Artistas fazem música que ironiza frases críticas de Bolsonaro; ouça

• Canção é interpretada por nomes como Bruno Gagliasso, Wagner Moura, Lenine e Zélia Duncan, entre outros Foi lançado neste sábado, 17, o Hino ao Inominável, com letra de Carlos Rennó e música de Chico Brown e Pedro Luís. A canção irônica é apresentada por trinta intérpretes, cantores ou não – Bruno Gagliasso, Wagner Moura e Zélia Duncan, entre outros – num vídeo do Coletivo Bijari com cerca de 13 minutos de duração na versão integral, dividida em cinco vídeos-canções autônomos. Há versos como o que Jair Bolsonaro (PL) cita que preferiria ter um filho morto do que homossexual, ou ainda que não estupraria uma mulher porque “é feia, não merece”. O refrão diz: “Mas quem dirá que não é mais imaginável / Erguer de novo das ruínas o país?”.

9% admitem deixar de votar por medo de violência política

O petista Marcelo Arruda (Esq.) foi morto por Jorge Guaranho (dir.), apoiador de Bolsonaro, em 9 de julho deste ano. O bolsominion não era convidado do evento O resultado da nova pesquisa Datafolha aponta que o medo de que haja violência política no dia da eleição, probabilidade que é considerada por 40% dos eleitores, pode afastar até 9% das pessoas das urnas no próximo dia 2. Leia também: Bolsonarista invade festa de guarda municipal de esquerda e o assassina O temor é maior entre eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nesse levantamento, o petista ficou com 45% das intenções de votos e 10% consideram a possibilidade de não ir à seção eleitoral. Já Jair Bolsonaro (PL), teve 33% de preferências e 5% de seu eleitorado declarou que cogita faltar o pleito. Entre os entrevistados que consideram grande a chance de violência, o índice é maior entre mulheres do que homens: 45% a 35%, respectivamente. Comparando os eleitores dos dois candidatos que lideram a corrida eleitoral, 50% dos apoiadores do petista acreditam na hipótese de um episódio violento e 14% não. Enquanto isso, 26% dos bolsonaristas creem nisso, contra 29% que não consideram. Se tratando de regiões do Brasil, o destaque fica para o Sul. Lá, onde estão 14% dos ouvidos pelo instituto, 33% acreditam que a chance é grande, 27% aposta em um risco médio e 14% pequeno. O Datafolha ouviu 5.926 pessoas em 300 cidades brasileiras, de 13 a 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Lula amplia vantagem com queda de Bolsonaro e pode ganhar já no 1º turno

A pouco mais de 2 semanas para a eleição, levantamento aponta que Lula caminha para vencer o pleito com ampla vantagem. Nova pesquisa presidencial do Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (15), aponta que o ex-presidente Lula (PT) segue firme na liderança e ainda ampliou a vantagem para Jair Bolsonaro (PL). Segundo o levantamento, o petista manteve os mesmos 45% que já tinha no último estudo Datafolha, do dia 9 de setembro. Já Bolsonaro caiu 1 ponto percentual: tinha 34% e agora marca 33%. Com isso, a diferença entre os dois candidatos passou a ser 12 pontos Ciro Gomes (PDT), por sua vez, foi de 7% para 8%, enquanto Simone Tebet (MDB) manteve os mesmos 5% que já tinha na pesquisa anterior. Em votos válidos, isto é, desconsiderando os brancos e nulos, Lula chega a 48%. Ou seja, há fortes chances do petista vencer a eleição já no primeiro turno, já que, para isso, basta 50% e mais 1 voto. Confira os números Lula (PT): 45% Jair Bolsonaro (PL): 33% Ciro Gomes (PDT): 8% Simone Tebet (MDB): 5% Soraya Thronicke (União Brasil): 2% Em branco/nulo: 4% Não sabe: 2% Pesquisa espontânea Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Lula registrou crescimento de 2 pontos e marca 41% das intenções de voto. Bolsonaro, por sua vez, fez o caminho contrário: foi de 31% para 30% Veja os índices Lula (PT): 41% Jair Bolsonaro (PL): 31% Ciro Gomes (PDT): 4% Simone Tebet (MDB): 3% Outros: 3% Em branco/nulo/nenhum: 5% Não sabe: 15 Segundo turno  Em um eventual segundo turno, de acordo com o Datafolha, Lula venceria Bolsonaro. O petista marca 54% (crescimento de 1 ponto com relação ao último estudo), enquanto Bolsonaro registra 38% (queda de 1 ponto) O levantamento contou com 5.926 entrevistas feitas em 300 municípios brasileiros entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Pesquisadores do Datafolha são atacados por bolsonaristas nas ruas

