Bolsonaristas caem em nova pegadinha e confundem ação social na Praça da Sé com golpe militar

Extremistas ficaram empolgados após o exército armar barracas no local Extremistas ficaram empolgados neste domingo e começaram a divulgar nas redes vídeos de soldados do Exército armando barracas na Praça da Sé, comemorando a suposta tomada do poder pelas Forças Armadas. No entanto, para frustração dos bolsonaristas, a iniciativa não passou de uma ação social. Um mutirão promovido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) vai oferecer, a partir desta segunda-feira (21), na Praça da Sé, das 9h às 15h, uma série de serviços gratuitos a pessoas em situação de rua. De acordo com dados do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (POLOS-UFMG), 42.240 pessoas vivem nas ruas da capital paulista. O Exército irá contribuir ajudando com a infraestrutura da ação.

Zezé di Camargo teria estuprado sua cunhada, quando tinha 16 anos de idade

Cleo Loyola, ex-esposa de Luciano. Imagem: Reprodução Ex de Luciano acusa bolsonarista Zezé di Camargo de “violentar menores” A ex-esposa do cantor Luciano, Cleo Loyola, utilizou as redes sociais no sábado (19) para fazer graves denúncias contra Zezé di Camargo, que é apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela aparece irritada em um vídeo, após uma entrevista do cantor falando sobre ela. Uma das acusações é de que Cleo teria sido abusada por Zezé. “Alguém viu aí uma entrevista em que o Zé Botinha (Zezé di Camargo) deu dizendo que não sabe porque ninguém bloqueou as minhas redes sociais? Você está sendo castigado hein? Você quer mais? Nem voz você tem mais para cantar, né?”, afirmou a mulher. Em seguida, Cleo ameaçou revelar polêmicas do cantor. “Cace confusão comigo para você ver! Eu estou doida para jogar mais coisa sua no ventilador. E dizer que eu sou uma imprestável, que não tenho talento nenhum, bom, talento igual você para dar calote nos outros eu realmente não tenho! Para violentar menores de idade, realmente não tenho não”, esbravejou “Você lembra o que você fez comigo com 16 anos de idade? Lave a sua boca Zezé di Camargo para falar da minha pessoa, porque eu posso abrir a minha e Cleo Loyola não tem limites, quem tem limites é município”, acusou a ex-esposa de Luciano. Via DCM

Presidente do PL teria sido amante de Michelle e acobertava evasão fiscal dos Bolsonaro

Valdemar, Michelle e Jair; no destaque, Maria Christina.Créditos: Reprodução Maria Christina Mendes Caldeira, ex-mulher de Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, fez uma live bombástica no Instagram. Assista ao vídeo Na noite da última sexta (18), Maria Christina Mendes Caldeira, que foi casada com o presidente do PL,Valdemar da Costa Neto, fez revelações-bomba numa live no Instagram sobre as quais garantiu ter provas. Disse, entre outras coisas, que Michelle Bolsonaro, esposa de Jair Bolsonaro, foi “peguete” de seu ex-marido. E que ele teria acobertado “evasão de divisa e sonegação dos Bolsonaros”. A live foi feita enquanto ela dirigia em Miami, no começo da noite da última sexta, e, segundo ela, foi uma reação ao ataque que o presidente do PL fizera horas antes ao resultado das eleições e às urnas eletrônicas. “Peguete” O vídeo foi feito como um recado direto dela ao ex-marido. Ela afirma que Valdemar sempre desdenhou de Bolsonaro, a quem chamava “baixo clero burro”, acrescentando que Michelle Bolsonaro  “foi sua peguete depois da minha administração”. Logo no início da live, ela afirma ter “quantidade gigante de documentação sua na época do ‘car wash’ (Lava Jato) e sua atua e mais a evasão de divisa e sonegação dos Bolsonaros aqui (aparentemente uma referência aos EUA)”. “Ô Valdemar, me poupe né querido, sou sua ex-mulher né eu fui casada com o dono do bordel do Congresso e conheço bem como é que você se movimenta”, afirma Caldeira no vídeo, insinuando novas revelações: “eu vou fazer da sua vida da vida um inferno”. Ela afirma que o passado de Valdemar tem uma “sujeirada danada” e cita “porto de Santos, aeroporto e tráfico de drogas”. “Fora que você gastou R$ 1 milhão de dinheiro do partido para comprar essa auditoria”, afirmou. Sobre a condição atual de Bolsonaro, diz que ele está “deitado no sofá vendo Netflix e picotando documento”. Ela diz ainda que “dia 17” (provavelmente de dezembro) irá a Washington para “um depoimento na Comissão de Direitos Humanos” (ela não especifica a qual comissão será o depoimento). “Eu não tenho problema nenhum Quem tem um monte de esqueleto no armário é você e agora vou tirar todinhos, só que dessa vez eu vou tirar aqui” Assista ao vídeo: Responsável por um depoimento devastador contra o ex-marido Valdemar da Costa Neto na CPI do Mensalão, a ponto de levá-lo para a prisão, Maria Christina Mendes Caldeira é, hoje, motorista do Uber em Miami. Filha de empreiteiros, nasceu em berço de ouro. Cresceu em mansões luxuosas, estudou em escolas caríssimas e viveu cercada por reis e rainhas pelo mundo afora. Até que, em 2004, sua vida mudou, ao casar com Valdemar da Costa Neto, que era presidente nacional do PP (hoje PR), com quem se casou. Três anos depois, uma separação traumática e ruidosa: ele deixou-a numa casa com a luz cortada. Moveu 36 processos contra ela, inclusive uma ação de despejo.

