Vapor Benjamin Guimarães será restaurado pelo Governo de Minas

O Estado anunciou na última terça-feira (18) que assumiu integralmente a restauração do vapor Benjamim Guimarães, embarcação histórica localizada no município de Pirapora. A decisão foi tomada em função da falta de repasses de recursos financeiros em convênio firmado entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan e o Iepha, até então encarregado pela contratação e execução da obra. Em breve serão divulgados orçamentos e novo cronograma para a continuação da obra. O projeto de restauração do vapor Benjamim Guimarães foi aprovado pelas duas instituições no ano de 2019 e a obra iniciada em 2020. O primeiro repasse financeiro realizado pelo Iphan ocorreu no início de 2021 e foi utilizado no pagamento dos gastos iniciais dos serviços contratados pelo Iepha. Contudo, no princípio de 2021, os repasses cessaram para ajustes técnicos e administrativos entre as instituições. Com isso, foi necessário suspender a obra temporariamente. Tanto o Iepha-MG quanto o Iphan vêm empreendendo esforços para a continuidade do convênio e finalização das obras. Neste momento, toda a atenção se dirige às ações emergenciais em decorrência das chuvas que atingiram a região e provocaram elevação do rio São Francisco para além do esperado. Além das tratativas realizadas entre Iepha-MG e Cemig para controle das vazões, o Governo de Minas, por meio do Corpo de Bombeiros de MG, e em parceria com a Marinha do Brasil e a Prefeitura de Pirapora, atua em plano de emergência para proteção do vapor, em virtude das cheias do São Francisco. Entre as ações executadas pela Prefeitura de Pirapora, realizadas com orientação e acompanhamento do Iepha-MG, estão a instalação de escoras para evitar deslocamentos laterais da embarcação, intervenções no casco para permitir a passagem da água e evitar flutuação irregular, e reforço do cercamento no perímetro da embarcação, com o objetivo de reduzir a velocidade da água. Mantidas as condições de vazão negociadas junto à Cemig, espera-se a preservação do bem cultural. A embarcação foi construída em 1913, pelo estaleiro norte-americano James Rees e Sons e navegou alguns anos no Rio Amazonas sendo transferido para o Rio São Francisco a partir de 1920. O Benjamim transportou turistas pelo rio, sendo o único em funcionamento. Com capacidade para transportar até 140 pessoas, entre tripulantes e passageiros, ao vapor é permitido navegar em rio, lago e correnteza que não tenham ondas ou ventos fortes. O tombamento estadual foi aprovado em 1985 com inscrição no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. Como características construtivas, o bem cultural é uma embarcação fluvial de popa quadrada, com máquina a vapor de 60 cavalos de potência alimentada por lenha, e com uma capacidade máxima de estocagem de 28 toneladas de combustível. O sistema de propulsão é o de roda de pás localizado na popa, capaz de atingir até 6,5 nós de velocidade máxima. O peso descarregado é de 243,42 toneladas, podendo ainda ser acrescido de mais de 66 toneladas, possui 43,85 metros de comprimento total e 7,96 metros de largura. O vapor Benjamim Guimarães é um dos últimos no mundo e tem sua história relacionada diretamente ao processo de implantação da navegação comercial no Rio São Francisco entre a segunda metade do século 19 e meados do século 20, participando como referência fundamental na paisagem do rio e na memória cultural coletiva local, regional e nacional. Por recomendação da Capitania dos Portos teve suas atividades interrompidas em 2015 e, desde então, aguarda recuperação da estrutura para retomar as atividades. (Agência Minas)
Pirapora constata que nível do rio São Francisco volta a subir

Com a cheia do rio São Francisco e com o aumento no volume de água liberada pela barragem de Três Marias a Prefeitura de Pirapora, através da Defesa Civil realizou uma inspeção e orientação aos residentes das margens do rio São Francisco. Infelizmente algumas residências que ficam as margens do rio no bairro Sagrada Família começaram a ter o seu ‘quintal’ inundados. Diante disso a Prefeitura de Pirapora, através da Defesa Civil realizou uma vistoria para fins de orientação e oferecimento de suporte para qualquer necessidade que possam ter, afim de evitar danos materiais e preservar vidas. Pois além do incômodo da água, também existe a presença de animais peçonhentos que buscam abrigo em local seco e seguro. O Prefeito de Pirapora, Alex Cesar falou sobre a importância desse trabalho que a Defesa Civil tem realizado. “Toda equipe tem se empenhado para preservar a segurança dos piraporenses, mesmo nesse cenário triste que é a água inundando alguns pontos da nossa cidade, precisamos manter a calma para colocar em prática toda a nossa organização”, comenta o Prefeito. (Ascom PMP)
Relatório da Emater mostra prejuízo de R$ 17,5 milhões na agricultura norte mineira

