar o PT, Polícia Federal irá procurar cifre na cabeça de cavalo

PF ABRE NOVO INQUÉRITO DA FACADA NA ‘LINHA BOLSONARO’ – A Polícia Federal abriu um segundo inquérito para alegadamente “aprofundar as investigações” sobre a facada de Adélio Bispo de Oliveira em Jair Bolsonaro em 6 de setembro em Juiz de Fora. O anúncio foi feito um dia depois de Bolsonaro ter criticado a PF por ter concluído o inquérito do caso concluindo Adélio agiu sozinho. O candidato deu uma entrevista a um veículo de extrema-direita no hospital Albert Einsten manifestando sua contrariedade com o resultado do inquérito e exigindo que a apuração indique uma “trama”. A hipótese de manipulação política do episódio a serviço de Bolsonaro voltou à cena, depois de afastada pela conclusão do primeiro inquérito. A investigação agora é sigilosa e comandada pela PF em Minas Gerais, onde ocorreu o atentado. A nova frente de investigação se debruçará, segundo a própria PF, sobre suspeitas de motivação política e de possíveis coautores -exatamente o que pretende Bolsonado. De acordo com o jornal o Estado de S. Paulo, os agentes policiais farão uma devassa nos últimos dois anos da vida de Bispo e mapear qualquer relação dele com outras pessoas que possam indicar a participação de mais pessoas no ataque. O delegado federal Rodrigo Morais e sua equipe não encontraram indício de que o autor da facada tenha agido a mando de outra pessoa ou em grupo. Foram ouvidas mais de 30 pessoas. Também houve quebrar dos sigilos financeiro, telefônico e telemático de Adelio. Tudo caminhava para um desfecho sereno. A decidira adiantar a apresentação das conclusões do primeiro inquérito sobre o crime, com os dados sendo apresentados apresentados nesta sexta-feira (28) em uma entrevista à imprensa, em Brasília, e não mais no dia 5 de outubro, como estava programado, numa agenda que tinha evidentes reflexos sobre o peito. O que parecia caminhar para o fim volta a alimentar as esperanças da extrema-direita de causa um incidente nas eleições.
Pressentindo a derrota, o coiso ataca a Polícia Federal no caso Adélio

– Em sua primeira entrevista após o atentado que sofreu no último dia 6, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) passou a atacar a Polícia Federal. Em entrevista à Rádio Jovem Pan, realizada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, candidato chorou e disse ter convicção de que seu agressor, Adélio Bispo de Oliveira, não agiu sozinho. A entrevista foi concedida poucas horas antes da divulgação da pesquisa Ibope, onde Bolsonaro aparece atrás de Fernando Haddad, candidato do PT, nas simulações de segundo turno. “Não acredito que ele agiu sozinho, ele não é tão inteligente assim. Ele foi para cumprir a missão, me tirando de combate, os três próximos candidatos são todos parecidos”, criticando o relatório da PF que diz que o Adélio agiu sozinho no ataque.Ele ainda defendeu penas mais duras como forma de frear a criminalidade. “Estou vivo por milagre. Quem comete um crime precisa ser punido conforme a lei e sem dar ouvidos para entidades de direitos humanos. Eles falam que preso vive em más condições, mas em más condições estaria a minha família se eu tivesse morrido”, disse o candidato.
IBOPE: Haddad cresce 3 pontos e vai a 22%; Bolsonaro estaciona

– O candidato do PT à presidência da República, Fernando Haddad, cresceu três pontos na pesquisa Ibope divulgada no início da noite desta segunda-feira 24. Haddad registrou 22% das intenções de voto, diminuindo a vantagem sobre Jair Bolsonaro, que estagnou em 28% desde o último levantamento, divulgado na última terça-feira 18. O terceiro colocado, Ciro Gomes (PDT), manteve 11%, à frente de Geraldo Alckmin (PSDB), que oscilou de 7% para 8%, e de Marina Silva, que oscilou de 6% para 5%. Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro perde para todos os adversários, com exceção de Marina Silva, com quem empata. Numa disputa entre Haddad e Bolsonaro, o candidato do PT venceria com 43% das intenções de voto, contra 37% do deputado. Os números da pesqusia anterior mostravam os dois empatados, com 40% cada um. A vantagem de Bolsonaro sobre Haddad, desde que o petista foi oficializado candidato, no dia 11 de setembro, caiu de 18 para 6 pontos. O candidato do PT é agora o único presidenciável que apresenta tendência de alta em toda a série de cinco pesquisas Ibope divulgadas desde 20 de agosto. O Ibope foi às ruas entre os dias 22 e 23 de setembro. Foram entrevistadas 2.506 pessoas em 178 municípios. A margem de erro estimada é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. GEORGE MARQUES: “É MELHOR JAIR SE ACOSTUMANDO COM A DERROTA” O jornalista George Marques comentou os dados da pesquisa Ibope divulgada na noite desta segunda-feira, 24, que mostra crescimento do candidato do PT a presidente, Fernando Haddad, com 22%, e estagnação do candidato da extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL), com 28%. “É melhor Jair se acostumando com a derrota. Rejeição a Bolsonaro cresceu 4 pontos em uma semana: de 42% para 46%. No mesmo período a de @Haddad_Fernando subiu de 29% para 30%. Como o Ibope de hoje não os agrada, agora os bolsominions dirão que é um instituto comunista/esquerdalha”, diz Marques pelo Twitter.