Revolta, esperança e delírio: um dia no acampamento bolsonarista em Brasília

CartaCapital esteve no ato antidemocrático e acompanhou a rotina de crianças, jovens, adultos e idosos insatisfeitos com o resultado da eleição A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, de bloquear as contas bancárias de 43 empresas e empresários suspeitos de financiar os atos antidemocráticos pelo País ainda não impactou a manifestação de apoiadores do presidente derrotado Jair Bolsonaro (PL) em frente ao QG do Exército em Brasília. Desde a confirmação da vitória de Lula (PT) no segundo turno, uma horda insatisfeitos se dirigem à capital federal em protesto contra o petista, as Cortes superiores e seus integrantes. O local escolhido para a concentração conta com uma robusta estrutura, capaz de acomodar milhares de pessoas por um longo período de tempo. A decisão de Moraes, divulgada na quinta-feira 17, busca desarticular a possibilidade de uma escalada nos atos até a posse do presidente eleito. No despacho, o magistrado diz que o bloqueio imediato das contas é “necessário, adequado e urgente”. Relatórios enviados pelas Polícias Militar, Civil e Federal e pelo Ministério Público nos estados ao STF apontam que os recursos que bancam boa parte da infraestrutura são disponibilizados por políticos, policiais, ex-policiais, servidores públicos, sindicalistas, fazendeiros, empresários do agronegócio e donos de estandes de tiro. CartaCapital esteve no acampamento neste sábado 19, acompanhando a rotina de crianças, jovens, adultos e idosos que, vestidos de verde e amarelo dos pés à cabeça, misturam revolta, esperança e delírios em uma espécie de cidadela alheia ao mundo real. O contato com o mundo exterior se dá basicamente por aplicativos como WhatsApp e Telegram, por onde as informações chegam e são disseminadas. Dada a necessidade dos manifestantes de estarem conectados o tempo inteiro, há no local espaços destinados exclusivamente à recarga de celulares. Há uma preocupação constante com infiltrados, além de um grande esforço para que nada saia da narrativa desejada e possa servir de munição para críticas e ataques dos ‘comunistas’. Assim que chegou ao acampamento, a reportagem avistou uma correria por conta de um princípio de incêndio, logo controlado. Alguns bolsonaristas sacaram os celulares para filmar, mas outros impediram as gravações. A justificativa era que as imagens não poderiam vazar, pois os adversários poderiam usá-las. “Eles precisam de qualquer coisa para nos atacar. Eles são raivosos”, disse uma senhora depois que as chamas cessaram. Na sequência, houve um coro de “ninguém posta!”. O estrago feito pelo fogo foi limpo rapidamente, para que não restasse nenhum indício de que algo saiu do roteiro ali. A fortaleza bolsonarista em Brasília conta com centenas de barracas que são usadas para distribuição gratuita de alimentos, descanso, cultos, filantropia, atendimento médico e comércio que, em sua maioria, envolve a venda de camisas e acessórios da Seleção Brasileira. Há, ainda, dezenas de banheiros químicos disponíveis, mas que na tarde deste sábado foram motivo de insatisfação pela falta de limpeza. O volume de carros e caminhões na região, disse uma ambulante, impediu que o veículo responsável pela higienização alcançasse o evento. O resultado, para quem passasse por ali naquela hora, foi sentir o mau odor que exalava das latrinas sob um calor que beirava os 30 graus Celsius. Os apoiadores do presidente derrotado costumam registrar nas tendas o nome de suas cidades de origens. Há ali pessoas de todas as regiões do País – em especial de Mato Grosso e Rondônia, contou um ambulante – que insistem em pedir ajuda das Forças Armadas contra o resultado eleitoral. Pelo local, muitas faixas com críticas e ataques principalmente a Lula, ao PT e a Moraes. “O cabeça de ovo não deixou o Bolsonaro governar”, ouviu a reportagem de um manifestante durante as horas que esteve no local.  “Eu não mereço passar por isso no final da minha vida [do Lula voltar ao poder]”, disse uma senhora que comprava uma camiseta do Brasil e pedia para gravar o lema ‘Deus, Pátria e Família’. O silêncio das últimas semanas de Bolsonaro, para apoiadores com quem CartaCapital conversou, não tem a ver com supostos problemas de saúde ou uma possível resignação após o revés sofrido nas urnas. Para eles, o presidente espera pelo momento certo para se pronunciar. Algum fato novo, imaginam e torcem, deve ocorrer para impedir que Lula tome posse no dia 1 de janeiro. “Ele [Lula] não vai receber a faixa, vai receber uma algema com os amigos dele”, declarou um apoiador de Bolsonaro que está no acampamento desde o dia 2 de novembro. Na última quinta-feira 17, o presidente bateu um recorde ao completar três semanas sem fazer sua tradicional live. Desde que foi derrotado, o ex-capitão abandonou as transmissões na internet e diminuiu as publicações nas redes sociais. Este é o maior tempo em que Bolsonaro fica sem se comunicar ao vivo com seus apoiadores. O presidente também completou duas semanas sem ir ao Palácio do Planalto. Ele estaria, segundo pessoas próximas, com uma ferida na perna que o tem obrigado a repousar e o impedido de usar calças compridas. Desde então, ele se mantém recluso no Palácio da Alvorada. “Ele deve voltar logo. Ele já se recuperou da infecção”, chegou a dizer o ex-ministro e candidato a vice Braga Netto. “Está tudo bem”. Já o ex-ministro do Turismo Gilson Machado afirmou nos última dias que Bolsonaro, apesar de recluso, tem trabalhado ‘18 horas por dia’. No entanto, conforme mostrou CartaCapital, há poucos indícios de que o presidente esteja de fato trabalhando arduamente após a eleição. Na agenda oficial é possível ver que o ex-capitão mantém apenas poucos compromissos de despachos internos. No geral, o site oficial registra encontros de meia hora com ministros e aliados no Palácio do Alvorada e não no Planalto. O dia mais longo de trabalho – 11 de novembro – soma apenas 5 horas. Na maior parte dos casos, a agenda está completamente vazia. Com o sumiço do presidente, alguns bolsonaristas apelam para a fé no acampamento que ocupa um amplo espaço na capital federal. Uma das tendas é destinada somente a manifestações religiosas. No tempo em que esteve no local, a reportagem presenciou orações contra as decisões judiciais em desfavor

