MICHEL TEMER É FRACO, SUJO, EGOÍSTA E CORRUPTO

 Aos olhos do povo brasileiro, Temer, que conquistou o poder por meio de um golpe jurídico, midiático e parlamentar, só tem características negativas.  Segundo uma pesquisa do Instituto Ideia Big Data ele é praticamente um monstro, que reúne traços como corrupção, sujeira, egoísmo, fraqueza e uma disposição incomum de agir contra o próprio povo; “Não há a menor condição de alguém apoiado por Temer vencer”, diz Maurício Moura, diretor do instituto  – O golpe de 2016, fruto da aliança entre os derrotados nas urnas em 2014, liderados por Aécio Neves, e a banda podre da política brasileira, liderada por Eduardo Cunha, alçou ao poder um monstro chamado Michel Temer. Pelo menos, é assim que o povo brasileiro enxerga o político que conseguiu se tornar o governante mais impopular do mundo, com 97% de rejeição. De acordo com uma pesquisa do Instituto Ideia Big Data, publicada pelo jornal Valor, Temer reúne apenas características negativas. “Ele é percebido nas classes C e D como um político ‘fraco, egoísta, corrupto, sujo e tomador de medidas impopulares’ Para esse público, que representa 48% do eleitorado e que, portanto, tende a ser decisivo, seu governo está voltado para os mais ricos. Conforme expressou uma eleitora, ‘não pensa nos mais pobres’. A única preocupação do presidente, enxergam, é manter-se no poder”, aponta a reportagem de Ricardo Mendonça. O levantamento traz também um resultado desastroso para os fiadores do golpe, como os tucanos, ou integrantes do governo golpista, como Henrique Meirelles. “Não há a menor condição de alguém apoiado por Temer vencer”, diz Ricardo Moura, diretor do instituto. “Isso fica claro nessa pesquisa, que confirma sinais que temos visto em levantamentos feitos para outros clientes. A convicção das pessoas contra ele é muito forte. Não querem Temer nem qualquer aliado dele”, completa. O estudo foi realizado nos dias 8 e 15 de dezembro pela empresa especializada Ideia Big Data

Pressão pelo “condena Lula” perdeu toda a vergonha

 “Não dá outra coisa nos jornais do primeiro dia útil do ano. A artilharia para uma condenação unânime de Lula, no dia 24, começou e vai ficar mais pesada até lá”, analisa o jornalista Fernando Brito, mencionando textos de Monica Bergamo, Miriam Leitão e Merval Pereira sobre o assunto; “Especula-se o quanto se quer com o que seria o voto popular, sem a menor cerimônia em relação ao que esse voto vai representar. E como se a condenação de Lula fosse fazer desaparecer a representação que, nele, faz o eleitor daquilo que deve ser o governo do país”, diz Brito  Por Fernando Brito, do Tijolaço – Não dá outra coisa nos jornais do primeiro dia útil do ano. A artilharia para uma condenação unânime de Lula, no dia 24, começou e vai ficar mais pesada até lá. Falta pouco ou nada para assumir-se uma nova versão da fala de Carlos Lacerda em 1950: “o Sr. Getúlio Vargas não pode ser candidato. Se for,não pode ser eleito. Se eleito, não pode tomar posse. Se tomar posse, não pode governar”. Na coluna de Monica Bergamo, na Folha, começam as especulações de que só um “placar” de 3 a zero “resolve” a extirpação de Lula do pleito de 2018. Miriam Leitão vem no mesmo tom: “Se os juízes do TRF-4 votarem de forma unânime confirmando a condenação do ex-presidente Lula, os recursos que os advogados do ex-presidente apresentarem não terão efeito suspensivo da pena. Sendo assim, ele estará, muito provavelmente, fora da disputa (…)Se o ex-presidente Lula não estiver na disputa, os votos lulistas não serão transmitidos todos para a pessoa que ele apoiar.” Lamento, não sei informar se a colunista de O Globo esteve entre os 17 ganhadores da mega-sena da virada, com seu potencial de premonição. Merval Pereira segue o coro: “Dia 24 começa a se definir a situação de Lula, o PT provavelmente, depois de uma batalha jurídica, terá que indicar outro candidato ou, menos provável, apoiar alguém já lançado, como Ciro Gomes do PDT. As pesquisas mostram que, com a saída de Lula, quem ganha mais é Marina Silva e o próprio Bolsonaro.” Especula-se o quanto se quer com o que seria o voto popular, sem a menor cerimônia em relação ao que esse voto vai representar. E como se a condenação de Lula fosse fazer desaparecer a representação que, nele, faz o eleitor daquilo que deve ser o governo do país. Tratam a eleição como se fosse uma corrida de cavalos e estão dispostos a jogar suas fichas em quem as pesquisas indicarem tiver a “pule” maior. Depois chamam a nós, da esquerda, de “populistas”….