Investigação da PF sobre Adélio dificulta armação da direita contra PT

Caem por terra dois pilares da trama de setores da direita e da extrema-direita que tentam criar uma farsa política às vésperas do primeiro turno; investigação da PF sobre Adélio, o agressor de Bolsonaro indicam: o “dinheiro suspeito” nas contas dele nada tem de suspeito e o “cartão internacional” foi emitido automaticamente pelo banco e nunca desbloqueada – O rumo das investigações sobre o ataque a faca perpetrado por Adélio Bispo de Oliveira contra Bolsonaro está dificultando a armação da extrema-direita que tenta criar uma farsa para as vésperas do segundo turno. O objetivo é inventar uma “trama política” com o objetivo de atingir o PT, como tem sido usual nas campanhas eleitorais desde a de 1989. Um dos aspectos centrais da armação era a notícia, divulgada com insistência por duas publicações de extrema-direita, O Antagonista e o Estado de S.Paulo, era a versão de que haveria uma série de “depósitos suspeitos” na conta bancária de Adélio e que ele teria um “cartão internacional”. A investigação demoliu a boataria. Quanto ao “dinheiro suspeito”, boato que pretendia lançar a ideia de que alguma organização política de esquerda do país estaria patrocinando Adélio, a investigação concluiu que o dinheiro em sua conta tem “origem sustentável”, como uma rescisão trabalhista por um emprego em Santa Catarina, e remuneração pelo trabalho de garçom, pelo qual recebia cerca de R$ 70 por dia. Quanto à história do “cartão internacional”, que tinha como objetivo criar uma história de uma ação da “esquerda mundial” contra Bolsonaro, a PF apurou que o cartão de crédito internacional encontrado em poder de Adélio na verdade nunca foi utilizado e foi emitido automaticamente pelo banco em uma conta-salário de outra empresa em que ele trabalhou. Adélio tentou matar Bolsonaro em Juiz de Fora (MG) no último dia 6 e é uma pessoa com graves problemas emocionais. A hipótese da armação às vésperas das eleições diminuiu, mas depois que do fez Veja com a famosa capa “Eles sabiam” distribuída como panfleto no dia do segundo turno em 2014 e outras iniciativas criminosas da direita e da mídia conservadora, é bom ficar de olhos bem abertos. Leia mais aqui. Quem é o autor do ataque a BolsonaroAdélio Bispo de Oliveira, 40, foi preso em flagrante após atacar com uma faca o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Após o ataque, ele chegou a ser agredido por partidários do candidato, e foi preso em seguida, levado para a delegacia da Polícia Federal. Até o momento pouco se sabe sobre o que teria motivado a agressão: de acordo com policiais que estavam presentes no momento da prisão, Oliveira teria dito que cometeu o crime “a mando de Deus”, segundo a TV Globo. Uma página do Facebook atribuída a ele traça um perfil confuso deste mineiro de Montes Claros. Perfil de rede social atribuído a Adélio Bispo de Oliveira é repleto de teorias conspiratórias maçônicas Lá constam críticas ao capitão da reserva, à classe política de forma genérica e à maçonaria (“Deveria serem (sic) todas lojas maçônicas do país incendiadas por completo”, escreveu). Os posts dedicados a Bolsonaro são vários, de memes a críticas diretas. “A aprovação de Bolsonaro é maior entre os menos estudados, ou seja só analfabetos e semi analfabetos votam em