O relatório realizado pela Emater mostra que as chuvas causaram um prejuízo financeiro de R$ 17,5 milhões em 12 municípios do Norte de Minas, que estão na área de abrangência da Gerencia Regional de Montes Claros. As maiores perdas foram no Feijão 1ª safra, com queda de 60%. Milho Verão com queda de 35% e Horticultura com queda de 32 % e Produção de leite com 12,5 %. Os dados são de 1.595 produtores afetados. Se mantida a média, de R$ 1,353 milhão por município, isso implica que nos 86 municípios do Norte de Minas o prejuízo chega a R$ 116,410 milhões. A Emater ainda não concluiu o levantamento regional. Um levantamento preliminar feito pela Emater mostra que, em Minas, 127 mil produtores rurais sofreram algum tipo de dano por causa das chuvas das últimas semanas. O estudo aponta que a situação foi relatada em 416 municípios do estado (48,7% do total). Entre os municípios com estimativa de áreas afetadas, a produção de feijão primeira safra foi a mais prejudicada, com 42,2% da área a ser colhida. As regiões Norte, Cerrado, Nordeste, Leste e Central foram as mais atingidas. Já na produção de hortaliças, é estimado comprometimento de 37% da área, principalmente nas regiões Nordeste, Leste e Central de Minas Gerais. A produção de milho (safra verão) tem uma estimativa de 23,3% de área afetada, com destaque para as regiões Norte, Nordeste e Central. O levantamento da Emater foi realizado em Lagoa dos Patos, Jequitaí, Grão Mogol, Claro dos Poções, Capitão Enéas, Olhos d´Água, Bocaiuva, Montes Claros, Francisco Sá, Engenheiro Navarro, Juramento, Itacambira e Glaucilândia. Os prejuízos foram no Feijão 1ª Safra de R$ 4.550.000,00; Milho de R$ 1.235.500,00; Leite R$ R$ 6.390.700,00 e Horticultura R$ 4.222.000,00. No relatório, a situação do abastecimento de alimentos e água para consumo humano e dessedentação animal, onde em Jequitaí tem oito localidades com problemas de acesso prejudicando em torno de 165 agricultores; em Grão Mogol são 4.123 famílias que estão recebendo água potável por meio de caminhão pipa devido à água que eles utilizam em suas comunidades apresentarem grande número de impurezas. Em Montes Claros os problemas de logística ainda não afetaram o transporte dos produtos hortifrutigranjeiros para os mercados. Quanto ao abastecimento de água, não há comprometimento, assim como a dessedentação de animais. No município de Lagoa dos Patos são 22 quilometros de estrada intransitável no trecho para Pirapora. Capitão Enéas está com 200 km de estradas em péssimas condições. Olhos-d’ Água está: sem problemas de escoamento da produção. Bocaiuva o caminhão de leite só passa puxado por tratores. Cerca de 24.000 litros deixaram de ser entregues pelos produtores da Tiririca, nos últimos 30 dias. O Leite armazenado nas propriedades por vários dias. Francisco Sá a cooperativa tem enfrentado muitas dificuldades para cumprir a rota para captação do leite, algo em torno de 10 a15% do volume de leite dos produtores está sendo deixado de recolher em tempo hábil, e os produtores enfrentando um prejuízo maior chegando a 25%. O caminhão de coleta não consegue passar nos rios e córregos cheios, obrigando o produtor jogar o leite fora e soltar as vacas. Dificuldade semelhante, enfrenta os produtores de verduras. No município de Engenheiro Navarro alguns produtores estão sem condições de ter o leite coletado, devido às estradas atolando ou ponte quebrada. Em Juramento as estradas rurais precárias, comprometendo transporte de leite por parte dos produtores até o ponto de coleta pelo laticínio na sede do município. Em Glaucilândia as estradas da zona rural em estado crítico, onde alguns trechos com dificuldade de acesso. A precipitação pluviométrica no ano agrícola 2021/2022 no município de Montes Claros de Julho a Dezembro/2021 foi de 735,7 milímetros e nos primeiros nove dias desse ano foram 147,8 mm dando um total de 883,50 mm. Fonte: Gazeta
Abertura gradual de comportas em Três Marias começa nesta sexta-feira

