Parque Estadual da Lapa Grande agora é Parque Paulinho Ribeiro

Um dois maiores parques urbano do mundo, o Parque Estadual da Lapa Grande, localizado em Montes Claros, a 12 km do centro, ganha o nome do seu maior incentivador, o ecologista Paulinho Ribeiro. A unidade de conservação possui cerca de 7,6 mil hectares, onde estão os principais mananciais de fornecimento de água para cerca de 30% da população do município. Está inserida na zona de transição entre os biomas Cerrado e Caatinga, apresentando ainda remanescentes de Mata Seca. O local abriga a Gruta da Lapa Grande, que possui 3 km de extensão (uma das maiores de Minas Gerais), além de outras 60 grutas que, juntamente com nascentes e trechos de mata ciliar, compõe o cenário perfeito para os amantes da natureza. O parque abriga também mais de mil pinturas rupestres catalogadas, contando um pouco sobre a história da humanidade e também sobre a origem de Montes Claros, já que também abriga sedes das fazendas que deram origem

Decreto restabelece venda de artesanato nas feiras livres de Montes Claros

Prefeito Humberto Souto acatou pedido do vereador Rodrigo Cadeirante Por Waldo Ferreira O prefeito Humberto Souto autorizou, via decreto nº 4320, a volta da comercialização de artesanato e produtos do gênero em todas as feiras livres do município, atendendo requerimento e ofício do vereador Rodrigo Cadeirante. Os trabalhadores que lidam com o artesanato estavam impedidos de manter a atividade desde o início da pandemia do Covid-19, pelo fato de o segmento ser considerando como não essencial, dependendo do produto comercializado. O vereador, que foi seguido pela colega Maria Helena Lopes na demanda levada ao prefeito, comemorou a decisão de Souto. Ele informou que se reuniu com trabalhadores do setor e constatou que eles vivem sérias dificuldades por conta da restrição, que compromete, inclusive, o sustento das suas famílias. Rodrigo Cadeirante argumentou que a proibição não fazia sentido, visto que os mesmos produtos já estão sendo comercializados em outras lojas do centro da cidade e no mercado municipal. O decreto ressalva que o funcionamento de feiras somente poderá ocorrer com absoluta segurança sanitária, “visando prevenir o contágio pelo agente novo coronavírus”. Jornalista

Suspense é uma das atrações na 20ª Mostra de Teatro de Montes Claros

Segue, até o dia 20 de novembro, a 20ª Mostra de Teatro de Montes Claros, no Centro Cultural Hermes de Paula. O evento, que não foi realizado no ano passado devido à pandemia de COVID-19, voltou revigorado em 2021, provando que nada pode parar as artes e a cultura, tão intimamente ligadas ao DNA de nossa cidade. A atração é promovida pela Aared (Associação de Artistas e Técnicos de Espetáculos de Diversão) e está sendo realizada com recursos da Lei Aldir Blanc, que é gerida pela Prefeitura de Montes Claros.Essa edição traz a participação de 10 grupos teatrais (nove de Montes Claros e um da cidade de Urucuia). A programação inclui espetáculos de comédia, infantis e de suspense. O horário dos espetáculos, que têm ingressos vendidos a R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia), é às 20 horas, com exceção da segunda-feira, 15, quando a peça infantil será encenada às 19 horas. Em virtude da pandemia, o público no local está limitado a 50 pessoas por espetáculo. Para assistir as atrações, é necessário apresentar a comprovação de haver recebido, pelo menos, a primeira dose da vacina contra a COVID-19. Confira a programação: Quinta-feira (11) – Imprevisto, um espetáculo imprevisível (20h) Sexta-feira (12) – Uma gaveta (20h) Sábado (13) – O caso do espelho (20h) Domingo (14) – A procura de um funcionário (20h) Segunda-feira (15) – O pequeno príncipe (19h) Terça-feira (16) – O julgamento (20h) Quarta-feira (17) – Os contadores de histórias (20h) Quinta-feira (18) – Deus é amor, mas também é humor (20h) Sexta-feira (19) – O mau filho a casa torna (20h) Sábado (20) – Rio abaixo (20h) Fonte: Prefeitura de Montes Claros