Bolsonaro”, escreveu em julho deste ano. Também na rede social ele postou fotos suas em um ato contra o presidente Michel Temer, no qual aparece ao lado de cartazes com os dizeres “Fora Temer” e “Políticos inúteis”. A maçonaria era um tema recorrente para ele na rede. “Na maçonaria a maior parte dos maçons não passa do terceiro grau, servindo de capachos para os mais graduados, e para lhes satisfazer certas vaidades e serviços exclusos (sic)”. Ele também acusava Temer, o ex-prefeito João Doria (PSDB) e o Movimento Brasil Livre, de serem parte da organização – “Tá aí o MBL, um movimento de direita privatista, anti-Estado e maçônica!”. Em julho deste ano ele fez check-in em um clube de tiro localizado em Florianópolis, onde ele possivelmente morou durante alguns meses deste ano. Uma sobrinha de Oliveira ouvida pelo BuzzFeed afirmou que ele atuava como missionário evangélico, e que estava afastado da família há alguns anos. “Ele tinha ideias conturbadas”, disse. Oliveira foi filiado ao PSOL de Uberaba entre 2007 e 2014, de acordo com informações do Tribunal Superior Eleitoral. O partido divulgou uma nota de repúdio ao ataque contra Bolsonaro. Oliveira respondia a um processo pelo crime de lesão corporal supostamente cometido em 2013, de acordo com a polícia mineira. Em 2017 ele acionou a Justiça do Trabalho em um processo contra uma empresa pelo não pagamento de verbas indenizatórias. A reportagem não conseguiu contato com nenhum de seus advogados listados na ação.
CIRO GOMES REAGE À GLOBO. DELAÇÃO SEM PROVA NÃO VALE

O candidato do PDT a presidente rebate reportagem do jornal O Globo que o acusa de de crimes com base em uma suposta delação premiada; “Ciro teria todas as razões do mundo para indignar-se com aqueles que o conhecem bem e, ainda assim, pusessem em dúvida sua honradez. E deve entender que, pelas mesmas razões, isso vale para Lula”, avalia o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço Por Fernando Brito, do Tijolaço – Reproduzo, abaixo, vídeo postado por meu velho companheiro de lutas, Oswaldo Maneschy, em que Ciro Gomes se defende da acusação publicada hoje em O Globo de que “os executivos da empreiteira Galvão Engenharia” teriam relatado que Lúcio Gomes, irmão do candidato “recebeu R$ 1,1 milhão em dinheiro vivo e captou R$ 5,5 milhões via doações eleitorais oficiais para o PSB” em troca da liberação de pagamentos de obras no governo do Ceará na gestão de Cid Gomes também irmão do presidenciável. Ciro, como toda pessoa, tem direito à presunção da inocência e qualquer um que o acuse deve ter mais que uma simples delação. E salta aos olhos que uma delação homologada em dezembro passado tenha sido mantida em sigilo até hoje, para ser divulgada a 15 dias da eleição. O episódio, repugnante, deve ajudar Ciro a entender que, quando se faz o mesmo com outros, não se pode ter posturas dúbias. Ainda mais que, tal como ele, Lula sempre teve uma vida dentro de padrões compatíveis com o que recebia e não poderia ter sofrido, por conta de uma acusação indeterminada, de um delator manipulado por Sérgio Moro, as ofensas que recebeu e que, afinal, o tiraram do processo eleitoral. Ciro teria todas as razões do mundo para indignar-se com aqueles que o conhecem bem e, ainda assim, pusessem em dúvida sua honradez. E deve entender que, pelas mesmas razões, isso vale para Lula.