– É esperada a redução na vazão dos afluentes do São Francisco a partir da quinta-feira (13); reservatório recebeu seu maior volume de água desde 1983 – A abertura gradual das comportas da Usina Hidrelétrica (UHE) Três Marias, na região Central de Minas Gerais, que estava prevista para começar nesta quarta-feira (12) e precisou ser adiada devido ao grande volume de chuva que atingiu o Estado nos últimos dias, deverá acontecer a partir desta sexta-feira (14). Segundo a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), as chuvas que causaram estragos em diversos municípios foram ocasionadas pela formação de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), fenômeno que, segundo a empresa, já se encontra em processo de enfraquecimento. Com isso, a expectativa é que as vazões dos afluentes do São Francisco comecem a reduzir já a partir desta quinta-feira (13). “Desta forma, considerando a tendência de redução das vazões no rio São Francisco no trecho entre a foz do rio Abaeté e a cidade de Pirapora, será possível iniciar a abertura de comportas na UHE Três Marias a partir de sexta-feira, sem o agravamento da condição de cheia já vivenciada neste trecho”, afirma a Cemig. A abertura das comportas acontecerá de forma escalonada, conforme alinhamento da Companhia junto ao ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Atualmente, a vazão do reservatório está em 850 m³/s e o aumento gradual irá até o dia 17 de janeiro. Entretanto, a empresa não descarta novas aberturas de corportas depois disso. Confira o calendário das aberturas: 14/01/2022, sexta-feira: abertura das comportas com 500 m³/s às 8h00, totalizando 1.350 m³/s de defluência; 15/01/2022, sábado: ampliação do vertimento para 850 m³/s às 8h00, totalizando 1.700 m³/s de defluência; 16/01/2022, domingo: ampliação do vertimento para 1.400 m³/s às 8h00, totalizando 2.250 m³/s de defluência; 17/01/2022, segunda-feira: ampliação do vertimento para 2.000 m³/s às 8h00, totalizando 2.850 m³/s de defluência. Usina recebeu maior volume desde 1983 Ainda conforme a Cemig, a UHE Três Marias recebeu nesta quarta-feira a sua maior vazão afluente média diárias de seu histórico de operação, com 8.500 m³/s. Este é o maior volume recebido pelo reservatório desde 12 de fevereiro de 1983, quando a vazão média diária atingiu 7.245 m³/s. “Para este mês está previsto que o reservatório receba o maior volume já registrado no histórico para o mês de janeiro”, completou a empresa. Por conta dos grandes volumes de água dos afluentes do São Francisco na área após a usina, até então a liberação de água através da geração de energia permanece em 850 m³/s, mas o reservatório segue ganhando nível de forma rápida, exigindo a abertura das comportas o quanto antes.
Chuvas ajudam a recompor nível de barragens da região do Norte de Minas Gerais

