Makamba Brincante – Palco Sesc traz a arte das brincadeiras para toda família

O Palco Sesc do mês de maio promove a valorização da cultura por meio da arte das brincadeiras e contação de histórias. O Sesc apresenta o grupo Makamba Brincante, composto por artistas da cidade de Belo Horizonte, que vieram especialmente à Montes Claros para este dia especial. A apresentação acontecerá dia 13 de maio (sábado), às 10h, no Sesc Montes Claros. O evento faz parte da programação do Palco Sesc que promove a difusão da cultura, em suas diversas formas, pelo estado de Minas Gerais. O Espetáculo: “Menineça Sabi: O Sabor da Infância”, através da palhaçaria, cantoria, brincadeiras e contação de histórias, convida as crianças de todas as idades a sair um pouquinho das telas e se divertirem junto de suas famílias no Sesc. A apresentação é gratuita e aberta à todas as idades. Os ingressos são limitados e sua retirada deve ser feita na Central de Relacionamento do Sesc, na avenida Deputado Esteves Rodrigues 1.124, Centro, das 8h às 20h. Sobre o Grupo Makamba Brincante O Makamba Brincante, grupo formado pelas atrizes Rita Aragão e Roniza Santiago, nasceu há 10 anos para as crianças do Vila Acaba Mundo, em Belo Horizonte, e está em circulação por vários espaços com uma programação que convida o público infantil a viver a infância através de brincadeiras tradicionais, povoando seu imaginário com histórias alegres que incentivam a convivência em grupo e a amizade.
Michelle Bolsonaro defende fim de cota para mulheres para cargos no Legislativo

Após atacar a política que prevê igualdade de gêneros nas Casas, ex-primeira-dama afirma que sua sigla cuida das mulheres A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro defendeu, em um evento do PL Mulher, realizado neste sábado 6, o fim da obrigatoriedade da destinação de 30% das vagas nos partidos para mulheres. Ainda não cumpridas em sua totalidade, as cotas para mulheres foram instituídas na tentativa de equilibrar a participação política feminina. “Queremos erradicar a cota dos 30%, queremos a mulher na política pelo seu potencial”, disse Michelle. Após a fala, ela foi ovacionada pelos presentes na Assembleia Legislativa de São Paulo. Após atacar a política afirmativa para igualdade de gênero, Michelle disse lutar para que “mais mulheres venham pra vida partidária”. Ela ainda afirmou que o “PL é um partido que cuida das mulheres”. A ex-primeira-dama também disse que “a mulher não vai entrar na política pelo poder, a mulher entra na política por uma causa”. No evento, a sigla empossou a deputada Rosana Valle no diretório paulista do PL Mulher. Michelle é a representante nacional da aba. Carta Capital
Marina Silva é alvo de deboche de grupo de médicos negacionistas do Acre

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, internada no sábado 6 no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor), em São Paulo, após testar positivo para Covid-19, foi alvo de deboche de um grupo de médicos do Acre. As mensagens vazaram De um grupo de Whatsapp chamado Médicos Unidos. Pelo menos três profissionais estão envolvidos no caso. Na troca de mensagens, um médico chega a questionar: “Ué, não era vacinada?”, ao que outro profissional responde: “Coisas da vida, é da vacinação!”. Um terceiro autor ainda escreve “Tomara que os vírus da covid estejam bem”. As informações foram divulgadas pelo portal de notícias local ContilNet. No domingo 7, um boletim médico divulgado pelo Incor atestava que a ministra seguia com quadro clínico estável e com boa evolução. “A paciente permanece em acompanhamento pelo cardiologista Prof. Dr. Sérgio Timerman, pela infectologista Profa. Dra. Tania Mara Varejão Strabelli, e pelo Diretor de Divisão de Pneumologia do Incor, Prof. Dr. Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho”, prosseguia o documento. Boletim médico divulgado neste domingo (7/5) informa que a ministra Marina Silva segue sob cuidados médicos no InCor (HCFM-USP), após infecção por covid-19 sem complicações. "Sua condição clínica mantém-se estável, com boa evolução." pic.twitter.com/0eZSe8A37n — Marina Silva (@MarinaSilva) May 7, 2023 Após o vazamento do caso, o Sindicato dos Médicos do Estado do Acre (Sindmed-AC) divulgou uma nota afirmando que o grupo “Médicos Unidos” não é administrado pela entidade. A diretoria do sindicato ainda prestou solidariedade à ministra Marina da Silva
Após punição, Wallace diz que está arrependido de post sobre tiro em Lula