Rita Lee declara: Bolsonaro é um enrustido e tinha o apelido de Santinha

Web ressuscita polêmicos tweets de Rita Lee sobre Bolsonaro: ‘Tivemos um caso’Posts foram publicados em 2011. ‘Ele não era chegado na coisa’, entrega a madrasta do rock TV Globo/ Reprodução (foto: TV Globo/ Reprodução) Implacáveis, como de costume, usuários do twitter desenterraram, na noite desta terça-feira (18), três polêmicos tweets de Rita Lee. Publicados em 2011, os posts fazem revelações sobre um suposto passado dividido entre a cantora e o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Segundo a madrasta do rock, ela e candidato teriam tido um caso na juventude. O desempenho sexual do político, no entanto, não deixou saudades. “Ele não era muito chegado na coisa, se é que vocês me entendem”, disparou a artista em seu perfil. Rita Lee também sugeriu que o parlamentar, conhecido por seu perfil conservador e declarações homofóbicas, seria homossexual: “Terminamos porque Bolsonaro estava de olho num colega de classe. O apelido dele era ‘santinha’. Coroinha preferido de 9 entre 10 padres”, afirmou a roqueira, com a ressalva de que “negará tudo no tribunal” O perfil da Rita no Twitter não é atualizado desde novembro de 2013. Até a publicação desta matéria, nem ela, nem o presidenciável haviam se pronunciado sobre o assunto. Confira os polêmicos tweets de Rita Lee sobre BolsonaroHj Bolsonaro vira a cara p mim. Deve temer q eu conte ao mundo seus segredos íntimos. Se continuar nesse nhén nhén nhén eu conto mesmo — Rita Lee (@LitaRee_real) May 20, 2011 Bolsonaro e eu tivemos um caso. Ele ñ era mto chegado na coisa, se é q me entendem. Terminamos pq Bolsinho tava d olho num colega d classe — Rita Lee (@LitaRee_real) May 17, 2011 Unzinho só. No internato o apelido d Bolsonaro era Santinha: o coroínha preferido de 9 entre 10 padres. Vou negar tudo no tribunal! — Rita Lee (@LitaRee_real) May 20, 2011 Fonte Jornal Estado de Minas
Pesquisa Ibope: Haddad dispara e encosta o cangote em Bolsonaro

– Pesquisa divulgada nesta noite confirma crescimento de 11 pontos do candidato do PT a presidente, Fernando Haddad, que se consolida no segundo turno, contra o candidato da extrema-direita. Confira os números: Jair Bolsonaro (PSL): 28%, Fernando Haddad (PT): 19%, Ciro Gomes (PDT): 11%, Geraldo Alckmin (PSDB): 7%, Marina Silva (Rede): 6%, Alvaro Dias (Podemos): 2%, João Amoêdo (Novo): 2%, Henrique Meirelles (MDB): 2%, Cabo Daciolo (Patriota): 1%, Vera Lúcia (PSTU): 0%, Guilherme Boulos (PSOL): 0%, João Goulart Filho (PPL): 0% e Eymael (DC): 0%. Votos bancos e nulos somam 14% e indecisos, 7%. Na simulação de segundo turno, Fernando Haddad aparece exatamente empatado com Jair Bolsonaro, com 40% para cada. Ciro Gomes aparece empatado com Bolsonaro na margem de erro. Ciro 40% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 6%). Já contra Alckmin o quadro também é de empate. Alckmin 38% x 38% Bolsonaro (branco/nulo: 18%; não sabe: 6%). A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre domingo (16) e terça-feira (18). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.
Artistas sofrem ataques depois de aderirem ao ELE NÃO contra Bolsonaro

– Diversos artistas que aderiram a um protesto contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) passaram a ser alvo de ataques dos seguidores e simpatizantes do candidato de extrema direita. Artistas como Déborah Secco, Bruna Marquezine, Fábio Assunção, Júlia Lemmertz, Vera Zimmermann, Dado Dolabella, Letícia Colin, Sasha Meneghell (aqui), e o escritor Marcelo Rubens Paiva (aqui) entre outros, usaram a frase “ele não” em referência a Bolsonaro. “Comunistinha de merda”, reagiram os seguidores de Bolsonaro em resposta ao protesto. Nas postagens, além de afirmarem que “ele sim”, os seguidores de Bolsonaro acusaram os atores de “hipocrisia”. “São os hipócritas manipulando o voto do povo pela Rede Globo, usando de forma vergonhosa sua profissão para manipular o povo”, disse um deles numa postagem. “Já não suporto a Globo e agora vocês artistas manipulados pelo lixo de emissora que trabalham”, escreveu um outro. Diante dos ataques, a atriz Debora Secco usou sua conta no Twitter para pedir respeito quanto a sua opinião. “Espero que vocês possam respeitar democraticamente minha opinião. Eu respeito a de todos vocês”, postou. “Problema é que você foi se meter onde ninguém te chamou. Se tivesse permanecido em silêncio nada disso acontecia. Agora aguenta comunista”, respondeu um dos apoiadores do candidato de extrema direita. Nesta segunda-feira, Sasha Meneghel, filha da apresentadora Xuxa, foi alvo de ataques massivos por também se posicionar contra a misoginia representada por Bolsonaro. Diante disso, a atriz Bruna Marquezine, que havia aderido à campanha “ele não”, fechou o espaço para comentários nas suas redes sociais temendo ser alvo de agressões. As agressões contra os artistas são apenas mais um episódio da escalada neofascista promovida contra os que se posicional contra as ideias racistas e misóginas representadas por Bolsonaro. Neste final de semana, o grupo “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”, que reúne mais de 1 milhão de mulheres contrárias ao voto em Bolsonaro, foi alvo de hackers. Além de mudarem o perfil da página, as administradoras do grupo foram ameaçadas de terem seus dados pessoais, familiares e bancários divulgados, caso a página do grupo não fosse retirada do ar. O ataque foi corroborado pela cúpula da campanha de Bolsonaro. O filho do presidenciável, deputado Eduardo Bolsonaro, e o candidato a vice na chapa de extrema direita, general Hamilton Mourão (PRTB), afirmaram que o grupo era uma “armação da esquerda” contra a candidatura de Bolsonaro.
Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro repudia a Globo!

Por que a Globo ataca? Porque 70% dos alunos têm renda menor que 1,5 salário mínimo… Via Conversa Afiada Nota da reitoria da UFRJ: Resposta ao jornal O Globo Em editorial publicado nesta segunda-feira (17/9/18), o jornal O Globo ofende a comunidade científica mundial e, em particular, a brasileira, ao chamar a UFRJ e a Uerj de instituições falidas. A vulgaridade e a violência contra as instituições demonstram o tempo de irracionalismo e violência vivido no Brasil de hoje. Desconsiderando a ética e a verdade, O Globo tem contribuído com a propagação de fake news em prol de seus interesses particularistas. São muitos os exemplos de manipulação que poderíamos citar, mas voltemos à edição do dia 6/9. Enquanto afirmava em editorial que a Universidade havia recusado, há trinta anos, uma oferta de US$ 80 milhões do Banco Mundial para supostos projetos no Museu Nacional, o jornal trazia, na página 16, o desmentido oficial do próprio Banco, informando que a proposta não prosperou em virtude de circunstâncias externas à UFRJ. Não existe falência da UFRJ e, seguramente, da Uerj. No mês passado, a Universidade Federal do Rio de Janeiro foi apontada pelo ranking de Xangai como a melhor universidade federal do Brasil. Por dois anos consecutivos, a UFRJ aparece no ranking universitário do jornal Folha de São Paulo como a melhor do país. É responsável por cerca de 10% dos programas de pós-graduação com qualidade internacional, conceitos 6 e 7 da Capes e seus cursos de graduação estão entre os melhores do Brasil, conforme resultados do Enade e do MEC. Estamos falando da instituição que ajudou o país a descobrir o pré-sal, que investigou prontamente a correlação entre zika e microcefalia. A UFRJ equivale a uma cidade. Os seus campi recebem mais de 70 mil pessoas por dia. Possui mais de mil laboratórios e cinco hospitais de ensino. Apenas um deles, o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, realiza cerca de 300 mil atendimentos ambulatoriais e seis mil cirurgias por ano. Seus estudantes da graduação e da pós-graduação estão entre os mais bem formados, com complexas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Importante destacar, também, que a expansão universitária veio acompanhada do crescimento da UFRJ, com novos cursos, novas matrículas, novos programas de pós-graduação e a criação de dois novos campi. A UFRJ é uma instituição capaz de assegurar um padrão de qualidade conforme todos os melhores indicadores, além de ser referência no país, mesmo com os brutais cortes orçamentários sofridos nos últimos quatro anos, o que levou a instituição a operar em déficit. Em 2014, o orçamento da UFRJ era de R$ 434 milhões; neste ano, foi de R$ 388 milhões. O editorial desta segunda-feira volta a insinuar que os gastos com pessoal são crescentes, acima da inflação, o que não é verdade. Em 2014, as despesas com pessoal correspondiam a R$ 2,73 bilhões; em 2018, a R$ 2,66 bilhões. O jornal O Globo fala em excesso de servidores, mas inclui no cálculo da folha os aposentados e pensionistas, induzindo o leitor a erro a partir de premissas erradas. Caso observasse a metodologia internacionalmente aceita da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), não utilizaria no custo corrente da instituição as despesas com aposentados e pensionistas (gastos previdenciários). Como a observação metodológica já foi exaustivamente explicada ao jornal, o leitor somente pode concluir que não há compromisso com a verdade. Quase 70% dos estudantes das universidades federais do país possuem renda per capita abaixo de 1,5 salário mínimo, portanto não teriam as mínimas condições de incluírem pagamento de mensalidade em suas contas mensais. A defesa com a gratuidade da educação é um imperativo ético para o futuro do