Mourão recebe apelido “Paquita da Ditadura” e vira meme na internet

Vice presidente anda ultimamente nostálgico com o período da ditadura militar e alertando sobre a fantasiosa “ameaça comunista” – (Foto: Reprodução/Twitter) O vice-presidente e senador eleito Hamilton Mourão (Republicanos), que saiu em defesa dos atos golpistas e recentemente alertou sobre a fantasiosa “ameaça coumunista no país”, rendeu memes e entrou para os assuntos mais comentados do Twitter após bloquear um perfil que o apelidou de “paquita da ditadura”. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o internauta Jakson Lenon postou uma montagem de Mourão vestido de paquita e um trecho da música da paquitas de Xuxa Meneghel. “É tão bom, bom, bom, bom/ Quem quer pão, pão, pão, pão/ Bom estar contigo na televisão.” Veja as reações: Paquita da ditadura? Eu sabia de Tchuchuka de Capitão. As duas são boas. https://t.co/83MnsLyKf6 — Chico Pinheiro (@chico_pinheiro) November 29, 2022 Paquita da Ditadura, né? ???? pic.twitter.com/Dccfq1LXpl — Cesar Calejon (@cesarcalejon1) November 28, 2022 Paquita da Ditadura e a Xoxa do Nazismo pic.twitter.com/DylmpeXu4R — Claudiāo Política a BBB ???????????????????????????????????????????????? (@claudiofalatudo) November 28, 2022 Sério que o Mourão não quer ser chamado de Paquita da Ditadura? pic.twitter.com/esowsq0BKt — Helô ❤️☮️???????? (@helmarc1) November 28, 2022

Juíza duvida que Chico Buarque é autor de ‘Roda viva’ e decide a favor de Eduardo Bolsonaro

A juíza substituta do 6º Juizado Especial Cível da Comarca de Capital Lagoa, Monica Ribeiro Teixeira, indeferiu o pedido de Chico Buarque, que processou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por usar a canção “Roda Viva” como trilha sonora em post nas redes sociais. A publicação do filho do presidente Jair Bolsonaro (PL) exibia a imagem de simpatizantes do chefe do Executivo processados por atentarem contra a democracia e concluía que “o Brasil está sob censura”. De acordo com informações do colunista Ancelmo Gois, do Globo, Monica Ribeiro argumentou na decisão que falta comprovação de que “Roda Viva” é mesmo de Chico Buarque. João Tancredo, advogado do artista, recorreu da decisão. Segundo dados do Ecad, “Roda Viva” está entre as 13 músicas mais regravadas de Chico Buarque. Além disso a canção, que foi lançada em 1968, soma 67 regravações cadastradas DCM

Insatisfeitos com Bolsonaro, militares antecipam transição para Lula

Dos três comandantes das Forças Armadas, dois enfatizaram a Bolsonaro que os pedidos de intervenção militar “não têm base legal”. Os atos, além do mais, “estariam gerado problemas de segurança e discussões internas dentro das corporações”. As Forças Armadas estão fartas dos atos golpistas que tomaram os portões dos quartéis após as eleições. Em reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PL), na quinta-feira (24), no Palácio da Alvorada, os comandantes do Exército, Marco Freire Gomes, da Marinha, Almir Garnier, e da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista, cobraram uma posição do governo. Conforme o relato da CNN, a reunião durou duas horas. Dos três comandantes, dois enfatizaram a Bolsonaro que os pedidos de intervenção militar “não têm base legal”. Os atos, além do mais, “estariam gerado problemas de segurança e discussões internas dentro das corporações”. Era visível a insatisfação com o silêncio do presidente, que chegou a ficar 20 dias em reclusão. Bolsonaro ouviu que, sim, há “militares inconformados” com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial, em 30 de outubro. Esses militares “estariam fomentando os protestos, com a participação de parentes e amigos”. Mas, de acordo com os comandantes, esta não é a posição da cúpula das Forças Armadas, que vai seguir a Constituição. Num segundo momento da reunião, Bolsonaro autorizou a participação das Forças Armadas na transição de governo. O Exército ficará responsável pelo cerimonial militar, enquanto a Aeronáutica passará a coordenar “as tratativas para segurança do espaço aéreo no dia da posse”. Já a Marinha vai preparar as honras a chefes de Estado no Itamaraty. Nesse ponto, os comandantes comunicaram a disposição em entregar seus cargos antes mesmo da posse de Lula, marcada para 1º de janeiro. A Aeronáutica, por exemplo, marcou para 23 de dezembro a cerimônia de transmissão do cargo. Segundo o Estadão, “as demais Forças pretendem fazer o mesmo em datas diferentes. Assim, a passagem de bastão de um governo para o outro começaria pelas Forças Armadas”. Bastaria Lula nomear os próximos comandantes. A proposta não é comum. Em geral, o novo ministro da Defesa assume o posto e, só então, nomeia os comandantes militares. Um fato, porém, cristalizou a ideia de antecipar a transição: a cúpula militar é unânime no repúdio à escalada golpista do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que apresentou uma representação fraudulenta ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a fim de questionar o resultado do pleito. Na opinião de generais ouvidos pela Folha de S.Paulo, “a ação pode inflamar ainda mais as manifestações em frente aos quartéis”. Em resumo: os militares são gratos pela deferência com que o governo Bolsonaro os tratou nos últimos quatro anos, mas não querem ser vistos como braços armados de um líder ou de um movimento antidemocrático. O golpismo, mais uma vez, perdeu a batalha.