 Membro de equipe chegou a ser empurrado por um eleitor do presidente e outro foi detido por PM, que tentou levá-lo para delegacia, não sem antes parar no caminho e interrogá-lo  Em meio ao crescente ambiente de violência política que toma o Brasil por conta da eleição de 2 de outubro, que tem deixado eleitores do presidente Jair Bolsonaro cada vez mais agressivos, o Datafolha informou que pelo menos 10 de seus 470 pesquisadores foram hostilizados de maneira grave apenas na terça-feira (13), enquanto realizam entrevistas para o próximo levantamento, que será divulgado na quinta (15). Os casos foram registrados em oito estados da federação: São Paulo, Minas Gerais, Alagoas, Maranhão, Goiás, Pará, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e em alguns episódios a situação saiu “apenas” da intimidação. Em Goiânia, um entrevistador foi empurrado por um bolsonarista que ordenou que ele saísse daquela região, enquanto num município do interior do Rio Grande do Sul um membro da equipe do instituto foi abordado por um PM, que teria informado que o conduziria até uma delegacia. No entanto, no caminho, o policial parou a viatura para interrogá-lo e intimidá-lo, desistindo da ideia de apresentá-lo no distrito, largando o funcionário numa outra área do município. Diretora geral do Datafolha, Luciana Chong disse à reportagem da Folha de S.Paulo que as ocorrências mais comuns são eleitores que passam xingando e gritando para os pesquisadores, acusando instituto de ser “comunista”, e intimidando as equipes para que saiam do local onde estão trabalhando. Ela informou ainda que o registro desse tipo de ocorrência aumentou demais após o feriado do Bicentenário da Independência, em 7 de setembro, que foi sequestrado por Bolsonaro e transformado em ato político com forte discurso de ódio e de incitação à violência. Há um mês, ainda em agosto, um caso grave já tinha ocorrido em Belo Horizonte (MG). Quatro homens correram atrás de uma pesquisadora, gritando que ela e o Datafolha era comunistas e tentando tomar o tablet usado para computar os dados do levantamento. Na fuga, apavorada, a mulher caiu no chão e acabou se ferindo.

Ipec dá 1º turno: Lula sobe 2 pontos e passa a ter 51% dos votos válidos

Ex-presidente atinge 46% das intenções de votos totais e é o único candidato que cresce no novo levantamento Nova pesquisa presidencial Ipec, divulgada nesta segunda-feira (12), aponta que o ex-presidente Lula (PT) cresceu dois pontos percentuais e está cada vez mais próximo de vencer a eleição já em primeiro turno. Segundo o levantamento, o petista, que tinha 44% das intenções de voto no último estudo do Ipec, de 5 de setembro, atingiu 46%. Jair Bolsonaro (PL), por sua vez, ficou estagnado com os mesmos 31% que já tinha registrado na pesquisa anterior Ciro Gomes, por sua vez, caiu um ponto e marca 8%, enquanto Simone Tebet manteve o índice de 4% das intenções de voto. Com os novo números, Lula atinge 51% dos votos válidos, isto é, desconsiderando os brancos e nulos, e neste cenário liquidaria o pleito já no primeiro turno. Confira os números das intenções de votos totais • Lula (PT): 46% • Jair Bolsonaro (PL): 31% • Ciro Gomes (PDT): 7% • Simone Tebet (MDB): 4% • Felipe d’Avila (Novo): 1% • Soraya Thronicke (União Brasil): 1% • Não sabe/não respondeu: 4% Veja os índices de intenções de votos válidos • Lula (PT): 51% • Bolsonaro (PL): 35% • Ciro (PDT): 8% • Tebet (MDB): 4% • Felipe d’Avila (Novo): 1% • Soraya Thronicke (União Brasil): 1% Segundo turno A pesquisa Ipec também simulou um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro. O petista ganhou um ponto com relação ao levantamento anterior do instituto e venceria com 53%, contra 36% do atual presidente, que manteve o índice da última pesquisa. O estudo contou com 2.512 entrevistas feitas em 158 municípios brasileiros entre os dias 9 e 11 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Datafolha enterra chances de Ciro e Simone Tebet e fortalece voto útil

De acordo com o jornalista Tales Faria, os “fracos desempenhos” das duas candidaturas “passarão ao eleitorado a ideia de que estão fora da disputa” Os candidatos à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) ainda não conseguiram nem 10% dos votos, em nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (9). Em coluna no portal Uol, o jornalista Tales Faria os “fracos desempenhos” das duas candidaturas “passarão ao eleitorado a ideia de que estão fora da disputa”. “Daqui para a frente nadarão contra a corrente do voto útil. Ou seja, da tendência dos eleitores de optar na última hora por um candidato com chances de vitória”, acrescentou. “A essa altura do campeonato, é praticamente impossível que algum dos dois chegue ao segundo turno”. O ex-ministro caiu dois pontos percentuais e a emedebista continuou com a mesma pontuação.