Lula em Portugal: ‘O Brasil voltou ao mundo político’

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro português António Costa, em Lisboa, concedem entrevista coletiva à imprensa nesta sexta (18/11). ‘O Brasil voltou ao mundo político’, disse Lula, lembrando que seu adversário derrotado não era bem-vindo em nenhuma parte do planeta e os líderes mundias evitavam Bolsonaro. “O Brasil voltou para o mundo político, para debater os assuntos que são de interesse do país e da humanidade. Foi muito emocionante na COP ouvir as pessoas gritando que o Brasil voltou. Nos últimos 4 anos, o país se isolou”, disse o presidente eleito. Lula disse que após a posse, em janeiro, ele voltará para Portugal para receber junto com o cantor e compositor Chico Buarque o Prêmio Camões, que Bolsonaro se recusou a assinar. “Vou assinar o Prêmio Camões para o Chico Buarque, que o atual presidente nunca quis assinar. E se Deus quiser vou voltar a Portugal quando ele receber o prêmio”, declarou Luiz Inácio Lula da Silva. Lula afirmou que, se houve um tempo que alguém não queria discutir a questão climática, hoje esse tema é um desafio para a humanidade. “Nós não temos dois planetas Terra. E é esse único planeta que nós vamos cuidar. E por isso fiz questão de reforçar a responsabilidade dos países mais ricos na COP.” O presidente eleito também se solidorizou com os ministros do Supremo Tribunal Federal, que foram atacaos por bolsonarisas em Nova York. “Vi os ataques contra ministros da Suprema Corte em Nova Iorque. Não posso achar que isso faz parte da democracia. Meu compromisso no dia 1° de janeiro é fazer com que o Brasil volte a crescer, ter empregos e volte a ter democracia e normalidade. Que volte a reinar a paz.” O brasileiro ainda fez graça sobre o início da Copa do Mundo no Catar, que começa no domingo (20/11). “Depois de 20 anos, acho que chegou a hora do Brasil voltar a ser campeão do mundo. As outras seleções não estão bem. O Cristiano Ronaldo já não joga como jogava antes. Então, estou muito esperançoso”, disse ele. Lula disse ainda que ficou lisonjeado com a carta de quatro economistas sobre os problemas na área. “Fiquei feliz ao saber de uma carta de pessoas importantes me alertando sobre problemas econômicos e dando sugestões. Eu sei ouvir conselhos e, se fizer sentido, seguir.”