Cármen Lúcia dá aula para André Mendonça sobre preconceito religioso

Ministro indicado por Bolsonaro ouviu o que quis e o que não quis ao dizer que “segmentos religiosos também sofrem preconceitos” A ministra Cármen Lúcia deu uma aula sobre preconceito religioso ao ministro “terrivelmente evangélico”, André Mendonça, indicado pelo presidente derrotado Jair Bolsonaro (PL), durante discussão nesta quinta-feira (24), em sessão do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante julgamento de arguição sobre a competência do município de São Paulo para instituir o dia 20 de novembro como feriado do Dia da Consciência Negra, Mendonça afirmou que todos os brasileiros são iguais, em uma discussão sobre igualdade racial. “Nós somos um só povo. Uma só raça, uma só nação. Somos todos a raça humana, brasileiros, e devemos estar imbuídos desse mesmo propósito de construção de igualdade para todos”, disse. Cármen Lúcia discordou. “Nós mulheres, negros, indígenas, somos parte desse povo que não é um só. A constituição garante a igualdade na forma, mas é uma construção permanente. Quando digo que sofremos discriminação, a gente sofre. Somos sim um povo, com muitas desigualdades”, enfatizou a ministra. https://twitter.com/jairmearrependi/status/1596111678252675072?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1596111678252675072%7Ctwgr%5E95f7a2303b4bdbe04ba868d3998179c704543ed5%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fd-10611862593166570535.ampproject.net%2F2211042305000%2Fframe.html

Diretor-Geral da PRF Silvinei Vasques vira réu por improbidade

Ele é acusado de fazer uso indevido do cargo durante as eleições e de, inclusive, ter pedido de forma irregular votos para Bolsonaro A Justiça Federal do Rio de Janeiro transformou em réu nesta sexta-feira (25), o diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques. O pedido havia sido feito pelo Ministério Público para que ele respondesse por improbidade administrativa depois de fazer uso indevido do cargo durante as eleições e de, inclusive, ter pedido de forma irregular votos para o presidente derrotado Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi do juiz federal do Rio, José Arthur Diniz Borges, que atendeu pedido do procurador Eduardo Benones, do MPF. Em outro pedido, Benones pede ainda que Silvinei seja afastado do cargo por 90 dias. Com relação a isso, o juiz afirmou que primeiro quer ouvir o Diretor Geral, dar um prazo de 30 dias, para depois tomar uma decisão. Mandado de citação “Determino a expedição de mandado de citação da parte ré para oferecimento de defesa, no prazo de 30 (trinta) dias, nos termos do art. 17, §7º da Lei nº 8.429/92. Após, voltem-me conclusos, inclusive para apreciação da medida cautelar requerida” Com informações do G1  

Repórter da Band desabafa no ar durante cobertura de atos antidemocráticos: ‘Autoridades golpistas e idiotas úteis