TRE-RJ nega registros de candidatura aos ex-governadores Witzel e Garotinho

Os dois ex-governadores fluminenses foram impedidos por condenações anteriores. Ainda cabe recurso  O colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) indeferiu os registros de candidatura dos ex-governadores do estado Anthony Garotinho (União Brasil) e Wilson Witzel (União Brasil). Ambas as decisões foram por unanimidade, mas ainda cabe recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Witzel é candidato ao governo do estado e Garotinho à Câmara dos Deputados. Garotinho permanece inelegível por ter sido condenado pelo próprio TRE-RJ por corrupção eleitoral e pelo Tribunal de Justiça do estado (TJRJ) por improbidade administrativa. Wilson Witzel foi condenado à perda do cargo de governador pelo Tribunal Especial Misto, em abril de 2021, por crimes de responsabilidade em fraudes na compra de equipamentos e celebração de contratos durante a epidemia de covid-19, e a 13 anos, 9 meses e 20 dias de prisão, por corrupção, associação criminosa, supressão de documento e coação, cometidos ao longo do processo eleitoral de 2016. Ele continua inelegível por ter sofrido impeachment em 2021 e não pode exercer qualquer cargo público por cinco anos.

Não em nome dos brizolistas, Ciro – Por Fernando Brito *

Repercutem nas redes sociais as declarações do advogado Carlos Roberto de Siqueira Castro, ex-chefe da Casa Civil do 2° governo de Leonel Brizola, apelando a Ciro Gomes para que entenda que não pode haver equivalência de adversários quando o país vive a ameaça de “um fascistoide completo, desqualificado e ignorante, que está dividindo o país e levando o Brasil para uma ruptura física com discurso de ódio e golpista”, como disse à colunista Mônica Bergamo, na Folha de hoje. Entre antigos dirigentes do PDT, como foi este blogueiro, a manifestação do “Dr. Siqueira”- como todos, inclusive Brizola, o chamávamos – tem muita repercussão. Nem tanto pelo conteúdo, como sempre compatível com a dignidade pessoal que é sua marca, mas porque é a intervenção de alguém quem sempre evitou a polêmica política e habituado, até por sua atividade jurídica, jamais deixou de dosar muito cuidadosamente a força com que expressa suas convicções. Talvez a esta força, com que disse que “tem muita gente insatisfeita e indignada” entre os brizolistas (e não estão aí os neo, que não puderam ou quiseram conviver politicamente com Brizola), se deva mais à segunda palavra que à primeira: é que nos dói ver as três letras que fazem parte da vida inteira sendo levadas a ter o sentido contrário ao de sua história. Se Ciro não estivesse tão furiosamente equivocado, atacando Lula como se fosse um inimigo – e o principal – Siqueira Castro jamais levaria aos jornais uma declaração deste tipo, embora fosse legítimo fazê-lo. Sua decisão de falar correspondeu a uma necessidade, até, de preservar o sentido do brizolismo, que não é, absolutamente, o de passar à história como omisso diante dos perigos para nosso país, nosso povo, nossa democracia e nossa soberania, todos aviltados. Como companheiro e colaborador de Leonel Brizola, mesmo já há nove anos afastado do PDT e, portanto, sem intrometer-se em suas disputas internas, orgulha saber que há por lá muitos companheiros lúcidos e honrados, que não se emprestam a por o Brasil em risco. Foi o que aprendemos com Brizola, que nunca o fez, mesmo com os ardidos e machucados da troca de chumbo político. • Fernando Brito é jornalista e editor do blog Tijolaço. Foi amigo e assessor de Brizola por mais de 20 anos.

Datafolha: Lula mantém liderança com 45% e Bolsonaro vai a 34%

Nova pesquisa presidencial do Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (9), aponta que o ex-presidente Lula (PT) segue na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto e mantém estabilidade em suas intenções de voto. Segundo o levantamento, o petista tem 45%, mesmo índice registrado na última pesquisa do instituto, de 1º de setembro. Jair Bolsonaro (PL), por sua vez, ganhou 2 pontos percentuais: tinha 32% e, agora, aparece com 34%. Já Ciro Gomes (PDT) perdeu 2 pontos e registra 7% das intenções de voto. Simone Tebet (MDB) manteve os 5% que já tinha e Soraya Thronicke (União Brasil) tem 1%. Os demais candidatos não pontuaram. Confira os números. . Lula (PT): 45% . Jair Bolsonaro (PL): 34% . Ciro Gomes (PDT): 7% . Simone Tebet (MDB): 5% . Soraya Thronicke (União Brasil): 1% . Em branco/nulo/nenhum: 4% . Não sabe: 3% Considerando os votos válidos, isto é, sem os brancos e nulos, Lula atinge 48%, enquanto Bolsonaro marca 36%. Para um candidato liquidar o pleito já no primeiro turno, basta alcançar 50% dos votos válidos A pesquisa contou com 2.676 entrevistas feitas 191 municípios do país entre os dias 8 e 9 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Aliados de Lula ironizam e criticam Moro após operação na casa do ex-juiz