Depois que o Conselho de Ética do Comitê Olímpico Brasileiro (Cecob) ampliou a suspensão do extremista, armamentista e apoiador de Bolsonaro, o jogador de vôlei do Cruzeiro, Wallace, se diz arrependido. O jogador Wallace afirmou que está arrependido do post sobre tiro no presidente Lula após ser suspenso do vôlei por cinco anos pelo Cecob (Conselho de ética do Comitê Olímpico do Brasil). “Obviamente eu me arrependo. Ter noção o que é passar todo esse tempo fora das quadras, mas me arrependo por ter repostado, eu poderia ter evitado”, disse o bolsonarista em entrevista ao Esporte Espetacular. O Conselho de Ética do Comitê Olímpico Brasileiro (Cecob) ampliou de 90 dias para 5 anos a suspensão do jogador de vôlei Wallace, do Sada Cruzeiro, além de suspender a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) por seis meses do Sistema COB e determinar que o Comitê cancele qualquer repasse financeiro e auxílio material à entidade. Na decisão, assinada nesta terça-feira (2) pelo conselheiro relator Ney Bello Filho e aprovada por unanimidade, o Cecob também suspendeu por 1 ano o presidente da CBV, Radamés Lattari Filho. Segundo o Cecob, Wallace, o Sada Cruzeiro e a CBV descumpriram decisão anterior ao permitir que o atleta atuasse neste domingo (30), na final da Superliga.
Zeca Baleiro expulsa bolsonarista que questionava a Lei Rouanet

Venha aqui falar sobre a Lei Rouanet. Sabe porra nenhuma, bicho”, desafiou Zeca Baleiro após ser interrompido durante show em Alagoas. O cantor Zeca Baleiro teve de parar um show que fazia neste fim de semana na Festa Literária de Penedo (FliPenedo), em Alagoas, para, enfurecido, dar uma bronca em um bolsonarista que questionou a Lei Rouanet. Criada em 1991, a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, prevê que produtores culturais busquem investimento privado para financiar projetos. Em troca, as empresas podem abater parcela do valor investido no Imposto de Renda. Zeca Baleiro foi interrompido enquanto falava sobre seu apoio ao presidente Lula nas últimas eleições. “E a Lei Rouanet?”, questionou um bolsonarista na plateia. “Tu sabe o que é Lei Rouanet? Fala aqui (sic.)”, retrucou o artista, que, com ânimos exaltados, desceu do palco em direção ao bolsonarista. O bolsonarista foi convidado a se retirar do show pelo próprio Zeca Baleiro após receber uma lição de moral do cantor. “Venha aqui falar sobre a Lei Rouanet. Sabe porra nenhuma, bicho. Cala sua boca ai. Não sabe o que falar, não fala. Não sabe o que é Lei Rouanet. Tem parente seu que foi beneficiado pela Lei Rouanet, porque isso gera trabalho para uma cadeia imensa de trabalhadores. Isso é ignorância sua. Não saia falando isso por ai, não. Pode se retirar do meu show se quiser”, disse o cantor, após retornar ao palco. A altercação se deu sob aplausos dos fãs de Zeca Baleiro. A Lei Rouanet foi amplamente atacada nos últimos anos, durante os governos ultraneoliberais de Michel Temer e Jair Bolsonaro. Já o presidente Lula, através da ministra da Cultura, Margareth Menezes, estabeleceu novos valores do cachê por apresentação de artista, subindo para até R$ 25 mil, de R$ 3 mil na gestão anterior. Veja: ZECA BALEIRO pic.twitter.com/kJAV4gUdg4 — Renan Brites Peixoto (@RenanPeixoto_) May 7, 2023 Com informações do G1).
Tenente dos bombeiros é morto na porta de casa e sargento é o principal suspeito