Globo pede a reconstrução de um País que ela destruiu

 Primeira manchete do jornal O Globo de 2018 apela ao Cristo Redentor para que o Brasil e a economia do Rio de Janeiro sejam reconstruídos. Curiosamente, a Globo, em sua aliança com setores do Poder Judiciário, foi a principal responsável pela destruição do Brasil, com a quebra da indústria naval e a paralisação dos investimentos da Petrobras; além disso, com o fim da política de conteúdo nacional no petróleo, que veio com Michel Temer, fruto de um golpe apoiado pela Globo, o Rio bate recorde de desemprego – O jornal O Globo do primeiro dia de 2018 faz um apelo aos céus, mais especificamente ao Cristo Redentor, para que o Brasil e o Rio de Janeiro sejam reconstruídos depois do caos dos últimos três anos. O que a Globo não faz é uma autocrítica em relação à contribuição que deu para a destruição do País e do próprio estado onde atua. Hoje, o Rio sofre com a paralisação dos investimentos da Petrobras, decorrente entrega do pré-sal e do fim da política de conteúdo nacional, e também com a quebra da indústria naval – consequência direta da Operação Lava Jato. O desastre não teria acontecido sem o apoio decisivo da Globo, que liderou um golpe midiáitico, jurídico e parlamentar contra uma presidente honesta e que acabou instalando os políticos mais corruptos do País no poder, justamente para que fosse executado o programa da chamada “ponte para o futuro” – que trouxe retrocessos como a entrega do petróleo, o fim das garantias trabalhistas e a ameaça às aposentadorias. Nada disso trouxe prosperidade, muito pelo contrário, e o Rio hoje tem uma das maiores taxas de desemprego do País, além de uma situação caótica das contas públicas, com servidores com seus salários atrasados. Construir esse estrago é bem mais difícil do que foi destruir. No livro “A elite do atraso”, o sociólogo Jessé Souza explica como a Globo imbecilizou o Brasil para levar adiante seu projeto de entrega das riquezas nacionais. Reproduzimos, abaixo, um trecho do livro: A grande mídia coloniza para fins de negócios, escusos ou não, toda a capacidade de reflexão de um povo, ao impossibilitar o próprio aprendizado democrático, que exige opiniões alternativas e conflitantes, coisa que ninguém nunca viu acontecer em época alguma em nenhum de seus programas. Isso equivale a imbecilizar uma nação que certamente não nasceu imbecil, mas foi tornada imbecil para os fins comerciais de uma única família que representa e expressa o pior de nossa elite do saque e da rapina. (…) O que se frustra aqui são os sonhos, os aprendizados coletivos e as esperanças de centenas de milhões. O que se impede aqui é o processo histórico de aprendizado possível de todo um povo que é abortado por uma empresa que age como um partido político inescrupuloso. (…) Com o cidadão feito de completo imbecil, é fácil convencê-lo de que a Petrobras, como antro de corrupção dos tolos, só dos políticos, tem que ser vendida aos estrangeiros honestos e incorruptíveis que nossa inteligência vira-lata criou e nossa mídia repete em pílulas todos os dias. Com base na corrupção dos tolos, cria-se, na sociedade imbecilizada por uma mídia venal que distorce a realidade para vendê-la com maior lucro próprio, as precondições para a corrupção real, a venda do país e de suas riquezas a preço vil. Esse é o resultado real e palpável do conluio entre grande imprensa, com a Rede Globo à frente, e a Lava Jato: é melhor entregar de vez a Petrobras, a base de toda uma matriz econômica, aos estrangeiros honestos e bem-intencionados.   DILMA: UM MUNDO SEM GLOBO NÃO É SÓ POSSÍVEL, MAS NECESSÁRIO A presidente deposta Dilma Rousseff, segunda presidente da República a ser vítima de um golpe apoiado pelo grupo Globo, defendeu a redução do poder da família Marinho sobre a vida do País. Em entrevista à TV 247, Dilma avaliou que o Brasil seria melhor sem a Globo. “Nós não podemos continuar com uma mídia controlada por quatro ou cinco famílias, que tentam, cada vez que você fala em fazer algo que se faz em qualquer segmento econômico e social, que é a regulação econômica, que é impedir que haja concentração. E no caso da informação, a concentração é gravíssima, que é pegar uma concessão de televisão e vender uma versão só”, afirmou a presidente deposta aos jornalistas Leonardo Attuch, Paulo Moreira Leite, Alex Solnik e o blogueiro Leonardo Stoppa. “Um mundo sem Globo não só é possível, é necessário”, acrescentou Dilma, emendando que foi vítima nos dois golpes apoiados pela Globo, em 1964, no qual foi presa e torturada, e em 2016, quando perdeu o mandato sem comprovação de crime de responsabilidade. Via Brasil 247    