Jornalista Felipe Gabrich morre aos 73 anos em Montes Claros

Ele sofreu um infarto fulminante  na madrugada desta quinta-feira (11). Gabrich também era escritor, cronista e um exímio goleiro Por g1 e Inter TV O jornalista Felipe Antônio Guimarães Gabrich morreu aos 73 anos, em Montes Claros, nesta quinta-feira (11). De acordo com a família, ele sofreu um infarto fulminante em casa durante a madrugada e chegou a ser atendido por socorristas do Samu. Além de jornalista, Felipe Gabrich era escritor, cronista e também se destacou como goleiro no futebol amador e profissional. Ele deixa esposa e cinco filhos. Felipe Gabrich começou a carreira em 1963 no Jornal do Norte cobrindo a página de esportes. Em 1965, foi contratado pelo Jornal Diário como repórter policial, esportivo e também nas editorias de cidade e política, e chegou à edição. Como editor, trabalhou no Jornal do Norte e no Jornal de Notícias. Ele também fundou a sucursal Norte de Minas em 1992. Gabrich atuou ainda como assessor de imprensa e em 2003, foi contratado pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) como chefe da assessoria de comunicação, onde ficou até 2014 e se aposentou. A Unimontes divulgou uma nota de pesar e manifestou solidariedade aos familiares. “Ao longo da sua trajetória profissional, o jornalista Felipe Gabrich ofereceu grande colaboração ao desenvolvimento de Montes Claros e do Norte de Minas, exercendo importantes funções nas editorias de jornais e em diversos órgãos e instituições, entre as quais a Unimontes, Codevasf, Sistema Fiemg e Prefeitura de Montes Claros. Além de desportista, com talento e intelectualidade, ele contribuiu para a difusão do conhecimento e da cultura”, diz um trecho da nota. Crônica do Professor Wagner Rocha, publicada no Jornal de Notícias, em 20/08/2014

Caminhos da Cé – Pontos de ônibus estão sendo urbanizados em Montes Claros

A prefeitura de Montes Claros, em parceria com a VLI Logística e com o Instituto Laborearte, realizou uma urbanização especial em dos pontos de ônibus do Caminhos da Cé (calçadão da Avenida São Judas). O local foi decorado através de material reciclável e tem o intuito de humanizar o espaço. Caminhos da Cé Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Montes Claros do dia 29/06, os vereadores aprovaram um projeto de lei de autoria do presidente da Casa, vereador Cláudio Rodrigues, o Claudinmho da Prefeitura, dando nome de ‘Caminhos da Cé’ à pista de caminhada construída às margens da linha férrea, no bairro São Judas. A LEI 5.347, denominando a pista de caminhada Caminhos da Cé foi sancionada pelo Prefeito Humberto Souto no dia 01/06/2021. A denominação é uma homenagem póstuma à Celecina Rodrigues Madureira, Dona Cé, professora efetiva da Rede Municipal de Ensino e integrante do Programa Trilha da Leitura, realizado pela Prefeitura Municipal de Montes Claros. “É uma justa homenagem a essa militante ativa na Igreja católica e exemplo de luta nas pastorais sociais e comunidades eclesiais de base. Dona Cé esteve presente em todos os atos e marchas por lutas de direitos, deixando seu legado, sua força e sua história”, explica Cláudio Rodrigues, estendendo a homenagem ao ex-vereador Eduardo Madureira e à professora Jaqueline Madureira, filhos da Dona Cé. Celecina Rodrigues Madureira nasceu em 30/06/1952 e faleceu em 02/02/2020, e residiu no bairro Santo Inácio durante 35 anos. Foi casada com José Décio, com quem teve 5 filhos: Jacqueline, Heli Carlos, Eduardo, Júnior e Fernando; e 4 netos: Julia, Carlos Daniel, João e Maria Fernanda.