país. Assim, a forma correta de corrigir as injustiças sociais passa por uma reforma tributária progressiva que incida sobre renda, patrimônio e capital. Seria muito importante que o editorial explicasse o que quer dizer com aparelhamento partidário. A UFRJ é uma instituição autônoma em relação aos partidos, aos credos religiosos e aos interesses particularistas presentes no Estado e no mercado. Esse é um valor sólido da instituição. Ilações que atribuem a opção partidária constitucionalmente assegurada a todos os cidadãos à manipulação político-partidária da instituição novamente desrespeitam a instituição. A UFRJ é ciosa de sua autonomia e jamais permitiria ser manipulada partidariamente. A UFRJ, como as demais universidades, presta contas à sociedade por diversos meios, como órgãos de controle e, sobretudo, pelo que a instituição assegura à sociedade brasileira. A UFRJ tem orgulho de afirmar que o seu principal indicador de eficiência na aplicação dos gastos são os seus resultados auspiciosos e reafirma que a melhor forma de debater o tema da universidade brasileira é com estudos rigorosos, portanto com o abandono de ideias preconcebidas. Antes de olhar para seus próprios interesses, cada sujeito deve mirar os melhores anseios e possibilidades de futuro. Esse é o debate que a UFRJ anseia e reivindica. Reitoria da UFRJ17/9/2018
CNT/MDA: HADDAD DISTANCIA-SE DE CIRO E SE CONSOLIDA NO 2º TURNO

– Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (17) aponta o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) na liderança com 28,2% das intenções de votos na modalidade estimulada (quando são apresentados os nomes dos candidatos). Fernando Haddad (PT) aparece na segunda posição, com 17,6%, seguido por Ciro Gomes, do PDT (10,8%). Geraldo Alckmin (PSDB) alcança 6,1% e Marina Silva (Rede), 4,1%. Na sequência estão João Amoêdo, do Partido Novo (2,8%), Alvaro Dias (Podemos), com 1,9%, seguido por Henrique Meirelles (MDB), com 1,7%. Cabo Daciolo e Guilherme Boulos (Psol) têm 0,4% cada. Vera Lúcia (PSTU) alcança 0,3%. Eymael (DC) não pontuou. Brancos e nulos somam 13,4%, e indecisos, 12,3%. Confira o levantamento: A 138ª Pesquisa CNT/MDA, divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta segunda-feira (17), aborda as eleições de 2018. O levantamento traz as preferências dos entrevistados em cenários de primeiro e segundo turnos e o limite de voto nos candidatos. Além disso, trata sobre o grau de interesse nas eleições e o acompanhamento das campanhas eleitorais. Traz, ainda, a avaliação pessoal e do governo do presidente Michel Temer e a expectativa dos brasileiros para os próximos seis meses sobre temas, como economia, saúde, segurança e educação. A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 15 de setembro de 2018. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob o número BR-04362/2018. CONCLUSÃO Os resultados da 138ª Pesquisa CNT/MDA mostram liderança de Jair Bolsonaro (28,2%) para presidente da República, seguido por Fernando Haddad (17,6%), Ciro Gomes (10,8%) e Geraldo Alckmin (6,1%), na avaliação estimulada, o que projeta um cenário de segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. Nas simulações de segundo turno entre os quatro primeiros colocados, Jair Bolsonaro empata com Ciro Gomes e Fernando Haddad, vencendo Geraldo Alckmin. Ciro Gomes apresenta vantagem contra Fernando Haddad e Geraldo Alckmin, enquanto Fernando Haddad venceria Geraldo Alckmin no segundo turno. Essas simulações e os elevados percentuais de votos em branco, nulos e de eleitores indecisos, reforçam a percepção de indefinição sobre o resultado das eleições ao final de um provável segundo turno. O cenário atual mostra tendência de nova polarização entre esquerda e direita, dessa vez representadas pelos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).