Luiz Megale criticou duramente a falta de posicionamento da Polícia Rodoviária contra os bloqueios das estradas O jornalista Luiz Megale, da BandNews, fez um desabafo ao vivo durante a cobertura de um protesto antidemocrático na terça-feira (22), afirmando que a sociedade brasileira não pode mais fingir que os manifestantes não são criminosos e que estão atentando contra a democracia e o sistema eleitoral do país ao bloquearem estradas por não concordarem com a derrota de Jair Bolsonaro (PL) na disputa para presidente. ‘Até quando a gente vai ver uma postura tão leniente da Polícia Rodoviária Federal, das polícias estaduais? Esse conluio entre autoridades golpistas e idiotas úteis que querem tocar fogo nesse país?’, questionou Luiz Megale. Na sequência, o profissional do Grupo Band enfatizou que os apoiadores do presidente derrotado são pessoas violentas, golpistas e antidemocráticas. ‘Eu tenho certeza que, quando acontecem protestos, bloqueios de estradas, do outro lado da linha ideológica, dizem que não pode acabar com o direito de ir e vir do cidadão e que a polícia ‘tem que entrar rasgando”, disparou. O repórter da BandNews também salientou que os manifestas arruaceiros devem ser punidos com o rigor da lei brasileira. ‘Que barbaridade. E o termo vale também para as autoridades que se acumpliciam, que não podem mais fingir que não estão vendo o que está acontecendo no Brasil’, concluiu Luiz Megale. Na @bandnewstv, @lmegalefaz desabafo sobre protestos sociais que contestam as eleições 2022. Megale ainda questionou a relação entre as pessoas envolvidas e órgãos do Governo, como a Polícia Federal e adjetivou tais manifestantes: “Canalhas!”. Confira! pic.twitter.com/BZx9dwKaDZ — RD1 (@rd1oficial) November 22, 2022  

Moraes rejeita ação do PL de Bolsonaro contra urnas e aplica multa de R$ 22,9 milhões

Presidente do TSE indeferiu representação do partido de Bolsonaro com base em um relatório questionando a credibilidade das urnas e ainda penalizou a legenda bloqueando seu fundo partidário O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou nesta quarta-feira (23) a ação golpista protocolada pelo PL, partido de Jair Bolsonaro, solicitando que parte dos votos do segundo turno das eleições fossem anulados – o que favoreceria o ainda mandatário -, e ainda aplicou multa de mais de R$ 22 milhões à legenda por litigância de má-fé. Na ação, o partido se baseou em um relatório de uma auditoria que contratou apontando que os votos de 279.336 urnas eletrônica de modelos anteriores ao do ano de 2020 deveriam ser anulados, sob a alegação de que elas teriam apresentado “mau funcionamento”. O PL diz que, com a anulação desses votos, Bolsonaro teria vencido o segundo turno da eleição contra o presidente eleito Lula com 51%.  Logo depois, então, Moraes determinou que o PL entregasse em 24 horas também o número de urnas que deveriam ter os votos anulados no primeiro turno, já que os aparelhos foram os mesmos usados no segundo turno. A legenda, no entanto, insistiu em questionar apenas os resultados do segundo turno. Em resposta, o presidente do TSE indeferiu a ação e aplicou multa de R$ 22 milhões ao partido por litigância de má-fé. O ministro ainda determinou a suspensão do Fundo Partidário das legendas que compõe a coligação de Bolsonaro. Segundo Moraes, não há na representação do partido de Bolsonaro “quaisquer indícios e circunstâncias que justifiquem a instauração de um verificação extraordinária”. O ministro diz ainda, em seu despacho, que os argumentos do PL apontando “mau funcionamento” das urnas são “absolutamente falsos”, e utiliza adjetivos como “pueril” e “fraudulento” para se referir aos pedidos do partido de Bolsonaro. O presidente do TSE finaliza sua decisão da seguinte maneira: “A Justiça Eleitoral, conforme tenho reiteradamente afirmado, continuará atuando com competência e transparência, honrando sua histórica vocação de concretizar a Democracia e a autêntica coragem para lutar contra todas as forças que não acreditam no Estado Democrático de Direito. A Democracia não é um caminho fácil, exato ou previsível, mas é o único caminho e o Poder Judiciário não tolerará manifestações criminosas e antidemocráticas atentatórias aos pleito eleitoral. A Democracia é uma construção coletiva daqueles que acreditam na liberdade, daqueles que acreditam na paz, que acreditam no desenvolvimento, na dignidade da pessoa humana, no pleno emprego, no fim da fome, na redução das desigualdades, na prevalência da educação e na garantia da saúde de todos os brasileiros e brasileiras”. Confira abaixo a íntegra da decisão de Moraes