O tenente do Corpo de Bombeiros, Rafael Alves Veloso, de 42 anos, foi morto na manhã desta sexta-feira (5) em Montes Claros, no Norte de Minas. Ele foi alvejado por cinco disparos na porta de casa quando saía para trabalhar. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o militar caído, já sem vida, em frente ao portão de casa. Vizinhos que saíram na rua após os disparos tentavam chamar por algum familiar na casa. Segundo as informações iniciais, o suspeito do crime é um sargento do Corpo de Bombeiros. Esse suspeito estaria com problemas psicológicos e não aceitou bem uma cobrança feita pelo tenente recentemente. O coronel Júlio César Toffoli, do Corpo de Bombeiros, disse em entrevista coletiva que o tenente era “muito conceituado na corporação” e que não entende “qualquer motivo que pode ter levado a essa atitude extrema”. Por meio de nota, o Corpo de Bombeiros comunicou com pesar a morte de Rafael Alves Veloso, de 42 anos, “alvejado por disparos de arma de fogo enquanto saía para o trabalho”. “O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais se solidariza e presta apoio à família, além de seguir acompanhando as investigações sobre as circunstâncias do crime em conjunto com as Polícias Civil e Militar”, diz a nota. A corporação não quis se manifestar sobre o militar suspeito do crime. Não há informações, também, se ele foi preso.
Executivo e legislativo – Montes Claros no comando do Estado de Minas Gerais

Nos próximos dias, o comando o executivo e legislativo mineiro ficará por conta dos deputados Tadeuzinho e Leninha A partir de hoje e até o dia 11 de maio, o montes-clarense Luiz Tadeu Martins Leite , o Tadeuzinho, do MDB, presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, comandará a Cidade Administrativa Presidente Tancredo de Almeida Neves, sede oficial do Poder Executivo do Estado de Minas Gerais, substituindo o Governador Romeu Zema ( Novo) que faz viagem oficial aos Estados Unidos, juntamente com o vice-governador Matheus Simões. No Legislativo, caberá a vice- presidente Leninha (PT), também montes-clarense, a tarefa de comandar a Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Quem é Tadeu Leite, o Tadeuzinho? Deputado Tadeu Leite (MDB) foi reeleito para o quarto mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), com 96.862 votos. Tadeu Martins Leite atuou como secretário de Desenvolvimento Regional, Política Urbana e Gestão Metropolitana, no governo de Minas. Suas principais regiões de atuação política são no Norte de Minas, Vale do Jequitinhonha e Nordeste mineiro. Nascido em Montes Claros, em 2 de setembro de 1986, e formado em Gestão Pública. Quem é Marilene Alves de Souza, a Leninha? Marilene Alves de Souza (Montes Claros, 17 de agosto de 1964), mais conhecida como Leninha, é uma professora, sindicalista e política brasileira filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Atualmente exerce o segundo mandato de deputada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Leninha recebeu 65.864 votos. Graduada em Ciências Biológicas e mestre em Desenvolvimento Social pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), Leninha exerceu a docência nas redes municipal e estadual de ensino. Como professora, foi eleita diretora estadual do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e presidente regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Por trás do golpe: todos os generais da República – *Por Francisco Carlos Teixeira