ECO-RECICLA – Prefeitura de Montes Claros estimula a coleta seletiva

O prefeito de Montes Claros, Humberto Souto, ao sancionar a Lei Complementar nº 84, de 26 de outubro de 2021, criou, no âmbito do Município, o Ecocrédito de Reciclagem, ou ECO-RECICLA. De forma resumida, o ECO-RECICLA consiste em um crédito ambiental que tem por objetivo incentivar os munícipes a praticarem a coleta seletiva de resíduos recicláveis, promovendo a preservação ambiental e contribuindo para inclusão social de catadores de materiais recicláveis nos programas voltados às ações ambientais. O ECO-RECICLA será exclusivo para pessoas físicas residentes em Montes Claros, sendo que o o recebimento do crédito se dará mediante a destinação adequada dos resíduos recicláveis, através de entrega voluntária nos ecopontos oficiais do Município. A pesagem do material será realizada no local e o cidadão receberá o crédito ambiental por quilo de resíduo reciclável depositado. De acordo com o texto da lei, o ECO-RECICLA será contabilizado mediante plataforma online, a ser disponibilizada no site oficial do Município, utilizando o sistema de acúmulo de pontos no CPF do contribuinte. O valor corresponde por ponto acumulado e a quantidade mínima para a transferência dos pontos serão definidos, posteriormente, através de Decreto. O ECO-RECICLA poderá ser utilizado, exclusivamente, no pagamento da Taxa de Limpeza de Resíduos Sólidos (TLRS), e o abatimento ocorrerá apenas no exercício subsequente das atividades. Ao final de cada exercício, a Secretaria de Serviços Urbanos consolidará o montante de créditos obtidos pelos contribuintes no decorrer do ano e o enviará à Secretaria de Finanças, para registro das compensações nos respectivos cadastros imobiliários. O material recebido nos Ecopontos será destinado, preferencialmente, às associações de catadores vinculadas aos programas municipais de reciclagem, e o detentor do ecocrédito poderá realizar uma única transferência do ECO-RECICLA acumulado para pessoas físicas que residam em Montes Claros. Via Prefeitura de Montes Claros

Serviço de má qualidade prestado à população é criticado por vereador

Rodrigo Cadeirante fez duras críticas a MocBus e às empresas de telefônica Por Waldo Ferrreira . A má prestação de dois serviços à população foiabordada de forma dura pelo vereador Rodrigo Cadeirante durante sessão ordinária da Câmara Municipal de Montes Claros, na terça-feira (9). Ele se referiu, por exemplo, ao serviço de transporte coletivo, que já era considerado ruim, mas piorou muito depois que a concessionária MocBus conseguiu liminar impedindo que o Município, por meio da Empresa Municipal de Planejamento, Gestão e Educação em Trânsito e Transportes de Montes Claros (MCTrans), aplique multas ou autue o prestador do serviço. Rodrigo Cadeirante questionou o fato de as empresas alegarem prejuízo, ressaltando ser de difícil compreensão exploradores de uma atividade empresarial ficarem tanto tempo sem auferir lucro e se manterem na ativa. “Por acaso, a dona dessas empresas é Madre Tereza de Calcutá?”, ironizou. Para ele, os responsáveis pelas empresas são bandidos, pois cometem crime ao não cumprirem os termos do contrato de concessão e imporem um serviço de má qualidade à população. O vereador orientou os usuários a procurarem a Justiça caso se sintam lesados em seus direitos, revelando que ele próprio, em outra época, já acionou concessionárias por falta de acessibilidade, ganhando a causa. Rodrigo também criticou a decisão judicial que concedeu a possibilidade de a MocBus operar à revelia na cidade. “Esse juiz sabe o que é ficar em um ponto de ônibus ou ser transportado em péssimas condições nos veículos, correndo o risco até de se ferir gravemente, como já ocorreu com passageiros do transporte coletivo?”, protestou. Incomunicável – Outro serviço avaliado negativamente pela população é o de telefonia. As empresas Vivo, Oi e Tim foram lembradas por Rodrigo Cadeirante pela ineficiência apresentadano sinal depois das últimas chuvas,particularmente o temporal do dia 22 de outubro, com granizo, que provocaram a queda de uma torre de telefonia, localizada no bairro Acácias. Segundo Rodrigo, o fato contribuiu para comprometer ainda mais a prestação do serviço, que continua indisponível em várias partes da cidade, como no Residencial Portal dos Ipês. “É um absurdo que os usuários, que tanto contribuíram para o enriquecimento dessas empresas, sendo explorados, fiquem sem o serviço”, cobrou. . Jornalista