“Com Supremo, com tudo”: Romero Jucá é alvo de operação da PF sobre corrupção

 Esquema investigado pode ter movimentado mais de R$ 15 milhões por meio de convênios celebrados pelo governo federal junto a vários municípios de Roraima  A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (23) uma operação para apurar suspeitas de corrupção e fraudes em um esquema que pode ter movimentado mais de R$ 15 milhões por meio de convênios – que somam mais de R$ 500 milhões – celebrados pelo governo federal junto a vários municípios de Roraima. O ex-senador Romero Jucá (MDB-RR) é um dos alvos da ação. Jucá foi um dos principais articuladores do golpe dado contra a presidente Dilma Rousseff. para safar a si e aliados de denúncias de corrupção. Agora, a casa caiu. De acordo com a GloboNews, estão sendo cumpridos 22 mandados de busca e apreensão nos estados de Roraima e São Paulo, além do Distrito Federal, expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal em Roraima. Ainda segundo a reportagem, as investigações giram em torno de convênios feitos pela Calha Norte, que tem por objetivo fomentar o desenvolvimento da região Norte. O inquérito foi aberto após o Tribunal de Contas da União (TCU) identificar possíveis irregularidades nos convênios celebrados entre os anos de 2012 e 2017. A PF suspeita do envolvimento de ao menos três empresas de engenharia que pagariam propinas em contratos que seriam distribuídas ao ex-senador Romero Jucá e a outros servidores públicos. Ainda segundo a reportagem, a PF chegou a solicitar uma prisão, mas o pedido foi negado pela Justiça Os envolvidos no esquema podem responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Gravação com Jucá indica que impeachment foi golpe para conter a Lava Jato Em diálogos gravados em março, ministro interino do Planejamento sugeriu a ex-presidente da Transpetro uma ‘mudança’ no governo federal para ‘estancar a sangria’ representada pelas operação da PF São Paulo – Em diálogos gravados em março passado – e revelados na edição do dia 23 de maio de 2016, pelo jornal Folha de S.Paulo, o então ministro interino do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR) sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Operação Lava Jato. À época, ambos se sentiam ameaçados pela eminente revelação de envolvimentos em casos de corrupção e propina. Segundo a reportagem, as conversas, que estão em poder da Procuradoria-Geral da República, ocorreram semanas antes da votação na Câmara que desencadeou o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Leia a reportagem completa da Folha de S.Paulo Machado se mostra preocupado com o envio do seu caso para a PF de Curitiba e chegou a fazer ameaças: “Aí f…. Aí f… para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu ‘desça’? Se eu ‘descer’…”. O atual ministro concorda que o envio do processo para o juiz Sérgio Moro não seria uma boa opção e o chamou de “uma ‘Torre de Londres’”, em referência ao castelo da Inglaterra em que ocorreram torturas e execuções entre os séculos 15 e 16. Segundo ele, os suspeitos eram enviados para lá “para o cara confessar”. Por sua vez, Jucá afirma que seria necessária uma resposta política: “Tem que resolver essa p…. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria”, diz Jucá. Ele acrescenta que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional “com o Supremo, com tudo”. Machado concorda: “aí parava tudo”. Na conversa, eles dizem que o único empecilho no pacto era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), porque odiaria Cunha. “Só Renan que está contra essa p… porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, p…”, afirma Jucá no diálogo gravado. “O Renan reage à solução do Michel. P…, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. ‘Michel, vem cá, é isso, isso e isso, vai ser assim, as reformas são essas’”, diz Jucá a Machado. O advogado do ministro do Planejamento, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que Romero Jucá “jamais pensaria em fazer qualquer interferência” na Lava Jato e que as conversas não contêm ilegalidades. Leia trechos dos diálogos gravados entre Romero Jucá e Sergio Machado. A data das conversas não foi especificada SÉRGIO MACHADO – Mas viu, Romero, então eu acho a situação gravíssima. ROMERO JUCÁ – Eu ontem fui muito claro. […] Eu só acho o seguinte: com Dilma não dá, com a situação que está. Não adianta esse projeto de mandar o Lula para cá ser ministro, para tocar um gabinete, isso termina por jogar no chão a expectativa da economia. Porque se o Lula entrar, ele vai falar para a CUT, para o MST, é só quem ouve ele mais, quem dá algum crédito, o resto ninguém dá mais credito a ele para porra nenhuma. Concorda comigo? O Lula vai reunir ali com os setores empresariais? MACHADO – Agora, ele acordou a militância do PT. JUCÁ – Sim. MACHADO – Aquele pessoal que resistiu acordou e vai dar merda. JUCÁ – Eu acho que… MACHADO – Tem que ter um impeachment. JUCÁ – Tem que ter impeachment. Não tem saída. MACHADO – E quem segurar, segura. JUCÁ – Foi boa a conversa mas vamos ter outras pela frente. MACHADO – Acontece o seguinte, objetivamente falando, com o negócio que o Supremo fez [autorizou prisões logo após decisões de segunda instância], vai todo mundo delatar. JUCÁ – Exatamente, e vai sobrar muito. O Marcelo e a Odebrecht vão fazer. MACHADO – Odebrecht vai fazer. JUCÁ – Seletiva, mas vai fazer. MACHADO – Queiroz [Galvão] não sei se vai fazer ou não. A Camargo [Corrêa] vai fazer ou não. Eu estou muito preocupado porque eu acho que… O Janot [procurador-geral da República] está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho. […] JUCÁ – Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode

Tremedão sai de cema – Erasmo Carlos, ícone da Jovem Guarda, morre aos 81 anos

Morreu nesta terça-feira (22), aos 81 anos, o cantor e compositor Erasmo Carlos, um dos ícones da Jovem Guarda e da MPB, informa Guilherme Amado, do Metrópoles. Ele foi internado nesta manhã, às pressas, no hospital Barra D’or, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo a TV Globo, o artista precisou inclusive ser entubado. “A esposa de Erasmo Carlos, Fernanda, estava ao lado do cantor na hora da morte. A causa da morte ainda não foi divulgada”, diz a reportagem. No início deste mês, o artista passou 16 dias no mesmo hospital para realizar exames e tratar uma síndrome edemigênica. Erasmo estava tratando há alguns meses uma síndrome edemigênica, doença que ocorre devido a um desequilíbrio bioquímico, o que atrapalha na manutenção dos líquidos dentro dos vasos sanguíneos. Geralmente é causada por doenças cardíacas, renais ou dos próprios vasos. Ícone da música brasileira, o cantor iniciou a carreira em 1958 ao participar da The Snakes, banda que tinha Tim Maia como integrante. Com o nome de batismo de Erasmo Esteves, o cantor adotou o sobrenome Carlos em homenagem ao seu amigo Roberto Carlos e a Carlos Imperial, que agenciou sua carreira no início. O sucesso da carreira veio com Jovem Guarda, programa lançado no final dos anos 1960, onde ganhou o apelido “Tremendão”. O cantor conquistou muitos fãs e estourou com os hits Festa de Arromba e Minha Fama de Mau. Ao todo, ele tem mais de 682 músicas, 643 gravações registradas no Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). São mais de 800 composições e 38 discos. Poucos dias antes de falecer, Erasmo recebeu o Grammy Latino pelo álbum O Futuro Pertence À… Jovem Guarda na categoria de Álbum de Rock ou Música Alternativa em Língua Portuguesa.

Associação de juristas ensina a denunciar golpistas; veja o passo-a-passo

A Associação dos Juristas pela Democracia (AJURD), em parceria com a Associação Brasileira dos Juristas pela Democracia (ABJD), se reuniram na noite desta segunda-feira (21) e estabeleceram meios para combater os atos antidemocráticos e criminosos que assolam o país. Em virtude disso, a AJURD e a ABJD, para enfrentar os atos criminosos que estão sendo praticados contra o Estado Democrático de Direito, contra os Princípios Constitucionais e contra as pessoas, pelo oferecimento de notícias de fato perante os Ministérios Públicos Estadual, Federal, do Trabalho e perante as demais autoridades públicas competentes, definiram as seguintes ações: Disponibilizar dois canais de recebimento de denúncias de fatos criminosos: • Por Whatsapp no número (51) 99370-7272; • Pelo email sosdemocraciabr@gmail.com; Para efetividade das denúncias é importante circunstanciá-las com elementos probatórios: • Em casos de listas circulantes em redes socias, “printar” as páginas e enviar as cópias com as denúncias; • Em quaisquer casos, fotografar e ou filmar as ações, para as mesmas finalidades; • Em qualquer caso, situar o fato, com indicação do município e local onde ocorreu; a data e, quando possível, o horário; • Indicar, quando possível, a autoria da prática criminosa (autor, repassador em redes sociais, integrantes de atos antidemocráticos, etc), bem como veículos utilizados (placas); • Quando possível, indicar testemunhas.