Ação rápida do governo e do STF paralisou o golpe e não permitiu uma GLO, que daria mais poderes aos militares – “Doutrina do Gradualismo” fez com que quadros bolsonaristas se mantivessem na estrutura da inteligência do governo Lula – Marcelo Camargo/Agência Brasil A compreensão plena, transparente, do golpe de Estado fracassado de 8 de janeiro de 2023 torna-se cada vez mais complexa com as novas revelações advindas do episódio dos vídeos revelados pela CNN, em 19 de abril, a fragilidade das instituições de garantia estratégica como o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e a partir de agora – 3 de maio – com as ações em torno do “círculo interno” de poder, altamente militarizado, durante a presidência Bolsonaro. Tornou-se claro que a ação do novo governo Lula da Silva foi, na área de segurança institucional, logo nos primeiros dias do mandato, lenta e, no mínimo, parcial. A confiança depositada no general Gonçalves Dias para criar um ambiente de convivência cívica, e também no ministro da Defesa José Múcio Monteiro, mostrou-se por demais otimista. Tanto o general Dias, como José Mucio – com apoio excedente do ministro do Exterior Mauro Vieira, preocupado com a “imagem” de fragilidade das instituições brasileiras no Exterior – buscaram, desde confirmada a eleição de Lula, defender um diagnóstico que apontava no pós-eleições, já em 30 de outubro de 2022, uma volta “gradual” e “sem traumas” à normalidade, sem a necessidade de um enfrentamento direto com o bolsonarismo. Consideraram que o “perigo” bolsonarista, depois do segundo turno e, em especial, depois da apoteótica cerimônia da posse presidencial, começava a desmilinguir-se por si mesmo, como aquele “leite em pó que dissolve sem bater”. Falharam, entretanto, em identificar a clara tentativa de golpe articulado pelo então ministro da Justiça no segundo turno eleitoral como uma ameaça direta de intervenção indevida no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) visando anular os resultados da eleição presidencial. Tratava-se, claramente, de passar à continuidade real, concreta, as falsas argumentações sobre as urnas eletrônicas e bem como todo o sistema eleitoral brasileiro, explicitando o ânimo golpista do “circulo íntimo” do presidente, tratado na mídia como “Gabinete do Ódio”. O próprio Lula – que surge como aquele que mais entendeu a extensão, e as dimensões, do oito de janeiro – reafirmou que havia um “complô”, uma inteligência geral do golpe, que se exigia punições para todos os envolvidos, denunciando uma completa “falha de segurança” no dia oito. No entanto, no GSI, na Abin e nas Forças Armadas, em especial no comando do Exército, a “Doutrina do Gradualismo” imperou até o oito de janeiro e, mesmo depois, só sendo questionada seriamente a partir de 19 de abril, quando da revelação da presença do ministro-chefe do GSI, e vários dos seus funcionários, não só presentes no Palácio do Planalto, como ainda interagindo com os depredadores invasores e que, mesmo em face das ilegalidades cometidas, não acionaram, em momento algum, o “Plano Escudo” de defesa integrada – Polícia Militar, Forças Armadas, PF e PRF – da capital federal e nem mesmo o “Plano Scooby”, de defesa do Palácio do Planalto. Lembramos que o Batalhão Duque de Caxias possui cinco companhias de pronta ação para defesa do palácio presidencial, cada uma delas com 200 homens e duas delas de choque, que, entretanto, permaneceram acontonadas, e inativas, na garagem do anexo do palácio. Na verdade, o “Plano Scooby” é um desdobramento do próprio “Plano Escudo”, que abrange a proteção do conjunto da Praça dos Três Poderes, que não foi ativado por pedido seja do coronel Fernandes da Hora, comandante da Guarda Presidencial, seja pelo general Dutra, então chefe do Comando Militar do Planalto e, tampouco, pelo também então comandante do Exército, general Arruda. Mas os órgãos federais cuja a função precípua é a proteção e a prevenção de crises, como o GSI, não avaliaram as dimensões e os riscos da imensa aglomeração de populares com ânimo golpista desde sexta-feira (6/1) em Brasília. Já era, no sábado (7/1) calculada a multidão em cerca de 20 mil pessoas, das quais 4 mil se dirigiram ao Palácio do Planalto. Nesta marcha, foram “escoltados” pela própria PM do DF, então sob comando de Anderson Torres, ex-Ministro da Justiça de Bolsonaro. Houve a revelação da existência de 160 de vídeos não relatada – nos quais aparecem os funcionários do GSI em atitudes não adequadas junto aos depredadores – e que não foram apresentados ao próprio governo e à sociedade. A justificativa de que os vídeos estavam “sub judice” não parece convincente, em especial quando o próprio STF ordenou a total publicização do material. Assim, a “falha de segurança” apontada corretamente por Lula da Silva, confirmada pela ação posterior do ministro da Justiça, pelo interventor federal Ricardo Capelli e a AGU com o ministro Jorge Messias, mostrou-se mais profunda e larga que o imaginado. Das três bases de sustentação do golpe de oito de Janeiro – (i) a multidão de depredadores financiados por empresários e transportados para Brasília, além da multidão concentrada no acampamento da Praça dos Cristais em frente ao quartel general do Exército; (ii) a ação e a inação no âmbito do governo do Distrito Federal, incluindo a PM e (iii), no entanto, foi na “terceira base”, com os órgãos federais de prevenção de crises e de aconselhamento estratégico como o GSI e a Abin, mas também os serviços de inteligência das Forças Armadas, em especial do Exército, no caso do Centro de Inteligência do Exército/CIE (criado por meio do decreto nº 60.664, de 2 de maio de 1967, como “Centro de Informações do Exército”, foi parte importante do aparato repressivo do Estado brasileiro, durante o regime militar), que se deram as “falhas de segurança” mais graves e vastas, como vemos agora nos vídeos liberados, e que acabaram por derrubar um ministro-chefe, e da “cota pessoal”, do presidente Lula da Silva. Devemos ter claro em mente que a “falha de segurança” apontada por Lula da Silva não se deu no vazio. Há causas e estas devem ser analisadas e corrigidas. Já sabemos que houve lentidão na substituição do quadro do GSI comprometido com o bolsonarismo. No entanto, tal “lentidão” – que segue em outros âmbitos do Estado
DIA C – Montes Claros faz ação de combate à doença de Chagas