Golpistas são presos por falsa venda de Carteira Nacional de Habilitação em Montes Claros

Operação da Polícia Civil desarticula ação “Se colar, colou”; instrutores de autoescolas em MOC ofereciam facilidade para aprovação em exame Três homens foram presos em Montes Claros nesta quinta-feira suspeitos de aplicar golpes em candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Dois deles eram instrutores de autoescolas da cidade – um foi detido na área de exame e, o outro, na empresa onde trabalha. As prisões são resultado da operação Exame Legal, realizada pela Polícia Civil de Minas Gerais em Montes Claros. Segundo a corporação, os homens ofereciam aos candidatos a garantia de que seriam aprovados pela banca examinadora na prova de rua mediante pagamento de R$ 1.500 a R$ 2.500. Eles alegavam que o dinheiro seria repassado aos examinadores para que aprovassem o candidato. O pagamento era feito apenas após a confirmação do resultado. No entanto, os golpistas abordavam pessoas com chances reais de aprovação, ou seja, a propina nunca chegava aos examinadores. Os candidatos eram realmente aprovados, mas acreditavam que conseguiram a CNH por causa do pagamento do valor, que ficava com os dois instrutores – de 44 e 49 anos – e o responsável pela captação das vítimas – de 29 anos. O golpe é chamado de “Se colar, colou”. “Foi constatado que, apesar do pagamento, não havia, na prática, nenhuma facilitação. A pessoa passava pelos próprios méritos, mas acreditava, pela atuação do golpista, que houve algum tipo de facilitação”, diz o delegado geral da PC e presidente da Banca Examinadora, Jurandir Rodrigues César Filho. INVESTIGAÇÃO A investigação começou há seis meses, após denúncias anônimas feitas à Secretaria da Banca Examinadora em Montes Claros. De acordo com o delegado Erivelton Ruas Santana, nenhuma autoescola, ou seus proprietários, estão envolvidos no golpe. A polícia não descarta o envolvimento de mais pessoas no esquema em Montes Claros e até em outras cidades da região e, por isso, as investigações irão continuar. “A atuação desses três, era aqui na cidade e em autoescolas diferentes. Não verificamos envolvimentos das autoescolas nem dos proprietários, somente dos instrutores”, afirma. Segundo Erivelton Ruas, foi comprovado que nenhum examinador vinculado ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e à Polícia Civil teve participação na ação criminosa. “Tudo foi bem orquestrado em uma situação de pandemia, em que as pessoas precisam da habilitação para buscar emprego em um momento tão difícil para todos”, frisa o delegado. A Polícia Civil não sabe informar o número de vítimas e acredita que, após a divulgação do caso, muitas pessoas deverão procurar a polícia para fazer denúncia. Jurandir Rodrigues que é preciso que as vítimas procurem a Polícia Civil ou façam um boletim de ocorrência. Ele ressalta que o candidato que pagou o valor pedido pelos golpistas não será considerado cúmplice. Já os autores serão enquadrados por organização criminosa e pela prática do crime de estelionato. Via O Norte

Hoje é aniversário da morte de João Avelino, que fez e aconteceu. E marcou época!