TEMER DIMINUIU AINDA MAIS O SALÁRIO MÍNIMO

O privilegiado Michel Temer [ele se aposentou aos 55 anos com salário de R$ 30 mil ao mês] encolheu o salário mínimo em R$ 25, no apagar das luzes do mês de dezembro.   – O salário mínimo dos brasileiros ficará ainda mais mínimo. Em véspera de ano novo, Temer presenteia o trabalhador com mais este golpe, feito sem alarde. O presidente Michel Temer editou nesta sexta-feira (29) decreto determinando em R$ 954 o valor do salário mínimo no país a partir de 1º de janeiro de 2018, contra os atuais R$ 937. Em meados de dezembro o Congresso Nacional havia aprovado o Orçamento de 2018 estabelecendo o salário mínimo em R$ 965. Temer reduziu ainda mais o salário mínimo, enganando o povo na véspera do final de ano. O decreto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União e o reajuste valerá a partir de 1º de janeiro. O decreto também estabelece os valores de salários mínimos diários e para hora. Cada dia vale R$ 31,80 e a hora, R$ 4,34. Temer ferrou os trabalhadores brasileiros na reta final de 2017. O salário mínimo inicialmente era de R$ 979, mas foi encolhendo (R$ 969), encolhendo (R$ 965) e encolhendo (R$ 954). Adivinhe quem é que está pagando o pato?

Indulto, fatos e politicagem. Afinal, quem são os “protegidos do indulto”?

 Não teria a menor dúvida em ser contrário ao indulto natalino decretado por Michel Temer se alguém me mostrar, faticamente, que ele representa uma extensão casuística do benefício a condenados por corrupção.  Tenho o “pequeno problema” jornalístico de saber quem, de acordo com o que se diz do indulto deste ano, quem é – ou quem são – os beneficiários da redução de 1/4 para 1/5 da pena e, eventualmente, da multa pecuniária imposta por sentença. O “probleminha” é que não consegui ler,em jornal algum (posso ter cometido um lapso, mas acho que não), quem é este felizardo que, “escapou da Lava Jato” graças ao indulto. Diz o sr. Torquato Jardim que haveria apenas 50 condenados definitivos por corrupção no país e apenas um satisfaria os requisitos para ser indultado. Não o vi nominado, mas suspender a aplicação de um indulto a milhares por causa de um – a ser verdade o que afirma Jardim – é o retrato da ideia punitiva que toma conta do Brasil. Quanto à redução da fração de pena cumprida, não é a primeira vez que acontece. No indulto de 2015, exigia-se o cumprimento de um terço da pena para indultar um condenado. Em 2016, esta fração caiu a um quarto para os não reincidentes. Estamos vivendo o direito do “grito” e do moralismo vazio e o jornalismo “embarca” nas manifestações dos “cadeia, cadeia, cadeia” sem ser capaz da objetividade de identificar quem e em quê é beneficiado. E à decisão de Cármem Lúcia, tanto quanto à manifestação de Raquel Dodge (que a pediu), falta a objetividade que deve nortear o exame jurídico. Do contrário, basta o Deltan Dallagnol gritar lá de Curitiba para que nosso sistema judicial, covarde como é, corra a atentende a uma instituição etérea, que não existe no regramento institucional brasileiro mas que é, sem dúvida alguma, a mais “influente” da República: Sua Majestade, a Lava Jato. Via – Fernando Brito – Tijolaço