Documentário “Eles poderiam estar vivos” detalha conduta de Bolsonaro na covid

Política do governo Bolsonaro frente à pandemia causou centenas de milhares de mortes evitáveis – Evaristo Sa / AFP Sem anistia: longa mostra como o presidente agiu para boicotar as ações contra a doença e criar “imunidade de rebanho” O documentário Eles Poderiam Estar Vivos, dos cineastas Lucas e Gabriel Mesquita, traz um retrato duro da gestão da pandemia realizada pelo governo de Jair Bolsonaro. O longa (assista abaixo) traz entrevistas com especialistas em Saúde, participantes da CPI da covid e familiares de vítimas da doença. Os depoimentos e informações trazidas pelos diretores ajudam a compor um quadro que aponta para a ação criminosa de Bolsonaro para o espalhamento do vírus e boicote a ações de prevenção e tratamento. A conclusão é que o ainda presidente do país pode ter sido responsável por mais da metade das mortes por covid-19 ocorridas no Brasil. “Foi um plano do governo”, disse Lucas Mesquita, em exibição do filme em Buenos Aires acompanhada pelo Brasil de Fato. “Qual é a grande questão criminosa aí? A estratégia da suposta imunidade de rebanho por contágio. Um assassinato em massa”, resume. Anistia Em um momento em que boatos sobre uma possível anistia ao clã Bolsonaro parece fluir pelos corredores de Brasília, o documentário cumpre o papel de resgatar a memória da responsabilidade objetiva do presidente na morte de milhares de brasileiros. Em depoimento à CPI da Covid, Pedro Hallal, epidemiologista e pesquisador da Universidade Federal de Pelotas, afirmou que das 500 mil mortes por covid-19 no país até aquele momento, cerca de 400 mil seriam de responsabilidade direta de Bolsonaro. “Não foi o governo federal que disse que a pandemia era uma ‘gripezinha’. Não foi o governo que incentivou as pessoas a saírem sem máscara, nem quem disse que a vacina pode transformar você em um jacaré. Foi tudo o presidente, e é sua responsabilidade”, afirmou Hallal à Comissão, em junho de 2021. Naquele momento, o país ainda sofria com a segunda onda de covid, a maior e mais letal de todas. Assista à integra do documentário:

Sem poder, Bolsonaro se irrita, “bate-ponto” e reclama da demora na posse de Lula

Jair Bolsonaro (PL) fez algumas reclamações sobre o período de tempo que existe entre as eleições e a posse do novo presidente. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito no dia 30 de outubro, mas só assumirá seu posto como chefe do governo no dia 1º de janeiro de 2023. Na opinião do político do Partido Liberal, a lei deveria passar por algumas alterações e o novo governante poderia tomar posse logo após o resultado da votação ser divulgado, pois a longa espera é “aflitiva”. De acordo com a Folha de S.Paulo, Bolsonaro disse a interlocutores que o visitaram que o presidente que está deixando o cargo não tem mais nenhum poder e suas opiniões não são levadas em consideração, então o que lhe resta é ficar batendo ponto e esperando que o tempo passe para que o outro parlamentar assuma. Na mesma visita, o atual ocupante do Palácio do Planalto deu a impressão de estar chateado e triste por não ter sido reeleito, já que esperava outro resultado. Ele também foi diagnosticado com erisipela na semana que sucedeu as eleições e ficou recluso, recebendo poucas pessoas e delegando funções ao vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos). Já na última quinta-feira (17), o general Braga Netto (Partido Liberal), candidato a vice na chapa de Bolsonaro, visitou o presidente no Alvorada e afirmou que ele já estava recuperado e que em breve poderia voltar as suas funções.