Parece que foi ontem, mas há exatamente nove anos que Montes Claros perdia um dos seus mais ilustres cidadão, o advogado João Avelino Neto. Na época, o amigo Haroldo Tourinho Filho, publicou o seguinte texto: “Não andou neste mundo só para ver andar os outros…” José Saramago João Avelino, fez e aconteceu – marcou época! Viveu a infância no Quilombo, propriedade rural de seus pais, na localidade de Mato Seco, a 12 km de Montes Claros. Ainda menino auxiliava nos trabalhos da roça e, já taludo, botando buço, guiava a carroça com parte da produção para o mercado local – 24 km, ida e volta, em estrada de terra. Alfabetizou-se em escola existente nas proximidades de Mato Seco, transferindo-se para a sede do município aos 12/13 anos, onde passa a estudar no Colégio São José – maristas. Conclui o Clássico na Escola Normal e alguns anos depois presta vestibular para o curso de direito da então Fundação Universidade Norte de Minas, hoje Unimontes, onde cola grau. Presidente da Associação Cassimiro de Abreu, cujo time de futebol o encantava, começara também a advogar para as empresas de transporte Montesclarense e Belo Vale. Homem público na acepção do termo, admirado pelos que o conheceram e privaram de seu profícuo convívio e, infelizmente, mal compreendido por alguns segmentos da elite citadina – notadamente a empresarial e rural –, não tardou a entrar na política. Seu primeiro partido foi o MDB – Movimento Democrático Brasileiro –, incansável na luta contra a ditadura militar que se instalara no país. Nessa época, diretor local da Secretaria de Estado do Trabalho – SETAS, realizou gestão das mais notáveis, formando uma equipe de colaboradores que o acompanhou anos afora. Seu passo seguinte foi ocupar a Secretaria Municipal de Administração, no governo do prefeito Mário Ribeiro, daí passando à dedicação quase exclusiva à causas trabalhistas, sua especialidade no campo do Direito. João Avelino, como advogado, jamais defendia patrões, mas, sempre, a parte mais fraca da relação capital-trabalho – o trabalhador. Em 1986, candidato a deputado estadual obteve, pela legenda oposicionista, a expressiva votação de cerca de 17000 votos. Com a extinção dos dois partidos que dominaram o cenário político após a reforma política de 1966 (AI-2), o MDB transformou-se no PMDB, um saco de gatos, no dizer de João. Daí a seu ingresso num novo partido que surgira e que vinha de encontro às suas aspirações, o Partido Trabalhista, foi um pulo. Eis o João Avelino petista, militante incansável, idealista. Presidiu o PT local por dois anos, sendo reeleito por aclamação. Secretário Municipal de Segurança Pública no governo Athos Avelino, deixa a Secretaria, extinta, e passa a dirigir a ESURB, Empresa Municipal de Serviços Urbanos, onde destacou-se pela sua competência em contornar adversidades. Finda a gestão Athos, retorna João Avelino à sua banca de advocacia, onde permaneceu até o seu último dia de vida. Articulista de mão cheia, seus artigos e análises políticas foram lidos, relidos e por muitos guardados, verdadeiras aulas de história municipal, estadual, nacional e mundial. João abrangia tudo. João Avelino Neto foi um homem simples. Ajudava a todos que o procuravam, seja com uma feira ou ponderados conselhos e teve poucas – ou muitas? – paixões: a família, a roça, a política, amigos, nesta ordem. Essa grande figura da municipalidade – verdadeiro monumento moral – deixa uma legião de amigos e admiradores.

Vereador de Montes Claros quer acabar com as mordomias da Câmara Municipal

Rodrigo Cadeirante apresenta emenda que equipara recesso dos vereadores com férias na iniciativa privada * Por Waldo Ferreira O vereador Rodrigo Cadeirante (REDE) apresentou na reunião ordinária da Câmara Municipal de quinta-feira (4) um projeto de emenda à Lei Orgânica do Município que reduz de 50 para 30 dias o período do recesso parlamentar a que os vereadores de Montes Claros têm direito. “O trabalhador comum, da indústria, do comércio e de outros segmentos têm direito a 30 dias de férias para seu descanso, depois de um ano de trabalho; enquanto que os vereadores têm 50 dias de recesso. Meu projeto tem o objetivo de corrigir essa distorção, que considero injusta”, justificou Rodrigo. O próprio vereador abriu mão dos recessos, desde o primeiro mandato, segundo ele por sentir a necessidade de equiparar o descanso dos parlamentares ao do trabalhador comum. “Afinal, é a população que paga nossos salários”, reforça. Nove vereadores assinaram a emenda, que necessitava de um terço para dar entrada. Como a Câmara tem um total de 23 parlamentares bastariam 8 assinaturas para ela tramitar. Agora, a matéria vai passar pela Comissão de Legislação e Justiça. Depois, será levada a plenário para votação. Para ser aprovada a iniciativa precisa de dois terços dos votos, ou seja, 16 vereadores. * Jornalista