Gasolina sobe de novo. 30% em seis meses. E o silêncio dos “mileniuns”

 Aguarda-se, ansiosamente, que os integrantes do Instituto Millenium, thinktank da direita, promovam protestos contra os preços da gasolina que, com o aumento anunciado ontem (29), atingem 30% desde julho. Dez vezes mais que a inflação do ano inteiro. O Millenium, como alguns devem recordar, promovia aqueles “dias da liberdade do imposto”, nos quais alguns postos iam parar no Jornal Nacional, com os motoristas abastecendo pela metade do preço e prguejando contra o governo Dilma. Agora, com o reajuste de reveillon, os preços aqui no Rio vão bater perto de R$ 5, pois já estavam, segundo a ANP, em R$ 4,54, na média, na semana anterior ao Natal, conforme registra O Globo. Em dezembro de 2014, para grande escândalo da mídia ela subiu 3% e chegou a R$ 3,50 nos postos mais caros da Zona Sul, onde agora está até por R$ 4,90, antes deste aumento. 40% a mais, no preço do mesmo local. E o preço do petróleo, na época, era de 110 dólares por barril, enquanto agora anda rondando os 60 dólares. Mas não há indignação, não há reportagens escandalosas, não há entrevistados vociferando contra o Governo e os impostos. Via fernando Brito – Tijolaço

TIJOLAÇO: MARUN É UM CUNHA EXPLÍCITO.

  – MAS OS “EX-MORALISTAS” NEM PIAM –  Carlos Marun, ontem, mostrou que veio para ser o Cunha explícito de Michel Temer, declarando, sem nenhum pudor, que o Governo está trocando financiamentos em bancos públicos por votos na reforma da Previdência”, diz Fernando Brito, editor do Tijolaço; “Então fui à página do pessoal do Kim. Nada. Na do Bolsonaro, coisa alguma, também. Também na do procurador Deltan Dallagnol não havia um pio” Por Fernando Brito, editor do Tijolaço Carlos Marun, ontem, mostrou que veio para ser o Cunha explícito de Michel Temer, declarando, sem nenhum pudor, que o Governo está trocando financiamentos em bancos públicos por votos na reforma da Previdência. “Veja bem, é uma ação de governo, sendo uma ação de governo, obviamente o nível de apoio que governador puder prestar a favor da reforma vai ser considerado nesta questão”, declarou. Não se teve notícia de que o Tribunal de Contas ou o Ministério Público tenham considerado que Marun, expressamente, está trocando créditos bancários por votos no Congresso. Também não se tem informação de que tenha sido revogado o artigo 37 da Constituição: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”. Ou alguém acrescentou aí um “reforma da previdência”? Afinal, o Estadão publica que Marun ” levantou todos os pedidos de empréstimos na Caixa por Estados, capitais e outras grandes cidades e condicionou a assinatura dos contratos à entrega de votos pelos governadores e prefeitos que exercem influência sobre os deputados”. Fui procurar as reações furiosas do promotor Julio Marcelo, aquele que defendia a cassação de Dilma Rouseff por operações contábeis do Banco do Brasil para cobrir o financiamento da safra agrícola e o “Minha Casa Minha Vida”. Não achei. Então fui à página do pessoal do Kim. Nada. Na do Bolsonaro, coisa alguma, também. Também na do procurador Deltan Dallagnol não havia um pio. Não sei se se disporão a algo como aquela foto sorridente que tiraram ao lado de Eduardo Cunha, há menos de dois anos. Marun, o neo-Geddel, é explícito demais. Mas os nossos “ex-moralistas”, sobre esta pornografia política, acham que é “arte”.