Represas usadas para abastecimento de água e de energia elétrica no Norte de Minas têm capacidade ampliada, aliviando longo período de seca Barragem de Juramento – responsável por 40% do abastecimento de Montes Claros, ganhou em volume de água nas últimas semanas: reservatório estava, na última quarta-feira, com 54,86% da capacidade contra 33,47% no mesmo período do ano passado Barragem de Juramento – responsável por 40% do abastecimento de Montes Claros, ganhou em volume de água nas últimas semanas: reservatório estava, na última quarta-feira, com 54,86% da capacidade contra 33,47% no mesmo período do ano passado As fortes chuvas que têm caído no Norte de Minas nas últimas semanas causaram inundações e prejuízos para moradores e municípios, como Salinas e Rio Pardo. Mas também trouxeram alívio para a região por meio do aumento do nível de reservatórios de água, tanto para abastecimento hídrico quanto elétrico. Responsável pelas barragens de Juramento e Viamão, a Copasa informou que o volume de água nessas represas melhorou consideravelmente nas últimas semanas. Viamão, por exemplo, que abastece Mato Verde e Catuni, está com 100% da capacidade de armazenamento. Já a Barragem de Juramento não chegou a um nível tão confortável, mas também apresentou elevação. “No dia 5 de janeiro, a barragem de Juramento, responsável por 40% do abastecimento de Montes Claros, encontrava-se com 54,86% da capacidade de armazenamento. No mesmo período do ano passado, o nível da represa estava em 33,47%”, informa a Copasa. A lentidão para que Juramento recomponha o nível de água levanta questionamentos e até especulações sobre as causas. Nas redes sociais, há quem diga que “a barragem deve ter um sumidouro”. Outros atribuem a situação à monocultura do eucalipto: “irrigações clandestinas nas redondezas, represas para reter água nas imediações e as lavouras de eucaliptos que são irrigadas quando não está chovendo”. Tem morador que sugere até mesmo que T. F chega a sugerir que “o Ministério Público deveria investigar o sumiço das águas”. A Copasa informou que o sistema de abastecimento de água de Montes Claros é operado por meio de quatro fontes de produção: a barragem de Juramento, com captação no rio Juramento; no sistema Morrinhos; no rio Pacuí, em Coração de Jesus; e por meio de captação em poços artesianos. ENERGIA E CONTENÇÃO DE CHEIAS O acúmulo de água de chuva nas barragens que alimentam sistemas hidrelétricos também sinaliza o baixo risco de desabastecimento. E quem sabe até mesmo redução no preço da conta de luz. No Norte de Minas, a Cemig opera com dois reservatórios: a Usina Irapé, entre os municípios de Berilo e Grão Mogol (rio Jequitinhonha) e a Pequena Central Hidrelétrica Machado Mineiro, entre Águas Vermelhas e Ninheiras (rio Pardo). De acordo com a companhia, além de gerar energia, essas represas ajudam a manter o nível dos rios, evitando inundações nos períodos de chuva. Na bacia do rio Jequitinhonha, por exemplo, o reservatório de Irapé tem sido uma grande proteção para as comunidades ribeirinhas. Segundo a Cemig, foi possível atenuar bastante o nível do rio a partir da liberação mínima de vazão pela usina, uma vez que havia um grande volume vazio do reservatório resultado de um período seco crítico. No último dia 5, as vazões que o rio Jequitinhonha entrega ao reservatório ocorreram em um patamar de 640 m³/s. “Considerando que estamos com apenas 61,8% do volume útil, é possível que a usina libere apenas 50 m³/s, guardando esse excedente para o próximo período seco”, afirma a empresa em nota. O reservatório funciona como uma poupança, aproveitando o excesso do período chuvoso para auxiliar a regularização de vazões ao longo do período seco. Esse efeito, de acordo com a Cemig, foi fundamental para “segurar” as chuvas dos dias 29 e 30 de dezembro, quando as águas que chegam ao reservatório atingiram patamares de 1.400 m³/s. Para a bacia do rio Pardo, as vazões seguem em queda na região, segundo a empresa. A PCH Machado Mineiro tem acompanhado essa redução para também diminuir o vertimento nas comportas. A barragem está com o reservatório cheio e a operação da usina foi dada de maneira que as vazões que o rio produz naturalmente são repassadas sempre em patamares iguais ou menores que o que chega ao reservatório. Fonte: O Norte
Cheia no Velho Chico faz balsa aumentar o percurso entre Matias Cardoso e Manga

Com as fortes chuvas que vem ocorrendo em Minas Gerais, o Rio São Francisco não para de subir. Ontem (08) às 15:00hs, ele estava com 7,68 metros, às 09:00hs deste Domingo (9) o Velho Chico estava com 7,83 metros, subindo 15 centímetros em 18 horas. Por causa da correnteza e do volume de água, a balsa foi obrigada a mudar o local de embarque e desembarque, do lado de Matias Cardoso. “A balsa que sai do porto de Manga e vai para o porto de Matias Cardoso, agora faz um trajeto mais longo. O embarque e desembarque dos veículos acontecem na fazenda Jatobá, alguns quilômetros acima do porto tradicional”, informou o advogado Anfrísio Macedo. Segundo ele, mesmo com o aumento do percurso da balsa, os valares cobrados pela travessia continua o mesmo.
Gripe e Covid – Brasília de Minas decreta estado de calamidade pública

– Hospital Municipal Nossa Senhora Sant’Ana, em Brasília de Minas (foto: Prefeitura de Brasília de Minas/divulgação) – A Prefeitura de Brasília de Minas decretou estado de calamidade pública devido ao aumento de casos de síndrome gripal e da Covid-19. Segundo o último boletim, o município está com 19 casos ativos de Covid-19 e sete pessoas estão internadas. Decreto suspende a realização de eventos que gerem aglomeração. O decreto mantém a obrigatoriedade do uso de máscaras e suspende a realização de eventos que possam gerar aglomeração. “Ficam suspensos quaisquer eventos que caracterizam aglomeração de pessoas, tais como festas de grande porte e afins, em qualquer local, seja fechado ou aberto, público ou particular”, determinou o decreto 3894. O município alega, entre outros motivos, ter considerado o número crescente de pessoas com sintomas gripais que tem procurado as unidades básicas de saúde, que “caracteriza uma epidemia de gripe”. Para atender toda a demanda, a Prefeitura disponibilizou plantão médico no PSF Central, das 17h às 21h, de segunda a sexta-feira, exclusivamente para casos de sintomas gripais. A orientação é que os moradores procurem atendimento no PSF mais próximo de casa ou no PSF Central para desafogar o Hospital Municipal Senhora Santana. Brasília de Minas já registrou 1.596 casos da doença e 37 óbitos. Onze mortes estão em investigação. Brasília de Minas também atende os municípios de Campo Azul, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Japonvar, Lontra, Luislândia, Patis, São João da Ponte, Ubaí, Varzelândia, dentre outros municípios daquela micro região.
Rede Globo grava Cara e Coragem no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu

Com um patrimônio geológico e arqueológico incrível, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu será sede de gravação de novela “Cara e coragem” da Rede Globo. O Parque Nacional Cavernas do Peruaçu é uma unidade de conservação, com 56.400 hectares, criada para preservar o patrimônio geológico e arqueológico existente entre os municípios de Januária, Itacarambi e São João das Missões. O local, além de ter cavernas surreais, guarda um tesouro inestimável: pinturas rupestres que podem ter até 9 mil anos. O nível de conservação destes registros é surpreendente, assim como a grandiosidade das cavernas os abrigam. As trilhas que percorrem o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu passam por paisagens de tirar o fôlego e proporcionam experiências fantásticas, à medida que revelam o interior das cavernas e os registros pré-históricos. Vale muito a pena visitar o Parque Nacional do Peruaçu para explorar suas cavernas surreais. Se você ficou interessado, veja nossas dicas sobre tudo o que encontrará neste magnífico pedaço do território mineiro. Paolla Oliveira e Marcelo Serrado vão começar a gravar “Cara e coragem” em 7 de fevereiro em Minas. Eles farão cenas no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu e em Lapinha da Serra, na Serra do Cipó. São as sequências em que os dublês precisam encontrar uma pasta com uma fórmula importantíssima. Eles serão contratados para a missão pela poderosa dona de uma siderúrgica, Clarice (Taís Araujo). Apesar do aumento de casos de Covid, o cronograma não foi alterado por ora. Os vilões da trama ficarão a cargo de Ícaro Silva e Ricardo Pereira. Protagonizarão a história ainda Paulo Lessa (que entrou no lugar de Fabricio Boliveira para fazer par com Taís), Vitória Bohn e André Luiz Frambach (o substituto de Pedro Novaes).
Velho Chico transborda e renova as esperanças, principalmente dos ribeirinhos

O Rio São Francisco, que é um dos principais rios brasileiros, responsável pelo desenvolvimento de várias áreas das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil, não para de subir, devido as fortes chuvas registradas nos últimos dias na região, e traz esperança à população das 1.525 cidades banhadas pelo rio – o equivalente a 16 milhões de ribeirinhos. O Rio São Francisco é considerado um dos maiores e mais importantes rios do Brasil por causa da sua relevância econômica, cultural e social, especialmente para as regiões Nordeste e Sudeste. O rio perpassa seis estados do país e possui diversos afluentes, abastecendo diversas áreas que convivem com a seca extrema.
Professor Geelison, ex-prefeito de Brasília de Minas é indiciado por corrupção

Prejuízo seria superior a R$ 1,2 milhão; Geelison Ferreira da Silva alega inocência O professor da Unimontes e ex-prefeito de Brasília de Minas, Geelison Ferreira da Silva (MDB), e quatro secretários municipais foram indiciados por organização criminosa, desvios de recursos públicos e corrupção ativa e passiva. Segundo a Polícia Civil (PC), o prejuízo para os cofres públicos pode passar de R$ 1,2 milhão. As investigações apontaram que o esquema envolvia a contratação de veículos e máquinas pesadas, por uma cooperativa, com desvio de recursos por falsificação de notas fiscais. Alguns dos serviços contratados eram prestados em partes e outros sequer chegavam a ser feitos. Geelison foi candidato à reeleição em 2020. Ele também é acusado de, em menos de um ano de mandato, ter adquirido oito lotes à vista em valores que chegam a quase R$ 300 mil. O salário dele como prefeito somou-se pouco mais de R$ 120 mil. Procurado pela Itatiaia, Geelison Ferreira informou, por nota, estar surpreso com o indiciamento. Segundo ele, as denúncias já haviam sido investigadas na Câmara Municipal de Brasília de Minas e apuradas por uma auditoria especial realizada na prefeitura. Geelison alega que as duas concluíram pela ausência de elementos indicadores de fraude, prejuízo à municipalidade ou vantagem ilícita obtida por agente particular. *ECN, com informação da Itatiaia