A Prefeitura de Montes Claros realizou na última sexta, 28, na Praça Dr. Carlos, o “Dia C de Combate à Doença de Chagas”, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre esse mal e as maneiras de evitá-lo. A blitz educativa permitiu que a população conhecesse o ciclo evolutivo do vetor, recebesse informações e orientações de combate e diagnóstico da doença, fizesse exames e ainda compreendesse mais sobre o manejo do triatomíneo (o popular “barbeiro”, inseto que transmite a doença de Chagas). Foram realizados mais de 250 coletas de exames laboratoriais, e uma equipe da OAB/MG repassou orientações jurídicas sobre as melhorias habitacionais necessárias para o controle da doença. A ação foi realizada através de parceira entre: Secretaria Municipal de Saúde, Grupo Mulheres do Brasil, Superintendência Regional de Saúde/Montes Claros, OAB/MG, Projeto Chagas Sami-Trop e Unimontes. Com informação da Ascom/Prefeitura de Montes Claros
Começou a segunda edição do Festival Literário do Autor Montes-clarense

Foi realizada nesta quarta-feira, 3, no Centro Cultural Hermes de Paula, a solenidade de abertura da segunda edição do Festival Literário do Autor Montes-clarense (FLAM 2023). O evento é realizado pelo Programa de Pós-graduação em Letras/Estudos Literários da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), em parceria com a Academia Feminina de Letras e com a Academia Montes-clarense de Letras, e conta com o apoio da Prefeitura de Montes Claros, através da Secretaria Municipal de Cultura. A participação nas oficinas, que duram entre 1 e 2 horas e meia, é gratuita, e dá direito a certificado. As atividades presenciais estão sendo realizadas no Centro Cultural Hermes de Paula, enquanto que a parte online do evento acontece pelo YouTube e pelo Google Meet. As inscrições são gratuitas e ainda podem ser realizadas através do link https://www.even3.com.br/oficinas-flam-2023-332073/. Nesta quarta-feira, 3, aconteceu, pelo YouTube, a oficina “(Des) Propósitos Literários: do processo criativo à pós publicação”. Nesta quinta-feira, teremos a oficina “O Tempo Tece Memórias”, no Centro Cultural Hermes de Paula, às 17 horas, e a palestra “Livro: inventar, editar e ler”, pelo Google Meet, às 17 horas. Na sexta-feira, no Centro Cultural, às 17 horas, será a vez de “Introdução à escrita de roteiros” e, no dia seguinte, também no Centro Cultural, às 15 horas, “Um segredo só é segredo se você contar para alguém”. Ascom/Prefeitura de Montes Claros – Fotos: Silvana Mameluque