• A justiça do Paraná tomou a decisão pela busca na casa do ex-juiz acatando o argumento de que materiais de campanha de Moro violam a legislação eleitoral Aliados do ex-presidente Lula (PT) ironizaram o mandado de busca e apreensão realizado na residência do ex-juiz e candidato a senador Sergio Moro (União Brasil-PR) neste sábado (3/9). Quando foi responsável pela Lava Jato, Moro determinou diversas operações policiais contra Lula e seus correligionários. Agora, petistas e simpatizantes aproveitaram a decisão da Justiça Eleitoral do Paraná para fazer troça do ex-magistrado. O ex-chefe do Executivo, porém, não deve comentar o ocorrido, segundo a assessoria. “A terra plana gira e capota: Justiça determina operação judicial na casa de Sergio Moro por campanha eleitoral irregular”, escreveu nas redes sociais o líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e candidato a deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP). A TERRA PLANA GIRA E CAPOTA: Justiça determina operação judicial na casa de Sérgio Moro por campanha eleitoral irregular. — Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) September 3, 2022 A deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), também aproveitou a ocasião para criticar o ex-juiz. “Que moral essa gente tem? Nunca conseguem cumprir a lei!!!”, publicou. Justiça no Paraná faz busca e apreensão de materiais irregulares de campanha de Sérgio Moro e Paulo Martins por violação da lei eleitoral e propaganda irregular nas redes sociais. Que moral essa gente tem? Nunca conseguem cumprir a lei!!! — Gleisi Hoffmann (@gleisi) September 3, 2022 A juíza auxiliar do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná) Melissa de Azevedo Olivas tomou a decisão pela busca na casa de Moro acatando o argumento de advogados do PT de que diversos materiais impressos e das redes sociais da campanha de Moro violam a legislação eleitoral. Isso porque, segundo o advogado Luiz Eduardo Peccinin, que representa a federação petista que dá base à candidatura de Lula, em todo o material de campanha de Moro o nome de seus suplentes estão em tamanho inferior ao exigido pela lei. O deputado federal André Janones (Avante-MG), que recuou da candidatura à Presidência da República para apoiar Lula e tentar mais um mandato no Legislativo, respondeu a publicação em que Moro classifica o mandado como “abusivo”. “E eu que achei que tinha aprendido com o senhor que se a decisão emana de um juíz, ela é sempre legal! Que coisa”, publicou. Hoje, o PT mostrou a “democracia” que pretende instaurar no país, promovendo uma diligência abusiva em minha residência e sensacionalismo na divulgação da matéria. O crime? Imprimir santinhos com letras dos nomes dos suplentes supostamente menores do que o devido. ➡️ — Sergio Moro (@SF_Moro) September 3, 2022 Tweets by AndreJanonesAdv O ex-governador e ex-senador do PT Jorge Viana (PT-AC), que concorre ao governo do estado novamente, também comentou a operação contra Moro nas redes sociais. “Deu ruim, falso juiz Sergio Moro? Nada como um dia atrás do outro, né não?”, escreveu. Deu ruim, falso juiz Sérgio Moro?Nada como um dia atrás do outro, né não?Moro: Justiça Eleitoral ordena busca e apreensão na casa de ex-juiz⁦@LulaOficial⁩ ⁦@ptbrasil⁩ https://t.co/768DFQ9Hsf — Jorge Viana (@jorgeviana) September 3, 2022 A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) foi outra que aproveitou a oportunidade para ironizar Moro. “Oi Moro, juiz ladrão, tudo bem por aí em Curitiba?”, escreveu. Oi @SF_Moro, juiz ladrão, tudo bem por aí em Curitiba? ???? pic.twitter.com/o2TWeSk3zz — Sâmia Bomfim (@samiabomfim) September 3, 2022 O senador Humberto Costa (PT-PB), por sua vez, fez um trocadilho e disse que o ex-juiz “desmoronou”. “Urgente! Justiça Eleitoral cumpriu mandado de busca e apreensão na casa de Sergio Moro”, informou no Twitter. https://twitter.com/senadorhumberto/status/1566123600284979200?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1566123600284979200%7Ctwgr%5E068628f572b57a38b51405326c32210c424e48de%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fd-2883848122967123642.ampproject.net%2F2208172101000%2Fframe.html