Tasso faz autocrítica e reconhece que contestar a vitória de Dilma foi “erro gravíssimo”

Em entrevista ao Uol nesta sexta-feira (18), o senador Tasso Jereissati (PSDB) disse que a sigla não deveria “nunca ter contestado o resultado” em que Dilma Rousseff (PT) venceu Aécio Neves (PSDB), em 2014. Na época, os tucanos entraram com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral para que fosse realizada uma “auditoria especial” no resultado das eleições, algo que, segundo Tasso, se mostrou como um “erro grandíssimo”. “Alguns movimentos nossos errados fizeram com que perdêssemos a classe média moderada. Eu diria que tivemos erros. Não deveríamos nunca ter contestado a eleição da Dilma quando Aécio perdeu. Foi um erro gravíssimo”, admitiu o tucano. “Criou um fato que abriu um precedente e que não era da nossa cultura, daquilo que nós pregamos. Ficou imagem de mal perder e de perdedor que contesta instituições no momento errado”, continuou Tasso. Veja o vídeo: PSDB não deveria nunca ter contestado vitória de Dilma: “erro gravíssimo”, avalia @tassojereissati pic.twitter.com/aWsj2KmeMG — UOL Notícias (@UOLNoticias) November 18, 2022

Lula fala sobre “carona” em jatinho que causou grita na imprensa e redes sociais

 Presidente eleito, sem avião disponibilizado pelo governo brasileiro, foi à COP27 na aeronave de um empresário; saiba o que ele disse sobre o assunto  O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou nesta sexta-feira (18), diretamente de Lisboa, em Portugal, sobre a “carona” que ganhou em um jato particular de um empresário para ir à Conferência para o Clima da Organização das Nações Unidas, a COP27. Lula e sua comitiva viajaram ao Egito na aeronave do empresário José Seripieri Junior, que foi alvo da operação Lava Jato, e o fato gerou inúmeras críticas nas redes sociais e pautou boa parte da cobertura da imprensa sobre a viagem do presidente eleito. Questionado sobre o assunto durante coletiva de imprensa ao lado do primeiro-ministro de Portugal, António Costa, Lula explicou que foi convidado a ir à COP27 pelos governadores da Amazônia e pelo presidente do Egito, mas que nenhum deles o ofereceu transporte. “Eu tenho um amigo que também ia à COP e me convidou. Fui em um avião novo, seguro, e um presidente eleito tem que ter segurança. Ainda mais com bolsonaristas raivosos espalhado mundo afora”, declarou. “Se o Estado brasileiro fosse mais democrático e tivesse um presidente responsável, quem sabe ele tivesse oferecido um avião da FAB para me levar. Mas, não. Então, eu sou grato ao meu amigo que me emprestou o avião”, prosseguiu.

Fracassam os bloqueios nas rodovias em atos antidemocráticos

Segundo a Polícia Federal (PRF), os atos antidemocráticos estão perdendo força em todo o país e, sintoma disso, os bloqueios nas rodovias fracassaram nesta sexta-feira (18/11). A maioria dos trechos interditados – onze – está localizada em apenas um estado: Rondônia, na região Norte. Confira os locais em que estradas foram fechadas em protestos antidemocráticos: Distrito Federal: Pontos de concentração de caminhoneiros no Km 94 da BR-040/GO, em Cristalina; e no Km 6 da BR-020/GO, em Formosa. Mato Grosso: Três pontos de interdições parciais nas rodovias federais do estado. PRF não informou quais rodovias. Mato Grosso do Sul: Manifestantes incendiaram pneus na BR-463; a situação prejudicou o trânsito, mas a concessionária e a PRF conseguiram conter a ocorrência. Rio de Janeiro: Apenas manifestações nas rodovias BR-116, BR-040, BR-393, BR-493, e duas na BR-101. Rondônia: Ao todo, são 11 bloqueios em rodovias federais. BR-364: Distrito de Nova Califórnia, Distrito de Extrema, Vilhena, Ariquemes, Cacoal, Ouro Preto D’Oeste, Presidente Médici, Ji-Paraná; BR-435 Colorado do Oeste, Nova Namoré. Alexandre de Moraes bloqueou contas de 43 bolsonaristas A tentativa fracassada de greve dos empresários bolsonaristas seria uma resposta ao ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, no último dia 12, bloqueou as contas de 43 pessoas físicas e jurídicas [empresas], em punição à organização de protestos antidemocráticos. Na verdade, o movimento de hoje foi uma tentativa um locaute e esses empresários bolsonaristas planejaram usar seus funcionários, que são caminhoneiros, como bucha de canhão em um movimento político considerado ilegal e criminoso porque atenta contra o Estado Democrático de Direito.