SEM PANELAÇO: TEMER AUMENTA CONTA DE LUZ EM 15%

E PÕE A CULPA EM SÃO PEDRO  – Nem o santo escapa das maldades de Michel Temer. A conta de luz subirá para o consumidor residencial em até 15% em 2018, mas o peemedebista botará a culpa em São Pedro. Uma baita sacanagem, portanto. A inflação estimada para o ano que vem é de 4%, qual seja, 11% acima do índice IPCA. O que encarece o preço da energia não é a falta de chuva, mas o sistema privado de gestão e a fome por lucro de sócios privados nas companhias mistas. Vide o caso da paranaense Copel, que elevou de 25% para 50% a distribuição de lucros para sócios privados. A energia elétrica no Brasil cuja matriz principal é a hidrelétrica, ou energia velha, é produzida a partir de usinas amortizadas (já pagas). Dito isto, ao invés de aumentar o governo deveria reduzir o preço da tarifa para induzir o crescimento econômico do país. Mas a intenção do governo Temer não induzir o crescimento nem baratear a energia para os usuários. Pelo contrário. A ideia do peemedebista é privilegiar a especulação — inclusive com a energia — em detrimento da produção. Privatizando o sistema Eletrobras, necessariamente, aumentará ainda mais o preço da tarifa de energia para os consumidores residenciais e industriais. Além de não investirem nada na produção, as futuras controladoras repassarão os custos da compra na conta do usuário que já pagou pelas usinas amortizadas.

Aprovação de Lula avança sobre a classe média

E agora TRF-4? Três importantes institutos de pesquisas — Vox, Datafolha e IPSOS — detectaram nestas vésperas de julgamento no TRF-4 o avanço de Lula entre o eleitorado de classe média. A pergunta que judiciário, mídia e demais golpistas fazem é: o que fazer? As notícias boas para o ex-presidente não param por aí. Ele é o menos rejeitado dentre os candidatos apresentados para 2018. Por outro lado, para o consórcio jurídico-midiático, são péssimas as notícias. Lula pode vencer já no primeiro turno. Evidentemente que o atalho mais rápido para segurar o fenômeno Lula é confirmar sua condenação em 24 de janeiro. Mas, pelo andar da carruagem e com base nessas mesmas pesquisas, o petista consegue transferir os votos para seu substituto. Os golpistas estão “sem” saber o que fazer. Os experimentos Luciano Huck, João Doria e até Geraldo Alckmin não lograram êxito. A situação para eles, então, é mais ou menos assim: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. A bananosa sobrou para o TRF-4, que estará cercado em Porto Alegre numa manifestação pela democracia e por eleições livres. Que fazer? Blog do Esmael

Temer reduz investigações contra corrupção

 Cadê você coxinha?  Após o golpe, as investigações de corrupção da CGU (Controladoria-Geral da União) vêm sendo reduzidas drasticamente por Michel Temer, sem nenhum panelaço e sem nenhuma manifestação nas ruas, principalmente dos pobres de direita. Marcelo Camargo/Agência Brasil – Órgão anticorrupção do governo federal, a CGU (Controladoria-Geral da União) vem reduzindo o número de suas apurações desde 2013. Há quatro anos, as chamadas “ordens de serviço” homologadas pela CGU (que incluem fiscalizações, auditorias, inspeções, avaliações e operações especiais) ultrapassaram as 11 mil. Este ano, de janeiro ao fim de novembro, foram oficializadas 2.283, um quinto daquela quantia. Os dados foram obtidos pela Folha via Lei de Acesso à Informação. A redução não tem relação direta com corte de verbas ou com a mudança de status da entidade, que desde o ano passado se chama Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União. Antes, a CGU era vinculada à Presidência. Em 2013, o governo federal gastou R$ 768 milhões na entidade. Ao passado, esse valor chegou a R$ 918 milhões. A queda nas apurações é criticada pelo sindicato que representa analistas e técnicos federais de controle, o Unacon. “Além da redução quantitativa das ordens de serviço, houve uma redução do escopo desses serviços”, diz o presidente da entidade, Rudinei Marques. Marques ainda diz que, atualmente, “o quadro de pessoal é dramático” e as estruturas do órgão são precárias. “Nunca tivemos tão pouco contingente”, afirma. As informações são de reportagem de José Marques na Folha de S.Paulo.